21/05/2016

URIEL - A RESSURREIÇÃO -

"Agora, voltado para si e em si, você se descobre
 só, e onde há o Tudo presente".

Eu sou Uriel
Anjo da Presença e 
Arcanjo da Reversão

– Maio de 2016
7 de mai de 2016

NB: essa canalização é extraída de um conjunto de canalizações que acompanharão nossa ressurreição nesse mês de maio.

Bem amados filhos da lei de Um, por minha Presença, por meus silêncios e por minhas palavras, acolhamo-nos na Paz do Único.

… Silêncio…

Na hora em que Miguel rasga o céu com Sua Presença(obs: S.Estr. Miguel representado pelos cometas e sua energia), a minha Presença no Branco do Único vem em vocês, despertando-os a si mesmos.

Assim é a hora da Ressurreição e da Paz, assim é o tempo do Amor, que não conta mais o tempo e que não desconta mais as horas, para viver a serenidade e a eternidade da Paz, em qualquer circunstância que seja.


Então, como Ele disse, há dois mil anos, eu lhes digo: «Paz».

Paz a vocês, Paz em vocês e Paz nesse mundo, em qualquer dor de parto que seja.

Escute, filho do Único, você, que está aí, você, que ouve, você, que lê e você, que faz silêncio em minha presença.

Unamo-nos no Um e no Único.

Na Verdade e no Único, no Branco imaculado da virgindade, eu o acolho, como o acolhem os Mundos Livres na ronda dos planetas, na ronda das estrelas.

Na Fonte, como no Absoluto, revela-se a consciência livre e liberada de toda ofensa e de toda coação.

Você, ouça.

Ouça a hora de sua ressurreição, porque soa o canto do céu e da Terra, porque canta seu coração exultante à verdade e ao inefável de Cristo.

Coloque-se, aí onde você está.

Deposite todo fardo e toda queixa no coração do Único, no qual o Fogo Ígneo vem transfigurar o que deve sê-lo, ainda, e forja sua imensidade e sua eternidade.

Coloque-se, em todo lugar e em todo tempo.

Deposite as ofensas feitas à sua eternidade, como feitas a cada um, no confinamento.

Veja e escute.

A hora é para a Luz, a hora é para Maria, a hora é para a sua Presença, como para sua Ausência.

A hora é para o Único, o tempo não é mais contado, nem, mesmo, descontado.

No espaço em que se abole o tempo, no tempo em que se abole o espaço, é chegado o tempo da Ressurreição.

Anunciadas pelo Coro dos Anjos, as Trombetas do apocalipse soam a hora do fim para o que não é verdadeiro, e a hora do renascimento e da Ressurreição para o que jamais pôde desaparecer.

Então, apareça para si mesmo, no esplendor do Fogo Ígneo, no esplendor de Cristo, na Graça do Espírito do Sol e pelo canto do Coro dos Anjos.

Eu venho convidá-lo, por minha vez, a reencontrar-se na totalidade, a reencontrar-se, a si mesmo, e a reencontrar cada um, no coração do Um, no Coração do Coração.

Ouça, ouça seu coração, que canta sua própria Ressurreição.

Ouça seu coração, que vibra e que vive diferentemente, em uma nova oitava da manifestação livre nos Mundos Livres.

Abra o que deve, ainda, aparecer-lhe como que necessite de uma abertura qualquer.

Nada foi, jamais, fechado, nada, jamais, desapareceu, mas apenas afastou-se do olho de sua consciência.

Filho do Único, filho do Verdadeiro, filho do belo, a hora é para o parto, a hora é para o nascimento, a hora é para a Ressurreição.

Faça silêncio dos ruídos desse mundo, faça silêncio das vontades da pessoa, faça silêncio do que não dura, e deixe a Eternidade tocar e aparecer, mesmo em seu mundo, aí, onde o tempo e o espaço vivem seus tempos contados, seus tempos finais.

