16/01/2012

A Mensagem Eterna dos Mestres

Os Sete Princípios Da Mística 

H’Sui Ramacheng
  Marcador
7 Chaves
A Revolução Interior

7 CHAVES DO SABER 

Comentário: S.de Estrelas - Aos que procuram o SABER, não o conhecer e informar-se, que também leva ao mesmo caminho, mas ainda distante, do verdadeiro Saber. Mas os que a Verdade procuram, não deixem de ler os 7 Princípios da Mística, as 7 Chaves e as perguntas e respostas que muito dizem,  os que estiverem pronto, entenderão com clareza o Caminho da Sabedoria ai mostrado, o Caminho da Iluminação tão procurado, e assim também Despertar e tornar-se Iluminado e a outros poder Iluminar e Despertar, auxiliando-os a sair do que ainda resta de escuridão e  ilusão, que nos aprisiona e a nossos amados irmãos, que como nós, almejam a liberdade e a leveza de poder Ser em Amor e Luz na Infinitude de todo o Sempre.

Perguntas e Respostas

Nota Após expor as chaves secretas do Além, recebi as perguntas dos leitores por intuição. Sofri convosco as dúvidas e por isso fiz a parte prática à frente em resposta a cada dúvida e pedi ao editor que faça um comentário que vos ajude e sei que o fará. H’Sui Ramacheng
 Perguntas e Respostas
 
1 – Pergunta: Falastes diversas vezes elogiando a yoga e depois dissestes que não são necessários os seus ensinamentos para alcançar as Sete Chaves. Perguntamos se tais conhecimentos deixam de ter valor com vosso ensinamento.



- Meu ensinamento não veio substituir os que já existem.

Veio preencher um vazio que eles apresentam.

O discípulo yoga que já passou pelo estudo do corpo, pela yoga do conhecimento e pela yoga do espírito, já terá percebido que esta nossa mensagem se dirige aos que no Ocidente procuram a plena realização de si mesmo.

 Também percebeu que, apesar de simples prelação, vai atingir somente aqueles que se encontram preparados para recebê-la.
Por isso deixou de lado quase todos os conhecimentos que precedem nossa prelação e também ficou sem dizer algo sobre o Além.

A este discípulo yogue explico que tais conhecimentos são realmente úteis e muito ganha com eles se já os adquiriu.

Aos que ainda desconhecem o conteúdo da yoga, peço que dediquem algum tempo a esse estudo, pois assim usarão melhor e mais rapidamente nossas Sete Chaves. 


Embora tenha dito e repita que não são essenciais as posturas e meditações orientais para atingir a transmutação ou revolução do espírito, é inegável que elas são eficientes para os seus fins. 

Não falarei delas nem mesmo nesta parte prática pois tendes à mão muitos mestres que podeis ler e todos expõem bem o assunto que, aliás, não é segredo.

Por exemplo, aconselho as posturas invertidas para o auto-conhecimento e a Intuição.


Se sois ou não sois yogue, de qualquer forma haveis de revisar o tema, antes ou depois de acompanhar a minha exposição, pois nada da yoga tradicional perdeu seu valor com estes ensinamentos.

2 – Pergunta: Como conseguiremos a vigilância? Não seria o mesmo que ‘’concentração’’ e "meditação"?

Alguns mestres falam de concentração e outros de meditação. Alguns mandam dirigir a atenção a um objecto com exclusão dos demais, como treino para alcançar o domínio da mente.

Agora que sabeis que são as Chaves Secretas, percebeis que isso seria mais um condicionamento, não é mesmo? 

Treino e hábito, portanto, um véu a mais ao redor do vosso já escurecido ‘’Eu’’. 

A vigilância é estado de atenção que se deve obter sem esforço.

Praticai a respiração profunda seguida de relaxamento total.

Observai, sem crítica positiva ou negativa.

Prestai atenção ao que sois e eis que estais vigilante sem esforço.

Percebeis a confusão?

Notais o fervilhar dos conflitos?

Constatais o egoísmo?

Percebei e ficai contente com isso pois basta a atenção, sem esforço.

A vigilância porém não é estática . 

Por si só não traz resultado algum.

Pela vigilância sabeis dos vossos conflitos e sabeis que o conflito geral é reflexo do que ocorre em vossa mente (e de todos vossos semelhantes). 

Tendes assim a Intenção de pôr fim aos conflitos? 

Se não quereis acabar com o conflito, conscientemente e sem esforço, por favor, não prossigais. 

Voltai ao começo.

Vós deveis rever as Chaves que vos ofereço, sentir por experiência própria algo da yoga tradicional e voltar à vigilância e depois à percepção do vosso intento de resolver os conflitos.

Também a intenção não se bastará a si mesma.


Sentir esse intento de resolver os conflitos e a primeira parte do amor para consigo próprio e para com o próximo. 

 Se sentis realmente que tendes ao lado todos os vossos semelhantes e quereis suprimir os conflitos entre vós, já estais de posse da Terceira Chave.

