12/07/2015

O.M. AÏVANHOV - Parte I -

Ensinamentos de Junho de 2015

"Enquanto há apego, Não há Amor".

"Há amor condicionado, amor maternal, amor paternal, como você disse, amor filial".

"Mas esse Amor, Não é Amor".

No Fogo do Amor


O.M. AÏVANHOV

(Nota: S. de Estrelas - Aos que a verdade buscam, não deixem de ler esta mensagem de Aivanhov, que nos confronta com a verdade pura e crua, e nos prepara para esse face a face, que muitas incertezas e confusão trará aos que resistem em ver o que deve ser visto, com os olhos do espirito.)

Trocas na presença de nossas Presenças

Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los e ver que, entre vocês, há alguns que eu não via há algum tempo, não é?

Então, primeiramente, acolhamo-nos, uns e os outros, na paz de Cristo, com o Espírito do Sol e o Coro dos Anjos, antes que comecemos a passar uma tarde, eu diria, de regozijos, todos juntos.

Primeiro, acolhamos.

… Silêncio…

Bem, caros amigos, vamos começar a regozijar-nos, todos juntos, e trocar sobre tudo o que pode concernir à vida, à consciência e, sobretudo, à Ascensão que vocês vivem nesse momento.

Eu esclareço, contudo, que o conjunto de nossas trocas far-se-á, é claro, com sua Presença, com minha Presença, mas, sobretudo, com a Presença comum, em cada um de nós, do Espírito do Sol, do Coro dos Anjos e do conjunto de manifestações elementares que, talvez, vocês já vivam, cada um de vocês, de múltiplos modos.

Então, como nas diferentes vezes anteriores, aquilo de que vamos falar concerne, é claro, exclusivamente, ao que se desenrola, atualmente, nos campos de experiências de sua vida nesse mundo, confrontado ao mundo ilimitado do Amor e da Luz.

Então, tudo o que pode ajudá-los a caminhar, se posso dizer, nesse mundo, e reencontrar, inteiramente, sua Eternidade, será abordado.

Não se esqueçam, jamais, de que, independentemente daquele que se exprima aqui, qualquer que seja cada um de vocês, todos vocês estabeleceram, de uma maneira que lhes é específica, algumas formas de comunicação.

Quer seja com os elementos, quer seja conosco, quer seja entre vocês, todos vocês descobrem, durante esses alguns meses que acabam de escoar-se, diversos modos de trocar, de comunicar-se, de comungar, eu diria, também, com os reinos da natureza, com seus irmãos e suas irmãs, com o conjunto da humanidade, com, também, as linhagens estelares e as linhagens elementares que se manifestam a vocês.

Existem, portanto, eu diria, espécies de descobertas que vocês fazem regularmente.

Por vezes, algumas são insignificantes, outras, são importantes em sua vida e podem provocar, como alguns de vocês aqui já viveram, assim como eu vejo, perturbações ou reversões extremamente importantes durante esses meses que acabam de escoar-se e, mais especificamente, durante o belo mês de maio, que eu havia anunciado, que abalou, eu diria, o que podia restar de crenças, de adesão a coisas que não eram a verdade e que, hoje, são limpas, de algum modo, de seus casulos de Luz, quer a alma ainda esteja presente ou a alma esteja dissolvida.

Vocês têm, verdadeiramente, que experimentar, viver, aproveitar do que se desenrola no campo da consciência, o que quer que se desenrole no campo dessa humanidade, nessa confrontação, doravante aberta em grande escala, entre a consciência limitada, tanto dos humanos como das crenças, como das concepções errôneas, com a esfera do Ilimitado, da Beleza, da Verdade, do Amor e da Luz.

Tudo pode resumir-se a isso e, quanto mais vocês deixam o lugar para Cristo, mais vocês desaparecem da ilusão de ser, unicamente, uma pessoa, com sua vida, com sua história, mais a Graça, a Fluidez, a Transparência, a Autonomia, a Liberdade redescobrem-se com mais ou menos facilidade.

Tudo isso, é claro, é ligado às diferentes aberturas que se produziram, a partir do início deste ano, em suas estruturas e em sua consciência.

E tudo isso, tudo o que vocês observam, hoje, em seu nível, em seu esquema pessoal e de ambiente pessoal, vocês descobrem muitas coisas durante este período, então, eu não duvido, é claro, por vezes, o que pode restar do que vocês são na ilusão pode vir questioná-los ou colocar-lhes questões ou desencadear uma forma de interrogação.

