13/07/2015

O.M. AÏVANHOV - Parte II -

Ensinamentos de Junho de 2015

"É possível falar da posição de Hercobulus, nesse momento"?
"Nesse momento, não é muito preciso, é a essa hora precisa".
"Mas a posição, é claro, é, de momento, atrás do Sol".

No Fogo do Amor

O.M. AÏVANHOV

Trocas na presença de nossas Presenças

Questão: a contagem regressiva começou, em relação aos diferentes eventos previstos?

Eu sinto como uma tristeza no desenrolar desses eventos.

A contagem regressiva terminou, minha cara irmã, ela não começa.

Ela terminou após a passagem da primeira Estrela, aí, não é a contagem regressiva, é a vivência dos eventos.

Então, talvez que, aí onde você vive, em suas circunstâncias sociais, afetivas, de território, não haja problema.

Mas eu não acredito que se possa dizer isso de muitos seres humanos sobre a Terra, atualmente.

Porque muitos vivem perturbações elementares ao nível dos países, ao nível das regiões do mundo, que são a nenhuma outra similares, os fenômenos climáticos, os fenômenos geofísicos, os fenômenos ao nível da consciência que são cada vez mais intensos.

O que você sente, é claro, essa tristeza que não é mais uma raiva nem uma negação é, efetivamente, o momento, eu diria, em sua vida efêmera, no qual o coração fica apertado, por exemplo, porque um filho vai ao serviço militar (não, isso não existe mais), vai casar-se ou, ainda, o momento em que seu companheiro desaparece, definitivamente.

Há, efetivamente, essa tristeza a atravessar, mas essa tristeza é, unicamente, o que pode restar de apego ao efêmero.

É como quando você sabe que está em estado terminal de uma longa doença, você fica contente de partir na Luz, mas há, de qualquer forma, um pequeno aperto no coração ou, mesmo, nós na garganta, porque você sabe que as coisas vão mudar, radicalmente, e mudar de modo drástico, eu diria, quando você pode dizer que nada mais será, jamais, como antes.

Portanto há, sempre, a alegria do novo e, ao mesmo tempo, o aperto no coração por soltar o antigo.

É completamente humano, isso.

Isso você o faz, aliás, por vezes, ao mudar de lugar, mas, aí, com uma profundidade e, eu diria, uma gravidade, de algum modo.

Não é uma tristeza profunda para banhar-se em lágrimas, é uma espécie de..., você sabe que terminou, você sabe que as coisas mudam e há esse pequeno aperto no coração dos pequenos prazeres da vida encarnada, mesmo confinada.

O prazer dos alimentos, o prazer de fazer amor, o prazer de passear, o prazer de interagir.

A Alegria não depende mais disso, a Alegria depende de seu coração e há, efetivamente, como um aperto no coração, como eu o disse na questão anterior, há, entre vocês, os que começam a ter informações do que acontece, de modo, por vezes, muito nítido, sem poder dar data.

Mas a data não é uma contagem regressiva, e a tristeza, os apertos no coração (eu prefiro essa palavra) é o que pode restar de apegos ao que tem sido vivido.

Porque o que tem sido vivido, mesmo no efêmero, você sabe, efetivamente, que há momentos de grande alegria, de satisfações nesse mundo.

Então, é o momento no qual você sabe que vai desembocar, intuitivamente e, talvez, pela vivência, em algo de profundamente diferente e, contudo, você sabe que, ao mesmo tempo, há esse aperto no coração de fazer o luto do que você conheceu, fazer o luto de certo modo de funcionamento, fazer o luto do que o divertiu e não, necessariamente, apegou, o que o agradou nesse mundo, porque ali havia, de qualquer forma, alegrias, prazeres, a vida está aí, ela não está em outro lugar, aí, onde está sua consciência.

Então, é claro, você pode sentir essa nostalgia, mas sem poder identificá-la; é uma atmosfera geral.

Eu creio que os ingleses dizem o «spleen» e é ligado ao baço, o spleen.

O spleen que vem da palavra baço, em inglês.

Baço é o quê?

É o centro, é o lugar de quê?

Da Porta Atração, ou seja, dos apegos, dos hábitos, o que lhe permitiu viver nesse mundo, como eu vivi.

Você sabe que, mesmo em minha última encarnação, mesmo se eu morri, se posso dizer, sem dificuldade, nos dias em que você sabe disso, mesmo se você é o ser mais liberado e o maior, presente na superfície dessa Terra, há esse aperto no coração.

É humano, mesmo se sua alma esteja dissolvida.

Então, esse aperto no coração pode tomar o aspecto de uma tristeza, de uma nostalgia, ele pode tomar diversos aspectos.

