07/09/2011

NO EYES - Estrela de Maria

Eu sou NO EYES 
e eu os saúdo, Irmãos e Irmãs.

Enquanto Estrela VISÃO, eu venho, por minha vez, completar uma série de elementos, a fim de levar sua Consciência no que o olho (que vê a vida e que manifesta capacidades, bem reais, para descobertas) é, de fato, um elemento profundamente incompleto para apreender e ver a Vida, em sua Verdade e em sua Plenitude.

Eu os lembro, primeiramente, de que existiu sobre esta Terra, desde muito tempo, um Eixo de Luz desviado que foi denominado ATRAÇÃO / VISÃO.



Eu não retornarei sobre este elemento porque isso foi desenvolvido e explicado longamente por alguns Anciãos.
A estrela VISÃO, como vocês sabem, está perto da parte de trás da cabeça, no Triângulo da Terra, e que nós, nós chamamos também (nós, povo indiano, à época): o Olho do Guerreiro.
O Olho do Guerreiro, atrás da cabeça, é aquele que permite ver bem além do que os olhos podem mostrar, bem além do que pode ser mostrado pelo ‘3º olho’.
O Olho do Guerreiro é o que permite ver bem além de tudo isso, e de se dar conta da verdadeira Visão, aquela da Verdade, não afetada pelo que eu denomino um princípio de isolamento, presente sobre este mundo.
A Porta Visão, como vocês sabem, está situada no que é chamado de fígado.


Naturalmente, o corpo é modelado, como vocês sabem, sobre forças originais que, inicialmente, são o reflexo e a densificação do Grande Espírito.

O que não quer dizer, é claro, que o Grande Espírito tenha um fígado.

Isso significa simplesmente que o Grande Espírito, em seu desdobramento e em todas suas Dimensões (A FONTE), apresenta funções similares, não atribuídas a um órgão (como se pode perceber e viver, na carne, aqui), mas a um conjunto de funções que são semelhantes.

Vocês sabem também que a Visão, ao nível do desdobramento da Luz, está situada entre a alma (ndr: Porta AL) e a Precisão.

Pelo seu papel, devido ao que foi transformado, esta zona está ligada a muitas outras coisas.

E, em primeiro lugar, existe um acoplamento direto entre o olho que vê e a emoção.

Na realidade, nós todos sabemos que, quando nós vivemos, o que nós chamamos de lembranças, nossa memória, e nossos sonhos, estão todos ligados a ‘imagens’, a cenas de vida.

Mesmo ao nível do que foi denominado invisível (perceptível, ao nível astral, no que é chamado de 3º olho), tudo isso está ligado a visões, tudo isso está ligado a imagens, de cores, de associações de formas, tudo o que pode definir, de algum modo, a visão.

Esta visão, esta primeira visão, está profundamente associada a tudo o que é chamado de emoções, e obviamente, nós conhecemos, todos, isso, durante nossa vida, e vocês o conhecem ainda.

O próprio princípio do reconhecimento (de nossa família, dos nossos seres que nos são caros, próximos de nós) faz-se, é claro, pela voz, pelos odores, mas se faz antes de tudo e principalmente pela visão.

Mesmo a expressão da observação da vida, da beleza (mesmo, ainda uma vez, se isso pode passar por outros sentidos) está diretamente conectada, eu diria, ao que nós sentimos.

De certa forma, a visão no sentido ocular é uma impressão.

Esta impressão, vocês sabem, é realizada no olho.

E é esta impressão que vai ser enviada e dar (na Consciência, no cérebro, e no conjunto do corpo) elementos de apreciação, de impressão e de reação.

Quem não tem a lembrança, mesmo entre vocês, de uma imagem ou de um amigo de infância que pode, simplesmente na evocação e em um sonho, reativar uma emoção?

Naturalmente, a emoção pode ser vivida também com o conjunto dos sentidos.

Mas a visão está ligada preferencialmente à lembrança, e esta lembrança é sempre muito viva, muito mais, por sinal, que pelo olfato, mesmo se isso esteja presente, ou pelos outros sentidos.

A visão está muito mais conectada, eu diria, à emoção.

Como nós todos o sabemos, o que nós vemos, nós, humanos, quando nós estamos em um corpo, não é o que veem outros animais, outros mamíferos.

Obviamente, o que vê um peixe não tem nada a ver como o que vê um olhar humano.

As emoções estão ligadas, portanto, de maneira talvez muito forte, ao que é visto.

E o que é visto, o que imprime o olho, a retina, está então ligado diretamente a uma imagem, esta imagem que é um ‘estímulo’.
Um caçador que percebia ou que sentia um búfalo, podia, naquele momento, precisar tanto uma localização, como um espaço, como uma direção, em relação ao que era visto.

O que quer que seja, a imagem da visão é apenas uma reconstituição, correspondendo a um conjunto de sucessões de palavras, evocando às vezes a emoções, mas também um conteúdo.

O búfalo é o que tínhamos para comer, o que havia para evitar o sofrimento da fome, para cobrir-se, para fornecer o fogo, por sua gordura.

O olho é então impressionável, e o olho vai então reagir à imagem.

É preciso compreender que a imagem é uma ‘projeção’, qualquer que seja a imagem.