Mas tudo isso, vocês sabem, quanto mais vocês entram na evidência do Coro dos Anjos, na evidência do Espírito do Sol e de nossas Presenças, enfim, reunidas, mais vocês atravessam o que há a viver com mais leveza, mais graça, mais compaixão, mais sorrisos também, eu diria.

Vocês observam, aliás, que chegam, mesmo, em alguns casos, a zombar, se posso dizer, de si mesmos, em relação ao seu passado, às suas experiências passadas, em relação à verdade e à majestade da Luz que se desdobra a uma velocidade cada vez maior nesse mundo, mas, também, em todas as consciências, quaisquer que sejam.

Então, é claro, eu não vou voltar a esse período, ao que nós dissemos sobre o choque da humanidade, mas saibam que há, em vocês, essa Presença específica que vocês, talvez, repararam, que é, simplesmente, seu corpo de Existência que se sobrepõe, que se recria e que é, sobretudo, livre, cada vez mais, de viver o que há a viver nesse mundo, quaisquer que sejam, de algum modo, eu diria, os sofrimentos que podem, ainda, existir no efêmero.

Tudo isso, vocês o vivem de diferentes modos, com mais ou menos evidência e facilidade, por vezes, ainda, com o mental, que pode intervir, ou emoções que voltam ou coisas que lhes pareciam superadas que lhes voltam, de algum modo, nessas atmosferas.

Mas vocês observam que, de qualquer forma, quando têm a impressão de retornar, se posso exprimir-me assim, vocês têm, de qualquer forma, uma faculdade nova de transcendência, de superação e que lhes permite encontrar uma fonte luminosa, diretamente, em seu ser interior.

E é nos períodos de silêncio, como nos períodos de dificuldades a resolver, que vocês têm mais chance de reencontrar o silêncio interior, o contentamento, a Paz e tudo o que caracteriza o Amor e a Luz, mesmo em seu mundo, independentemente de todas as limitações nas quais vocês se apoiam em relação a esses grandes conceitos e essas grandes manifestações que são o Amor, a Luz e a Verdade.

Tudo isso, cada um em seu ritmo, vocês se apercebem, por vezes de maneira espetacular, por vezes por pequenos toques, mas há, realmente, algo de inédito no funcionamento de sua consciência, e eu deveria, mesmo, dizer, agora, de sua supraconsciência ou de sua consciência unificada, que modifica não suas vidas, talvez, mas, em todo caso, seu modo de ver, de perceber, de apreender o que é a Luz, mesmo através de eventos os mais simples desse mundo.

Tudo isso vocês sabem, mas, eu repito, o belo mês de maio passado leva-os, eu diria, a uma oitava superior de manifestação da Luz, a uma oitava superior de iluminação, como se, como eu já disse, nada mais podia nem devia restar na sombra.

Então, é claro, há, por vezes, mudanças que se produzem em vocês, quer seja ao nível do humor, ao nível dos encontros, ao nível dos projetos, ao nível de suas vidas, ao nível de todos os seus ciclos e de todos os seus ritmos.

Isso, é claro, vocês constataram, e tudo isso resulta, em definitivo, apenas da sobreposição do Eterno e do efêmero.

Então, conforme vocês permaneçam no efêmero ou no Eterno, é claro, vão aperceber-se de que podem, sem qualquer vontade, simplesmente, estando o acolhimento da Autonomia, na Transparência, na Humildade, no instante presente, que vocês têm, verdadeiramente, essa escolha, a cada vez, entre o efêmero e o Eterno, o que lhes dá, de algum modo, a ver-se, de maneira cada vez mais exata, e ver, também, em seu ambiente, mesmo o mais amplo, ou seja, todo o ambiente da Terra, dá-lhes a ver e a perceber os momentos nos quais há verdade, os momentos nos quais há dificuldade, os momentos nos quais há mentira, tanto em vocês como nesse ambiente, e isso lhes permite, se o desejam, é claro, ajustar-se ao mais próximo da Verdade, da Luz, do Amor.

É isso que vocês estão construindo, se posso dizer, uma forma de nova confiança, mas uma confiança que não é ligada a vocês, que não é ligada às suas competências, que não é ligada à sua personalidade, mas uma confiança na Luz, não como esperança ou projeção, mas, sim, realmente, como a realidade da vivência.

Então, é claro, isso pode fazer-se por centelhas que duram apenas alguns minutos ou instalar-se durante horas ou ser permanente.

Mas o fato de ver isso, mesmo se isso lhes pareça muito pouco tempo ou muito poucos instantes em seus dias, isso não tem importância alguma, esse processo está, agora, engajado.