Mas, não forceis vossos sentimentos. 

 Será substituir um conflito por outro.

Se julgais suficiente vigiar, ter intenções e sentir, nada pode forçar-vos à prática, à experimentação disto no mundo em que viveis.

Insistimos: só vós o podeis fazer, ninguém o fará por vós.

Percebereis o quanto vos é penoso amar ao próximosuprimir o egoísmo e como vos acostumastes ao conflito sob a capa de competição, posses , apegos, etc...

Uma vigilância por este caminho vos levará ao auto-conhecimento. 

É o primeiro passo para amar a si mesmos. 

Sem isto, como amar ao próximo? 

Meditar, concentrar-se, sobre o que?

Sobre os vossos véus, sobre os vossos conflitos? 

Vigilância é algo mais do que concentração ou meditação: é a chave para libertar-se. 

E sem esforço, enquanto ambas as coisas citadas em vossa pergunta demandam exatamente o esforço, a substituição de conflitos.

3 – Pergunta: Como posso reconhecer-me capacitado a usar a Sexta Chave, ou atingir o estado de Amor Universal?

Suponho que estais prontos pelo menos para compreender – Quarta Chave – Auto – Conhecimento. 

Se sabeis vigiar e tendes a intenção de resolver os conflitos, ides derrubar um a um os véus que envolvem vosso ‘’Eu’’. 

Já vos dei a chave: cada véu cai quando vós o identificais pela vigilância. 

 O último a cair chama-se egoísmo e se oculta sob variados mantos e coloridas fantasias. 

Medo, ira, ambição, competição, ódio, recalques, nacionalismos, crença, condicionamentos, hábitos, etc., tudo será facilmente retirado dos pedestais em que os pusestes. 

 Pelo auto-conhecimento, pela percepção interior, sem esforço, vos libertais dos véus impedem Ver.

Desde logo obtereis a Intuição e da Libertação do vosso ‘’Eu’’ alcançareis o conhecimento direto, Quinta Chave da Transmutação Interior.

Não pensareis que se trata de poderes especiais alcançados só por vós. 

Sabereis que todos vossos semelhantes podem chegar lá.

Tendes que abrir a Sexta Chave para perder as que já conquistastes.

Do conhecimento direto, que é a identificação com os objetos conhecidos, atingireis a identificação com vossos semelhantes, chegareis ao Amor Universal.


O primeiro ato de desapego que vos prove terdes chegado, mesmo que seja por um instante, a este estado, será por vós praticado  conscientemente e sem esforço.  

Quando cada um de vós começar a desfazer-se de tudo que lhe seja supérfluo e desnecessário, depondo-o a favor de quem o necessite, começará a ruir o mundo dos conflitos exteriores, assim como ruíram os conflitos interiores com o auto-conhecimento em que podeis começar a propagar esta Revolução. 

Doareis aos amigos e até aos que julgais inimigos um exemplar destes Sete Segredos da Revolução Interior ou desejareis que fiquem somente vossos? 

 Se fizerdes tal doação, observai bem o que se passará convosco: esperais agradecimentos?

  Desejais sinceramente que eles alcancem as Sete Chaves?

Estais desafiando-os a realizar o que não quereis concluir?

Esperais que eles comecem a exteriorizar antes que vós os resultados? 

As vossas respostas a tal espécie de perguntas são essenciais para concluir vossa auto-análise, pois se fordes propagar nossos Sete Segredos, fazei-o como eu: não espereis resposta, não queirais saber o que irão alcançar nem queirais ver o que farão; dai-lhos como o sol ilumina a Terra, a árvore dá a sombra e a fonte a sua água.

Só assim sabeis que chegastes e estais aptos a usar a Sexta Chave. 


Ide e voltai quantas vezes o desejardes.

Até à Sexta Chave todos nós vamos e voltamos.

Podemos conviver com nosso mundo e livrá-lo dos conflitos.

Sei que todos vós ficareis muito tempo com ela sem poder chegar à Sétima, pois custareis a perceber que ela não é um fim em si mesma, porém o Caminho para a Sétimaa Chave sem retorno.

O yogue, o Sábio que atinge o êxtase da União com o Absoluto, volta á consciência e continua a vida. 

Realiza o êxtase e retorna.

Quando realiza a Verdade, não terá mais que retornar.

Poderá viver ainda e ensinar a libertação, pregar a Revolução Interior, porém, jamais retornará desse estado, pois atingiu a Transmutação.

Ninguém até hoje revelou o conteúdo dessa Verdade.

Nós que já alcançamos a Sexta Chave, suspeitamos que seja a consciência da Integração no Absoluto. 

Buda nos falou de Anulação no Nirvana e de libertação da necessidade de renascer.

