09/10/2016

O IMPESSOAL – Parte 2B – Setembro 2016

"Sua pessoa, sua história não pode, em caso 
algum, ser-lhe de qualquer utilidade
 para aceder à evidência do Silêncio
 e ao contentamento".

"Porque nenhuma Eternidade depende
 de sua pessoa".

6/10/2016

Ninguém poderá ficar a meio caminho, em um pseudo equilíbrio do efêmero e do Eterno.

Lembre-se de que nada há a escolher, lembre-se de que não há mais atribuição, mas, simplesmente, a evidência, não mais, unicamente, do Silêncio, mas a evidência no plano da terceira dimensão desse mundo, do que você tem conduzido, do que você tem vivido, do que você tem soltado ou não.

A confiança na Vida e a confiança no Amor, mesmo se seu caminho de vida nesse mundo pareça-lhe ser desprovido de amor, isso não é verdade.


Qualquer que seja sua percepção, qualquer que seja seu humor, além de todos esses jogos há a Verdade e sua Evidência.

Como eu o disse, aberto a cada um de você, a partir do instante em que você aceita não mais fazer o que lhe dá na cabeça, não mais fazer segundo seus desejos, segundo o que você nomeia ou nomearia, ainda, sua evolução, mas, bem mais, na rendição sem condição a essa Eternidade, não mais pedindo, não mais orando, não mais evocando, mas, sim, aí também, desaparecendo de todo jogo pessoal.

Lembre-se de que não é questão, para isso, de isolar-se, que não é questão, para isso, de deixar quem quer que seja ou o que quer que seja, mas, simplesmente, estar disponível, no acolhimento da Luz.

Não mais, unicamente, para viver o efeito da Luz, não mais, unicamente, para ascensionar ou ser liberado, mas para ser, simplesmente, o que você é, desde sempre, qualquer que seja sua forma, qualquer que seja seu caminho, quaisquer que sejam suas crenças ou quaisquer que sejam suas vivências.

Se você aceita isso, e não é uma aceitação que se situe ao nível de uma escolha mental, mas uma aceitação que vem do coração, no qual a fé e a confiança na Luz tornam-se não, unicamente, onipresentes, mas, verdadeiramente, inexoráveis.

Naquele momento, qualquer que seja seu estado vibratório, qualquer que seja o estado de sua consciência, quaisquer que sejam as estruturas vibrais presentes ou ausentes, manifestadas ou não, você não depende mais disso, nem da vibração, nem da consciência, nem da melhora de qualquer circunstância que seja, nem de qualquer mudança querida, desejada ou recusada.

Há, simplesmente, a viver a fé em seu sentido o mais nobre.

É preciso aceitar ver suas últimas crenças, para cada um de você, esvanecer-se, a partir do instante em que você não as segura mais, a partir do instante em que você é capaz de ver-se agir, na pessoa, como ser em sua eternidade.

Não há nem dificuldade nem esforço, nem trabalho.

Há, justamente, exatamente o oposto, ou seja, parada de toda vontade, de toda busca, como foi exprimido, longamente, por um denominado Bidi, há numerosos anos.

Há numerosos anos, foi-lhe explicado e demonstrado o conjunto de estruturas vibrais que inúmeros de você viveram, quer seja de modo gradual, quer seja de modo brutal, intermitente ou permanente.

A vida, doravante, e de maneira cada vez mais penetrante e evidente, dar-lhe-á a viver, precisamente, o que você deve viver para estar vivo além desse mundo.

Antes que a liberdade interior torne-se, também, a liberdade dimensional, é preciso que sua fé, sua confiança, sua consciência descubram-se, elas mesmas, livres, se já não foi feito.

Retenha, simplesmente, que isso não é questão de um esforço, que não é, tampouco, uma questão de trabalho, sobretudo, espiritual, porque o Espírito é perfeito, e é isso que se revela a você e em você.