Vocês sabem, é claro, que há apelos da Luz que se fazem de diferentes modos.

Há, também, manifestações corporais que podem parecer-lhes, talvez, diferentes e inéditas em relação a tudo o que vocês têm vivido, tudo o que vivem e que vocês já conhecem, provavelmente, quer sejam os chacras, as Coroas radiantes, a Onda de Vida, o Canal Mariano, as Portas, as Estrelas, os Triângulos.

Tudo isso se tornou, para muitos de vocês que sentem ou percebem isso, algo que se instala cada vez mais.

E aqueles entre vocês que jamais nada tinham vivido, começam a receber as premissas, quer seja através das Coroas radiantes do coração ou da cabeça ou, ainda, o canto da alma ou, ainda, o Canal Mariano.

Tudo isso, mesmo para aqueles de vocês que eram os mais insensíveis, por razões de proteção, começam a perceber o fim desses limites.

Então, isso vai, também, traduzir-se, paradoxalmente, por momentos nos quais vocês arriscam sentir-se não fatigados, vou dizer, mas um pouco cansados.

Cansados, ao mesmo tempo, por vezes, desse mundo, cansados, por vezes, de alguns contatos, quer sejam espirituais ou com os irmãos e as irmãs.

Há como uma necessidade de quietude, uma necessidade de aproveitar, apesar dessa lassidão, dos momentos nos quais nada mais há, nos quais o silêncio estabelece-se, nos quais não há mais, mesmo, manifestações desses encontros com a Luz, mas nos quais há essa Infinita Presença e essa espécie de grande vacuidade, nos quais nada falta, nos quais nada é perguntado, nos quais nada aparece ao nível do mental, nos quais nada aparece ao nível de sua lógica quotidiana para realizar em sua vida.

Esses momentos são momentos abençoados, eu diria, porque é nesses momentos que o Coro dos Anjos, o Espírito do Sol, sua supraconsciência harmonizam-se o melhor possível, o que lhes dá a viver essa vacuidade que é a maior das plenitudes.

Então, é claro, vocês podem ter manifestações vibrais, uma vez que a consciência é ligada, é diretamente conectada à vibração.  
Mas, para aqueles de vocês que não tinham vivido a ativação dos ancoradores e dos Semeadores de Luz, e que se desolavam por não poder viver ou nada sentir – algumas coisas, vão começar a vivê-las, ainda que apenas alguns segundos, alguns minutos.

E, pouco a pouco, vocês vão ver que esses marcadores fugazes do acesso à Eternidade vão, também, para vocês, desenvolver-se.

Mas o desenvolvimento que se faz, hoje, e, em especial, em relação ao Fogo, tal como ele lhes será apresentado em pouco tempo, por alguns intervenientes, é destinado a fazê-los aproveitar da vacuidade, ou seja, não é mais tempo, agora, de procurar manifestações vibrais, de procurar as Coroas radiantes, de procurar o que quer que seja, porque tudo isso se produz, eu diria, naturalmente.

E, se isso se produz doravante, há pouco tempo, durante o mês de maio ou a partir do início deste ano, fiquem felizes, porque vocês nada têm a fazer.

Isso vai reproduzir-se, vai, para vocês, também, desdobrar-se e tornar-se como um fogo devorador, fogo devorador que havia sido exprimido, eu os lembro, há numerosos anos, por Gemma Galgani, por exemplo, que falou de tudo isso, mas, também, de Irmã Yvonne Amada.

E essas algumas pessoas que intervieram muito poucas vezes deram-lhes elementos capitais de compreensão para hoje.

E, hoje, qualquer que seja a intensidade de suas manifestações vibrais ou de consciência, vocês observam que há espaços cada vez mais profundos ou cada vez maiores, conforme o ponto de vista que vocês adotem, nos quais, efetivamente, todas as manifestações, todos os encontros, todos os eventos são da ordem do possível.

E isso lhes dá, ao mesmo tempo, entre os mais antigos de vocês a viver as vibrações, uma capacidade de desaparecimento quase imediato – e eu vejo, aliás, os que dormem –, mas, também, para aqueles que nada viviam, momentos nos quais se instala essa vacuidade.

E vocês, talvez, já observaram, aliás, que, quando voltam, seja dessa estase que dura algumas horas, mas, para alguns de vocês, isso pode começar a durar vários dias, a permanecer em um estado que poderia ser qualificado de letargia, mas, nessa letargia, há a Paz, nessa letargia há tudo o que está disponível.