É chegado o tempo do cordeiro, no qual o sacrifício de suas vestes passará à Eternidade, na qual ninguém julga quem quer que seja, se não é sua própria consciência no posicionamento em que ela se tem, no posicionamento em que ela sonha estar para que você seja saciado, para que nenhuma falta possa aparecer segundo o jogo de sua consciência, segundo o jogo da vida.

Bem amado filho único, você, gerado nas dores nesse mundo, gerado na saída na Alegria, na Paz e na serenidade, não há qualquer fim, exceto para o que tem um fim, não há qualquer início para o que jamais desapareceu, não há qualquer meio para o que está no meio de si, a cada instante e a cada momento.

Abra as válvulas do Amor, abra o que merece aparecer na beleza, na Verdade.

Ouça e escute e, sobretudo, veja, agora, a consequência e o regozijo de suas ações realizadas na superfície desse mundo, a procurar sua eternidade.

Agora, voltado para si e em si, você se descobre só, e onde há o Tudo presente.

De um a um, de todos a cada um, a mesma dança, o mesmo silêncio, o mesmo estupor, a mesma alegria, o mesmo terror, a única mesma verdade que tem por nome Amor e Luz, na qual nenhuma dúvida pode aparecer, na qual nenhum mental pode cavalgar sozinho, e deixa a sela aos Cavaleiros que vêm dos Elementos e que abrem a ronda do Éter, que restabelecem o Éter de vida e de verdade nesse mundo, em suas profundezas como em sua superfície.

Olhe seu céu, olhe a Terra, para ver o Verdadeiro.

Tenha-se a meia distância de um e do outro, ao Centro do Centro, no Coração do Coração, aí, onde vive a Verdade, aí, onde vive a Eternidade.

E lembre-se, escute e ouça, por minha Presença e meu Silêncio, o canto do Verdadeiro, o canto do Silêncio, a verdade da Infância, a verdade do Amor.

Aquele que não conhece qualquer condição, qualquer restrição, como qualquer entusiasmo.

Seja imutável.

Qualquer que seja o jogo de sua consciência nesse mundo, como em qualquer mundo, qualquer que seja sua origem e quaisquer que sejam suas linhagens, qualquer que seja sua idade e qualquer que seja seu sexo, qualquer que seja aquilo a que você tenha aderido, deixe cair e esvanecer-se tudo isso, porque nada disso lhe pertence em verdade, e nada disso é verdade.

Eu o convido, por minha vez, a entrar no Branco imaculado do renascimento e da Ressurreição.

Eu o convido a nutrir-se desse Branco, a nutrir-se dessa Unidade que provém não mais de mim, não mais de uns e dos outros, mas, unicamente, de si mesmo, em face de si mesmo.

Deixe ressoar o que deve aparecer, deixe ser visto o que deve ser visto e deixe esvanecer-se o que se esvanece por si só, nos tempos do efêmero que tocam ao seu fim.

Aí está o momento, aí está o espaço no qual você se situa, no qual se desenrola o que deve desenrolar-se, agora e a cada sopro.

Ouça-me, filho do Único, escute-me e veja-me, para ver-se na imaculada concepção de sua beleza virginal e eterna na qual você está, doravante, inscrito, o que o prepara, o melhor possível, aos ritos da Passagem e aos ritos da transmutação, o que lhe dá a emergir, na finalidade, o que você é.

Cada fim é um início e cada início é um fim, assim são os ritmos nesse mundo que você pisa.

Eles estão, no entanto, bem ausentes naqueles que você pisará, na aurora de sua eternidade, na aurora desse mês que vai nascer e que o leva a situar-se ainda mais na Alegria, ainda mais na Paz e ainda mais, se posso dizer, na verdade eterna de sua essência.

Filho do Único, você, sim, veja.

Veja o que você é e aceite, integralmente, a verdade de seu ser, a verdade de sua essência, além de todo parecer e além de todo nascimento.