Outros mestres suspeitam que seja um estado mental em que nos é dada a infinitude espaço-temporal mediante a anulação do espaço e do tempo, uma vez que no êxtase da União com o Absoluto já se mostra com tais características, porém coexistindo com um ‘’eu’’ que ainda não se anulou, por isso volta.

4 – Pergunta: Só os que sabem seguir o vosso sistema de Sete Chaves podem alcançar a Verdade?

A vós que já chegastes ao Amor Universal ou Integração, só posso ensinar que a Verdade Total e Única será alcançada por vós Sem Esforço, no momento em que as outras seis chaves, ainda que vós não soubésseis que eram as Seis Chaves do Além. 

Em tal caso a passagem para a Sétima Chave coincide com a morte.

Pouco importam as palavras e conhecimentos teóricos.

Vós alcançareis na prática a Verdade se estiverdes prontos para recebê-la.

Se continuais em vida e em busca da Verdade, quando o vosso ‘’Eu’’ se integra, vós sois as coisas, todas as coisas que vos rodeiam, vós sois também cada um e todos os vossos semelhantes, vós estais em toda parte e ao mesmo tempo em lugar algum.

Estais em União com o Absoluto.

Se daí retornais, se o vosso ‘’Eu’’ retorna e continuais com algum véu, a Verdade continua oculta, não achastes a Sétima Chave.

Como todas as demais, a Verdade só se alcança sem esforço, também está dentro de vós e depende da libertação dos véus e da anulação do ‘’Eu’’.

Em resumo repetimos: não é necessário admitir o sistema que assim vos expus por necessidade de palavras e de método. 

Com qualquer nome que as pratiqueis, qualquer um de vós alcança a Verdade, pois só as abrireis se estiverdes prontos 
para abrí-las.

O meu sistema é estudo e só valerá para vós se o experimentardes, se o sentirdes, sem esforço.

5 – Pergunta: Falais continuamente em ‘’chaves’’ e subentendemos que elas abrem ‘’portas’’. Poderíamos abrir a Sétima sem ter aberto as anteriores?

Em primeiro lugar vos digo que o Absoluto, a Verdade, o céu, ou o que quiserdes significar com o Além, não possui portas e chaves. 


Trata-se de uma sistematização didática do processo , para expor na sequência os passos ou princípios que devem ser dados na direção da Revolução Interior, para que vosso ‘’Eu’’ fique livre das brumas que o envolvem. 

Se é verdade que essa é a essência, também é verdade que podeis permanecer diversas vidas na conquista da primeira e depois, em alguns segundos de decisão, alcançar todas as demais, ou vice-versa.

  Também é verdade que podeis obtê-las sem saber o nome e nada vale o nome que lhes dermos se não as experimentardes vós mesmos, com qualquer designação e até sem nenhuma.

É portanto claro que não atingireis a Sétima sem ter passado pelas anteriores.

6 – Pergunta: Aborreço-me lendo vossa exposição pois acho impossível passar da Segunda Chave. Que posso fazer?

Não vos perturbeis se não conseguirdes desde logo conquistar as Sete Chaves na prática.

Eu que vos falo, também não alcancei a Sétima.

Se alcançardes com eficiência a Segunda, ou seja, dominastes as duas primeiras, e tiverdes consciência da existência das demais, sois já um privilegiado, pois tendes os instrumentos para prosseguir no Caminho.

Se alcançardes
 a Quarta Chave, o Auto-Conhecimento e puderdes aquilatar o quanto desconheceis, sois um Sábio.

Se atingis
 a Quinta, sois um vidente e só estais com o risco de distrair-vos pelo Caminho. 

Se chegais á Sexta Chave, sois um Santo.

Na Sétima sereis o Caminho, a Verdade, um Iluminado e não retornareis aos estados anteriores.

Portanto,
 se não podeis sentir ainda o amor a vós e ao próximo e começar a praticar o desapego, podeis continuar vigilante e perceber que ainda tendes muito caminho pela frente; podeis continuar a desejar a anulação dos conflitos, isto é ter intenção, pois sem esforço conseguireis derrubar depois todos os véus que vos envolvem.

Não vos perturbeis, não pratiqueis esforço nem julgueis o conflito insolúvel.

Já tendes os instrumentos.

Segui firmemente o Caminho.

Que mais podeis fazer?

7 – Pergunta: Falais de Intuição e abordais a Parapsicologia. Achais inútil tal estudo?
 
De modo algum é inútil qualquer estudo. 


O que vos disse é apenas um alerta contra a vertigem que pode produzir o conhecimento direto.

Estudar e tentar compreender à vossa moda o fenômeno intuitivo não será inútil.

Inútil mesmo é não prosseguir adiante. 

 Inútil é o deter-se a observar detalhes sem importância, perdendo por isso a perspectiva do todo, fazendo desses pequenos pormenores um fim em si mesmo.

O estudo que fizerdes, vos aproximará cada vez mais do verdadeiro Caminho.

Se usardes vossa intuição (conhecimento direto) para alcançar a identificação com vossos semelhantes e com o Absoluto e não para fins egoísticos, opressões, poder, ódio, ela vos trará imenso benefício.