Ao revelar-se a você e em você, isso lhe aporta não a compreensão, mas a intuição direta do que você é, através de sua vivência, mas, também, de modificações, aí também, finais, que intervêm em seus casulos de luz, em especial ao nível do que foi nomeado o corpo causal.

Há numerosos anos que se realizaram numerosas passagens pela Porta da garganta, inicializadas, em especial, durante o ano 2011, pelo Arcanjo Uriel.

Hoje, tudo o que devia ser revertido foi revertido.

Tudo o que podia ser ativado ao nível das estruturas vibrais nomeadas Portas ou Estrelas realizou-se.

Como você sabe, não pode ali haver contagem regressiva, exceto no momento em que as Trombetas ecoarem, de maneira global, sobre a Terra, antes do Apelo de Maria.

A única conduta a ter é, simplesmente, liberar o que deve ser liberado.

Os apelos da Luz não se fazem mais, doravante, em alguns momentos, em alguns dias, eles se realizam de maneira permanente, de maneira progressiva e cada vez mais vasta e ampla.

Acolher a Luz Crística, em Unidade e em Verdade, como foi realizado durante as Núpcias Celestes, hoje, não se realiza mais por encontros, não se realiza mais segundo os momentos desejados pela Luz ou desejados por sua pessoa, mas realiza-se sob a forma iterativa a frequências e cadências cada vez mais aproximadas, de maneira cada vez mais tangível, perceptível, o que quer que você perceba ao nível da sensibilidade vibral ou energética.

O que vocês vivem, uns e outros, ou o que vocês não tardarão a viver corresponde a essa Evidência, a essa fé e a essa confiança, e ao Silêncio.

A majestade da Luz, a grandeza do Amor são cada vez mais efetivas e têm ações, é claro, ao mesmo tempo em seu corpo e em suas estruturas sutis.

Lembre-se de que quanto melhor você solta toda pretensão de ação, toda pretensão de melhora, melhor você realizará a perfeição de sua eternidade.

Porque nenhuma Eternidade depende de sua pessoa.

Sua pessoa, sua história não pode, em caso algum, ser-lhe de qualquer utilidade para aceder à evidência do Silêncio e ao contentamento.

Como você, talvez, já tenha observado, cada um de você, existe uma capacidade cada vez mais visível para desaparecer ou, ao inverso, para resistir.

Não veja, ali, nem progresso nem regressão, mas, simplesmente, um processo de ajuste cada vez mais fino, cada vez mais preciso entre a consciência limitada, a supraconsciência e o Absoluto.

… Silêncio…

Nesse Silêncio, além da Evidência, além da Paz e do contentamento, além, mesmo, do Amor e da Luz, há o que não pode portar palavra, esse princípio que pode enunciar-se, esse Parabrahman do qual nada pode ser dito, que pode apenas ser experimentado, sentido e vivido.

Você não terá mais certezas fora disso, porque todas as certezas exteriores levarão você à noção de causalidade, de bem e de mal e, portanto, de dualidade.

Sua capacidade para ser o que você é não depende, hoje, mais do que disso.

Aceite nada compreender.

Aceite que nenhuma data, mesmo a mais próxima e a mais iminente, não saberia contentá-lo.

Aceite que o único contentamento apenas pode vir da evidência do Silêncio, aí, onde tudo é compreendido, aí, onde tudo é potencial, aí, onde tudo pode atualizar-se.

Isso, o que eu acabo de dizer, aplica-se, é claro, no âmbito preciso desse tempo preciso da Terra, no qual quaisquer que sejam seus desejos, quaisquer que sejam seus programas, quaisquer que sejam suas decisões, vocês não são mais mestres a bordo.

É seu ser eterno que se põe em sintonia e em harmonia com a Luz Una e o Amor.

… Silêncio…

Nos tempos mais que reduzidos que vocês vivem, não há melhor conduta, se posso dizer, a adotar.

De sua capacidade de acolhimento, mesmo do intolerável, decorre sua capacidade de resiliência, que não depende de um esforço de sua pessoa, mas, unicamente, da capacidade para ver e para viver a Graça em ação.