Mas, no instante seguinte, há a Alegria, aí também, sem razão, você se reencontra aliviado, enquanto nada há para contentá-lo, não há a mão de seu companheiro, não há um evento feliz, mas, de qualquer forma, a Alegria está aí e, nessa Alegria, há pequenos apertos no coração.

Observe que isso se produz, sobretudo, se você pensa no que viveu, se você pensa em seus próximos ou naqueles que desapareceram.

Observe que, antes do mês de maio e no mês de maio, eu falava de tournicoti-tournicota, eu falava de cata-ventos que eram um golpe na Unidade, um golpe na dualidade, aqueles que se pretendiam Absolutos liberados e que recaíram em cadeias bem mais pesadas do que aquelas que estavam anteriormente.

Mas isso não é grave, tudo isso são jogos, porque eles concernem apenas à ilusão.

Então, é claro, há humores que passam, há grandes alegrias que passam, há momentos de vazio, de estase, de desaparecimento.

E tudo, se você o vê, se você está atento, vai muito rápido.

A distorção temporal é tal, doravante, que você vai viver sincronias.

Você tem a impressão de que uma hora durou dez horas, por exemplo, ou que dez horas duraram apenas um minuto, cada vez mais.

Mais anomalias na matriz social da ilusão.

Tudo isso é, muito exatamente, o que vocês vivem, todos, vibrações ou não vibrações, Onda de Vida ou não Onda de Vida.

Porque tudo o que foi necessário para você, como ancorador e Semeador de Luz, permitiu-lhe ancorar, é claro, em você, mas, também, na Terra, eu o lembro.

E, obviamente, os últimos que chegam, agora, vivem isso com, eu diria, evidência.

Eles não têm que se colocar questões de vibrações, de linhagens, e do que quer que seja mais.

Eles encontram o instante presente e a Eternidade de um dia para o outro.

Outros, em contrapartida, afundam, ainda mais, na inversão, ainda mais, na confusão, mas daí sairá, também, a Luz, em um determinado momento.

Questão: os seres de Órion e das Plêiades fazem parte do Coro dos Anjos?

Todo ser presente em sua Eternidade é inscrito no Coro dos Anjos, é inscrito no Espírito do Sol.

A diferença, e eu a expliquei no último mês, eu creio, é que, no Coro dos Anjos e no Espírito do Sol você não pode pôr forma, você não pode pôr rosto e você não pode pôr consciência específica.

Portanto, o Coro dos Anjos é o coro que você ouve quando está em seu corpo de Existência, por exemplo, quando você viaja nas dimensões, são os sons que se modificam, nesse momento, para aqueles que os ouvem, em diferentes momentos do dia, no ouvido ou nos ouvidos.

O Coro dos Anjos é a magia do Amor e da Verdade.

É mais do que um coração, um coração no sentido de um coração centro, é mais do que um coro, no sentido daqueles que vão cantar.

Não veja, aí, um coral com milhares de anjos que cantam ao mesmo tempo, mesmo se isso seja a Verdade.

Veja ali, sobretudo, porque é isso, a perfeição da Vida, que não depende de qualquer consciência em um corpo, mesmo o mais elevado.

O Coro dos Anjos e o Espírito do Sol são o suporte da manifestação, qualquer que seja.

E é o Coro dos Anjos e o Espírito do Sol, entre outros, que são predominantes, durante este período, e que faz você viver isso.

Não é sua pessoa que o vive, não é, mesmo, mais, nossos reencontros entre cada um de vocês e nós ou entre vocês, aqui, que faz isso.

É o Éter, o Éter primordial, com o som primordial, que é o Coro dos Anjos e o Espírito do Sol que, como eu disse, é a matriz Crística de liberdade.

Portanto, não é, unicamente, uma consciência em uma atribuição de função e de forma.

O Coro dos Anjos é como se eu dissesse, não sei, é como se eu falasse da folha na árvore, mas nem todas as árvores têm folhas, mas eu falaria da «folha da árvore».

Do mesmo modo, eu falo do Coro dos Anjos, porque isso lhe evita, de algum modo, querer referir-se a uma determinada consciência, como um Arcanjo ou um Ancião ou uma Estrela.

É algo com o qual você não entra em contato pelo Canal Mariano, como uma consciência identificada, mas que o atravessa de lado a lado.

Porque é a Vida, é a Liberdade, é a Eternidade.

E que não é ligado a uma entidade ou a uma consciência de um corpo, mesmo livre.

Questão: pode-se dizer que são os Anjos do Senhor?

Não mais.

Os Anjos do Senhor, isso é muito preciso.

São formas identificadas que são os Vegalianos, que têm uma missão específica nesse final dos tempos.