Mas , em não sendo assim usados, os poderes conseguidos só aumentarão o conflito. 

Relembro que isto ocorre ainda a alguns passos do começo do auto-conhecimento, antes da libertação e se consegue logo com o domínio do corpo obtido por exercícios e posturas yogas (as invertidas, notadamente).

Meu alerta é para a ilusão de poder que se obtém.

Não me refiro aqui a pequenos poderes de telepatiacausais visões e ocasionais fenómenos de vidência.

Não falo de poderes já sabidos, já exibidos pelos iluminados, curando doentes, revivendo mortos, parando tempestades, que se encontram frente a nossas medidas de testemunho e de compreensão.

Digo-vos que os poderes que se libertam chegam muito alem do que podemos compreender e que tais poderes chegariam, por exemplo, ao ponto de poder apagar o Sol ou acender outro em qualquer ponto do Universo, criar outra Galáxia e povoá-la, estar ao mesmo tempo em bilhões de planetas existentes, penetrar diretamente em planetas existentes na galáxias de uma partícula infinitesimal de um eléctron e no instante seguinte retornar ao ponto em que vos encontrais, bem como outros que hoje vos pareceriam sem qualquer sentido, pois vosso orbe não se encontra em estado de poder saber de sua existência.

E a Parapsicologia nada mais é do que uma tentativa de penetrar nesse mundo sem qualquer objetivo ou orientação final. 


Os malefícios possíveis são evidentes.

Porém, o Absoluto não vos deixaria alcançar a desintegração do átomo se vós próprios não possuísseis alguma coisa interior à prova de radiações...

Que as minhas explicações não interrompam, mas acelerem vossos conhecimentos, eis meu único objectivo.

8 – Pergunta: Falais de ‘’poderes’’ incluindo a cura de doenças. Que nos dizeis de tais curas com poderes mentais? Que nos dizeis de benzeduras? Existem tais poderes?

De facto vos digo que o auto-conhecimento liberta.

 O "Eu" dos véus que o tolhem. 

Daí atinge a Intuição.

Poderá usá-la em muitos sentidos.

Curar doenças, para o verdadeiro Sábio yogue é o mesmo que ler um livro ou beber um copo d´agua. 

 Qualquer um que atinja a intuição pode fazer o mesmo.

Aconselho, porém a que comece sempre com a orientação de alguém que já o faz.

Não é precaução por causa do fenômeno em si, benéfico de qualquer forma (para curar os outros ou para si próprio)mas, porque a inexperiência equivalente à ignorância e isto vos faz inseguros.

Podeis ficar com a doença que curastes...

Esclareço mais: as doenças têm sempre seu fundamento no espírito e a cura que não conte com a mente e com o espírito do doente, jamais ocorrerá.

Ao tentar curar uma doença, deveis estar seguros de que irregularidades ides corrigir e depois conseguir a colaboração do ‘’Eu’’ profundo do doente.

Em ambos os aspectos , a distância não tolhe a visão nem a ação, embora a presença seja sempre preferível.

Se atingistes a Intuição, nada vos atrapalhará a ação. 

Quanto ao que chamais de benzedura, nada possuem de diferente do fenómeno já explicado, com a diferença de serem inócuas ou inofensivas quando inoperantes.

Evidentemente há charlatães em ambos os fenómenos, ludibriando os incautos, em busca de fins lucrativos. 

O que acontecaos que se valem de tais poderes para fins medíocres é mais grave do que os perigos que correm os que os procuram. 

Na melhor das hipóteses perderam seu precioso tempo, tão necessário para a conquista das chaves do Além e vão renascer e recomeçar tudo de novo.

O que diferencia o sábio do aproveitador neste fenómeno são os fins lucrativos, a publicidade dos feitos, o mistério de que se cercam, pois se muitas vezes a cura ocorre é porque os poderes são verdadeiros. 

O sábio normalmente alcança os poderes e só os usa em caso de extrema necessidade, sem alarde e sem visar qualquer recompensa.

Assim age, não para provar que é sábio.

Porém porque reconhece que a doença é consequência dos problemas íntimos do doente, é provação, é aviso da natureza e suprimi-la não é cura completa; faz a cura e evita o alarde porque não deseja ser procurado de novo pois será perturbado em seu trabalho mais sublime; não quer recompensas pois estas seriam mais um fardo a carregar.

9 – Pergunta: Que me dizeis das drogas, psicotrópicos, estimulantes químicos? Não seriam um caminho para libertar o ‘’Eu dos véus? Não libertariam a Intuição?’’

Se vós observardes os que usam tais drogas, não precisareis da minha resposta.

Não são um caminho e jamais as drogas conseguiram abrir qualquer Caminho para o Além. 

Nenhum campeão de corridas usaria muletas para ajudá-lo numa competição.

Observai os resultados das ‘’viagens’’. 

