20/10/2016

O IMPESSOAL – Parte 6A – Setembro de 2016 -

"Não pense em seus medos, não pense 
em suas dúvidas, eles não são você".

"Eles são apenas a manifestação de seu 
próprio efêmero, que não quer 
apagar-se, o que quer que você 
diga e o que quer que você faça".

O Impessoal 
(Parte 6A)
Setembro 2016
8 de out de 2016

Novamente, eu saúdo sua chama, e, em verdade, eu lhe digo, questione, porque suas questões são apenas as minhas, assim como as respostas são apenas as minhas e as suas; não há diferença.

Assim, eu o convido, agora, a interrogar-se, não sobre sua pessoa, mas sobre o essencial.

O que lhe causa problema, o que o interroga no interior de si deve, doravante, encontrar uma resposta imediata e instantânea, que lhe demonstre, assim, a si mesmo, que o essencial é sua essência e não sua pessoa.

Assim, eu o abençoo por sua Presença e minha Presença.

Assim, o Fogo está presente em nós, em nosso coração.

Nesse espaço, nós escutamos o que seu coração pergunta, o que seu coração responde.

Então, nós escutamos o que ele tem a dizer-lhe.

… Silêncio…

Assim, nós escutamos as questões no coração, no qual se pode encontrar apenas a resposta exata e verídica.

… Silêncio…

Questão: todo o tempo, eu tenho uma profunda tristeza no fundo do coração.
Eu acedo a momentos de paz, de serenidade, mas não à Alegria eterna.
Você pode ajudar-me?

Em verdade, bem amada, tudo o que vai e vem está aí apenas para permitir-lhe observá-lo.

Assim, você constata o que se desenrola em você, que eu nomearia «oscilações».

Isso faz apenas traduzir os ajustes em curso, que lhe dão a ver e a viver o que você descreve.

Contudo, eu atraio sua atenção ao fato de que a dor do coração ou a tristeza do coração concerne apenas à pessoa.

Assim, portanto, aproveite dos instantes e dos momentos em que a alegria está aí para cultivá-la, nutri-la.

De qual modo, você me dirá?

Simplesmente, fixando sua consciência na imobilidade desse instante, percebendo e sentindo o que se desvenda em você, nesses momentos.

No essencial não há causa a procurar, mesmo se, é claro, ela possa existir, possa ter numerosas explicações, numerosas justificações.

Como você, talvez, perceba, qualquer que seja a intensidade dessas tristezas, desses momentos, eles nada representam em face das alegrias, mesmo efêmeras, que sobrevêm, elas, fora de qualquer objeto, de qualquer causa e de qualquer função.

Cultive esses instantes.

No momento em que a alegria é experimentada e sentida, instale-se nela.

Nos momentos em que, ao inverso, é a tristeza que aparece e manifesta-se à sua consciência, jogue com a lembrança, não passada, mas bem presente dessa alegria, que foi, no entanto, vivida a um dado momento, passado, mas que, entretanto, como eu o disse, continua presente, mesmo se a tristeza tome a dianteira.

Então, nesse caso, pense, sirva-se de suas ferramentas na pessoa para não nutrir a tristeza, mas rememorar-se da alegria, e ela virá tomar o lugar da tristeza.

Pense no Fogo, aquele que eu lhe dou agora e que vem queimar o que não é essencial, o que não é indispensável e o que não é correto.

Lembre-se, também, de que, nesses tempos específicos efêmeros da Terra, há, quaisquer que sejam os momentos de alegria ou qualquer que seja a Alegria eterna, a lembrança do que foi esse mundo, do que foi sua vida, com suas alegrias e suas dores.

Existe, portanto, um luto a realizar, concretamente, sobre o que se desenrola nesse momento.

O luto, é claro, não é o luto das alegrias, mas o luto das dores, o luto das tristezas.

