31/08/2012

NO EYES – 22 de agosto de 2012

"Não forcem ninguém a ver como vocês".
 "Nada julguem, nada falem e 
nada imponham".

 Meu nome é NO EYES.

 AUTRES DIMENSIONS. 
 23 de agosto 2012

Irmãs e Irmãos dessa assembleia e alhures, eu rendo Graças por seu acolhimento.
Vou exprimir alguns elementos que são destinados a dar-lhes, simplesmente, algumas orientações que lhes permitem aproximar-se do que há a viver e que lhes foi dado, antes de mim, pelo Ancião SRI AUROBINDO (ndr: sua intervenção de 22 de agosto de 2012). 


Eu não voltarei, é claro, ao que foram nomeados os Pilares do Coração, mas, simplesmente, alguns elementos que é preciso vigiar para respeitar, para não frear o que lhes é destinado, pelo Apelo da Luz e o Apelo das Estrelas.
Vou falar-lhes, em palavras simples, de elementos que devem ser observados no desenrolar de seus dias os mais comuns, para levantar, em vocês, o que pode frear ou limitar o acesso a esses patamares de Infinita Presença.

Essas regras, se as observam, estejam certos de que vocês concorrem para Liberar-se, e concorrem, sobretudo, para não mais manter laços e interações entre e cada Irmão e Irmã encarnados.

Esses alguns conselhos são, portanto, capazes de facilitar-lhes a tarefa para viver, agora, o que há a viver.
É claro, quando nós lhes damos palavras como Humildade e Simplicidade, ou, também, Transparência, cada um de vocês julga-as de acordo com seu próprio ponto de vista, adapta no mínimo ou interpreta essas palavras. 

Então seremos – e eu serei – muito mais diretos, dando-lhes os elementos que, na condução de sua vida sobre a Terra, sobretudo agora, são obstáculos importantes, que podem paralisar e impedi-los de viver a Paz Suprema.

Vocês devem aceitar e verificar, por si mesmos, se o que eu lhes digo é Verdadeiro. 

Mas, se vocês são sinceros, apenas poderão constatar a Verdade do que eu lhes digo, pela eficácia em sua consciência e em seu estado. 

Cada Irmão e cada Irmã, quer seja o mais próximo e o mais íntimo de vocês, quer esteja distante de vocês sobre esta Terra, esforcem-se para jamais falar dele (a) quando ele não está aí. 

Esforcem-se para respeitar, sobretudo agora, a Liberdade de cada um quanto ao ponto de vista dele, seu modo de ver, seu modo de proceder e, isso, tanto se existe uma busca de Espírito como na negação do Espírito.

Não forcem ninguém a ver como vocês. 


Não forcem ninguém a ter a mesma visão do que se desenrola e desenrolar-se-á. 


Se lhes é dado a viver o Apelo à Luz, se lhes é dado a Ver – porque isso não poderá mais ser escondido demasiado tempo da humanidade – os eventos que vão desenrolar-se, não imponham, jamais, a quem quer que seja, o que lhes é dado a Ver, o que lhes é dado a Viver, porque vocês não podem, jamais, prejulgar, por trás das aparências, o estado real de um Irmão ou de uma Irmã, no que acontece agora.

Nada julguem, nada falem e nada imponham. 

Isso quer dizer respeitar a escolha de cada um, ainda que seja oposta à sua.
A nada se oponham. 

Mais especificamente agora porque, se vocês estão em harmonia consigo mesmos e, bem mais, em harmonia com a Luz, tudo se desenrolará em conformidade à Luz para vocês.

Nas noções de Humildade e de Simplicidade, o que quer que vocês vivam, mantenham a cabeça fria e o Coração quente.
Não julguem e, sobretudo, não interpretem o que vocês verão.
Não julguem e não interpretem a Liberdade de cada um em relação a isso.

Permanecer Simples é, simplesmente, acolher o que lhes é dado a ver e a viver, olhá-lo e não deixar exprimir-se interpretação ou julgamento. 