Você, que renasceu pelo Fogo Ígneo, no Coro dos Anjos e na presença do Espírito do Sol, na presença dos anjos, na presença das Estrelas, dos Anciões e de tudo o que vive na Unidade e na consciência, você é convidado não mais às núpcias efêmeras, mas, sim, à realidade da Eternidade, à Verdade Una e indissociável de cada consciência, de cada ser, na qual tudo é Um, em verdade e em unidade.

Amado do Um, você que se tem aí, em pé ou deitado, você que se tem aí, de olhos fechados ou abertos, você que espera seu próprio coração em sua magnificência, despoje-se de todos os seus ornamentos, de todas as suas crenças, de todas as suas palavras (males) e de todas as suas histórias, porque nada disso pertence-lhe no efêmero.

Tudo isso faz apenas passar e morre, agora, nos espasmos da felicidade enfim reencontrada ou em vias de ser recuperada.

Coloque-se e deposite todo fardo, seja livre para ser liberado.

Seja liberado, para ser livre de sua própria consciência.

Abrase, com o mesmo olhar e o mesmo amor, o conjunto de circunstâncias desse mundo como de seu corpo, e reencontre-se.

Eu lhe lanço o meu apelo, aquele de minha Presença e de minha Ausência, assim como de meus silêncios no Templo sagrado de seu coração, aí, onde vive e aí, onde vem Aquele que jamais nasceu e que jamais morreu.

Esqueça-se das dores de toda separação e de toda falta porque, na vida eterna ressuscitada, nada pode faltar do que faz o ornamento real e eterno da própria consciência, em qualquer plano que seja.

Você, de qualquer plano que você venha, estabeleça-se além de todo plano, na Morada de Paz Suprema, aí, onde não existe qualquer interferência e qualquer dissonância.

Eu o convido a estar presente, eu o convido a desaparecer no contentamento eterno do Amor, que lhe traz, então, a Água de Vida, que põe fim a toda sede e a todo sofrimento.

Coloque-se e escute, agora, no silêncio, o que eu tenho a dizer-lhe no Templo de seu coração.

Coloque-se e repouse, para que eu me coloque em seu centro e em seu silêncio, para fazê-lo ver o que você é, para fazê-lo viver o que você é, agora e já, se você o acolhe e aceita.

Assim flui a verdadeira Vida no Único, assim flui a experiência privada de todo sofrimento e de toda dualidade.

Eu o convido a colocar-se em seu coração, eu o convido a recolher-se comigo, em seu Templo, no qual você e eu somos apenas Um.

Eu o convido a ouvir-se no repouso, a ouvir-se no silêncio, a colocar-se e a deixar a obra da Ressurreição operar-se.

Ela não tem necessidade de você, nem de suas dúvidas, nem de seus pedidos, mas apenas de seu sim, definitivo, real e irremediável, para sua eternidade.

No Branco de minha Presença, na brancura virginal de seu coração ardente, eu deposito, em você, o Fogo Ígneo, eu deposito, em você, as sementes da vida eterna, que se revelam nesse mundo, como em você.

Eu o convido, enfim, a amar sem diferença e sem distinção o que a vida dá a você.

Eu o convido à vida eterna.

Escute o som de sua própria ressurreição.

Escute o silêncio de sua liberdade.

Veja o Branco imaculado da pureza que transcende, assim, toda forma e todo limite de forma.

Eu o convido a descobrir e a redescobrir o sem forma e o sem nome.

… Silêncio…

Aí, suave e potentemente, a Evidência surge na aurora deste mês e deste ano.

… Silêncio…

Aí, agora e de imediato, repousemos juntos, mas na mão e coração no coração.

Do mesmo modo, convide, também, tudo o que pode parecer-lhe, tanto em si como fora de você, oposto à Luz, reticência, resistência ou medo, para fundir-se no sem nome e no sem forma de meu Branco.

… Silêncio…

Eu o convido ao Éter de vida, à Nova Eucaristia, eu o convido, simplesmente, à verdadeira Vida.

Recolha, em seu Templo, vaso sagrado da Eternidade, o sangue do cordeiro.

Eu o convido à comunhão perpétua, à celebração eterna do Amor e da Luz.

