08/10/2016

O IMPESSOAL – Parte 2A – Setembro 2016 -

"Cada um de você está aí, doravante".

"Quer tenha o conhecimento, a presciência 
ou a ignorância, nada muda".

"O momento é chegado, não mais de escolher,
não mais de decidir, mas de aceitar
 a evidência".


- Parte 2A -
Setembro de 2016
6 de out de 2016


Meu amigo, meu amado, meu irmão, após a evidência do Silêncio vamos, você e eu, onde quer que você esteja, em qualquer tempo e em qualquer espaço que você esteja, mergulhar, se você aceita, juntos, no Mistério da Vida, no Mistério da Verdade, para que se levante, em você, o que ainda pode restringi-lo à plenitude da Eternidade.


Então, aqui ou alhures, em seu coração como em todo coração, fundimo-nos na indizível alegria do Amor incondicionado revelado.

E você e eu, no mesmo sopro, além de nossas formas e além, mesmo, do Informe, nós nos mantemos.

Nesse Silêncio sagrado de onde vem e de onde tudo volta, em cada consciência como em cada forma, nós imergimos, nós nos nutrimos, nós estancamos nossa sede e instalamo-nos na Paz.

O Fogo do Espírito, batismo ígneo, desfralda a vibração do Único no acolhimento espontâneo do Espírito do Sol.

Nós nos deixamos, cada um de nós, abraçar pela compaixão e abrasar no Fogo da Verdade.

Pela potência dos Quatro Vivos, pela potência de Ehieh Asher Ehieh, nós desvendamos, juntos, o Espírito de Verdade no Amor incriado, fonte de toda vida, de toda animação, de toda forma e de todo mundo.

O sopro do Fogo, o sopro do Ar, o sopro da Água e o sopro da Terra juntam-se o Éter ao coração do Silêncio e ao coração da beleza.

Juntos, nós mergulhamos no Oceano primordial e, no entanto, jamais nascido e, no entanto, que não acaba, jamais.

A vibração do Éter, do Fogo original, ele também não nascido, ele também que não desaparece, jamais, realiza, em cada um de nós, a fusão da Tri-Unidade, que ativa o conjunto de estruturas de Luz conhecidas por inúmeros de vocês e experimentadas por inúmeros de vocês.

Quer seja em uma das Coroas radiantes, quer seja na Onda de Vida, quer seja no Canal Mariano, nós acolhemos o Paráclito que instala, em cada um de nós que o acolhe, o sopro da Eternidade.

O Espírito sopra quando ele quer e onde ele quer, existem, entretanto, circunstâncias, tanto aqui como em outros lugares, que são apoios importantes para a manifestação do Espírito do Sol.

Em sua qualidade de Filho Ardente do Sol, em sua qualidade de KI-RIS-TI, desvenda-se a quintessência do «Eu sou Aquele que eu sou», do «Eu sou Um», que vem preencher os interstícios residuais das resistências de cada um de você, que não são oriundas de qualquer retribuição, mas, sim, unicamente, das circunstâncias residuais do confinamento nesse mundo, que põem fim às últimas linhas nomeadas «de predação», que possam, ainda, subsistir pelo hábito ou devido, mesmo, à consciência coletiva, que permitem, hoje, assentar e magnificar sua função, independente de sua pessoa de Semeador de Luz nesse mundo.

Nesse espaço você viverá, se já não foi feito, que a melhor das ações para servir à Luz e ao Amor que é você é, justamente, a não ação.

Essa não ação não é inação, nem, mesmo, repouso, é certeza inabalável do que você é, o que eu nomeei, há alguns instantes, a Evidência.

Ao desvendar, assim, a Evidência, em cada uma das parcelas de sua consciência e de seus corpos, nós reunificamos o que lhe parece não estar, ainda, unido, o que lhe parece, ainda, estar distante da verdade do que você é, e vem queimar, amaciar e pacificar o que deve sê-lo, tanto em sua consciência como em seus corpos, do mais grosseiro ao mais sutil.

A liberdade interior, como a liberdade de seus corpos está inteiramente presente, a partir do instante em que você nada procura reter nem preservar.

Nessa fé e nessa inocência realizam-se as últimas alquimias, que lhe dão a completar e a concluir as diferentes Núpcias vividas no curso desses numerosos anos.