Isso lhes concerne, é claro, mas, também, a todos os Irmãos e Irmãs com os quais vocês são levados a partilhar, a trocar.
Se lhes é dado a ver, lembrem-se de que o que lhes é dado a ver não será interpretado do mesmo modo por vocês e por outra pessoa que veria a mesma coisa, porque a visão está sujeita à interpretação: cada um ali vê o que bem quiser, em função de onde ele está, de suas crenças, de suas feridas. 


Isso vai bem além de, simplesmente, não julgar, mas, sobretudo, não modificar a Liberdade do outro, mesmo se, de seu olhar, não haja qualquer Liberdade no que vive o outro.

Ver com o Coração talvez, vocês tenham observado, se vivem a Onda de Vida e o Manto Azul da Graça torna-se cada vez mais evidente. 


E eu os lembro de que Ver com o Coração não é ver, como ver com os olhos, ou ver, mesmo, de modo sutil, com a visão Etérea, mas é Ver, diretamente. 

Mas o que vocês Veem, diretamente, daí de onde estão, está, talvez, ao oposto do que vê aquele que vocês têm visto, ao nível de onde ele está.
Ele não tem, talvez, a possibilidade de Ver o que vocês Veem.


O que há a partilhar, cada vez mais, é o Coração e, cada vez menos, as palavras.
Suas palavras devem tornar-se, e elas se tornarão Essenciais, formuladas e limitadas.

Não tagarelem mais, porque tagarelar é dispersar-se, porque tagalerar é afastar-se do Coração.
Aliás, vocês observarão que, quanto mais a Luz faz-se presente, menos vocês têm vontade de tagarelar.

Se vocês tagarelam, assegurem-se de que essa tagarelice não perturba o outro.
Tentem colocar os pensamentos, e não encadeá-los por palavras que sairiam de modo simultâneo.

Há um provérbio, para os ocidentais, que é o de girar sete vezes a língua em sua boca antes de falar.

Cada vez mais, apenas falem e contem se vocês a isso são convidados.
Vocês não sabem o alcance de suas palavras, mesmo em relação a experiências de Luz, para alguém que está próximo de vocês e que não o vive.
Isso pode ter, não um efeito de treinamento e de estimulação, mas, bem mais, fazer aparecer medos que não têm razão de ser. 


Aí começa a Humildade e aí termina sua Simplicidade.

É o mesmo para esse corpo, qualquer que seja o nome que ele possa portar: lembrem-se de que vocês estão dentro, e que esse corpo, quanto mais ele se manifesta, mais ele pode incomodá-los. 


Respeitem-no, no que ele lhes pede. 


Muitos sinais desse corpo podem aparecer, ligados à Luz, ao Fogo.
Minha Irmã SNOW falou-lhes disso (ndr: sua intervenção de 19 de agosto de 2012).
Se seu corpo vive algo, ele os chama, ele lhes pede algo: escutem-no.

Para além das pessoas e para além de sua pessoa, elementos, por vezes, difíceis podem desenrolar-se durante este período sobre esta Terra. 


Tenham-se informados, mas tentem, tanto quanto possam, não saturar-se de imagens, porque as imagens recorrem, vocês sabem, à visão e às emoções, e algumas imagens podem tocar o fígado, bem além da impressão visual e da reflexão que isso os inspire.

A imagem vai afastá-los da Visão do Coração. 


A imagem pode ser mostrada para fazer sair, efetivamente, suas emoções e, durante este período, não é o que é desejável.
Reflitam, antes de abrir uma revista ou suas telas virtuais.
Prestem atenção na curiosidade. 

  
Há coisas das quais, efetivamente, é melhor estar informado, mas as quais é melhor, também, não ver com os olhos, para não impregnar as estruturas sutis e o fígado com esse gênero de imagem. 


Porque isso nada aporta, isso os subtrai, muito, da Visão do Coração.

Muitas imagens já são feitas, nesse mundo, para fazê-los aderir ou fazê-los comprar algo. 


As imagens deste período, mesmo se vocês não o saibam e mesmo se não o sintam, podem desencadear a apreensão e o medo. 

 
Esse não é o objetivo. 