Os otimistas encontram no seu subconsciente paisagens e ideias otimistas.

Os hipocondríacos, maníacos, medrosos, visitam os abismos e terrores. 

Nenhum deles consegue liberar mais do que os próprios véus e condicionamentos profundos. 

O ‘’Eu continua tolhido e vestido com as mesmas vestes que já tem, quer antes, durante e depois da ‘’viagem’’. 

Qual a conclusão? 

É simples: a viagem não passou de uma peça elaborada pelo subconsciente ou inconsciente, nosso cemitério, depósito de lixo, porão escuro de morcegos e arquivos recalcados, porém vivos e pululantes de nossa mente. 

O drogado não viajou...

 Viu-se ao espelho do seu inconsciente sem conseguir com isso tirar qualquer conclusão.

Na melhor das hipóteses perdeu o tempo que podia usar bem melhor se soubesse estar vigilante, tivesse intenção de enfrentar seus conflitos mediante um pouco mais de amor; começaria a conhecer-se até o ponto de liberar sua intuição e partir para o êxtase de União com o Absoluto e talvez pudesse alcançar a Verdade.

Quanto ao poder que supondes terem as drogas para chegar à intuição, indico-vos como mais naturais e fáceis as posturas invertidas da yoga. 

Com elas, em poucos dias, se estiverdes vigilantes, alcançareis melhores efeitos, mais duradouros e sem qualquer depressão superveniente, pois os momentos intuitivos que conseguirdes são conscientes, repetíveis e inolvidáveis.

10 – Pergunta: Dizeis e insistis que as chaves só se conseguem ‘’Sem Esforço’’. Não estareis querendo ocultar com essa expressão o impossível de tal conquista? 

Temo que não tenhais compreendido o que significa a expressão e reconheço que vós do Ocidente estais tão acostumados a viver em ‘’tensão’’ que já não sabeis viver por alguns momentos com ‘’atenção’’.

Observai a natureza.

Uma árvore está em pé sem esforço.

O tigre dá o salto na medida em que pode, sem esforço.

O rio escorre pelos fundos, para os pontos mais baixos, sem esforço.

Uma criança brinca, aprende, observa as coisas livremente, num ritmo que nenhum tenso adulto será capaz de acompanhar, pois o faz sem esforço.

O que está dito desde o começo é que tereis que distender todos os vossos músculos e preocupações, excluí-los da vossa mente, relaxar por dentro e por fora e praticar os estados mentais por exclusão dos demais. 

Se achais mais fácil praticar a concentração mental, tentai vigiar, observar o conflito interior, conhecer-se a si mesmos com a concentração mental nesses objetivos. 

Em poucos dias vereis que vossos problemas fogem da observação, vosso inconsciente vos fica mais e mais endeusado como ‘’autor da concentração mental’’mais brumoso e inacessível.

Voltareis neste caso e relereis o capítulo da vigilância e partireis para o auto-conhecimento concomitantemente, se simplesmente abandonardes as concentrações e vos puserdes a observar o que sois. 

 Contentai-vos com perceber. 

Não julgueis, não condeneis, não justifiqueis o que vedes.

Tomai conhecimento.

Ficai despertos.

Apenas isto.

Não é necessário conquistar coisa alguma se já a tendes dentro de vós.

 precisais libertá-la, deixá-la agir.

Não pode ser impossível a conquista do que já tendes.

11- Pergunta: Que me dizeis da religião? Devo ter religião?

Se bem compreendo vossa pergunta, ela se origina da exposição que vos faço da sucessiva anulação do vosso ‘’Eu’’ até atingir a Integração Universal de que resulta o conhecimento final do Absoluto e da Verdade.

Afirmei-vos e repito: tal só se dará quando tiverdes renunciado a todos os egoísmos incluindo a ambição da salvação ou perpetuação do ‘’Eu’’ no Além.

Podeis estar seguros de que não será a ‘’Verdade’’ que ides atingir – a imortalidade física ou mental com nome e tudo.

Digo-vos que deveis ter religião, que deveis abraçar uma religião, que deveis acolher todas as religiões e finalmente não ter nenhuma.

Explico-vos: tereis religião desde que compreendais que estais em busca do Absoluto ou da Verdade. 

Abraçais uma religião desde que tiverdes decidido seguir um Caminho para lá chegar, ainda que só vós estejais nesse Caminho.

Acolhereis todas as religiões quando o amor ao próximo houver despertado em vós o suficiente para admitir que os Caminhos dos vossos semelhantes também levam à Verdade. 

Finalmente não tereis nenhuma quando o desapego chegar à anulação do ‘’eu’’ que tendeendeusado dentro de vós e deixareis lugar para que seja tomado pela Luz ou Verdade Absolutas, nas quais estareis para sempre integrados.

Sob qualquer outro aspecto a crença não passa de uma capa para o egoísmo encobrir e obscurecer a visão do ‘’Eu?? Profundo.