Mas, se você fica tranquilo, naquele momento, vai aperceber-se de que você desaparece.

Então, o melhor marcador de seu desaparecimento é, talvez, não a consciência do desaparecimento, mas é, sobretudo, a consciência do retorno, quando você se coloca questões, mesmo, sobre quem você é, mesmo, sobre o que você estava fazendo ou o que estava passando.

Esses momentos, além da primeira surpresa, são momentos que devem ser cultivados, porque é nesses momentos que você está alinhado com a Verdade do Absoluto e da Fonte.

E é naquele momento que, mesmo se você nada viva, para os mais jovens de vocês ao nível do Despertar vibral, produzem-se mecanismos de sincronia, de esclarecimentos que não passam mais pelo mental, mas instalam-se, eu diria, com uma espécie de evidência.

É como algo que você sempre soube ou, então, que você não sabia cinco minutos antes.

Portanto, são todos os seus potenciais, de sua Eternidade, de suas linhagens, de sua origem estelar, a ação dos elementos em você que lhe dá a viver isso.

E é no retorno desses momentos, que você pode chamar de estase ou desaparecimento ou, mesmo, perda de memória, quando você volta, é nessas condições que você tem sido o mais alimentado por sua Eternidade e pela Eternidade da Luz vibral e do Amor, é claro.

Então, eu me proponho, durante esta tarde, avançar, o mais possível, para preparar, de algum modo, o que vocês têm a viver, de maneira cada vez mais intensa nas semanas e nas algumas semanas que vêm, até o mês, eu diria, de outubro.

Portanto, durante este período que vai inaugurar-se, eu diria, a partir do solstício de verão, ou seja, a partir de amanhã, até o fim do período do equinócio de outono[primavera hemisfério sul], que corresponde, a grosso modo, energias durante oito a dez dias ao redor desse período, vocês vão constatar as aquisições de sua Eternidade, mesmo se, por momentos, haja, como eu disse, essa forma de lassidão, essa forma na qual mesmo os contatos conosco, com a natureza, parecem-lhe importantes para estabilizá-los como confiança na Luz, mas, sobretudo, um sentimento de não mais ter necessidade de nada, absolutamente, e de reencontrar-se, por vezes, um pouco estúpidos, de algum modo, na visão do efêmero, para estar em algum lugar sem, verdadeiramente, nada fazer, sem, verdadeiramente, nada ver, sem, verdadeiramente, qualquer pensamento, ou seja, a vacuidade.

É-lhes dada a viver a vacuidade, que era chamada, anteriormente, quando de suas experiências de consciência, a Infinita Presença ou a Última Presença.

Simplesmente, isso, agora, produz-se diretamente, na consciência comum, no efêmero, ou seja, vocês não têm mais necessidade de fechar os olhos, vocês não têm mais necessidade de pensar em seus quatro Pilares, vocês não têm mais necessidade de pensar em seus elementos, em seu Canal Mariano ou em suas Coroas radiantes ou em seus chacras, mas, quanto mais vocês fazem o vazio de sua pessoa, mais há plenitude da Eternidade.

Então, tudo isso, se já não foi feito, vocês vão aprender a localizar, quer isso se produza uma vez por semana ou cinquenta vezes por dia – cada um vai em seu ritmo, nesses tempos reduzidos –, mas isso vai levá-los a desincrustar-se, se posso dizer, de tudo o que pode restar como adesão ao efêmero, o que lhes dá, cada vez mais, essa confiança e essa certeza, não mais, mesmo, em nossas Presenças ou na Ascensão ou nos três dias a vir, mas, diretamente, nessa vacuidade de HIC e NUNC, como diria o Arcanjo Anael, desse instante presente no qual a Presença magnifica-se nela mesma, mesmo sem percepção da consciência vibral, mesmo sem perceber coisas extraordinárias, nas quais há apenas «aí», vocês estão aí, vocês, mas nada mais há ao redor, nem Presenças, nem história, nem preocupação, nem sentimento, um pouco como, eu diria, alguém que está na lua.

Mas, aí, vocês não estão na lua, vocês estão em si, no mais íntimo do coração do ser, aí, onde a Eternidade desenvolve-se.

E é para isso que eu tenho empregado o termo de desenvolvimento.

Então, tudo isso necessita, de vocês, ao mesmo tempo uma presença, ao mesmo tempo um desaparecimento da ilusão, ao mesmo tempo uma forma de atenção e de acolhimento de tudo o que se produz, do que decorre, diretamente, sua facilidade para viver o que há a viver, superando todos os contingentes ligados ao efêmero, mesmo permanecendo nesse efêmero que se desintegra, cada dia um pouco mais.