Eu não digo, é claro, para não ver, não compreender, mas, bem mais, para não submeter a consciência a imagens, acima de tudo, que apenas são feitas para gerar emoções.

Prestem atenção, portanto, ao que vocês olham e, como lhes dizia minha Irmã SNOW, olhem a natureza, bem mais do que a agitação dos homens e bem mais do que as consequências do Fogo do Céu sobre a Terra. 


Busquem e natureza e busquem a calma, tanto em seus pensamentos, em suas palavras, como em seus olhares. 

Aparecer-lhes-á como que cada vez mais fácil perceber uma diferença entre a atenção que vocês podem portar na natureza e a atenção que podem portar a imagens que, mesmo se elas reflitam um nível de realidade, têm apenas um objetivo, lembrem-se: o de criar emoções.
A emoção é o que perturba o fígado e, portanto, vem submetê-los à visão exterior e chamá-los a ali reagir. 


Muitas coisas nesse mundo podem, doravante, chamar para reações fortes, mas vocês constatarão, por si mesmos, que essas reações fortes não podem ir contra o que quer que seja que se desenrola. 
 
Porque o que se desenrola não é a consequência do homem, nem de planos maquiavélicos que visem criar uma dominação, que já existe já há extremamente muito tempo e que não tem necessidade de ser criada.

Percebam o efeito e vocês o perceberão, cada vez maisdo que olham, sobre vocês.
Percebam, também, o efeito de todo julgamento que vocês portarem sobre quem quer que seja, sobre vocês. 


Dizer a Verdade não concerne, jamais, a uma terceira pessoa, porque é sua Verdade, ela não é a Verdade do outro.

Lembrem-se do que havia sido dito, há numerosos anos, pelo Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV): a Inteligência da Luz faz com que ela se dirija, espontaneamente, para onde há uma abertura.

 
Se vocês estão abertos para a guerra e para conflitos, a Luz vai reforçar isso.
Isso se chama a Atração e a Ressonância. 


Mas não haverá mais latência
o que era o caso, antes entre uma ação e uma reação espontânea (dos Elementos, de uma pessoa).
Vocês constatarão que sua vida será submetida, cada vez mais instantaneamente, ao que vocês emitem.

Então, emitam o menos possível de julgamento, de olhar afetado, para permanecerem na Paz e viverem essa Transparência essencial nos dias que vão revelar-se diante de vocês.

Façam tudo para cultivar a Paz, a Paz espiritual, mas, também, a Paz com tudo o que os cerca, tanto pessoas como situações. 


Lembrem-se de que, o que quer que vocês tenham a viver, em uma situação ou com uma pessoa, isso tem apenas um tempo.
E que, além da reação imediata, vocês constatarão, muito rapidamente que, se não reagem, algumas horas ou alguns dias depois, vocês não terão mais necessidade de reagir, vocês não terão qualquer vontade de reagir.

Lembrem-se, também, de que todo julgamento que vocês portarem sobre alguém, voltará a vocês, sistematicamente, multiplicado. 


Que, se algo lhes é dado a viver, e o que quer que seja esse algo, ele já está, necessariamente, presente em vocês.
Para nada serve censurar quem quer que seja, para nada serve procurar uma causa antiga, ou muito antiga, o que chega é apenas a consequência de si mesmos. 


Não existe qualquer culpado, não existe qualquer possibilidade, pela ação da Luz, de crer que algo vai chegar de improviso. 

Preservem-se, sobretudo, de emitir um julgamento sobre um evento que vocês poderiam, também, considerar como traumático porque, aí também, se vocês conseguem extrair-se da reação imediata, constatarão, muito rapidamente, que não há qualquer razão para reagir.

E o que lhes aparecia como algo de nefasto ou de difícil a viver tem, tem definitivo, favorecido, de algum modo, sua Liberação (ou, em todo caso, os faz ir, mais facilmente, para sua Liberação), qualquer que seja esse evento. 


Lembrem-se, também, nos momentos, por vezes, difíceis, o que lhes repetiram, em muito numerosas reprises, nossas Irmãs e Irmãos orientais: que esse mundo é ilusão. 