Mas o Coração/Coro dos Anjos, quer você o escreva com C ou com Ch [NDT: no francês, é Cœur/Chœur, por isso a menção ao C e ao Ch], remete-o a algo que não é personificado, nem mesmo individualizado.

Não há alma ou, então, essa seria, se posso permitir-me essa expressão, a alma dos mundos, a alma da Criação, o Espírito universal, também, se quiser.

Porque o Coro dos Anjos e o Espírito do Sol não conhecem nem limite de forma, nem qualquer limite de qualquer espécie.

É o suporte da vida na multidimensionalidade.

É, também, diretamente ligado – mas isso será desenvolvido mais tarde – ao fogo e ao elemento Fogo.

Questão: o que é de ser acordado com uma carícia na face esquerda?

A carícia na face esquerda é o beijo de Maria.

Ele assinala, também, sua Liberdade, e essa carícia pode permanecer como uma zona de sensibilidade específica.

Questão: é possível falar da posição de Hercobulus, nesse momento?

Nesse momento, não é muito preciso, é a essa hora precisa.

Você não tem, absolutamente, a noção de distância, se quer, é muito difícil conceber as distâncias, quando vocês estão confinados.

Por exemplo, se falamos da distância da Terra-lua ou se você toma a distância de uma unidade astronômica, você vai aperceber-se de que Hercobulus desloca-se a uma velocidade variável, parece, por vezes, rebaixar, em função do que ele encontra em seu caminho.

Mas a posição, é claro, é, de momento, atrás do Sol.

Mas, agora, atrás do Sol é muito vago.

O que eu posso dizer, simplesmente, é que, obviamente, ele cruzou a órbita dos planetas que vocês nomeiam trans-saturnianos, ou seja, além da órbita de Saturno.

E que os processos que foram observados nos anos 2000, antes, mesmo, que vocês tivessem outras informações ao nível dos planetas os mais distantes do Sol, trans-saturnianos, se querem, eram, já, afetados por esse corpo celeste.

Mas, eu repito, os efeitos de Hercobulos fazem-se sentir com grande intensidade.

Não é a única coisa em causa, é claro, mas lembrem-se de que o mais importante, para esse corpo, não é a distância em relação às interações da gravidade e dos campos magnéticos que, eu os lembro, para aqueles que não têm mais os conhecimentos disso, são o inverso da raiz quadrada da distância, para a influência gravitacional.

Grosso modo.

Mas isso quer dizer o quê?

Isso quer dizer que o que vai ser importante – e nós o temos, sempre, dito não é a aproximação, propriamente dita, uma vez que, aí, agora, todos os vulcões que deviam ser despertados estão quase despertados e em erupção.

E os buracos de corte da Terra, que se produziram, permitem, agora, a expansão da Terra, tal como eu o havia especificado há muito tempo.

Então, se quer, não é, tanto, uma questão como essa, não é a distância que é importante agora, uma vez que o efeito faz-se, já, há anos, é a visão com os olhos de carne disso que assinalará a entrada no choque, com o Apelo de Maria, pouco tempo depois.

Questão: uma noite, eu tinha sons na cabeça.

Eu penetrei esses sons, o espaço expandiu-se e eu tive a visão do apocalipse, com embarcações de luz branca que tocavam o solo.

A Terra estava em fogo e havia meteoritos.

Eu estava sem forma e sem corpo.

O que isso significa?

Então, já, você deve saber que o que se chama o canto da alma, testemunho da ampola da clariaudiência e do Canal Mariano, significa o contato com a alma e, depois, com o Espírito.

Você sabe, talvez, também, que há diferentes sons, diferentes oitavas.

A última oitava é o Coro dos Anjos.

Esse Coro dos Anjos corresponde à permeabilidade completa do Canal Mariano.

Há técnicas no yoga, alguns yogas, nas quais é preciso, como você disse, penetrar o som, ou seja, estar à escuta do som e de nada mais.

É algo que é muito conhecido em alguns yogas, de que eu me esqueci do nome (o yoga do som, aliás, vamos chamá-lo), pouco importa, Kriya yoga, essencialmente, mas há outros tipos de yogas muito mais recentes, em especial, que haviam sido instaurados, eu diria, pelo mestre, aquele que foi nomeado Ram, que foi – agora se pode dizer – Ram Chandra Babuji.

Se quiser, esses seres desenvolveram os yogas.

Eu o lembro, também, de que vocês tiveram o yoga da Unidade, tiveram o yoga do Supramental de Sri Aurobindo, quando ele estava na encarnação, tiveram o yoga da Unidade e da Verdade de Um Amigo, é claro, que foi Ramana Maharshi.

Tudo isso, se quiser, desvenda-se a você.

Você pode penetrar o som; quando você penetra o som, você sai da linearidade do tempo, você toca a Eternidade.