Tudo o que é visto com os olhos é visto, é claro, no exterior.

Mesmo o que é visto ao nível do 3º olho, é visto, necessariamente, no exterior.

O que é profundamente diferente do que eu desenvolverei, logo depois, sobre a Visão Etérea e a Visão do Coração.

Portanto, a visã
o, a imagem, vai nos levar a mecanismos muito lógicos de atração (o olhar é atraído), a mecanismos de rejeição, também, sem, contudo, que isso possa ser explicado, frente a tal pessoa, frente a tal imagem.

Evidentemente, há apenas a imagem.

Dão-se conta muitas coisas, é claro, ligadas ao sentido, e também a outra coisa, mais sutil, invisível.

Mas a imagem é também um elemento que permite, além da linguagem, compreender-se.

Porque, é evidente, na mesma língua, a mesma imagem gera a mesma palavra.

Mesmo se essa palavra tenha uma conotação profundamente diferente para cada um, pelo fato de pronunciar a palavra cadeira, mesmo se cada um possa ali ver uma cadeira totalmente diferente, o fato de ver um objeto, de nomeá-lo, é então, vocês hão de convir, uma identificação.


Esta identificação do exterior (através de um objeto ou do que quer que seja) faz-se, preferencialmente, por esta imagem.
Naturalmente, como eu dizia, as imagens percebidas por outros reinos da natureza não têm nada a ver com o que percebe o ser humano.

A visão, a imagem, é de qualquer maneira adaptada à função, inscrita no programa de vida, eu diria, do ser humano.

A águia, por exemplo, não tem a visão do homem, e sua visão permiti-lhe detectar um movimento bem distante.

Há uma visão estendida, uma visão panorâmica onde o movimento, onde a diferença de cores vai assumir uma importância especial.
Talvez vocês saibam que é possível viajar em um animal, emprestar o corpo de um animal.

Existem, em meu povo, e em muitos povos primitivos, meios de colocar sua Consciência e viver sua Consciência em um outro corpo.

Aqueles que vivenciaram essas experiências sabem muito bem que a visão da águia não tem nada a ver com a visão do homem.
E que esta visão é sempre colorida pelas necessidades do programa de vida, permitindo um processo que vai adaptar a visão ao programa de vida.

É então muito lógico compreender que, o que é visto de volta, as imagens que são vistas, vão programar, por sua vez, uma série de coisas no ser humano.

Porque, contrariamente aos animais que têm um programa de vida que resulta de sua própria função, o ser humano tem a possibilidade de levar seu olhar, sua visão, a coisas que podem ser profundamente diferentes a um outro ser humano.

Sem contar os meios que vocês têm à sua disposição para multiplicar as imagens, e ir bem além do que pode ver, habitualmente, um olho, em seu ambiente.

De qualquer modo, hoje, o ser humano tem a possibilidade de ver o que ele não veria sem a tecnologia.

Mas tudo o que é mostrado por esta tecnologia é sempre em vista, e de acordo, com a imagem que percebe o olho: não ocorreria a ninguém a ideia de mostrar alguma coisa que não pudesse ser reconhecida pelo olho.

Em todo caso, existe então uma concordância, nessas imagens reproduzidas, mostrando-lhes o que não pode ser visto pelo olho, habitualmente.
E isso se entende, é claro, em todas as áreas.
E não apenas no que está sobre a Terra, mas também o que a ciência pode observar bem além da Terra, o que o olho humano não poderia jamais observar.

O homem, diferentemente do animal, está então apto a escolher o que ele vai olhar.

Ele é então livre para levar seu olhar aí onde ele é atraído, aí aonde ele vai retirar, não necessariamente, uma utilidade de vida, mas também aonde ele vai poder estimular, e elevar, por vezes, sua alma, como, por exemplo, observar, contemplar uma obra de arte (da mesma maneira que, ainda uma vez, isso é possível com a música).

O olho é o sentido o mais ligado à consciência.
E é também o sentido o mais facilmente alterável.

Eu entendo por alterável que pode existir uma forma de sedução (que não vai ao sentido da sedução habitual como, por exemplo, olhar um ser amado, ou um prato que se vai comer, ou ainda uma obra de arte) que pode transformar a consciência do homem, e levá-lo a aderir a coisas que não estavam em sua cabeça anteriormente.

De tudo isso o que, durante minha vida, eu teria chamado de homem branco, mas que hoje, a quase totalidade da humanidade tem usado de maneira muito importante.

E algumas invenções, ligadas às imagens, assumiram um lugar cada vez mais importante na vida do ser humano, subjugando-o, e levando-o a viver um programa que não era necessariamente o seu, um programa que não era necessariamente isso para o que o olho foi elaborado e criado sobre este mundo.

Tudo isso vai instalar no homem modificações.

Obviamente, vocês poderão olhar imagens, no que vocês chamam de cinema, tanto para ter medo como para ver belas imagens, ou ver alguma coisa que lhes interessa.

Mas a imagem serve apenas para isso.

A imagem que lhes é mostrada, por toda parte neste mundo, hoje, é destinada apenas a uma única coisa, e a uma somente: incitá-los a sempre mais atração a este mundo, em detrimento dos outros Mundos.