Haveis de compreender que os selvagens de todo o passado humano viam a religião com deuses vingativos e ‘’selvagens’’, para vós.

Faziam disso o seu Caminho e isso era o máximo que podiam fazer, por isso os amareis por igual.

Amanhã vossas atuais religiões, por mais perfeitas que hoje pareçam, serão julgadas semelhantemente pelos que virão, com suficiente perdão ao tremendo egoísmo que elas representam.

Só progredireis espiritualmente se fordes melhores do que ontem e amanhã melhores que hoje.

12 – Pergunta: Falais em Revolução Interior e acenais que não há revolução vinda de fora. Como entendeis que ocorra o fim dos conflitos externos, então? Falais em extinção dos governos: sois anarquista?

Parece-me que vós ainda estais muito revoltados contra o estado de conflitos externos sem havê-los entendido.

Prestai atenção de novo aos fatos e constatai que tudo que vedes em conflito é a tradução dos conflitos internos: o egoísmo chama-se ‘’competição’’, ‘’crença’’, ‘’nacionalidade’’, ‘’partido’’, ‘’dogma’’.

Etc.; os condicionamentos e preconceitos são o mesmo quadro que vedes dentro de vós.

E ao analisar o conflito externo, vosso ‘’Eu’’ vos prega a eterna peça de desviar de si a vossa vigilância.

Por isso entrais de corpo e alma no conflito externo, sem perceber que não tendes conflito com ninguém por competição, nação, religião, partido ou qualquer outra suposta razão externa.

  Só possuis egoísmo. 

Se tiverdes vigilantes e não vos deixardes arrastar pela sucessão de substituições de conflitos, percebereis que, se eliminardes pelo auto-conhecimento os vossos conflitos internos, no lugar da separação colocareis o amor universal. 

Ao passar para o desapego e preocupação da vossa descoberta, em qualquer grau que os praticardes, estareis dando andamento ao sentimento de amor ao próximo. 

Sabeis que os sentimentos (amor e ódio) se propagam, se refletem nos outros e retornam a vós em dobro.

 Por que então insistis no pior e mais difícil?

Por que persistis em disseminar discórdias, separações, ódios?

Por que vos apegais tanto aos grilhões que vos prendem às coisas se delas em absoluto não necessitais?

Tudo isso demanda esforço, luta, conflito. 

O oposto é simplesmente o ‘’sem esforço’’, o amor universal.

Percebe-se que vossa ‘’preocupação’’ deriva da eterna desconfiança de que os outros não retribuem. 

Alertamos que vós ainda não compreendestes o que significa amor ao próximo, o qual não há de exigir retribuição em tempo algum.

É evidente que a Revolução Interior levará à externa. 


 Deriva daí que os estados e os governos, como os concebemos hoje, deixarão de existir.

Não serão violentamente extintos.

Deixarão de ser necessários.

A lei será inútil porque a verdadeira moral da reciprocidade regerá nossos atos.

Sob certo aspecto, o sistema resultante será anárquico, não no sentido de ‘’desordem’’, mas no sentido ‘’sem comando externo’’.


Vamos esclarecer melhor: os governos e estados de hoje são super necessários. 

Temos que participar de suas atividades, pois são forma de atenuar conflitos.

Quando vós tomardes a iniciativa da revolução interior, começareis pelo desapego e desfazer-vos de tudo que seja supérfluo, em benefício dos que necessitam.

Não pareis de produzir, consumir, circular, viver, enfim.

Entretanto vós espalhais o novo conceito de libertação interior e os demais irão também fazer o mesmo.

O período em que isso pode ser feito não conta.

O que conta é que o conflito se extingue e a União daí resultante impede a ação dos que ainda estão em conflito, que terão que ceder.

Não é exatamente assim que sois presos nas malhas da atual organização de conflitos?

Estais tolhidos por regras de egoísmo – propriedade, competição, jurisdição.

Quereis suprimir as regras ou leis que regem tais egoísmos e não o podereis conseguir.

Só será possível quando sejam suprimidos os egoísmos.

Isto nenhum governo ou revolução forçada pode conseguir.

Seria um conflito a mais a considerar, a chocar e a provocar reações.

Eu vos estou convocando para realizar a verdadeira mutação.

É a que vem de dentro de cada um.

Prendereis , pelo sistema de amor universal, todos os possíveis transgressores com malhas mais fortes do que hoje prende a lei ou qualquer estado ou governos absolutos.

Não o tenteis, porém, por fora: a mudança de rotulo não tornará o veneno em alimento, o lobo em cordeiro, o egoísta em altruísta.

A química dos conflitos está dentro de vós e só vós tendes acesso a ela.

Se o fizerdes, atingindo o autodomínio, o auto-conhecimento , a auto-libertação, pergunto-vos eu: sois um anarquista?

13 – Pergunta_ Não dissestes em parte alguma como seja o Além. Que podeis contar a respeito? Pregais a reencarnação?