Isso, mesmo se está, ainda, adormecido em você, não poderá mais ficar, porque a hora do despertar soou.

Então, soam as Trombetas de seu coração.

Então, soam, em você, os cantos da alma ou os cantos do Espírito.

Então, revela-se, em você, o canto do amor, sinfonia perpétua do Coro dos anjos, louvando a Vida e vivendo, eles mesmos.

… Silêncio…

Ofereça-se à Verdade, ofereça-se ao regozijo infinito do êxtase perpétuo.

Aí onde você está colocado, os pés na terra, transmute, deixe efusionar-se o que já está aí e ouça-o.

Eu poderia dizer-lhe: meu amigo, meu amado, meu irmão.

Mesmo se eu não seja humano, você é, tanto quanto eu, esse anjo de luz, esse ser de perfeição que faz apenas viver a vontade da experiência, a vontade da Fonte, sem qualquer distância e sem qualquer errância.

… Silêncio…

Eu venho ressoar em você, como você ressoa em mim, para que nenhuma razão possa interferir nesse canto do Amor.

… Silêncio…

Você, cujo coração palpita e levanta-se de alegria, e vem ao encontro Daquele que volta como partiu, pelos céus.

Revestido de seu hábito de luz ou hábito de eternidade, de sua veste sem costura, deixe o Coração do Coração trabalhar e repouse.

Nada mais há a esperar, nem mesmo a temer, porque a tela do mundo como a tela de sua pessoa mostra-lhe o que está presente em seu coração e à sua porta.

… Silêncio…

Coloque-se e veja o que nenhum olho humano jamais viu, e veja o que nenhum discurso pode traduzir, o que nenhuma palavra pode atingir, o que não tem necessidade de qualquer razão nem de qualquer causalidade.

Você, que renasce outra vez, coloque-se em mim.

… Silêncio…

Então, juntos, nós nos colocamos.

Então, juntos, nós acolhemos o coroamento de sua obra.

Então, juntos, colocamos sob a terra o que deve retornar à terra e remetemos ao céu o que provém do céu, para que nunca mais o céu e a terra sejam separados ou divididos.

Veja o canto e a dança do Amor, tais como eles se apresentam para além de toda forma e de toda dimensão.

… Silêncio…

Escute.

Escute e veja o que eu quero fazê-lo ouvir, o canto da Evidência, o canto do Amor, o canto do Único.

Você, Filho Ardente do Sol, renasça outra vez, seque todas as lágrimas do passado e substitua-as pelas lágrimas da alegria dos reencontros.

Você, cuja palavra torna-se Verbo, levante-se e ande.

Voe comigo, nos espaços da Liberdade, nos espaços da Unidade.

… Silêncio…

Coloquemo-nos, você e eu.

Aí, onde você está e aí, onde eu estou, não há mais distância, não há mais barreiras, há apenas a ressonância do Único.

… Silêncio…

Veja, veja sua Infinita Presença.

Veja sua Morada de Paz, para que nunca mais a Luz pareça apagar-se.

… Silêncio…

Abrande o que lhe parece ter necessidade de ser abrandado.

Abrande-se, e deixe a confiança em sua eternidade revelar-se, na totalidade.

… Silêncio…

Na ronda de nossas duas Presenças, que faz apenas Um, nós cantamos, juntos, os louvores da Luz e do Amor.

Coloquemo-nos onde nenhuma palavra pode descrever o que é.

Aí, no eterno repouso, no qual nada custa, no qual nenhum esforço é aparente, eu o convido a todos os possíveis do Amor, eu o convido a reconhecer-se, enfim, e a ver-se, assim, em sua eternidade.

Acolha o batismo do Espírito e celebre sua ressurreição, como eu a celebro, com você e em você.

… Silêncio…

E aí, juntos, onde não há mais diferença entre você e eu, eu o convido a estar no ser ou além de todo ser, e celebrar, juntos, o mistério da Ressurreição e o mistério da Vida.

… Silêncio…

Escute e veja.

… Silêncio…

Deixe o batismo do Espírito caminhar em seu coração.