É, aliás, uma técnica para aceder ao estado multidimensional, a meditação no som interior.

E ver o que você viu corresponde, efetivamente, à trama do que vai desenrolar-se sobre a Terra, e que está suficientemente perto de vocês, agora, para dar-lhes – a alguns de vocês – por esse procedimento de entrar no som, ou de modo completamente inesperado, em seus sonhos, em visões, vai dar-lhes a ver o que é o final dos tempos.

Há, também, uma analogia entre as Trombetas da Terra e do Céu e as Trombetas que vocês ouvem.

As Trombetas, não as suas, mas aquelas que são ouvidas sobre a Terra, de maneira cada vez mais extensiva, anunciam, é claro, como para as Trombetas do muro de Jericó, elas chamam, ao mesmo tempo, à redenção e, ao mesmo tempo, à dissolução total de tudo o que é efêmero.

E se você atravessa esse som, doravante, terá, talvez, a oportunidade, se isso lhe é acessível e suportável, de ver o que vai acontecer no céu e nas dimensões outras, mas, também, o resultado concreto na Terra.

Eu o lembro de que os cometas e os meteoritos são a precipitação, a concreção e a concretização do Arcanjo Miguel nesse plano no qual você está.

Então, meditar no som é uma técnica conhecida junto aos nossos irmãos orientais, em alguns yogas, mas é, também, algo que você pode aplicar hoje.

E, frequentemente, você vai desembocar ou no desaparecimento total ou na vacuidade, ou você vai perceber rostos de vidas passadas, aqueles que você teve, reminiscências de vidas passadas ou, por vezes, diretamente, você penetra no que foi nomeado, nos anos 2009-2010, pelo Arcanjo Anael, a ultratemporalidade.

Eu o remeto a isso e essa ultratemporalidade, uma vez que o processo de precipitação da Luz atinja seu paroxismo, ou seja, seu ponto de não retorno, naquele momento, você tem acesso, na ultratemporalidade, à trama temporal do que resta, ao nível do tempo, a viver na Terra.

E, efetivamente, pode ali haver essa tristeza ou essa nostalgia e esse medo que pode aparecer, mas que não durará, ligado ao que você vê quando desses momentos, que são conjuntos: o aparecimento, no céu, de Hercolubus (ou Hercobulus), o aparecimento de milhões de embarcações em seu céu, como é o caso ao redor do Sol nesse momento, representa, verdadeiramente, um sinal importante de que alguma coisa está em curso de produção, em curso de realização, e vai, completamente, reagenciar as dimensões e a vida.

E, portanto, também, você.

Questão: os rostos que eu percebo nesses momentos são rostos de outras encarnações ou, igualmente, outros rostos?
Rostos femininos apresentam-se, mas sem comunicação direta.

Ambos são possíveis, meu caro amigo.

Você pode ter reminiscências de suas vidas passadas, mas você pode ter, também, os rostos das Estrelas ou dos Anciões.

Eu espero, sempre, que algumas venham ver-me, isso começa a ficar longo, aliás.

Mas você pode muito bem ver aparecer, sem procurar de maneira alguma, nem por meditação nem outra, ou os rostos desfilam como algo que desfila, ou seja, da esquerda para a direita, por vezes, da direita para a esquerda (há um rosto, é como um diapositivo e outro diapositivo), ou é alguma coisa que chega de longe e que chega para você.

Isso lhe dá a origem.

Os rostos que passam são os rostos de suas vidas passadas.

Eu, quando venho, ou uma Estrela vem a você, mesmo se há várias delas, chega-se e chegamos diante de você assim, ao nível dos olhos.

Mesmo se você sinta nossa Presença no Canal Mariano ou em seu coração, diretamente, uma vez que nós estamos em você, ao nível dos sentidos, isso vai chegar assim, ou seja, do mais distante ao mais próximo, o rosto vai aumentar.

Enquanto, quando são seus rostos de vidas passadas ou de suas linhagens, os rostos estão como quase colados em você, você os vê de muito perto, mas não há essa noção de aproximação como para nós, como para você, perdão, entre você e em suas linhagens.

Então, um ser de Luz, quer seja Maria, quer sejamos nós, quer seja um Arcanjo, se você tem a possibilidade visual que se abre, naquele momento, isso vai chegar assim, diante de você, do mais distante, e vai dar zoom.

Em contrapartida, se são seus rostos de suas vidas passadas, não dá zoom, isso passa, desfila, da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda, com o mesmo tamanho.

Em contrapartida, se somos nós, se você consegue perceber isso, é um rosto que vai aumentar, cada vez mais.

Então, já, através disso, você pode ter uma ideia do que você vê.

Questão: é urgente pôr ordem nas coisas antes do Apelo de Maria?







Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

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