 E se pode dizer que em um século, essas imagens desempenharam perfeitamente seu papel e cumpriram sua missão, que era então incitar o ser humano para mais emoção, para mais atração neste próprio mundo, pelo princípio de sedução e de prazer.

O ser humano, hoje, está cada vez mais condicionado pela imagem.

Esta imagem, aliás (que é buscada mesmo na consciência e na evolução, na transformação da consciência, e que é onipresente nisso que vocês nomeiam uma busca espiritual), fazendo-os projetar no exterior (na capacidade para ver pelo 3º olho, e não mais pelos olhos), visualizar, imaginar, criar, de qualquer maneira, imagens, que vão atraí-los para o objeto de sua busca.

Tudo isso, é claro, dando ao homem o sentimento de progredir desde que, na tela de seus olhos fechados, apareçam imagens que tenham relação com o que o homem procura em sua busca.

Existe, mesmo, nos povos primitivos, um processo chamado de ‘busca da visão’ (que isso seja nos sonhos ou, de maneira consciente, ou com substâncias que permitem recriar alguma coisa, em imagem), a fim de viver a experiência desta imagem e, eventualmente, modificar um equilíbrio da consciência.

A visão é, portanto, uma percepção (qualquer que seja a beleza e a intensidade do que é visto e do que é manifestado) através da imagem: de algum modo, uma tela, em todos os sentidos do termo (e essa palavra já foi empregada).

A imagem é uma tela que impede a percepção direta.

Como vocês sabem, pelo meu nome, a visão dos olhos era impossível para mim.

E será que, no entanto, eu não via?

E será que, no entanto, eu não captava, bem mais amplamente do que a imagem e do que a tela, os mecanismos da vida?

Hoje, neste mundo, é preciso falar de duas coisas.
Primeiro o que foi chamado de Visão Etérea, ou seja, a visão que permite ver, com os olhos abertos, além da frequência habitual.
A ação e o Sopro do Grande Espírito têm, de fato, para cada vez mais seres humanos, modificado a característica de impressão, no olho, do que é visto.

E é muito simples, realmente: trata-se de uma ampliação, ao mesmo tempo, da consciência e da capacidade do olho, para ser impresso em faixas de frequências que lhes eram anteriormente invisíveis.

O que explica que muitos Irmãos e Irmãs veem o Sol diferentemente, veem a Luz Adamantina e veem formas, contornos que eles não viam antes, ao redor das pessoas, dos objetos.

Coisas novas então se imprimindo, que não se imprimiam antes.

Então, é claro, esta visão, que se modifica e quea Visão Etérea, está ligada a modificações, a aberturas que se fazem pelas novas frequências, aí também.

E que permite a algumas almas ver, pelos olhos, o que era invisível anteriormente.

Esta Visão Etérea é uma Visão com os olhos abertos, que eu diferencio, formalmente, da visão com os olhos fechados, chamada de visão do 3º olho (ou visão astral), qualquer que seja o grau de perfeição e de visão.

O ser humano, desde algumas gerações, manifesta espontaneamente (muito mais do que em minha vida, ou antes) a capacidade para se projetar nesse 3º olho e para ali criar imagens, visões.

Porque a época, é claro, antes mesmo do desdobramento da Luz, começou a se modificar, em seus fundamentos.

A imagem, como eu disse, tornou-se preponderante, na civilização, pelo aparecimento de luzes em uma época em que, normalmente, não havia luz, à noite.

O homem foi capaz, então, de crias luzes e imagens independentes dos ciclos naturais.

É este elemento principal, que vocês têm chamado de ‘eletricidade’, que permitiu, de alguma maneira, estimular esta visão do 3º olho, essas capacidades para criar imagens em uma tela da cabeça.

E, depois disso, pôde aparecer um conjunto de ensinamentos que iam ao sentido desta tecnologia.

E vindo então nutrir o homem de imagens, diferentes do que os olhos podiam ver, diferentes, também, da Visão Etérea que, ela, está diretamente ligada à consciência e não à tecnologia.

A tecnologia então fez aparecer capacidades específicas no ser humano, que vocês nomearam, aliás: visualização, ‘3º olho’.
Esses processos propiciaram o acesso a ainda mais sedução, a ainda mais atração.

As capacidades da alma para ver além do visível e ver então, não o que é subjacente e que existe ao nível da Visão Etérea, mas sim ver uma trama, uma imagem, que não existia antes (ou, em todo caso, que não era percebida ao nível da humanidade).

A visão astral, aí também, está em relação com a Estrela VISÃO, na cabeça, e com a Porta VISÃO no fígado.

Porque através dessas visões novas é que puderam ser elaboradas seduções e atrações, tendo feito submergir a alma em ainda mais materialidade, ainda mais sedução.

E que a afastou, ainda mais, da Visão do Coração e da Visão que independe dos olhos.

O ser humano foi movido, por todos esses princípios do que era visto e mostrado, a afastar-se e a mergulhar, de algum modo, a alma em alguma coisa de mais redutor.

A impressão de ver mais coisas, a impressão de ser submerso nas imagens.

E vocês sabem hoje o que essas imagens representam, seja através do que eu falei, o cinema, do que vocês nomeiam de jogos de vídeo, e que, finalmente, os remetem à ‘virtualidade’ (mesmo se o que é mostrado corresponde a alguma coisa que poderia ser visível ao olho, para aquele que está no ambiente correspondente, de algum modo, ao que é visto).