Fixe-se, nesses momentos de dureza, na suavidade de seu coração, na suavidade da memória desses momentos de alegria que foram apenas efêmeros, e eles voltarão a tornar-se efêmeros, depois, eternos, em um tempo muito curto, a partir do instante em que você não procure resolver a tristeza em uma causa, em uma explicação, em uma razão, mas, bem mais, nesses momentos difíceis, rememorar-se do que foi a alegria, para fazê-la reviver no instante do aqui e agora.

Questione.

Questão: eu solicito ajuda e conselho para amplificar, cada dia mais, o Fogo do Coração.

Quanto à minha ajuda, ei-la: … efusão…

… Silêncio…

Quanto ao meu conselho, ei-lo: a partir do instante em que tenha sido vivido, em qualquer duração que seja, esse Fogo do Coração, qualquer que seja sua intensidade, ele não pode, jamais, desaparecer.

Ele pode, efetivamente, oscilar, reviver e parecer apagar-se, mas a brasa, ela, não se apaga, jamais.

Então, no que lhe concerne, deixar crescer o Fogo do Coração consiste, simplesmente, em nutrir-se dele, você mesmo, por sua atenção e sua intenção, por sua observação e por sua capacidade para desaparecer de si mesmo, naqueles momentos.

Então, esse Fogo instalar-se-á na duração, na perenidade e na Eternidade.

Apoie-se no que você é.

Não procure apoiar-se em qualquer elemento da pessoa, em qualquer razão que seja, constate, simplesmente, essas flutuações, aí também, e deixe-se levar nos momentos de Graça que conduzirão, tenha certeza, ao estado de Graça e ao contentamento.

O aprendizado do contentamento necessita, de algum modo, de uma forma de desintoxicação do que constitui o efêmero, do que constituem os hábitos da encarnação, os hábitos da matéria e, sobretudo, as consequências diretas do confinamento.

O que eu disse anteriormente aplica-se, igualmente, a você.

Veja ali a inspiração e a criatividade, porque é nisso, quando você desaparece de si mesmo – como foi o caso quando de minha escuta – que o coração desperta, que o coração acende e mantém a chama.

Aproveite desses momentos que lhe são atribuídos para nutrir essa chama, para alimentá-la, simplesmente, sendo suavidade consigo mesmo, sendo tolerância consigo mesmo.

Ao conduzir-se assim, você chegará ao Amor incondicionado de si mesmo, não através de sua forma, não através de sua história, mas, aí também, através de sua essência.

Eis a resposta do Fogo, para cada um de você: … efusão…

… Silêncio…

Questione.

Questão: suas intervenções fizeram-me atravessar o medo de morrer para mim mesmo, depois, uma forma de desaparecimento, o mental sempre presente e, enfim, viver o Fogo do Coração.
Como ir mais para o Silêncio, uma vez que o mental está aí, e desaparecer, totalmente, para mim mesmo, nesse Fogo de Amor?

Bem amado, em verdade, nada há a fazer, isso já está aí.

É isso que deve ser puxado à consciência: a certeza, não como crença, mas como Evidência, de que esse Fogo do Coração sempre esteve aí.

O mental, como você o diz, no estado atual de sua consciência como da consciência coletiva da Terra, não pode refrear o que quer que seja em relação a esse Fogo.

É, simplesmente, o fato de desviar-se dele que parece fazê-lo atenuar.

Não se esqueça, tampouco, de que não pode haver investigação, de que não pode haver outra coisa que não uma intenção, absoluta, para isso.

Não pense em seus medos, não pense em suas dúvidas, eles não são você.

Eles são apenas a manifestação de seu próprio efêmero, que não quer apagar-se, o que quer que você diga e o que quer que você faça.

Então, nutrido pelo Fogo do Coração, quando ele está aí, o que o toca, por momentos.

Não se esqueça, tampouco, de que a Inteligência da Luz encontra, em você, neste período de face a face final, o caminho o mais direto e o mais curto para sua eternidade, que você crê poder encontrar ou procurar.