Então façamos, se quiserem, antes de escutar as suas questões, antes de trocarmos juntos, mesmo se vocês tenham coisas a dizer uns aos outros, eu participo, com prazer, mas insisto, antes de deixar-lhes a palavra, no que vai acontecer agora.

Do mesmo modo que eu o realizei há pouco mais de um mês, vamos acolher o Coro dos Anjos, é claro, o Espírito do Sol e, sobretudo, acolher-nos, uns aos outros, na Unidade da Verdade.

E vocês vão constatar, durante o momento que vamos passar juntos, que será, eu espero, o mais longo possível, até o momento em que vocês estiverem fatigados, talvez, ou tenham necessidade de ir aliviar-se, de algum modo, ou de absorver alguma coisa, vamos alternar os momentos de silêncio de sua parte, de minha parte também, que permitem a densificação do que eu nomeei essa vacuidade, ou seja, essa Infinita Presença e essa Última Presença, em companhia do Coro dos Anjos, em companhia do Espírito do Sol, em nossa companhia comum, mas sem ter necessidade, necessariamente, de desaparecer.

Para aqueles que já desapareceram, eu lhes desejo uma boa noite, mas, para os outros que ainda estão aí, não se inquietem com momentos de silêncio.

E, se eu faço isso, em momento algum eu os abandono, mas é, simplesmente, para deixar a densidade dessa Presença estabelecer-se com mais confiança e mais evidência durante esses momentos que nós passamos juntos, mas, também, para todos aqueles que lerão, mesmo em um tempo defasado, o que nós trocamos e o que nós vamos trocar, hoje mesmo.

Então, primeiro, um momento com o Coro dos Anjos.

… Silêncio…

É claro, além das questões, vocês podem, também, partilhar o que vocês vivem, porque você não está só a vivê-lo, mesmo se, ao seu redor, você tenha a impressão de que você é o único a vivê-lo.

Eu lhes certifico de que vocês são cada vez mais numerosos, na humanidade de irmãos e irmãs encarnados, a viver isso.

Vocês vão, aliás, constatar, se já não foi feito, que há, talvez, seus próximos, suas relações, que vivem coisas que vocês mesmos jamais viveram, e essas pessoas podem estar um pouco confusas pelo que se desenrola no campo da consciência comum, que nada mais tem a ver com o comum.

E tudo isso vai aportar, eu diria, ainda mais vida nesse mundo que termina, uma determinada manifestação dimensional.

É, também, um paradoxo, mas é absolutamente lógico.

… Silêncio…

Não hesite em tomar a palavra, assim que você o sinta, quer seja para partilhar, para interrogar.

Questão: ontem à noite, eu me ouvi ser chamado por meu nome.
Qual é a explicação disso?

Perfeitamente.

 Aí está...

Você sabe o que quer dizer ser chamado pelo nome.

O nome é a vibração que você porta na encarnação de sua alma.

O nome de família é ligado, é claro, ao carma, é ligado à hereditariedade – tudo isso você sabe – é ligado às linhagens, mas o nome é diretamente conectado, mesmo se são seus pais que o escolhem e se ele não lhe agrada, à vibração de sua alma.

Essa vibração de alma, quer ela esteja presente ou já dissolvida.

Ora, a particularidade é que a alma fica comovida quando ela ouve seu nome.

Foi dito, já, há numerosos anos, isso faz quatro anos, cinco anos, que, quando você ouve seu nome, quer seja a voz de Maria, quer seja uma voz que lhe seja desconhecida, quer seja uma voz masculina, sobretudo se ela é percebida diretamente, em seu lado esquerdo (mas, por vezes, é percebida diretamente no coração, é a mesma coisa), é o Apelo de Maria, de algum modo, que você vive por antecipação.

O efeito de ouvir-se chamar pelo nome, sobretudo antes era muito mais fácil, quando vocês estavam na cama e não tinham dormido (é ainda, mais frequentemente, o caso), mas você pode, também, fazendo não importa o quê, mesmo lavar o chão, ouvir seu nome.

A partir do instante em que você tenha ouvido seu nome e, particularmente, mas não exclusivamente, se você localiza essa voz que sussurra ao seu ouvido esquerdo, ou do lado esquerdo, você é chamado à Ressurreição e você é, portanto, chamado e você é liberado.