Ele é o mundo do sonho.
Um sonho comum, que virou um pesadelo, mas a Vida não é esse pesadelo.


O Despertar da Terra, seu tam-tam, o Despertar do Céu e seus ruídos podem ser vividos como o sentimento de um perigo, por muitos Irmãos e Irmãs, porque eles não sabem o que vocês sabem, eles não vivem o que vocês vivem. 


Então, respeitem isso. 


Não se adiantem em explicações que não lhes são demandadas, mas respondam, se isso lhes é perguntado.


Respeitem, totalmente, a Liberdade do outro.

E, no que lhes concerne, todo evento de sua vida, e cada vez mais de modo evidente, qualquer que seja o evento, qualquer que seja o setor de sua vida no qual ele se desenrola, ele é, sempree será, cada vez mais o que é o mais adaptado para fazê-los Viver a Luz.

Não se julguem, não se condenem. 


Como foi dito, contentem-se em olhar, como um espectador ou como um observador, o que acontece.
Não se sintam nem concernidos, nem implicados, mas não fujam, porque tudo o que acontece, e acontecerá, vai ao mesmo sentido, para aquele que vê a Luz ou procura-a, como para aquele que não a vê ou não a procura.
De sua capacidade para permanecer neutro, de sua capacidade para viver sua vida sem implicação de emoções e sem implicação de pensamentos, decorrerá sua Paz.
Quanto mais vocês agirem assim, mais a Paz crescerá.

Prestem atenção aos sinais: os sinais da natureza como os sinais aportados por seus Irmãos e suas Irmãs.
Através de uma palavra, através de um elemento da natureza vocês terão inúmeras respostas.

Eu lhes falo, é claro, aí, de elementos extremamente simples da vida.


Eu não voltarei, é claro, ao que é, possivelmente, vivido no Canal Mariano, em suas Comunhões, suas Fusões, mas eu falo, expressamente, do mais comum da vida humana, porque esse mais comum da vida humana representa, aí também, um ponto de apoio e uma escada, aos elementos menos comuns e mais extraordinários.

Não se deixem arrastar nem pela cólera, nem pelo medo. 


Não se deixem levar pelas palavras de seus Irmãos e de suas Irmãs. 

Recusem a maledicência. 


Recusem todo julgamento que seria emitido, toda interpretação que seria emitida, concernente a uma terceira pessoa ou concernente ao que se desenrola sobre a Terra.

Mantenham a calma, mantenham a Paz.
Aí está a verdadeira Humildade e aí está a verdadeira Transparência.


Se lhes parece existir uma problemática, e se essa problemática, real ou suposta, mas que se manifesta a vocês, parece-lhes invasiva e não lhes dá descanso, então, vão à natureza ou banhem-se, no lugar chamado sala de banho [banheiro].

Neste período, no qual o Fogo Celeste aproxima-se, é claro, a água é importante: a água que vocês absorvem, como a água na qual vocês mergulham, qualquer que seja essa água.
Vocês constatarão, cada vez mais, os efeitos dela em suas próprias emoções, suas próprias atividades de pensamento.

Fujam das situações complicadas, fujam dos debates.
Não tomem partido.

Guardem para vocês o que vocês veem do outro, porque o outro não o vê. 


Partilhem apenas o Amor.


Como MARIA disse-lhes, não recusem o olhar e não recusem o braço que lhes estendem.
Não ponham suspeita, nem desconfiança no que se exprime, simplesmente, no sentido da Amizade ou da Humanidade, porque, aí também, isso voltará a vocês.

Não vão contra a Humanidade, não se isolem, não se tranquem em uma torre de marfim, vocês ali perderiam sua Luz.

É neste período que vocês devem mostrar e demonstrar a Humanidade a mais total.
Não rejeitem ninguém, mesmo as ações que poderiam parecer de natureza não humana porque, se humanos reagem assim, é que eles têm medo. 

 
Não acrescentem o julgamento ao medo

 
Permaneçam, realmente, na Compaixão, sem afetação e sem piedade, apenas por Humanidade.