Porque isso já está aí, você não tem que reencontrá-lo, você não tem que procura-lo, você tem apenas que soltar o que se manifesta em sua consciência, porque suas dúvidas e seus medos não lhe pertencem em si.

Eles não são seus, eles estão, simplesmente, presentes, em alguns momentos, em algumas resistências sobre as quais você não tem meios de ação direta, se não é inclinar-se, unicamente, aí também, na suavidade.

Não procure desaparecer porque, ao procurar, isso se afasta de você, tão seguramente como aquele que recusa a Luz.

Contente-se, então, em apoiar-se em seu sopro, no inspirar e no expirar, de maneira profunda, nos momentos de dúvida e de medo, para liberar o coração do que o aperta.

Faça descer a respiração ao nível do que é nomeado o «hara», em seu ventre.

Nesses momentos, o coração encontrará sua via de expressão por ele mesmo e nele mesmo, sem interrogações, sem medos e, aí também, sem dúvidas, e o mental apagar-se-á, naqueles momentos, por ele mesmo.

Deixe-se absorver no Fogo, nos momentos, em contrapartida, em que ele está presente.

Não procure, quando de momentos em que a dureza se reapresenta, resolver.

Deixe-se atravessar e dirija a respiração para a parte inferior de seu corpo.

Naquele momento, você constatará que a vibração do Fogo renasceu em você, e parte a partir de algumas Portas e converge para seu coração, e reverte você, então, e o faz passar à sua consciência de Eternidade, à sua essência.

Incline-se, pela intenção da consciência, nas Portas nomeadas Atração/Visão, sucessivamente, e, em seguida, nas Portas AL e Unidade, para favorecer a última passagem – definitiva – da Porta Estreita OD.

Não há culpa nem, mesmo, responsabilidade, porque, a partir do instante em que há culpa ou sentimento de responsabilidade assim como na busca do que você deseja – você faz apenas afastar-se do que você é.

Remeta as dúvidas e os medos ao nível de onde eles nasceram, não pela vontade, não pelo pensamento, mas, unicamente, por sua respiração.

Deixe-os apaziguar-se e voltar a descer ao lugar de eleição deles.

O coração, então, em seu Fogo, manifestar-se-á e participará do mesmo movimento de descida para vir terminar a dureza, as dúvidas e os medos.

Eis a resposta do Fogo: … efusão…

… Silêncio…

Questione.

Questão: em sonho, Anael veio dizer-me: «O que você faz? Nós já estamos nas caixas e prontos para partir. O que você espera?».
Ao acordar, eu estava tomada de pânico, porque eu não me sentia pronta.

Bem amada, nenhuma pessoa estará, jamais, pronta para o fim da pessoa, Liberado vivo ou não.

Abandone, portanto, a pretensão de ter, ainda, uma distância a percorrer para estar pronta: você sempre esteve pronta, quaisquer que sejam seus caminhos, quaisquer que sejam suas vibrações.

Não estar pronta é uma crença, estar pronta é uma verdade.

Não há alternativa.

Isso a convida, também, a acolher o que lhe disse o Arcanjo sem remorso, sem culpa e, ainda menos, com o sentimento ou a crença de não estar pronta.

A alegria, no momento do Apelo de Maria, será tal que não poderá haver a menor dúvida sobre a leveza do que se produz.

Não se trata de apegos, trata-se, simplesmente, de crenças, nada mais, e, aí também, de uma falta de Amor incondicionado para com sua essência.

Nada há a crer, há apenas a aquiescer.

Nada há a soltar, apenas ser a Verdade.

A distância existe apenas para a pessoa.

Para o que você é não houve, jamais, a menor distância.

Como ele lhe disse, nada há a preparar, uma vez que tudo já está pronto.

As caixas e as bagagens estão prontas.

Não há nem atraso nem avanço, há o exato relógio dos tempos finais, para cada um.