Falar-vos do Além é duas vezes supérfluo.

E uma vez supérfluo porque tudo que vos diga do Além será mera suposição ou repetição de doutrina já velhas e os mestres e divulgadores de todas as místicas fazem suas coloridas descrições, bem como os vazios, ocos, encantadores de desesperados, sabem muito bem explorar a imaginação.

E mais uma vez supérfluo falar-vos como seja o Além, porque não parei de falar dele desde a primeira até à última letra do livro.
Quando falais do Além, podeis estar tomando o termo pelo sentido materialista: que há além do nosso mundo perceptível? 

Mas, podeis também querer simplesmente perguntar o que há além da morte, para nosso espírito ou alma.
Se a pergunta tivesse o primeiro sentido, muito se poderia debater, pois será sucessivamente campo para estudos de física e eu vos asseguro que as descobertas não terão fim em tempo algum

Porém, se desenvolverdes a vossa Intuição, com muita facilidade penetrareis pelos mundos paralelos, superiores, etc..

É apenas penetrar pela Quinta Porta que vos apontei.

Se a pergunta tem sentido de ‘’além da morte’’ , não será fácil responder-vos pois muitos os estados de além morte, tantos quantos sejam os degraus que vosso espírito precise galgar até libertar-se de todos os véus. 

Vede bem como é a vossa vida: tendes conflitos, problemas, ambições, doenças, responsabilidades, hábitos, condicionamentos, um corpo que habitais e de que deveis tomar conta com o devido respeito e cuidado. 

 Deveis amar-vos e conhecer-vos a vós próprios.

 Se a vossa morte ocorre como simples fuga aos conflitos que tendes, apenas vos libertais de um invólucro corporal conservais uma série de conflitos.

Dir-vos-ei que por piores que tenham sido vossas reações nesta vida, após a morte sempre estareis aproveitando o aprendizado em algum grau. 

Se tiverdes tirado todo o proveito espiritual mediante a prática do amor universal (nossa Sexta Chave), é inevitável que alcançareis a Sétima ao morrer e vos libertareis definitivamente da fogueira ou ciclo de renascer para aprender. 

 Se não tiverdes chegado lá, é inevitável que retornareis (aqui ou em outros mundos semelhantes).

No mundo dos espíritos nós somos incorpóreos, mas conservamos nossa unidade de energia universal que é o centro de nosso ‘’Eu’’ e podemos voltar a qualquer ponto a que nos levem os nossos véus envolventes pela simpatia que nos representem, pois sentiremos necessidade de um corpo para satisfazer nossos desejos e ambições não satisfeitos em vidas anteriores. 

Só quando a lição for compreendida (aqui e lá existem espíritos mais avançados permanentemente em missão de ensino), só com a abertura da Sétima Porta é que penetraremos no verdadeiro Além.

É deste Além, a Verdade, que falais?

Pareceu-me que perguntastes somente do além da vossa presente vida, da vossa próxima morte, e por isso vos respondi como está atrás, pois perguntastes se eu prego a reencarnação.

Não desejo que venhais de novo a este mundo.

E não vos apregoo coisa alguma.

Quanto à vossa reencarnação, bem, como qualquer outro conceito que vos expus, encontra-se dentro de vós e não precisais de pregador.

Deveis apenas experimentar por vós mesmos e esta eu vos garanto que experimentareis, se não abrirdes a Sétima Chave.

Porém, como o objectivo de minha exposição é falar-vos desta Sétima Porta, completo falando-vos do Último Além, o que deve estar além da Sétima Chave, o Além sem retorno e sem renascer.

Como poderei falar-vos disto, se eu ainda não cheguei lá?

É simples: já vos indiquei que quem a alcança é um iluminado e pode dizer:

‘’Sou a Verdade, o Caminho e a Vida’’. 

E houve muitos Sábios que o alcançaram e vieram falar-vos da Verdade e do Caminho. 

Foram eles que nos disseram do inefável estado de integração e visão infinita.

Foram eles que me disseram que todos nós chegaremos lá, uma vez que só de nós depende alcançar a Verdade.

Foram eles que nos disseram que encontraremos tudo isso dentro de nós.

E foram eles que garantiram que esse prémio ( a Verdade) é dado aos que se integram no Absoluto sem restrições.

Temo chocar-vos se vos disser que corresponde à anulação total do ‘’eu’’ que tendes dentro de vós, à perda total de qualquer identidade para adquirir a identidade com o Absoluto, à desistência de todo e qualquer apego ou ambiçãoincluindo a própria ambição de saber como é o Além.

O estado que se adquire, porém, é tão seguro, sereno, confiante, que ouso afirmar-vos: não tereis qualquer medo ou arrependimento de tê-lo procurado. 

Se tendes dúvidas, olhai o exemplo dos que reconheceis como iluminados.

Temeis o inferno?