O que pode parecer, em sua pessoa, como afastado ou oposto à Luz é, em definitivo, do ponto de vista do Espírito, apenas os últimos processos de purificação e de eliminação.

Por sua ação, por seu comportamento, por suas decisões, pelo que a vida envia-lhe ou o que a vida toma-lhe, demonstra-se, em vocês mesmos, seu posicionamento no efêmero ou na Eternidade, que não requer qualquer julgamento, qualquer condenação, porque não pode ali haver erro, a fortiori e, sobretudo, se algo ou qualquer elemento pareça-lhes errôneo ou falso.

Diga-se, efetivamente, que, além das aparências há, obrigatoriamente, a ação da Luz, que não depende de você nem das circunstâncias incriminadas.

Aquiescer à obra da Luz, não mais para construir novas estruturas vibrais, nem, mesmo, para terminar sua Merkabah interdimensional pessoal, não lhes é, doravante, de qualquer utilidade.

Se lhes parece ter necessidade de ajuda, de muletas ou de estabilizar certo número de elementos, vocês têm, é claro, como foi explicado, o conjunto dos povos da natureza.

Vocês têm ferramentas das quais a última comunicada foi a «Liberação memorial», que corresponde à pessoa.

Eu posso dizer que, nesses dias, e de maneira cada vez mais flagrante para cada um de vocês, tudo isso não lhes será mais de qualquer utilidade, a partir do instante em que vocês estiverem estabelecidos na verdade do Silêncio, nessa Evidência.

Isso não quer dizer que, se vocês experimentam a necessidade disso, que não deva mais aliviar ou melhorar a pessoa.

O que eu quero dizer com isso é que o conjunto de circunstâncias de sua vida, quaisquer que sejam, representam apenas o trabalho final da Luz.

Felizes os simples de espírito, porque o Reino dos Céus a eles pertence, hoje, mais do que antes e, hoje, menos do que amanhã.

A capacidade de cada um de você para ver esses mecanismos e esses jogos é uma chave essencial, não para corrigir o que quer que seja, mas para deixar, ainda mais, mesmo se lhe pareça ter necessidade de técnicas, quaisquer que sejam, deixar, cada vez mais, a Luz agir pela Graça e, aí também, pela evidência da Luz.

O que deve morrer ou afastar-se de você não é de sua responsabilidade nem de suas decisões, mas, diretamente, oriundo da Inteligência da Luz.

O conjunto de mecanismos a trabalho pela Inteligência da Luz nessa Terra nada tem a ver, se posso dizer, com sua pequena pessoa, com suas preocupações afetivas, sociais ou de saúde.

Seu único objetivo é de restituí-los a si mesmos, qualquer que seja, se posso dizer, aí também, o preço a pagar.

Quanto mais o preço é importante, mais a Evidência instalar-se-á.

Além de todas as situações que podem ser-lhes dadas a viver, segundo seu ambiente social, mas, também, segundo seu ambiente geofísico, onde quer que vocês estejam nessa Terra, tornam-se primordiais.

Não para puni-los, não para retribuir-lhes, mas, simplesmente, para permitir-lhes ser o que vocês são, na integralidade.

Mais do que nunca, hoje, como foi o caso durante esses numerosos anos, é-lhes solicitado, pela própria Luz, por sua Presença eterna, deixar essa Luz eterna ser, entrar em manifestação, entrar em encarnação e entrar em desenvolvimento, para além de todo interesse pessoal, para além de todo ato de compreensão, de toda lógica ou de toda razão.

Em resumo, quanto menos lhes pareça ali ter solução ou decisão, mais vocês entram na intimidade com a Luz, o que quer que lhes diga seu corpo, o que quer que lhes diga sua pessoa.

Se vocês aceitam isso, se fazem essa experiência, em tão, seu caminho a percorrer nesse mundo, em qualquer obrigação ou em qualquer responsabilidade que seja, parecer-lhes-á e será, realmente, de uma leveza a nenhuma outra similar.