O que quer que você tenha como certezas, o que quer que você tenha como interrogações, quer você viva ou não os mecanismos vibrais.

Fazer-se chamar por seu nome, sobretudo que, agora, não é mais, unicamente, quando você se coloca na cama, quando o mental, portanto, dorme, mas, também, quando de um passeio, nos encontros na natureza ou não importa qual circunstância, você vai ouvir seu nome.

E, frequentemente, você fica muito surpreso de que nada mais há atrás.

E é normal, porque, a partir do instante em que você tenha ouvido seu nome, quer seja recentemente ou há vários anos, isso significa que, efetivamente, você é chamado pela Luz e um de seus representantes.

Quer seja Maria, uma das Estrelas, quer seja um dos Anciões ou, por que não, também, um de seus parentes desencarnado ou, mesmo, vivo que pode, também, por deslocalização da consciência, sussurrar-lhe seu nome.

A partir do instante em que isso se produz, mesmo que uma vez, isso quer dizer que você é liberado e que você será liberado, a partir do instante da estase, quer você tenha consciência disso ou não, a partir do Apelo de Maria e a partir da instalação dos três dias.

Portanto, ouvir seu nome é o apelo da alma.

E se a alma já está dissolvida ou em curso de dissolução, isso acelera sua dissolução e acelera a manifestação da vacuidade, ou seja, a capacidade para desaparecer, quando é brutal, mas, também, para mantê-lo, agora, cada vez mais frequentemente, nesse estado no qual nada mais há.

Não há mais sono, não há mais imagens, não há mais ideias, não há mais percepções do corpo e, no entanto, você está, ainda, aí.

Aí, você está na Infinita Presença.

E todo o essencial vem daí.

Quando você está conectado a isso, ainda que apenas uma vez, seu caminho nesse mundo, no que resta dele, muda completamente.

E é, para você, como o foram os marcadores das Coroas radiantes, como o foram os marcadores da subida da Onda de Vida ou, ainda, do Canal Mariano.

Se você nada vive ao nível vibral, ou muito pouco, e você ouve seu nome, isso quer dizer que você será liberado, no momento vindo, sem qualquer dificuldade.

Observe, aliás, que, em suas vidas, mesmo nas ocupações que eu qualificaria as mais profanas ou as mais inscritas nas crenças da humanidade que, mesmo isso você vai poder vivê-las em outra consciência na qual você está, de algum modo, mais disponível para viver o que há a viver.

Então, ouvir-se chamar por seu nome, quer seja ao anoitecer, quer seja à noite, enquanto você não dorme, quer seja pela manhã, ao acordar, quer seja passeando na natureza, significa apenas uma coisa, e uma única: é que vocês são irmãos e irmãs que são livres, mesmo se essa liberdade seja, ainda, condicionada pela forma.

Você não pode, ainda, voar com seu corpo, você pode aliviar-se, mas não tem, ainda, os carismas, os potenciais espirituais da Existência que estejam todos ativos.

Mas essas premissas, que você vai viver cada vez mais correntemente, e cada vez mais frequentemente, quer seja o chamado por seu nome, a vacuidade na qual você se esquece, mesmo, de quem você é ou, ainda, do que você estava fazendo ou lendo dois segundos antes, são apenas os sinais de sua Ascensão e o sinal da chegada do segundo sinal celeste, o mais importante.

Questão: o que significa o fato de ouvir um nome em duas sílabas, que não é o seu?

Então, isso eu já respondi há alguns anos, mas você tem a memória que falha, e é normal, você não pode lembrar-se de tudo.

Mas eu havia exprimido que, por vezes, você pode ouvir não seu nome, mas, eu diria, seu nome de arquétipo, aquele que porta a vibração não da alma, mas de seu Espírito.

Em geral são, sempre, duas sílabas, como eu havia dito, que não correspondem ao que vocês conhecem de seus diferentes nomes, mas que é seu nome vibral que é aquele que você porta para a Eternidade, a partir do primeiro nascimento como Espírito individual, a partir da Fonte ou do Absoluto.

São, frequentemente, duas sílabas, e é o nome não de sua alma, mas do Espírito que vocês são.

É seu nome vibral.

Do mesmo modo que nós já havíamos dito há anos, mas eu volto a esclarecer agora que, por vezes, vocês viam rostos desfilar.

Eu o repeti, aliás, a propósito das linhagens, no início deste ano, nos meses de fevereiro e março.