Ainda acreditais que exista um Diabo (anjo condenado por Deus) e dono dos abismos a onde cairiam os maus?

Pois bem, para qualquer iluminadoo Inferno fica exactamente no ciclo de renascer e lutar para libertar-se. 

E o diabo é apenas o vosso próprio inconsciente a vos torturar e precipitar em abismos sem fim, dos quais podeis sair quando realmente o quiserdes.

Afianço-vos mais: ninguém, ao morrer, recebe ‘’castigos’’ pelo que fez, pois veio para aprender ou cumprir uma missão.

Só terá avaliação do que fez e de qualquer forma melhorará.

Não fiqueis lamentando vosso atual estado, nem vos apavoreis com o que os outros estão passando.

Se vos amais e amais ao próximo, todas as vossas atitudes vos libertarão e ensinarão algo.

Podeis estar como estais, para aprender.

Podeis encontrar horrores só para provar vosso ânimo.

Alguém vos diz que estais nesta vida pagando o que fizestes na outra.

Esse mentiroso vos disse só a metade da verdade.

Pois vós sois o que pensais ou pensastes, incluindo as vidas anteriores.

Aceitar o que não gostaiscomo se fosse castigo merecido (por erros que desconheceis) ou revoltar-vos com o que vos acontece, são duas atitudes erradas.

Só vos libertareis de conflitos pelo auto-conhecimento e a oportunidade que vos surge com o sofrimento é mais valiosa do que a das alegrias.

Em ambos os casos perdereis a lição por atitudes negativas.

Que mais vos posso dizer?

Simplesmente vos direi que num tempo sem tempo, vós e eu, o Absoluto e tudo na Natureza, trilhando o Caminho, nos encontraremos num ponto sem dimensões, para verificar encantados que Somos Um Só.

14 – Pergunta: Dissestes que nos mostraríeis o último segredo das místicas e das Sociedades Secretas. Se tal fizestes, elas desaparecerão? Ou se transformarão?

A pergunta possui dois aspectos: ‘’eu vos mostrei os segredos das sociedades secretas"?

‘’E se assim fiz, que lhes pode acontecer"?’ 

Quando lestes o prólogo percebestes que era essa a intenção de meu trabalho e agora que terminastes, pareceis insatisfeitos com a explanação. 

 Parece-me que assim vos sucede porque ainda enxergais as sociedades religiosas, iniciáticas e secretas apenas pelo aspecto externo.

De fato, pelo aspecto externo, é muito difícil admitir que elas possuam qualquer conteúdo íntimo... 

Deturpam-se e se apegaram a fins subalternos. 

Foi sua forma de sobreviver.

É por isso que supondes que vai ocorrer o mesmo novamente: se transformarão?

Lamento decepcionar-vos.

As atuais sociedades realmente secretas nem desaparecerão, nem se transformarão.

As sociedades místicas e secretas continuarão como são enquanto quem nelas acredite.

Haverá quem nelas acredite em duas hipóteses: se ignorarem os verdadeiros objetivo e métodos das mesmas ou se estes objetivos forem os mesmos que o indivíduo deseja alcançar.

O sentimento de respeito pelo que é secreto continuará sendo a melhor forma de prender os seguidores.

Qualquer Sumo-Pontífice de Sociedade Iniciática que conheça nosso trabalho pode facilmente tomar uma das duas atitudes: aceita ou recusa nossas explicações.

De ambas as formas consegue manter a sua autoridade.

Se aceita, liberta-se de dar mais explicações e pode desafiar os discípulos a chegar ao final, pondo-se no meio como interprete.
Se recusa, mais fácil ainda pode eximir-se de explicações: ‘’os verdadeiros segredos lhes pertencem e só os revelará aos iniciados...’’

Na verdade eu vos dei as mais profundas chaves de qualquer mística ou fraternidade e reconheço que isso não significa que vós, que as lestesestejais de posse das mesmas.

Saber que existem e quais são , é fácil de alcançar.

 Realizá-las, não.

Espero que vós que procurais e me encontrastes saibais seguir o Caminho, guardando o Segredo da melhor forma que pode ser guardado, ou seja , dando-o a conhecer ao maior número possível de pessoas.

Assim, a girar a Sétima Chave, me encontrareis e eu vos reconhecerei.

Enquanto não chegarmos lá, em qualquer grau que as useis estareis dando prosseguimento à única revolução real à única forma de eliminar todos os conflitos: de dentro para fora. 

Pelo Caminho já estareis realizando a Revolução Interior.

São Paulo, 21/Abril!1973


H’ sui Ramacheng


Continua - Comentários - Solicitados ao Editor
por H'sui Ramacheng

Prólogo e 1ª a 3ª
Chave

Post. e Formatação:
Semeador de Estrelas
Fonte: A Mensagem Eterna dos Mestres - O Grupo Cosmos-Servir- Fundação para o Desenvolvimento do Homem-Integral,  Apartado nº 7 – Caneças – 2675 Odivelas.   

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