11/05/2016

MARIA - A RESSURREIÇÃO - (Parte I)

"Eu venho, se o desejam, aliviar seus últimos
 pesos, suas últimas resistências, 
suas últimas dúvidas".

Eu sou Maria, 
Rainha dos Céus e da Terra

Maio de 2016

NB: essa canalização é extraída de um conjunto de canalizações que acompanharão nossa ressurreição nesse mês de maio.

Saudações e amor a cada um de vocês, onde quer que vocês se tenham.

Minha Presença está com vocês.

No início do mês de maio, eu me apresento, novamente, a cada um de vocês, e venho, se vocês concordam, inundá-los de Graça, de Amor e de Verdade.

O importante, hoje, não é o que eu vou dizer-lhes, mas, bem mais, a minha presença íntima em sua intimidade.

A vocês todos, filhos do Único, Sementes de Estrelas, corações vibrantes, eu venho apoiar seus últimos passos na dualidade.

Na hora em que o conjunto de sinais revelados pelo conjunto de profetas nessa Terra está sob os seus olhos e vive-se em vocês, eu venho apoiá-los com meu amor de mãe, na verdade de sua eternidade.

Eu venho, se o desejam, aliviar seus últimos pesos, suas últimas resistências, suas últimas dúvidas.

Mais do que nunca, no início desse mês de maio, é-lhes oferecido comungar à nossa verdade, que é sua.

A cada apelo eu estarei presente, a cada momento, se sua consciência volta-se para o céu, então, eu estarei em sua Terra e em seu corpo.

Na hora em que o conjunto de Elementos da Terra bate, em uníssono, o apelo da Verdade, o tempo das revelações, eu me tenho à sua porta, eu me tenho em vocês e com vocês.

Eu venho despertar o que deve, ainda, sê-lo, a partir do instante em que vocês se confiam à sua eternidade.

Nesses momentos em que nada mais pode ser escondido na superfície dessa Terra, é tempo, também, de não mais esconder-se de si mesmos ou para si mesmos.

É mais do que tempo de deixar o que está morto atrás de vocês, é tempo de reencontrarem-se em sua totalidade e em sua unicidade.

No momento em que os sinais dos céus e da Terra entram em seu paroxismo e em sua intensidade, no momento em que o fogo vital e o Fogo vibral conjugam-se no Espírito, o Espírito de Verdadeque descerram seus olhos e abrem bem seu coração – dão-lhes a viver a Graça, mas, também, demanda de vocês o perdão, o perdão de tudo o que vocês atribuíram às circunstâncias ou a si mesmos.

Ao recobri-los, então, com meu Manto, como eu tive a oportunidade de fazê-lo em numerosas reprises, eu venho reforçar sua própria revelação.

O tempo da Ressurreição conclui-se agora, o que permite a um dia novo e ao início de um mês novo concretizar sua Liberdade, o que vocês vivem dela, o que vocês viverão dela, o que vocês conceberam dela e o que se cria agora, o que os mantém no coração, no qual tudo é resposta, no qual a Evidência não sofre dificuldade nem resistência.

Minha presença vem chamar vocês, antes que eu os nomeie e chame, cada um de vocês, a viver a Paz.

Eu os convido, também, como foi dito pelos Anciões, a deixarem florir a rosa de seu coração.

Eu os chamo à comunhão perpétua, a viver, de maneira lúcida e plena, a Nova Eucaristia, aquela do Espírito, aquela da Liberdade e da Verdade.

Vocês constatam, cada um de vocês, que, à sua maneira, é-lhes possível instalar-se no Silêncio, na tranquilidade, em qualquer aparência e qualquer situação que vocês tenham a viver pela graça da Inteligência da Luz.

Apoiados, eu os lembro, pelo Coro dos Anjos e o Espírito do Sol, assim como o conjunto dos planos da Luz Una, vocês são convidados ao verdadeiro despertar, aquele que nada tem a ver com as circunstâncias do efêmero.

Esse despertar é seu último despertar, se posso falar assim, aquele que os conduz à alegria inefável do que cada um de meus filhos é, bem além da função aparente nesse mundo no qual seus pés estão colocados.