A pessoa dirá, sempre, que não está pronta, porque a dúvida faz parte da pessoa.

Há necessidade de apoiar-se, essa dúvida, nascida na pessoa, no efêmero e na probabilidade, enquanto estar pronto é uma certeza e uma verdade absoluta que nada tem a ver com a menor dúvida.

A pessoa, nela mesma, nada tem a preparar.

O que foi preparatório é a integração da Luz através de tudo o que foi vivido durante numerosos anos.

O resto é apenas quimera e, aí também, crença, induzida pela dúvida e pela própria pessoa.

Mude, aí também, de olhar, mude de perspectiva, e você observará, em definitivo, que você sempre esteve pronta, mesmo se suas caixas ou suas bagagens não estejam prontas, o que, obviamente, não tem qualquer importância, porque você não leva bagagem alguma nem caixa alguma.

Você estará livre de todo peso, como cada um.

… Silêncio…

A cada morte nesse mundo, não nesses tempos tão específicos, mas em cada vida que você tenha passado, lembre-se de que você não leva, jamais, nada.

As únicas bagagens incômodas são aquelas das crenças, aquelas de sentimentos de não ter concluído uma missão qualquer ou conduzido até seu termo um papel, qualquer que seja.

Mas isso não dura jamais, porque a partir do instante em que a matéria não está mais aí, você reencontra, mesmo em sua alma, uma leveza, mesmo se não seja a Liberdade.

Hoje, no Apelo de Maria, a alma não pode interferir.

Ela será neutralizada para deixar a potência do Espírito agir no que é necessário.

Então, não se preocupe com qualquer bagagem ou qualquer caixa.

Seja verdadeira.

Viva o instante o mais possível que isso lhe é atribuído, além das obrigações, além das responsabilidades.

Aproveite de cada momento de liberdade da pessoa para ser livre na essência e na verdade.

É assim que o Face a Face termina, de modo inexorável e inabalável, quer seja nesses dias, quer seja no momento preciso do Apelo de Maria.

Quando o Coro dos Anjos, através das Trombetas, quando os Cavaleiros do Apocalipse manifestam-se, nada resta a que agarrar-se.

Resta apenas que viver o essencial, quer seja na perpetuação desse corpo por um tempo limitado, quer seja no abandono desse corpo.

Aí está minha resposta que, eu a lembro, é sua resposta: … efusão…

… Silêncio…

Questione.

Questão: minha pessoa tem vontade de aproveitar até o fim da recreação na terceira dimensão, e regozija-se de participar de um espetáculo pouco frequente.
Há egoísmo aí?

Bem amado, há total liberdade de sua consciência.

Isso não quer dizer que haja apego à sua pessoa, isso quer dizer, simplesmente, que não há experiência vivida do que está além do véu na Eternidade, quer seja a Última Presença ou o Absoluto.

Caso contrário, nenhuma palavra dessa espécie poderia sair de sua pessoa.

Há apenas desconhecimento e não-vivência da felicidade eterna que o espera.

Então, não há egoísmo, há apenas o que eu nomeei desconhecimento de algo que não foi, ainda, experimentado.

Aquele que experimenta e instala-se além de todo estado, mesmo na Infinita Presença e, hoje, no Si, e, a fortiori, de modo ainda mais evidente no Absoluto, É.

Naquele momento, nada mais pode impedir a vida de fluir, quer seja o prazer da pessoa em qualquer setor que seja.

Não há, portanto, nem culpa nem resistência, eu o redigo uma terceira vez, simplesmente, um elemento que não foi, ainda, vivido.

Então, contente-se em viver como você o faz, com prazer, do que lhe oferece a vida nesse mundo.

Não hesite.

Não há culpa a ter, há, simplesmente, algo que não foi, ainda vivido.

Mas na lei de Graça e na lei da Inteligência da Luz não há, jamais, erro, e, se você está aí, é, talvez, porque seu coração permite-lhe, justamente, viver o prazer do efêmero.