Mas isso quer dizer que você tem uma reconexão às suas linhagens, é claro, você sabe, à sua origem estelar, mas, também, ao seu Espírito, ao seu nome, à sua vibração, ao que você vai reencontrar, em muito pouco tempo, em termos terrestres eu falo desta vez.

Portanto, é o nome de Espírito.

Questão: no dia da Ascensão, eu me reencontrei em estado de estase.

É um piscar de olhos e de Amor ilimitado.

Sim, é claro, vocês o vivem cada vez mais frequentemente.

Há, entre vocês, isso dura alguns segundos, outros, que viviam isso uma vez por mês, um dia, e que se encontram a viver isso semanas inteiras, completamente desaparecidos.

Então, é claro, há inquietudes nas famílias, nos parentes.

Há pessoas, você está falando com elas e, de repente, você veria, verdadeiramente, elas não estão mais aí.

Então, é claro, do ponto de vista da personalidade, isso poderia assemelhar-se, mesmo, a uma doença neurológica, mas, absolutamente, não é isso.

Banhe-se nesses momentos, porque são momentos de graça, mesmo se seu mental ou o que resta de pessoa reclame, não esteja contente, porque havia outra coisa a fazer ou porque, lembre-se, o apelo da Luz vai tornar-se cada vez mais premente, e tudo isso, quer seja o apelo, quer seja o Canal Mariano, os Triângulos, as Portas que estão, agora, eu diria, quase todas ativas.

Vocês tiveram a ativação das 


Portas anteriores, a ativação da Porta posterior na parte superior do corpo, Ki-Ris-Ti, e vocês têm, agora, as quatro Portas atrás do corpo, em torno do sacrum, que estão se 
ativando, o que explica, também, por vezes, dores de ajuste ao nível dos diferentes segmentos de suas costas.

O que você podia tomar como exemplo eu diria, por exemplo, você vai sentir, na pele, golpes de agulhas, formigamentos, com uma vontade feroz de coçar ou de mover-se, quer seja, sobretudo, nos membros inferiores ou nos membros superiores, por vezes, na cabeça ou em outros lugares.

Tudo isso representa apenas sintomas, se posso dizer, da instalação da Eternidade aqui mesmo, nesse mundo.

O que prova, eu repito, que, no momento vindo, quando o momento tornar-se coletivo, vocês não terão qualquer dificuldade para desaparecer e para reaparecer onde vocês devem reaparecer.

Quer seja em um Círculo de Fogo, no Absoluto, nos frigoríficos de um Draco ou em uma embarcação Arcturiana.

Tudo isso não tem qualquer espécie de importância, é o testemunho de seu acesso à Eternidade, mesmo se isso possa causar problema em suas vidas efêmeras, em suas relações com os outros.

Mas o que é o mais importante, o efêmero ou o Eterno?

Isso eu já disse, há um mês.

Toda a vida, todas as experiências, tudo o que vocês têm a viver faz apenas lembrá-los, doravante, dessa Eternidade ou desse efêmero dessa vida, ou seja, nos mundos carbonados ou, então, nos mundos da Liberdade.

Cabe a vocês ver.

Mas, é claro que você identifica, eu diria, de maneira cada vez mais precisa ou, por vezes, ainda, de maneira confusa, o sentimento de que não há mais pessoa, o sentimento de ser dois ou o sentimento de ser o outro ou de ouvir vozes, não unicamente seu nome, mas, também, nos sonhos.

Os sonhos são muito fortes, nesse momento, para aqueles que sonham: começa-se a mostrar-lhes fragmentos do futuro próximo, muito próximo, eu não lhes escondo isso.

Isso quer dizer, realmente, até agora, nós sempre dissemos que ninguém conhece a data nem a hora, mas vocês podem imaginar que, quanto mais se aproxima desse momento, mais esse momento é localizável em vocês, por sua vivência, nas circunstâncias desse mundo, que é essa espécie de tumulto, de momento, entre o efêmero e o Eterno, da consciência coletiva, da consciência do humano, do que pode acontecer, também, vocês podem imaginar, para aqueles que não têm alma, o que se chamou de portais orgânicos, para aqueles que são afiliados, eu diria, ao mau lado, que fazem um mau negócio.

Tudo isso é feito de propósito e resulta, diretamente, da reunião do Eterno e do efêmero.

Não mais, unicamente, da reunião, mas, também, da instalação da Eternidade, aqui mesmo.

Tudo isso aparece a vocês como algo que está mudando.

Então, essa iminência de uma mudança, vocês podem, também, vivê-la por uma espécie de lassidão, por uma espécie de inquietude, por uma espécie de febre interior ou de alegria um pouco exuberante que lhes cai por cima, assim.