Isso corresponde, mas em outro nível, ao que foi chamado o estado de Graça.

A fusão do Masculino sagrado e do Feminino sagrado, através de tudo o que lhes foi desenvolvido, concernente à sua manifestação e sua constituição chama-os, também, hoje, a reunificar isso.

Reunificar isso não é nem a ação nem a inação, não é nem a passividade nem a atividade, não é nem o bem nem o mal, é a Unidade em manifestação, em encarnação total e inteira para sua consciência individual, qualquer que seja, como para a consciência coletiva da Terra.

Cada evento de cada uma de suas vidas está aí apenas para essa forma de conscientização da Verdade e da Evidência.

Não há ali nem lição a tirar nem o que quer que seja a melhorar, simplesmente, para deixar o Espírito revelar-se em sua totalidade e em sua magnificência.

A ação, através de sua pessoa, mesmo antes do Apelo de Maria e, portanto, no período que vocês vivem, mostrará a vocês, e demonstrará a futilidade e a inutilidade de crer que são vocês que decidem, que são vocês que escolhem, que são vocês que fazem as coisas.

Em definitivo, o Espírito, quando ele é reconhecido, reconhece, perfeitamente, que não foi a pessoa que agiu ou que quer agir.

Reconhecer isso é tornar-se livre, se vocês já não o são; aquiescer a isso é remover todos os pesos, onde quer que eles estejam situados, que pareciam limitá-los na plena consciência da Liberdade.

… Silêncio…

E, mesmo no Silêncio e sem palavras, exprime-se tudo o que eu acabo de dizer.

É a expressão da própria Luz.

Tudo o que eu acabo de dizer ilumina-se, e dá a vocês uma clareza nova, uma Unidade assumida e manifestada nesse mundo dual nesse fim da história.

Então sim, a cada um de você, eu digo: «Ame e faça o que lhe agrada», não o que agrada ao seu corpo, não, unicamente, o que agrada à sua pessoa, mas, tendo se tornado Luz, o que agrada à Luz.

O que agrada à Luz é a Liberdade, o Amor, a Alegria, a Leveza, qualquer que seja sua idade, quaisquer que sejam seus problemas, quaisquer que sejam suas dores ou quaisquer que sejam suas alegrias.

Seja verdadeiro, seja espontâneo e você perceberá que todas as respostas não estão na reflexão, não estão na lógica, não estão em seu mental, mas, unicamente, em sua espontaneidade.

… Silêncio…

Eis, portanto, o quadro e os elementos que eu tinha a transmitir-lhes concernente a esse tempo da Terra.

… Silêncio…

O único evento – importantenão é, unicamente, tudo o que se desenrola na Terra, em seus céus ou na coletividade humana.

O essencial está aí, no que eu acabo de exprimir nessas algumas horas.

Há, portanto, se posso dizer, exercício prático de tudo o que você vibrou, de tudo o que você viveu, de tudo o que lhe foi explicitado concernente à consciência como às vibrações.

A Luz quer você na totalidade.

Não há meia medida ou meia porção, há totalidade.

Não pode ser de outro modo na Unidade manifestada em desenvolvimento nesse mundo.

… Silêncio…

Aí está o que se vive e que se viverá, cada dia com cada vez mais intensidade.

A hora não é mais para escolhas, a hora não é mais para a atribuição, a hora é para a manifestação, sem a priori, sem reticência, sem medo do olhar do outro, sem medo do olhar de si mesmo, sem medo das convenções sociais ou morais.

… Silêncio…

Eu o saúdo além de sua forma.

Eu o saúdo na Liberdade e em seu Espírito.

Eu o saúdo, enfim, em toda fraternidade.

E eu o saúdo, também, em sua humanidade.

… Silêncio…

A você que me leu, a você que me ouve, a você que me escuta ou que me escutará, eu o amo.

Até logo.








Post. e Formatação 



Tradução e Divulgação 
Célia G.

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