Então, é preciso compreender também que ver na natureza, uma árvore verde, não tem de todo o mesmo efeito do que ver uma imagem, sobre uma tela, da mesma árvore verde.

E disso, poucos seres humanos estão conscientes, porque para eles é a mesma árvore.

Obviamente, ela não pode ser tocada, mas o que é visto, nos dois casos, é, a priori, para muitos Irmãos e irmãs, a mesma coisa.

Ora, estritamente não é.

Porque o que é mostrado na natureza, uma árvore, por exemplo, é portadora de um sinal que não é de todo o mesmo sinal do que o que é visto através da imagem.

A imagem que se reproduz (a imagem que não é o objeto real, mas a imagem do objeto) vai provocar, ao nível do cérebro e da consciência, ainda mais atração para a Ilusão e para o que é falso.

Eu não tenho as palavras que correspondem às explicações reais, técnicas e científicas deste processo, mas é perfeitamente concreto e perfeitamente real.

As imagens que lhes são mostradas (seja uma obra de arte em duas dimensões, seja uma imagem projetada por suas telas), afastam-nos progressivamente, e isso foi concebido para isso, de Verdade.

Até um nível onde houve, e há agora, uma impregnação possível, direta, da consciência, para afastar o ser humano do Coração.
Reforçando, de alguma maneira, o que é denominado energia do fígado, energia da visão (mas não da verdadeira Visão), energia da atração, do desejo, e das emoções.

Portanto, é claro, o homem moderno pensa que ele está mais vivo do que nós, por exemplo, em nossa época, porque ele está submetido a mais estimulação, mais emoção, mais compreensão.

O ser humano, pouco a pouco, no ocidente, afasta-se do efeito do objeto olhado, para substituí-lo por uma imagem do objeto que, ao nível do que é produzido na consciência, não tem nada a ver.

Então, eu posso perfeitamente compreender que, para alguém que gostaria de ver uma águia e que não tem oportunidade de vê-la, vê-la em uma imagem é já apaixonante.

Mas ver uma águia na natureza, não é ver uma águia em uma imagem.

Isso se traduz, ao nível da consciência, do cérebro e do fígado, por um mecanismo totalmente diferente que vem reforçar, de alguma forma (e ilustrando o que eu acabei de dizer), a possibilidade de ver ao nível astral, de ver o que é chamado ao nível do 3º olho.
Dessa maneira, então, vocês viram aparecer técnicas permitindo trabalhar nos sonhos, na visualização, nas lembranças, mesmo.

Tudo isso apenas teve um objetivo, e apenas um: afastá-los definitivamente da Visão do Coração e os mover, por esse símbolo do olho, a mais Ilusões, a mais virtual.

E para aqueles que seguiram o que lhes disseram os Anciãos, vocês entram, e vocês entraram desde vários anos, em algo que é, como eu nomearia, o ‘virtual do virtual’.

Vocês estão (como dizem nossos amigos e nossos irmãos orientais) em um mundo efêmero, denominado Maya (Ilusão), e, nesta Ilusão, são criadas realidades virtuais, ou seja, um outro estágio, afastando-os ainda mais da verdadeira Vida e da verdadeira Visão.

Então, é claro, a modificação das frequências no ser humano, que é produzida desde pouco menos de 30 anos, permitiu desenvolver, de maneira mais recente, esta Visão Etérea: ou seja, ver com os olhos, além do que veem os olhos.

Mas não algo de virtual, pelo contrário, alguma coisa que subtende a Ilusão e que se situa aí, por outro lado, não mais na Ilusão (ou no virtual da Ilusão), mas na realidade da Verdade.

As forças etéreas que estão em operação são, muito exatamente, as forças que permitem a ‘densificação da matéria’, e então vocês têm acesso, para alguns de vocês, a esta Visão.

Em seguida, há a possibilidade, quando o acesso ao Espírito, à Unidade, se manifesta pelo que vocês conhecem como Vibrações, de entrar na Visão do Coração.

É aquela que eu expressava em minha vida.

A Visão do Coração dá-lhes o Conhecimento.

Não um conhecimento visual ou imaginado, mas o Conhecimento real, isto é, a verdadeira Profundez, tanto da alma, e principalmente do Espírito (e não do astral, ou do ilusório, ou de um mundo emocional).

A Visão do Coração dá-lhes acesso à Visão que não está mais limitada a um espaço, a uma direção ou a um objeto, mas que vai penetrar no que eu denominaria a própria essência do mecanismo, que aparece como real neste mundo, que é a Ilusão.

É Ver além das aparências, é Ver, não mais somente em uma direção, mas em todas as direções.

E é, sobretudo, a possibilidade de Ver através, de não mais ser parado pela densidade, de um corpo ou de um objeto, mas de passar a ver a Essência do objeto.

Isso não tem qualquer relação com a visão astral, mas é bem a Visão real, o Conhecimento Direto, da Visão do Coração.

A Visão do Coração não tem emoção.

A Visão do Coração vai mostrar-lhes a Transparência, e ela vai mostrar-lhes o conteúdo exato da Luz.