Vocês estão, todos, no mesmo navio, rico ou pobre, em boa saúde ou doente, o que quer que vocês creiam ou não creiam.
Há, simplesmente, entre vocês, os que estão encarnados e que têm apenas – na escala do tempo e na escala dos ciclos da Terraalguns segundos de avanço.

Vocês não podem prejulgar como evoluirá o sofrimento ou a alegria de cada um.
Vocês não podem predizer qualquer sentido ao que vai escolher um humano nesses momentos.
Cultivem, portanto, a Paz, apoiem-se na natureza, na água.

Não se esqueçam de que o Sol, em alguns momentos, nutre-os, e que, em outros momentos, ele é nefasto. 


Aproveitem do orvalho da manhã (ndr: ver as indicações de ANAEL, em sua intervenção de 14 de março de 2012), nutram-se dos raios do Sol, assim que ele se levanta. 


E, sobretudo, respeitem o caminho de cada um, quer vocês estejam implicados em uma relação ou não, porque cada um, no sonho coletivo, vive o próprio sonho ou o próprio pesadelo.

E vocês não sabem o que pode desencadear, durante estes tempos, o que vocês podem dizer ou mostrar a tal pessoa.
Sejam amáveis e amorosos.

Nada julguem, porque, como havia sido dito, na medida com a qual vocês julgam, vocês serão julgados, e isso tem um efeito imediato. 


O melhor modo de não julgar é não manter tagarelices, incessantes e inúteis, concernentes a outras pessoas.

 
Os efeitos disso seriam imediatos,

 e cada vez mais.

Não tirem vantagem de qualquer vantagem. 


Coloquem-se no mesmo nível de qualquer outra pessoa.
Qualquer que seja o poder que vocês tenham, qualquer que seja o poder que lhes deram, não o exerçam. 


Coloquem, à frente, a Humildade e o Amor, porque o que acontece sobre a Terra é, justamente, o fim do poder.
Vocês não podem manter o que termina para vocês e pedi-lo para o resto da terra.

Lembrem-se de que o que vocês são chamados a ver corresponde apenas à sua visão e à sua interpretação.
Aí está a Humildade.
A Humildade de reconhecer que vocês não podem viver o que vive o outro. 


Vocês podem partilhar, Comungar, trocar sobre sua vivência, mas não podem viver o que vive o outro, mesmo e tanto mais se vocês têm essa Visão do Coração perfeita, que lhes dá a ver a alma do outro (qualquer que seja essa cor de alma): deixem ser essa pessoa.

E, se lhes parece existir uma incapacidade, tanto de um lado como do outro, para manter algo, então, ajam em consequência.
Não há qualquer covardia aí, mas, efetivamente, coragem. 


É preciso, efetivamente, coragem para ser Humilde.
É preciso coragem para ser Simples.


O que quer que vocês tenham a viver, de qualquer natureza que seja, não há qualquer culpado, nem dentro, nem fora.
É apenas, para vocês, o melhor modo de viver e de Transformar-se e Liberar-se. 

 
É o mesmo para cada um.

Se vocês respeitam esses alguns conselhos, terão, muito rapidamente, feito constatar que sua vida transforma-se.
Ela se torna muito mais Leve, muito mais Luminosa e muito mais Feliz, enquanto isso terá, exatamente, o resultado oposto, se vocês persistem em julgar ou pensar, condenar, tagarelar ou debater de modo estéril.

Não há ninguém a convencer.
Não há ninguém a persuadir.
Não há ninguém a levar.
Não há ninguém a salvar.


É sua qualidade de Ser que pode abrir algo no outro, mas não são vocês que decidem.

O que quer que vocês vivam, tanto no interior como no exterior de si, nada julguem. 


O importante será, sempre, o que vocês vivem e não o que interpretam disso ou o que deduzem disso ou o que podem explicar disso.

Se vocês se lembram disso e permanecem no que é vivido, então, a Humildade está próxima. 


Não deixem o mental, se ele ainda está presente, levá-los a refletir, a querer, a todo custo, explicar e dar um sentido ao que, por vezes, não tem o sentido que vocês creem ou que explicam. 

Só o Coração sabe, e não a razão.