Assim, batizado no Espírito de Verdade, renascido na Liberdade do ser e do não ser, ativam-se, em você, as últimas Portas vibratórias localizadas em seu sacrum e ao redor de seu sacrum, o que lhe dá a viver sua própria Liberdade e a cessação de qualquer engrama residual, memorial ou ligado aos seus medos.

Nesse instante, aqui como por toda a parte, a vida oferece-lhe o que é útil e necessário para completar e viver o que você é, para além de toda contingência, de toda pessoa, de toda dimensão como de qualquer mundo.

Nesse instante, enquanto o movimento da Terra, em seu ciclo anual, é um movimento de interiorização, de recuo, inicializado e iniciado pelo equinócio de outono permite-lhe reunir-se no coração de si mesmo, nesse espaço de Evidência, nesse lugar que não é um e que, no entanto, é preciso nomear, assim que a palavra faz-se Verbo.

Assim, ao reunir a co-criação consciente do Masculino sagrado e do Feminino sagrado na Androginia Primordial, realiza-se em cada um de você a última junção entre o que faz apenas passar e o que é eterno.

Não se trata mais, unicamente, de pôr em adequação o que é da ordem do efêmero e o que é da ordem da Eternidade.

Por seu posicionamento, por seus atos, por sua reflexão interior foi-lhe dada, durante esses anos, a oportunidade de escolher, a oportunidade de viver sua atribuição, também, de transformá-la, o que permite cinzelar sua eternidade, em adequação a mais perfeita com sua essência.

Nesses últimos momentos do que subsiste a ser separado e dividido, tanto em você como por toda a parte nesse mundo, essa alquimia final, além de todas as aparências como de todos os sofrimentos, faz você entrar, diretamente, em sua morada de Eternidade, em sua Morada de Paz Suprema, na qual todo o resto que constitui sua vida nesse mundo, suas memórias e suas experiências, não tem mais razão de ser, não tem mais razão de apresentar no que você é ou através do que você é.

Você é convidado, neste período deste tempo terrestre, a permanecer – além, mesmo, dos apelos da Luz –, a permanecer ao centro de si mesmo, espaço de resolução e de transcendência total.

Inúmeros de você vivem essa última transubstanciação, passagem de uma forma ao sem forma ou a outra forma, nomeada, há muito tempo, a lagarta e a borboleta.

Além da metáfora e além da imagem, permanece a verdade essencial da mutabilidade da vida, assim como de sua permanência, qualquer que seja sua morada de eleição.

Além da evidência do Silêncio, eu o convido, porque seu coração convida-o, não mais a escolher, não mais a ser atribuído, mas, sim, a posicionar-se, de maneira cada vez mais evidente, na Verdade e na Liberdade de sua consciência e de seu Espírito.

Cada um de você está aí, doravante.

Quer tenha o conhecimento, a presciência ou a ignorância, nada muda.

No plano da Luz, não há nem erro, nem encurtamento, nem, mesmo, lentidão.

Há apenas o desvendamento da Graça segundo o que foi preestabelecido para cada um de você há muito tempo, que não depende de qualquer ciclo e que não depende, mesmo, desse ciclo final da Terra, para que você se liberte e seja liberado do que pode, ainda, parecer-lhe bloquear ou resistir.

Quer isso se inscreva em seu corpo, quer inscreva-se em seu mental, quer inscreva-se em suas memórias, você tem, doravante, a cada minuto, a possibilidade de ser regenerado e ressuscitado, o que faz destroçar os últimos limites, as últimas memórias, as últimas resistências.

Muito tempo os intervenientes falaram de contato com os Elementos, com os povos da natureza, com os planos multidimensionais.

Tudo isso foi apenas uma preparação para viver, você mesmo, em sua inteireza, sem fardos, sem resistências e, eu diria, em todo conhecimento do que você é.

Isso se junta ao que foi explicado sobre a Autonomia e a Liberdade, que se atualiza sempre mais, em cada uma das circunstâncias de sua vida, de seu corpo, de suas afeições, de seus corpos sutis, como de sua consciência.

Esse convite não é um encontro dado a um momento preciso, nem programado a uma data precisa, mas é um convite, doravante, permanente, que supera, amplamente, o âmbito da ação de Graça ou do estado de Graça.