A Visão do Coração não separa, ele contribui para manifestar e estabelecer a Unidade da Consciência.

A Visão do Coração caracteriza-se por sua não localização.

Ela é totalmente panorâmica, bem mais do que a visão de uma águia.

Ela permite, de algum modo, abraçar (desde o que eu denominaria as emanações ou o princípio) até as forças Etéreas e, sobretudo, o conteúdo de Luz existindo através de um objeto, de uma pessoa, ou do que quer que seja.

E, aliás, na Visão do Coração, vocês compreendem, porque vocês a vivem, que não há nada, estritamente nada, para Ver no exterior.
Porque é naquele momento que vocês percebem, realmente, que o que era visto no exterior era apenas uma projeção: mesmo a águia que voa no céu está totalmente presente na Consciência Una, na Visão do Coração.

Não é mais possível, na Visão do Coração, considerar o que quer que seja como exterior a si.

É o que dá este caráter do que é imediato, esta capacidade para não mais separar, para ser Transparente, si mesmo, para ver a Transparência,
E para experimentar o Conhecimento, aquele que é a Visão do Coração, e não a projeção, através do filtro do mental ou de alguma coisa exteriorizada.

Deste modo, a Visão do Coração vai propiciar-lhes Ver a Luz (a verdadeira Luz, não aquela do Sol alterado pela atmosfera).

Ela vai propiciar-lhes Ver o Mundo, como eu disse, as Causas.

E além desse Mundo, ela vai dar a Visão penetrante e justa, e não mais exterior, já que o exterior está em vocês e então, naquele momento, há, através da Transparência, uma capacidade total para tornar seu o que é visto, para conhecer, de alguma maneira, os prós e os contras.

A Luz, nesses casos (do que é percebido como objeto, como pessoa ou como o que quer que seja), não é mais uma emanação exterior, aparecendo como o que vocês poderiam chamar de aura (que é astral), mas sim no próprio Interior do objeto, da pessoa, ou do que é observado.

E vocês são a Luz no Interior desta Luz.

Não há mais distância nisso que é visto.

Vocês não colocam mais barreira porque não há mais barreira.

E a visão que era (tanto ao nível da visão dos olhos, como da visão astral, ou ligada ao 3º olho, ou do sono) uma visão de separação, torna-se uma Visão de integração e uma Visão que lhes dá o Conhecimento.

Este Conhecimento não é um mecanismo intelectual, nem um conhecimento esotérico, é unicamente um conhecimento direto, pela fusão da Essência, em si, com tudo o que é talvez olhado e observado, neste mundo como nos outros Mundos.

A visão dos olhos, a visão astral, é uma projeção.

Enquanto que a Visão do Coração é uma introjeção, ou seja, algo que acontece no Interior de vocês, onde não existe mais qualquer distância.

Não há então necessidade de olhar aqui ou ali, já que tudo está no Interior e se vê no Interior.

Esses processos, a Visão Etérea, é, no momento, a Visão que se desenvolve a mais facilmente.

Atualmente, a Visão do Coração começa a aparecer.

Esta Visão do Coração não é uma aparição.

Eu vou tomar um exemplo que vocês irão compreender, em todo caso, os ocidentais: uma aparição (como é dito, por exemplo, da Virgem Maria) que seria percebida no exterior, seria apenas uma Ilusão.

A Visão do Coração, de MARIA, no Interior de si, e onde a Luz está no Interior e não mais emitida no exterior, é a Verdade.
É-lhes então mais fácil, através disso, talvez compreender e viver que tudo o que pode ser percebido no exterior, e, sobretudo, se a Luz é emitida ao redor (como isso foi representado pelos artistas), é apenas uma Ilusão.

Que não tem mais realidade do que o que lhes mostram seus olhos, tributários deste mundo.

A Visão do Coração vai dar-lhes toda outra coisa, porque naquele momento há realmente aparição no Interior e não mais no exterior.

E então um Conhecimento direto, correspondendo, em todos os povos, ao que foi dito: que tudo está no Interior do ser, e não no exterior.

Essa Reversão da Visão, ou seja, da visão dos olhos e da visão astral, para a Visão do Coração, é um processo essencial durante a passagem na Consciência da Unidade e no Corpo de Ressurreição (ou no Grande Espírito, ou no Corpo de Estado de Ser, segundo a denominação que vocês queiram lhe dar).

Este mecanismo ocorre, real e concretamente, no Interior de si e não no exterior.

Vocês veem então porque, no que nossos amigos orientais denominam Idade Sombria, que começou a existir desde que apareceu o que foi chamado, eu creio, no ocidente, o século das luzes: paradoxalmente, quando o século das luzes apareceu, então se revelou o que vocês chamam de Idade Sombria.

Houve necessidade de manifestar, no exterior, o que já estava presente no homem, fazendo-o ficar subjugado por sua própria criação exterior, mais do que por sua Criação Interior.

Houve, aí, uma reversão e um conhecimento que se tornou exterior, e não mais interior, passando pelo filtro dos olhos, o filtro do intelecto, da razão, e afastando, cada vez mais, o ser humano de sua possibilidade de Conhecimento, real, Interior.
Vocês veem então, através do olho e da visão, e as diferentes visões atuam na totalidade dos processos de alteração e de falsificação.