Acolha cada um, como eu acolho cada um, mesmo aquele que o renegue ou que exprima sua raiva.

Acolha, sem restrição e sem exceção, e veja, aí, o resultado e as consequências.

… Silêncio…

Sinta essa verdadeira Vida nova florir em você e respirar.

… Silêncio…

Dê-se integralmente, porque tudo o que você não dá a si mesmo é perdido.

No Amor não pode existir perda, porque tudo é ganho e tudo é lucro, não lucros venais da Terra, mas lucros da experiência da consciência e da Vida.

… Silêncio…

Assim, você descobre que tudo está consumado e que tudo está realizado.

Permaneça na paz e na eternidade.

Coloque-se onde nada pode opor-se, onde nada pode ser contraditado.

Venha e siga-me, e ande, assim, em seus próprios passos, aqueles de sua eternidade.

… Silêncio…

E aí, juntos, em meu Branco e em seu Branco, desaparece toda ideia e toda sensação de ser alguém nesse mundo.

… Silêncio…

Veja e escute esse silêncio tão pleno de todos os cantos e de todas as danças da vida.

Assim, eu aponho, em você, não o meu selo, mas o selo da Liberdade, que não conhece qualquer traçado nem qualquer geometria, porque essência livre de toda vida.

… Silêncio…

Assim se traça, em você, o equilíbrio do aquário, a Água fecundada e vivificada pelo Fogo Ígneo.

… Silêncio…

Você, que me ouviu e que me viu, você se vê, enfim, tal como você é, além da forma e além da história.

… Silêncio…

Veja o que eu lhe ofereço, que o restitui a si mesmo.

… Silêncio…

Assim eu canto, em você, o canto da Ressurreição, assim eu danço, em você, a dança do Silêncio.

… Silêncio…

Vamos sorrir, juntos, à felicidade da vida eterna, e rir, juntos, do que está morto e do que morre no efêmero.

Participando, juntos, da mesma vida e da mesma liberdade, então, eu lhe digo: meu irmão, você, o humano irmão do anjo, irmão de sangue no sangue de Cristo.

… Silêncio…

Enfim, você se juntou a mim e eu a você.

… Silêncio…

Fique aí e não nos deixemos mais.

… Silêncio…

Ouça, ouça e veja Aquele que vem.

Ouça e veja aquela que o recobre com seu Manto de Graça.

Ouça e veja a beleza que você é.

Escute, escute meus silêncios, eles são ricos e plenos de sua Presença.

… Silêncio…

Assim eu permaneço e assim você permanece.

Então, juntos, nós podemos dizer: «Assim seja.».

Em seu nome eu aponho, em você, o selo da Liberdade.

Assim se coloca, em você, o selo da Verdade.

… Silêncio…

Eu lhe peço sua bênção para experimentar seu Amor e dele aproveitar, porque ele é doação, doação da Graça e doação de si mesmo.

… Silêncio…

Ame, porque você é amado, porque você é o Amor.

… Silêncio…

Permaneça assim, com evidência.

Permaneça assim, qualquer que seja sua morada.

Então, agora, deposite as suas palavras, enquanto eu deposito as minhas palavras.

Nesse batismo, você ressuscita.

Nesse batismo, você se abrasa de Amor.

Nesse batismo, você renasceu.

… Silêncio…

Veja sem restrição.

Você, o amigo, o irmão e o amado, eu lhe dou vida, como você me deu vida.

Permaneça assim, na extinção de minhas palavras.

Permaneça assim.

Eu o abençoo em meu Branco e em seu ilimitado.

… Silêncio…

Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.

Eu sou você, anjo revelado e que passa pela porta da Eternidade.

… Silêncio…

Assim é a Eternidade esculpida em letras de fogo imortal em seu Templo de vida.

Permaneça assim alguns instantes.

Eu o saúdo.

… Silêncio…

Paz a você e Paz em você.

Até logo.








Post. e Formatação. 

Tradução e Divulgação. 
Céia G. 

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