Se necessário ali pôr uma palavra, ela seria aquela do contentamento, no qual a fonte de contentamento nada mais é que não o que você é, que põe fim a toda necessidade, a toda obrigação desse corpo como nessa consciência nesse mundo.

O momento é chegado, não mais de escolher, não mais de decidir, mas de aceitar a evidência.

Você é pó e você retorna ao pó, em toda aparência como em toda forma, e põe-se a nu, coisa que será vivida, assim como foi anunciado há muito numerosas centenas de anos nessa Terra, e que foi nomeado, por vezes, de Ascensão.

Cada um de vocês, onde quer que seja nessa Terra, vive, à sua maneira, esse processo.

Quer ele passe pelo corpo, quer passe pela saúde ou a doença, quer passe pela diminuição ou, ao contrário, pela expansão, o resultado é o mesmo, o que faz, para inúmeros de vocês que viveram as etapas preliminares, quer sejam as Coroas radiantes, quer seja a Onda de Vida, quer seja pela Shakti ou por qualquer outra estrutura vibral manifestada e vivida em seu corpo, realizar não mais, unicamente, a Nova Eucaristia, mas a ativação franca e completa da Lemniscatasagrada, do Vajra ou Fonte de Cristal, que implementa e põe em ação a Merkabahinterdimensional pessoal e coletiva ao mesmo tempo.

Como havia enunciado Maria, humana, que tomou numerosas formas nesse mundo, veio dizer-lhes, anunciá-lo a vocês e prepará-los.

Nada mais há a esperar, não há mais calendário a olhar; os prazos, tais como lhes foram comunicados no ano anterior, estão, doravante, concluídos.

Viver na evidência do Silêncio propicia uma alegria, mas essa alegria não é mais, unicamente, uma alegria sem objeto, ela não depende de qualquer circunstância.

É nesse sentido que eu o nomeei contentamento, porque o contentamento vive-se, quaisquer que sejam as circunstâncias de sua idade, de suas estruturas ou de seus planos sutis.

Isso quer dizer, também, que há, em cada um de você, a mesma Evidência, reconhecida ou não, mas trata-se, exatamente, da mesma Liberdade, da mesma Graça, da mesma Luz, do mesmo Amor.

Tudo depende de seu posicionamento na consciência.

O que foi nomeado o ponto de vista é, certamente, diferente para cada um de vocês, porque colorido por memória, história, resistências ou apegos, mas, em definitivo, é a mesma Evidência, ainda mascarada, por vezes, pelo barulho feito por suas próprias resistências, criadas por vocês mesmos no confinamento, e no qual não há nem culpa nem, mesmo, responsabilidade.

Cada um de você está, agora, na hora não mais, unicamente, de seu alinhamento, de sua reconexão, mas, bem mais, da explosão da Verdade nesse mundo.

Como cada um de você, talvez, observou, a sucessão de eventos, quer seja ao nível geofísico, quer seja ao nível cósmico, quer seja na consciência social coletiva humana, é a mesma.

Nesta semana desse tempo específico da Terra, no qual se festejam os Arcanjos, festejam-se, no mesmo tempo, as etapas finais e últimas de sua ressurreição, de seu renascimento e de sua Liberdade.

Lembre-se de que nada há a preparar, que nada há a antecipar, que nada há a prever concernente ao Espírito, concernente à sua vida.

Não é, contudo, questão de não enfrentar suas responsabilidades efêmeras nesse mundo, mas, sim, deixá-las desaparecer por si mesmas, pela ação da Graça e pela ação do Silêncio, que o levam a sair, definitivamente, para inúmeros de vocês, de todos os jogos de ação-reação, como de todos os jogos da causalidade.

Na Luz, no Amor, na evidência do Silêncio, na Morada de Paz Suprema não podem existir reticência ou resistências, não podem existir coisas ou elementos que se oponham à Luz.

A aparência do combate que se desenrola em você, entre suas duas partes, efêmero e eterno, como o que se desenrola sob os seus olhos, em seu mundo, é apenas o resultado desse ajuste final de retirada e de implantação da Eternidade a partir do Coração do Coração.

