24/07/2012

DEIXAR IR PARA A LUZ ENTRAR

 Quando liberamos, a luz entra.

Mensagem de UTE
24 de julho de 2012
Queridos amigos,
enquanto esperamos que nosso mundo mude, somos convidados a utilizar este tempo para primeiro mudar a nós.
Não há nada a fazer além de liberar o que pertence à terceira densidade, o que abre espaço para a luz entrar.
A luz cósmica porta informação de criações, mas a Luz da Fonte é Puro Esplendor Em Si.  
Felicidade.
 
Nós escolhemos com qual luz queremos substituir os antigos padrões de identificação com este mundo denso.
 Quando liberamos, a luz entra.

Se escolhermos que a luz cósmica condicional entre no corpo, ela iluminará os reinos sutis e as dimensões em nosso cérebro para que possamos experimentá-los.

Porém todos esses reinos e dimensões existem na Própria Fonte, à qual finalmente nós retornaremos.

Mas agora nós já podemos participar da Luz da Fonte, que é Consciência Pura. 

 
Depende de onde colocamos nossa atenção-sentimento.

E o que for que, neste tempo auspicioso em que altas frequências e luz entram em nossa esfera, seja reconhecido como padrão da identidade tridimensional e assim liberado para a luz ao invés de mantido em nossa convicção como uma parte necessária e insubstituível de nossa vida, abre imediatamente espaço para a qualidade de luz escolhida para entrar em nós.

Mas a Luz da Fonte sempre está disponível.


Ela não depende de ciclos evolutivos ou processos de ascensão com as crescentes energias cósmicas e uma consciência baseada no cérebro. 

A Luz da Fonte sempre manifesta o Nirvana ou o Vazio de mundos condicionais, o que é a Plenitude da Existência em Si, sem qualquer tipo de véu, até mesmo o mais sutil, que caracteriza qualquer objeto, estado ou mundo ascendente.
Depende de nós o que escolhemos.


 Quando escolhemos a Fonte, não resta nada mais a dizer além de glorificar a Felicidade e a Beleza, a Perfeição e a Plenitude de Amor que é a Própria Fonte, enquanto a sentimos e a experimentamos.

Nós humanos somos equipados com uma faculdade sensível que é capaz de estar consciente de todas essas qualidades. 

Elas são chamadas de qualidades de Deus.
 Nós somos seres espirituais porque somos seres sensíveis e não seres pensantes em primeiro lugar.
Quando sentimos Deus, ou a Fonte, ou a Luz sem diferença, quando nós A percebemos, apenas estamos despertos em nosso próprio Estado Verdadeiro e Real. 


 Nós expandimos nossa consciência além do cérebro, então ela se tornou Consciência Divina. 

 Ela é o nosso Lar. 

Todos os nossos rios de sentimento genuíno e de raiz fluem para esse Oceano.

A Divina Consciência permanece no inconsciente até que nos conscientizemos d'Ela.  

Até lá, nós exploramos os mundo da mente até a Infinidade, mas não podemos parar a busca. 
A busca somente termina no Oceano, quando não há necessidade de perguntas e exploração das criações infinitas que nós perseguimos.

Nossas criações nunca terminam até podermos apreciar a Felicidade de Existir. 


 Até nos permitirmos meramente Ser. 

É um estado de Graça, nós não podemos  estrategicamente, porque nós precisamos ficar de lado e permitir que este estado Exista. 
 Ele sempre existe, mas estamos ocupados com a busca e cegos nesta busca por outros mundos, mundos superiores e autorrealização, então, não estamos cientes do tesouro mais precioso de nossa Verdadeira Natureza. 

Ela é Una sem o outro e Ela é a Morada da Simplicidade.

Não se pode alcançar e nenhum exercício ou empenho é capaz de criar este Estado, nenhum plano ou meta estabelecida pode fazê-lo manifestar-se. 


 Mas nós precisamos amá-LO para que aprendamos a abrir espaço para Ele.

Nós abrimos espaço ao deixar ir nossas identificações com as limitações do que nós acreditamos e pensamos que somos. 

Nós abrimos espaço se liberamos nossa busca por um mundo melhor e um eu melhor; se nós nos perdoarmos, significando: desistir, deixar ir todos os ingredientes desnecessários de nossas identidades-ego que pensamos "precisar" para conseguir sobreviver. 

 Este apego e esta busca é a única luta que precisamos deixar ir.
Nós abrimos espaço quando nós nos amamos e somos compassivos conosco, quando fazemos as pazes conosco. 

 Quando estamos dispostos a nos observar e a entender ao que estamos apegados. 

Este entendimento é o mecanismo para deixar ir.
Este é o tempo de entrarmos na profundidade de nosso próprio ser para descobrirmos a abertura para a Fonte de onde todos nós viemos, mas que nunca esteve separada de nós.


 E a Abertura surge quando liberamos toda a bagagem e os erros de nossa falsa identidade.

Nesse momento as ondas do Oceano de Luz  

entram em nós sem esforço.

 E sabemos que estamos em Casa.

Muito Amor, 

 
Ute.




Tradução e Divulagção: SINTESE

Post. e Formatação

Copyright©. Todos os direitos reservados: Ute Posegga-Rudel, 2012.
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Obrigada, Ute.

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