É por isso que é tempo, agora, de retornar ao olhar Interior: aquele do Coração, da Visão Interior.

E talvez já aceitar, qualquer que seja o estado de consciência que vocês têm manifestado, no momento, conceber que absolutamente tudo, concreta e realmente, pode apenas encontrar-se no Interior de vocês.

Dito em outros termos, o Grande Espírito é vocês mesmo.

Dito em outras palavras, tudo está no Interior, e unicamente no Interior.

Isso não é uma invenção da imaginação ou um mecanismo mental, ou intelectual, mas sim a Realidade total que irá permitir-lhes passar da projeção à introjeção.

É por isso que a oração, ligar-se ao Grande Espírito, se faz na maioria das vezes de olhos fechados.

Portanto, mesmo se nós sabemos (e nós o experimentamos, nós também, no meu povo) que há uma possibilidade de absorver-se Interiormente na contemplação de alguma coisa, é, no entanto, muito mais fácil interromper a visão dos olhos, e também a visão astral.

A visão astral vai dar-lhes uma visão onde a luz está no exterior do objeto (ou do sujeito), não tendo nada a ver com a Visão do Coração, onde a luz está no Interior do objeto ou do sujeito.
É exatamente o inverso, ou se vocês preferirem, um negativo, em termos de imagem.

E depois, sobretudo, a visão exterior, a visão astral ou do 3º olho, necessitará sempre de uma interpretação (através de símbolos, através do filtro do mental), enquanto que a Visão do Coração acontece independentemente de qualquer interpretação, porque ela é significante por ela mesma, porque ela age diretamente pelo Conhecimento e, pelo próprio mecanismo que está em jogo, na compreensão direta do que é Visto.

Em um caso, na visão dos olhos e na visão astral, há atração do pensamento no exterior, e incapacidade para viver o conhecimento, mesmo se isso possa seduzir um número importante de seres humanos, mesmo ao nível espiritual.

A Verdade jamais será essas projeções.

A única Verdade está no Interior do Coração, no Templo Interior, porque o conjunto dos Universos e o conjunto de todas as Criações encontram-se no Interior.

Novamente, isso não é uma invenção da imaginação ou um mecanismo abstrato, mas sim a estrita Verdade do que é, realmente, a Vida.

Portanto, a Visão do Coração apenas pode aparecer se o Eixo ATRAÇÃO / VISÃO já está, em parte, redirecionado, se a Cruz que foi chamada de Redenção foi executada, ativada, de algum modo.

Naquele momento (eu não retornarei sobre isso), partes do corpo põem-se a Vibrar, permitindo o início da Visão Etérea e, em seguida, para alguns, a Visão do Coração, onde tudo está no Interior.

Quando nós dizemos (os Arcanjos, nós, Estrelas, e os Anciãos) que nós estamos no Interior de vocês, isso não é uma invenção da imaginação ou uma satisfação do que quer que seja: é a estrita Verdade.

Simplesmente, resta emergir esta Consciência, e a única maneira de fazê-la emergir é entrar vocês mesmos no Interior, para verificar.

Mas entrar no Interior não pode fazer-se enquanto existe uma visão e uma atração voltadas para o que quer que seja do exterior.

Isso poderia ser denominado um apego, qualquer que seja.
Um apego (seja ao que nós chamamos de filhos, seja ao que for do exterior) levando-nos, inevitavelmente, na projeção e, portanto, na ausência de interiorização ou de introjeção.

E isso nos afasta, efetivamente, da Consciência do Si, do próprio Si.

Enquanto esta Reversão final não for efetuada, é muito difícil viver, por si mesmo, a Verdade.

Podemos apenas aderir às palavras, mas as palavras não são tampouco a Verdade enquanto isso não for vivenciado, com pleno Conhecimento, no Interior do Coração.

Porque, naquele momento, e apenas naquele momento, vocês podem superar a mera crença das palavras, que diz que tudo está no Interior e que este mundo é Ilusão, mas vivê-lo realmente.

O desdobramento da Luz, realizado pelo Anjo METATRON, pelo Grande Espírito e pelo conjunto daqueles que participam da Luz, é uma oportunidade importante para desviarem-se do que é exterior, e para Ver, realmente, a Verdade.
Naturalmente, o Eixo ATRAÇÃO / VISÃO está profundamente ligado à sedução e ao apego.

Como havia dito um dos Anciãos: enquanto vocês estão apegados seja ao que for, vocês não podem ser Livres.

Ainda uma vez, e eu o digo por mim também, isso não quer dizer desvencilhar-se de tudo o que é exterior, mas o ver tal como é: isso é apenas uma ‘projeção’.

E esta projeção passando, então, do que é Interior para o exterior, é alterada, afastando-os e pondo uma distância, por exemplo, entre vocês e a águia (ou entre vocês e o objeto, ou a pessoa, ainda, que vocês amam).

Daí resulta toda esta atração para a necessidade de possuir, ainda mais, o que se está apegado, mesmo muitas vezes reivindicando a liberdade para o outro.

Os jogos da visão arrastam para sempre mais densidade, para sempre mais afastamento, para sempre mais sofrimento.
Porque, enquanto existir um objeto exterior, ele estará sempre mais distante de vocês, mesmo se vocês o tocam, mesmo se vocês dormem com ele todas as noites.