É absolutamente possível viver o prazer do efêmero sem ali ficar apegado, apesar de uma forma de avidez.

Então, viva, e não se preocupe com outra coisa.

Seja simples e espontâneo.

Viva o que a vida dá-lhe a viver, nem mais, nem menos.

O estado de Graça chegará no momento oportuno, uma vez que a Liberação, eu o lembro, é coletiva.

Simplesmente, você vê, por si mesmo, se você aproveita da vida ou se você é apegado à vida.

O apego à vida não é um prazer, é um peso, é uma dureza.

Enquanto o prazer da vida, mesmo se ele esteja inscrito na pessoa, a partir do instante em que existe, em você, uma tensão para o Absoluto, que você não percebe nem vive, de momento, isso basta para provar que não há apego, que não há resistência, mas, talvez, um lado excessivamente prazeroso da matéria.

Isso faz parte da experiência livre da consciência, em qualquer mundo que seja, exceto, é claro, os mundos confinados que os privaram de reconexão real e efetiva à Eternidade.

Mas isso está em resolução, nesses tempos.

Eis minha resposta: … efusão…

… Silêncio…

Eu lhe repito a frase do Comandante: «Ame e faça o que lhe agrada», porque, no Amor, mesmo se a experiência do Absoluto e o estado além de todo estado não sejam vividos, há a Graça e a leveza.

O apego provoca dor.

O prazer da matéria não é egoísmo, mas encarnação completa de sua essência nesse mundo.

Não há nem erro, nem culpa, nem erro de posicionamento, nem erro de observação, a Inteligência da Luz mostrará isso a você, muito em breve.

O prazer dessa matéria não é uma possessividade, mas, simplesmente, um ponto focal da consciência.

É-lhe, aliás, fácil ver em sua vida, em sua anamnese, em sua vivência, se há predação, se há posse ou se há, simplesmente, ao inverso, esse princípio de prazer e de gozo que não exerce qualquer controle sobre o que quer que seja.

… Silêncio…

Questione.

Questão: muitos bebês chegam, semelhantes a anjos.
Eles têm uma utilidade nestes tempos?

As chamas e essências que nascem neste momento, não de maneira exclusiva, mas de maneira importante, são, efetivamente, anjos, porque de onde eles estavam, eles viram, obviamente, pela proximidade desses eventos, o que ia desenrolar-se.

Então, eles são, efetivamente, anjos.

Eles foram ávidos para viver esse momento na carne, porque não há maior felicidade do que viver a Liberação na carne.

Eis minha resposta: … efusão…

… Silêncio…

Questione.

Questão: há mais de um ano, eu durmo durante a quase totalidade de suas intervenções.
Isso é para reatar os laços nos tornozelos?

Bem amada, se você dorme quando das intervenções, é que você desaparece, no coração de si mesma e não nas outras dimensões.

Aí está a única verdade e aí está o essencial do que têm a viver sua essência e sua chama.

Os laços nos tornozelos impedem-nos de partir a outro estado, mas eles não impedem, de modo algum, de viver a dissolução e o desaparecimento.

A aptidão para o desaparecimento, ou para a dissolução, ou para o adormecimento, se você prefere, prova sua finalidade, que nada mais há a preparar, quaisquer que sejam as durezas de sua vida, quaisquer que sejam os laços nos tornozelos.

Não há melhor marcador, o que quer que você pense e o que quer que você viva disso ou não, do que esse desaparecimento quando nós estamos em presença.

Na escuta há aqueles que ouvem, há aqueles que pesam e sopesam as palavras e instalam-se no mental, há, enfim, aqueles que desaparecem.

Eis minha resposta: … efusão…

… Silêncio…

Questione.

Questão: como superar as raivas e as emoções que reapareceram e me invadem?









Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

http://semeadorestrelas.blogspot.com


Tradução e Divulgação 
Célia G.

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