As circunstâncias de sua vida, quer elas sejam em seu círculo próximo como na escala da Terra inteira, estão aí, eu repito, a despeito de algumas aparências, apenas para permitir-lhe experimentar sua Liberdade e experimentar sua Eternidade.

Mais do que nunca, hoje, eu digo ao seu coração, onde quer que você esteja: nada procure, acolha, simplesmente, a Evidência, acolha.

Toda a dinâmica da Ascensão, da Merkabah interdimensional, da Onda de Vida, do Canal Mariano, de suas Coroas radiantes está, hoje, sob o efeito da ação de Graça e da evidência da Verdade.

Você nada tem a preparar, você nada tem a trabalhar, nada tem a melhorar, nada tem a erradicar, você tem apenas que estar na fé e na confiança total na ação da Luz, além de sua pessoa.

Nenhum elemento do que pertence ao seu efêmero pode frear, doravante, o que entra em manifestação e em revelação.

Então, além das frases empregadas pelo Comandante dos Anciões, concernentes ao medo ou ao Amor, eu diria que, hoje, mesmo o medo não pode mais ser capaz de resistir ao Amor.

Mesmo se você crê, ainda, em alguns medos que se manifestam em sua consciência e em sua pessoa, eles nada mais podem.

Eles requerem apenas uma única decisão, aquela de voltar-se, na integralidade, para o que você é.

Tudo emergirá daí.

O bálsamo de vida será aplicado sem que você mesmo tenha necessidade de qualquer ação sobre esses elementos ainda dissonantes.

Deixe-se, simplesmente, investir pelo que você é, na totalidade.

Procure, cada vez menos, uma explicação nesse mundo, concernente à razão ou à lógica.

Em outras palavras, fie-se em seu coração não, unicamente, na resposta do coração, mas, além da resposta positiva ou negativa de seu coração, concernente a qualquer questionamento, deixe o que foi nomeada, há muito tempo, a Fluidez da Unidade habitá-lo.

Deixe-a trabalhar, seja o fiel observador que desaparece, mesmo, de sua própria observação. 

Aí, você se demonstrará e demonstrará à Inteligência da Luz que você, portanto, tornou-se essa Luz que você, talvez, tanto procurou.

A hora é a hora da Ressurreição, a hora do Apelo de Maria, a hora da Liberação e a hora da Liberdade.

O conjunto de eventos e de circunstâncias que devem advir à sua consciência como na escala do Sistema Solar realiza-se, nesse momento mesmo, sob os seus olhos.

O que foi inscrito em um determinado ciclo, entre 2005 e o ano 2012, período de sete anos, explicado de diferentes modos, por diferentes vozes, quer concirna à reabsorção de Mercúrio na protosfera Solar, quer concirna ao desaparecimento da lua, quer concirna aos movimentos geofísicos e as inumeráveis reversões da consciência coletiva como de sua própria consciência, tanto efêmera como eterna, desenrola-se neste período.

Existem, para inúmeros de você, mudanças, quer sejam ao nível corporal, quer sejam ao nível de sua vida.

Elas não foram decididas por você, nem, mesmo, decididas pelo ambiente ou pelas pressões do ambiente, mas, unicamente, pela presença da Luz e do Amor por toda a parte na superfície desse mundo.

Há numerosos meses, o Comandante dos Anciões conferenciou-lhes sobre a densificação da Luz adamantina, dos Agni Deva nas estruturas nomeadas Portas e Vórtices de seu corpo, mas, doravante, de maneira tangível e palpável, por toda a parte nesse mundo.

O que lhes é solicitado pela própria vida, hoje, é a confiança na Luz e não uma confiança qualquer em você ou em sua vida.

Assim que você viva não mais, unicamente, o que foi nomeado Abandono à Luz, mas, sim, real e concretamente, a presença da Luz, todos os elementos de sua vida, como de sua consciência, apresentam-se, em você, com evidência.

Além do medo e do Amor há apenas dois movimentos: aquele da densidade, aquele da leveza.

Um movimento qualificado de «para baixo» e um movimento qualificado de «para o alto».



Ninguém poderá ficar a meio caminho, em um pseudo equilíbrio do efêmero e do Eterno.







Post. e Formatação 


Tradução e Divulgação 
Célia G.

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