Mesmo se vocês mimam, com olhar e com sua atenção de mãe, um filho, ele jamais será vocês enquanto ele for projetado no exterior.

A mudança de olhar, ou seja, passar do olhar dos olhos e do olhar emocional ou astral, para o Olhar do Coração, irá fazê-los viver, naquele momento, a ausência de distância.

Fazendo-os conscientizar que absolutamente a totalidade do que é visto no exterior, existe no Interior, e que é unicamente no que está no Interior que não pode ali ter distância, e que o Conhecimento é real.

Esse processo necessita, efetivamente, estar lúcido sobre o que vocês olham no exterior, o que denominamos, ainda, ‘ponto de vista’.

E por sinal, na linguagem humana, quando dizemos: “eu vejo”, é exatamente o inverso que acontece: nada se vê.

Porque nada pode ser visto no exterior, e ainda menos no mental, e ainda menos no emocional.
É preciso então, aí também, fazer uma Revolução do Olhar, ir sem medo para o Olhar que os Libera, para o Olhar da Consciência que é o Olhar Interior.

Porque, como não há distância no olhar Interior, e quando vocês vivem naquele momento que tudo, absolutamente tudo o que é visto no exterior é apenas uma pálida cópia e uma pálida imagem do que está no Interior, então, naquele momento, vocês vivem o Conhecimento.

Uma vez já estando no Interior de vocês, nada há a proteger, nada há a se apegar.

Há apenas que viver o Conhecimento da Visão do Coração.

Dessa maneira, vocês irão conhecer o conjunto da Criação.

Não poderá mais existir atração exterior, não poderá mais existir desejo de projeção exterior, já que o Coração e a Visão do Coração são a Plenitude total, já que tudo ali está incluído e nada está separado.

Eis ao que, nesta época em que vocês estão encarnados, os chama, agora.

Esse desdobramento da Luz Vibral (que muitos de vocês percebem, em si ou pela Visão Etérea) é, na realidade, um desdobramento Interior.

O que se revela exteriormente é, de fato, o desdobramento no Interior de vocês mesmo e, portanto, um processo que põe fim a toda distância, a toda separação, mas também a todo apego exterior.

Isso é apenas ao aceitar ir para esta Profundez (diferente da profundez da atração), isto é, aceitando que a alma não seja mais voltada para os mecanismos de atração deste mundo (e quando eu digo deste mundo, eu não falo da vida deste mundo, mas sim deste mundo), e ao considerar a vida não mais sob o mecanismo de projeção exterior, mas sim como um mecanismo de introjeção Interior, onde não há necessidade de manifestar a menor emoção, o menor apego (já que tudo já está em vocês, e Livre) ou o menor sofrimento.

Sob o ângulo que eu lhes falo, o sofrimento é apenas o resultado de uma visão exterior e de uma imagem.

A Leveza, a Alegria, está diretamente em associação e em ressonância com a Visão Interior.

A Luz Vibral, que se revela e que os chama, é verdadeiramente a oportunidade final de conscientizar as algumas palavras que eu empreguei, e de fazer a experiência, por si mesmo (bem além das palavras, porque as palavras de nada servem se elas não são acompanhadas da experiência), desta Visão Etérea.

E, sobretudo, desta Visão do Coração que não conhece absolutamente os limites e os tormentos da visão exterior, quaisquer que sejam os aspectos sedutores que, sempre, os afastam de vocês mesmos.

Lembrem-se também de que hoje, para vocês, se vocês o aceitam, isso irá se tornar cada vez mais fácil.

Desde que vocês cessem toda projeção exterior, desde que aceitem olhar no Interior e se tornar, por isso, totalmente Transparente, a fim de ali ver todas as Transparências possíveis e toda a Criação, não mais como uma densidade exterior projetada, mas sim como a Realidade final da Consciência.

Aquele que percorreu os povos, chamados, hoje, de ocidentais, há 2.000 anos, disse-lhes isso sob diferentes formas.

Ele lhes contou isso durante a Tentação de CRISTO no deserto, e em muitas outras ocasiões.

Lembrem-se também de que a visão dos olhos (e a visão astral) sendo, por essência, emocional, vai arrastá-los sempre para uma busca de emoções, e jamais para a estabilidade.

Ela vai levá-los a julgar.

Ela vai levá-los a julgamentos de valor.

Ela vai levá-los a distanciar-se e a separar, pelo princípio do eu amo / eu não amo, coisa que não pode absolutamente existir na Visão do Coração.

A visão exterior será então sempre uma sucessão de desejos (satisfeitos ou não), de frustrações e de prazeres, mas jamais será a Alegria porque, por definição, vocês não podem olhar, permanentemente, a mesma coisa no exterior quando no Olhar do Coração e na Visão do Coração, tudo já está em vocês.

E isso, é claro, muda totalmente a consciência, o humor e o conjunto das manifestações da consciência, já que naquele momento não há mais projeção, e então não há mais apego, e então não há mais sofrimento ou alternância de prazer e de frustração.

Há, naquele momento, o que foi chamado de Alegria da Unidade (e de outros termos, por nossos amigos orientais).

Ao revelar o que eu desenvolvi, eu espero ter suscitado, em vocês, esta capacidade para viver a Reversão.