Eu venho, também, convidá-los a lembrar-se de que a Graça é Evidência, de que ela não é um esforço, de que ela está aí, em superabundância, a partir do instante em que vocês nada retenham, a nada resistam.

Sua ressurreição, ilustrada pelo modelo de meu Filho, leva-os, hoje, ao sacrifício – como explicado pelos Anciões – o mais nobre, o mais puro e o mais desinteressado às leis desse mundo.

No Amor não há regra nem lei, há apenas a Evidência da verdadeira vida, a Evidência da Alegria e a manifestação da Paz.

Eu venho chamá-los, também, se já não foi feito, a verificarem, por si mesmos, que tudo está dentro de vocês, que cada um de vocês não pode ser separado de qualquer outro de vocês, na Liberdade e no Amor.

O tempo não é mais para discursos nem para nutrir outra coisa que não a chama eterna de sua Presença.

Eu venho, também, ajudá-los, se vocês me chamam, não, unicamente, a curar condições desse mundo ou desse corpo, mas a deixar seu coração aparecer, inteiramente, e emanar e irradiar, espontaneamente, o canto da Ressurreição, aquele do Amor incondicionado no qual o Fogo Ígneo, o Coro dos Anjos, o Espírito do Sol, o conjunto de nossas Presenças e de suas Presenças na superfície desse mundo solucione-se em vocês, o que põe fim às aparências de separação que prevalecem, ainda, em alguns de vocês ou em alguns aspectos de suas vidas.

São, também, os momentos nos quais o que foi nomeado «Desconhecido» ou «Absoluto» torna-se a única coisa conhecida e tolerável.

O Comandante dos Anciões evocou-lhes, frequentemente, o medo ou o Amor.

Doravante, mesmo o que possa restar de medo, em cada um de meus filhos, não pode mais aparecer, ou com dificuldade, diante da intensidade da Luz e a intensidade e sua acuidade de consciência.

É tempo de deixar aparecer sua sede do céu, sua sede de Liberdade, sua sede de Verdade e de Amor, o que lhes permite, então, transcender, se for necessário, antes mesmo de meu Apelo, seus limites corporais, os limites do conjunto de suas estruturas sutis, e de deixar aparecer a glória da Ressurreição e de seu sacrifício.

Mais do que nunca, onde quer que vocês olhem, tanto no interior de si como na ilusão desse mundo, o Amor preenche e preencherá, cada vez mais, tudo o que pode aparecer-lhes, em quaisquer elementos que sejam.

O Amor é um bálsamo, o Amor é a chave, mas, agora, vocês descobrem, sobretudo, que o Amor é Verdade; não aquele que os ligava nos laços do efêmero, mas o Amor que existe e que está presente, de toda a eternidade.

Quanto mais vocês aquiescem ao seu coração e à sua eternidade, mais há Paz, na qual não pode aparecer qualquer questão e qualquer contestação.

Uma nova intimidade está a aparecer entre cada um de vocês e eu, quer seja pelo Canal Mariano, quer seja por seu coração ou em sua consciência pura.

Desprovida de todo ornamento desse mundo, eu sou a Evidência do Amor, eu sou a Evidência de nossa filiação de Liberdade.

Como o disseram os Anciões e minhas irmãs Estrelas, vocês renunciaram aos prazeres das ilusões, aos prazeres do efêmero?

Vocês mensuraram, em si, o que emerge, não para julgar, mas, sim, para pesar e sopesar o que é leve e o que é pesado, o que pode restar, em vocês, a liberar, assim como o crê a pessoa?

Eu venho convidá-los, também, ao que vocês poderiam nomear, nos tempos mais antigos, a viver a oração perpétua na qual, a cada sopro de sua vida e em cada um de seus passos sobre esta Terra, a sede da Luz é saciada por si mesma, por seu coração e por vocês mesmos, o que lhes dá a viver o contentamento, a paz ou o desaparecimento.