Estes tempos são, também, os tempos da revelação, em certa medida, da confusão.
Tudo isso não é de responsabilidade do humano, não é mais responsabilidade da Luz, mas responsabilidade da mudança induzida pela Luz. 


Vocês não têm qualquer meio de ação sobre a mudança. 

 
Vocês não têm qualquer meio de acelerar ou de frear a mudança.
Vocês estão, todos, no mesmo barco.


O barco não pode avançar mais rapidamente, mas vocês não podem pará-lo, tampouco. 


A Sabedoria é ter a Humildade de aceitar isso e de compreender que nada pode subtraí-los do que se desenrola.

Como é dito no dito popular: o medo não evita o perigo, mas o medo evita o Amor.

Recentrem-se, assim que haja a percepção de um decentramento.
Não deixem um pensamento destrutivo ou um pensamento melancólico instalar-se. 

 
Vão à natureza.


Não combatam os pensamentos, olhem-nos, e recorram à água, recorram aos Elementos, e isso não durará muito tempo.
O que não será o caso se vocês dão atenção aos seus próprios pensamentos, às tagarelices, ao julgamento.

Esta época chama-os para uma Lucidez muito grande, ao não julgamento permanente, à Abertura do Coração e à Humanidade, para além dos limites que vocês se fixaram, devido à sua própria história, devido ao seu próprio condicionamento ou devido às regras que vocês se impuseram.

 
Os únicos limites são aqueles que vocês se colocaram.

Não há limite para o Amor, não há limite para a Humanidade, não há limite para a manifestação do Amor.
Os únicos limites concernem ao julgamento, aos pensamentos e às emoções.

Quanto mais vocês estiverem na Espontaneidade, mais o Amor estará presente, não como a expressão de uma vontade, mas, bem mais, a expressão do que nós somos, todos, uns e outros.
Não há lugar, aí, para o julgamento, para a divisão, para a separação. 

 
Não procurem controlar ou dirigir uma vida.
Apenas intervenham se lhes pedem isso.
Não procurem, jamais, seu interesse. 


Lembrem-se de que toda vontade deliberada de manipular ou de arranjar as coisas voltará a vocês.
Sejam o mais Simples possível, e tudo o que se desenrola será, para vocês, magnífico.
Aí estão as algumas palavras, que são muito breves e muito simples, que os chamam, durante este período, a Transformar-se, tão radicalmente, no modo de conduzir sua vida a mais comum.

Sorriam todo o tempo.
Como é dito, um sorriso nada custa.

Se vocês são de humor rabugento, para nada serve serrar os dentes, procurem o sorriso do outro. 


E isso não tem necessidade de palavras, nem de sedução e, ainda menos, de manipulação.
Sejam Verdadeiros.
Sejam Autênticos, porque a Luz É assim.

Vocês não podem mais esconder-se, nada mais podem esconder: é a Revelação. 


Vocês se aperceberão disso muito rapidamente, porque o que vocês querem esconder, de quem quer que seja, será conhecido, de uma maneira ou de outra.

Vocês não podem subtrair-se da iluminação da Luz e da Visão dela.
Se vocês são Transparentes, se respeitam as algumas instruções e observam os efeitos disso (que eu lhes dei), então, vocês constatarão, muito rapidamente, mudanças importantes, ao mesmo tempo, no que vocês são e no que vivem.

Aceitem, também, sobretudo se vocês o pediram, analisar, friamente, o que lhes é dito por um Irmão ou uma Irmã, sem condená-lo ou sem aceitá-lo, mas, simplesmente, aceitando o que vocês perguntaram.

Lembrem-se de que, durante este período, tudo o que vocês querem esconder, tudo o que querem ocultar será revelado, com extrema rapidez.

Cultivar a Humanidade e o Amor é deixar, já, o medo de afastar-se, qualquer que seja. 

 
Porque a Fraternidade, real e autêntica, será, neste período, um elemento essencial de estabilidade.

O Amor é Vibral, mas ele deve exprimir-se,

 também, em sua Humanidade
 de todos os dias. 