Apreendam-se bem, aí também, de que não é porque se está desapegado, que se rompeu os apegos, que se se torna separado.
Bem ao contrário já que, rompendo os apegos, não pode mais ali ter separação, e que tudo está inscrito no Interior de si.

Então, é claro, os jogos do ser humano, nas relações que envolvem apego, em tudo o que é chamado de laços que são estabelecidos (da carne, do sangue, afetivos também, mesmo se eles não são de sangue), vão afastá-los desta Visão do Coração.

 Mas lembrem-se de que não é se afastando, vocês mesmos, de tudo o que lhes parece projetado no exterior e de seus apegos, que vocês irão transcendê-los e os superar.

É apenas quando vocês aceitam Ver, com o Coração, no Interior de vocês mesmos, que naquele momento os apegos tornam-se Liberação, não antes.

Evidentemente, seus próximos que não estão na mesma dinâmica vão tudo fazer, tudo o que está no poder deles, para fazê-los persistir nesta visão que eles conhecem mais do que na Visão que eles não conhecem, e que, para eles, é uma ilusão.
É o paradoxo total.

Eles estão, eles, na Ilusão e na projeção, eles estão, eles, na imagem da imagem, e acreditam que o que vocês vivem, no Coração, na Visão do Coração, não existe.

E é claro, para eles, isso não existe.

Se vocês chegam a superar esta atração dos seus próximos, desejando mantê-los no sofrimento e na sucessão de prazeres e de desprazeres, naquele momento, vocês viverão a Alegria qualquer que seja este exterior, porque naquele momento, vocês estarão reconectados e Livres, mas não de qualquer maneira ao apego do sofrimento.

A Visão Etérea é um primeiro passo, mostrando e demonstrando que as frequências às quais a Consciência é sensível, e que o olho é sensível, não são mais as mesmas.

Todos os seres Despertos não têm a mesma capacidade para Visão Etérea, no momento, mas vocês têm, todos, a capacidade para a Visão do Coração.

E esta Visão do Coração apenas pode fazer-se se há silêncio das imagens, silêncio dos olhares, se vocês aceitam, realmente, se Ver (e não fazer de conta, em uma projeção de uma imagem exterior).

Lembrem-se de que, se vocês entram na Visão do Coração, obviamente (isso lhes foi dito), a Alegria vai, naquele momento, aparecer e iluminar.

Vocês não poderão mais, cada vez menos muitas vezes, manifestar emoções que possam alterar seu estado, já que vocês estão no Interior de vocês.

Vocês não estão mais em uma projeção, qualquer que seja, vocês não estão mais em um desejo ou em uma imaginação, qualquer que seja, mas vocês estão na Verdade.

O humor, o sentimento e a impressão de si mesmo não podem enganá-los.

Porque, em um caso, enquanto a consciência está voltada para o exterior, os tormentos da vida (todos, sem exceção) são flutuações.
Ao passo que quando vocês estão voltados, real e concretamente, na Visão do Coração, vocês estão no Conhecimento e vocês estão na Plenitude e na totalidade.

Como poderia existir, nisso, o menor medo, o menor apego, o menor sofrimento?

Não é possível confundir, já que os dois estados são totalmente opostos.

As consequências na vida, ela mesma, são totalmente opostas.

Lembrem-se de que o desdobramento da Luz, doravante, tem por finalidade favorecer este desdobramento no Interior de vocês mesmo, o reencontro com o Grande Espírito, com a Luz Branca.

Mas cabe a vocês decidir, com todo conhecimento de causa, o que vocês querem.

Não em um desejo ou uma vontade, mas sim no estabelecimento real de sua Consciência.

Porque o que vocês dizem e desejam, é estabelecido fora, ou é estabelecido dentro.

Eis, meus Irmãos e minhas Irmãs, o que eu tinha para especificar sobre estes mecanismos da visão do olho, da visão astral, da Visão Etérea e, sobretudo, da Visão do Coração.

Na palavra visão, não vejam projeção.

Na palavra visão, vejam a Verdade.

Isso se tornou tão comum neste mundo que falamos de ponto de vista, mas também, ao nível espiritual, falamos de visão.

O que é uma visão?

É sempre uma projeção para o exterior.

A única Visão verdadeira é a Visão da Transparência do Coração na qual tudo está Presente, contrariamente a uma visão.

Lembrem-se também, de que a Luz, na Verdade, está no Interior.

Enquanto que na Ilusão, a imagem é projetada e que a luz está no exterior do objeto, do sujeito ou do que é olhado.


Eu vou então parar por aqui, nas minhas palavras, e lhes propor viver um momento de bênção e de comunhão, todos juntos.

No nosso Coração, com os olhos fechados, sem qualquer imagem, sem qualquer necessidade de imagem, sem qualquer desejo de imagem, centrados no Coração e na Transparência.

Eu lhes digo até logo, desta maneira.

Que o Grande Espírito acompanhe vocês.



... Efusão Vibratória ...






Post. e Formatação:

Tradução e divulgaçaõ:
         Zulma Peixinho
http://portaldosanjos.ning.com


Mensagem da Amada NO EYES no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1176
26 de agosto de 2011
(Publicado em 27 de agosto de 2011)

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