Quaisquer que sejam as estruturas efêmeras que vibram em vocês, nesse corpo, quaisquer que sejam os caminhos que vocês tenham percorrido e tomado, quaisquer que sejam sua situação, sua idade, vocês percebem, cada um de vocês, a Liberdade, aquela que não pode ser condicionada por qualquer história, mesmo não por aquela que nós desenvolvemos entre vocês desde as primeiras efusões do Espírito Santo, há mais de trinta anos.

A Inteligência da Luz convida-os, cada vez mais, à sua ressurreição e à sua liberdade.

Inúmeros de vocês, meus filhos, já viveram ou meu Apelo ou os momentos em que a Eternidade tomou todo o lugar em relação ao seu efêmero.

Muitos de vocês aceitaram encarnar, inteiramente, a luz da Eternidade.

Há anos, vocês haviam sido chamados os ancoradores de Luz e os semeadores de Luz, as Sementes de Estrelas.

Cada um de vocês, hoje, é uma Estrela que não tem, necessariamente, forma, que não tem, necessariamente, atribuição, mas que se contenta em ser essa Estrela, além de todo questionamento, de toda interrogação ou de toda hesitação.

Retenham que a Verdade é simples, ela é humilde.

Na cena do espetáculo desse mundo, para aqueles de vocês que olham o que ali se desenrola, como na cena de seu corpo e de sua consciência, se vocês ali olham atentamente, vocês ali verão a mesma coisa: a atualização da Luz e da Graça, o fim da mentira, o fim do medo.

Mesmo se, é claro, possa existir, em vocês, como no que vocês olham na superfície desse mundo, elementos que possam aparecer-lhes como opostos a isso, não é nada disso.

São apenas espaços de resolução que lhes cabe não julgar, não condenar, não rotular em relação ao que lhes é conhecido.

Quando eu digo que o Desconhecido torna-se conhecido, isso evoca, é claro, o Juramento e a Promessa, assim como meu Apelo, que surgirá de maneira coletiva, não importa em qual momento, doravante.

Eu não voltarei aos sinais anunciadores, vocês os conhecem; eles estão, aliás, presentes em numerosos lugares desse mundo, em seus planetas desse Sistema Solar, em seu Sol e seus céus.

Mesmo o que possa aparecer-lhes, tanto em vocês como em seu exterior, como violento ou resistente, é apenas um espaço de solução e de resolução no qual o Amor não pode mais ser sufocado ou reprimido.

Então sim, eu venho convidá-los à lucidez sobre si mesmos, sobre o fim do que está morto e sobre o início do que renasceu na eternidade.

É nessa transparência, vis-a-vis de si mesmos e vis-a-vis do efêmero desse mundo que emerge e entra em manifestação a Eternidade.

Filhos da lei de Um, para muitos, hoje, a dualidade aparece como fútil e supérflua, o que os leva a instalar, sempre mais, o sentimento de Unidade e a vivência da Unidade, na qual nada mais é necessário, bastando-se a si mesmos, em sua consciência eterna.

Como eu dizia, o tempo dos profetas concretiza-se sob os seus olhos, o que lhes dá a ver, tanto nos olhares exteriores como interiores, esse último combate, que não é um combate entre vocês e outra coisa, mas que é, bem mais, a estabilidade e a confiabilidade da Luz em seu corpo, em sua consciência como nesse mundo.

Os eventos que sobrevêm na superfície dessa Terra estão aí apenas para favorecer essa Inteligência da Luz, esse estado de Graça.

Para alguns de vocês, as dores do parto começaram, parto de si mesmos, liberados de toda aparência, de todo peso, de toda forma e de todo laço no efêmero.

Durante esse mês de maio que se precisa, é-lhes dada a viver sua eternidade com uma acuidade sempre maior e uma lucidez sempre maior.

É, também, durante esses momentos específicos, que sua capacidade a mais nítida e a maior para ser o que vocês são aparece.

Quaisquer que sejam seus ideais, o que quer que vocês concebam como liberdade em sua alma ou em seu Espírito, isso se concretiza, tanto em vocês como nesse mundo, o que os chama sempre mais a sair das histórias, dos conflitos e de tudo o que pode resistir, tanto dentro como fora, o que atrai, sempre mais, sua consciência para a Liberdade, na qual ela não pode apoiar-se sobre outra coisa que não essa Liberdade.

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