O Amor Vibral não é um refúgio de meditação: ele deve nutri-los de modo mais importante, nesses momentos, mas ele deve emanar de vocês em todos os momentos.
E o melhor modo de emanar o Amor é, é claro, no silêncio e na ausência de julgamento, mediante o que, se vocês respeitam esses preceitos, apenas poderão ir cada vez melhor, no interior de si e em sua consciência como nesse corpo, quaisquer que sejam suas insuficiências. 

 
Porque o Amor é um bálsamo, e a Humanidade é o mais belo dos bálsamos.
Não se esqueçam, tampouco, que o que vocês julgam no outro voltará a vocês, e corresponde ao que vocês julgam em si.


Não pode ser de outro modo: o outro não existe, não mais do que vocês. 


Ele é apenas um espelho de suas próprias insuficiências e de suas próprias sombras.
Portanto, o outro não está aí por acaso, assim como vocês não estão aí por acaso. 

 
Basta reconhecê-lo.
Fechem seus olhos para esse mundo, de vez em quando.

 
Não é para fechar os olhos para não ver, é para favorecer a interioridade.
É, também, olhar-se, a si mesmo, e aceitar ver-se.
Porque a Luz vai iluminá-los também, e vocês não podem recusar o que ela lhes dá a ver de si mesmos. 


Mesmo se isso não lhes pareça, em um primeiro tempo, muito bonito de ver, isso não tem qualquer importância.
Porque, se vocês se confessam seus próprios erros, suas próprias faltas, como é dito: o que é confessado está, já, perdoado.


E qual mais belo presente vocês podem dar-se do que perdoar-se a si mesmos, na Humildade e na Simplicidade?
Aí estão os alguns elementos preparatórios, antes do encontro que lhes foi dado, por MARIA e MIGUEL, para o equinócio de outono [primavera, no hemisfério sul]. 

É uma forma de recapitulação e há toda uma chance de que vocês o vivam também porque, durante este mês, deverá resolver-se o que vocês não quiseram resolver, mas com a maior das Humanidades, sem julgar-se e sem julgar quem quer que seja. 

 
Pôr ordem, para ser Livre, 
para a Liberdade que vem. Aí está o que NO EYES tinha a dizer-lhes. 
 

Eu lhes transmito todo o Amor do Grande Espírito,
toda a Luz da Presença d’Ele.

Até breve.




NDR: lembrete do encontro, dado por MARIA e MIGUEL, para o equinócio de outono (para mais precisões, nós os convidamos a consultar suas intervenções, na rubrica «mensagens a ler», de nosso site):

MIGUEL, em sua intervenção de 18 de agosto de 2012: «... e eu lhes dou, portanto, encontro formal, a fim de que vivamos uma Comunhão, onde quer que vocês estejam sobre esta Terra, em 22 de setembro, às 22 horas [hora francesa].

Esse momento será silencioso, ele não requererá qualquer comentário, nem qualquer palavra de minha parte.

Será um momento privilegiado de Comunhão comum para a humanidade, assim como para cada um de vocês, com minha Presença... »

MARIA, em sua intervenção de 21 de agosto de 2012: « ... eu voltarei no mesmo dia que o Arcanjo MIGUEL, e eu os convido a reunirem-se a mim, onde quer que estejam sobre esta Terra (ndr: em 22 de setembro).

E, também, se isso lhes é possível, reunir-se entre vocês, porque Cristo havia dito: «quando vocês estiverem reunidos, dois ou três, em meu nome, eu estarei entre vocês».

E esse dia da vinda do Arcanjo MIGUEL é, também, o dia em que, todos juntos, no Manto Azul da Graça e no instante presente, nós nos acolheremos, uns aos outros.

Isso poderá ser, de acordo com seu emprego do tempo e suas ocupações, no momento em que julgarem oportuno em seu dia, mas antes do Arcanjo MIGUEL.

Eu não lhes dou, tampouco, horário preciso, mais horário preciso, mas terei a oportunidade de exprimir-me, também, durante aquele dia...»




Tradução e Divulgação: Célia G
http://leiturasdaluz.blogspot.com/
Post. e Formatação


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