Tudo isso é normal.

É como se vocês se apercebessem, de maneira cada vez mais lúcida para alguns de vocês, que há, efetivamente, uma pessoa que está aí, mas que há, também, algo que vocês são que é além de toda pessoa, e que se traduz, para você, pela capacidade de vê-lo.

E há, também, as reações de seu corpo.

O corpo, agora, é muito banhado, não mais, unicamente, pelos pontos de entrada de Luz ou de subida de Luz ou, ainda pelas Coroas radiantes ou pelo Canal Mariano, ou por nossos contatos, mas, diretamente, por suas células.

Seu corpo reage, ele reage, mesmo, mais fortemente do que antes.

O simples fato de pensar em alguma coisa ou em alguém materializa, como se a presença estivesse aí.

Para um alimento, é como se você o tivesse ingerido, e seu corpo ali reage em seu lugar, ou seja, você sabe muito bem que você tem preferência alimentares, de amizades, afetivas, todo ser humano tem isso, todo irmão ou irmã tem isso, é normal.

Mas, independentemente disso, você identifica os momentos em que você está nesse efêmero e os momentos, em contrapartida, nos quais você não está mais nesse aspecto, mesmo se você não consiga colocar palavras nisso.

Se você interroga ao seu redor, vê, efetivamente, que há cada vez mais irmãos e irmãs que vivem mecanismos que são desconhecidos a eles.

Então, para alguns, isso vai bem e, para outros, isso vai ainda melhor.

Você encontra um irmão, uma irmã, e você o revê, não é mais a mesma pessoa.

E isso se produz, aí, não mais de maneira progressiva, nesses casos, mas, em alguns casos, de maneira fulminante.

A tal ponto que o modo de exprimir-se, o modo de ser, o olhar, a pele, tudo muda.

E é esse o milagre do Amor, é essa a verdadeira magia do Amor.

Não é fazer rituais, não é fazer exercícios, não é querer mostrar ao outro seus defeitos ou suas qualidades, é a espontaneidade.

E essa espontaneidade toca vocês, plenamente, com mais ou menos graça, mais ou menos evidência, mas com cada vez mais certezas e confiança, se posso dizer, não em vocês, mas no que alguns de vocês compreenderam, não pelo intelecto, mas em sua vivência íntima, em suas entranhas, em seu coração, do que se desenrola na Terra nesse momento.

Eu lhes assinalo, aliás, que toda a veracidade do que nós temos dito reencontra-se, obviamente, no que nós havíamos anunciado há dez anos.

Vocês vão, se fazem a experiência... tentem reler uma intervenção de 2005, qualquer que seja, e vocês verão que a iluminação intelectual, que o aspecto vibral aparecerá a vocês, hoje, em todo o seu esplendor, contrariamente ao que podia parecer-lhes incompreensível, porque não realizado naquele momento e que está realizado hoje.

Qual é a melhor prova que nós podíamos dar a vocês de nossa transcendência temporal e de nossa presença efetiva do que isso?

Não são belas palavras, não são belas vibrações, é o que é gravado no mármore do efêmero concernente à Eternidade e que chega hoje.

Então, tudo isso, se querem, foi perfeitamente balizado, perfeitamente orquestrado.

Não há qualquer erro, mesmo para aqueles que, como eu disse no mês passado, fizeram inversões de Luz, fizeram tournicoti-tournicota, porque restava, talvez, o orgulho, talvez, o ego espiritual, talvez, a necessidade de ser reconhecido, talvez, a necessidade de ser amado, simplesmente, mesmo se fosse estranho.

Tudo isso se vê, tudo isso se sente, tudo isso será visto de maneira cada vez mais evidente.

E é mágico isso.

Porque vocês veem além dos véus da aparência do outro.

E ver além da aparência dos véus do outro é rasgar os véus, já, os seus, e aqueles do outro, aquele que você chama o outro, quem quer que seja.

Mesmo um servidor de Cristo ou um servidor de Yaldébaoth, isso não tem qualquer espécie de importância, porque o que você reencontra é, muito precisamente, o que lhe é necessário, no momento em que você necessita.

Aí está a grande Inteligência da Luz que nenhuma inteligência humana pode explorar, que nenhuma inteligência humana pode apropriar-se, de maneira alguma.

É o Coro dos Anjos, o Espírito do Sol, Cristo, Metatron, Uriel, o conjunto de Estrelas, o conjunto de Anciões e o conjunto da Vida que está em vocês.

Questão: como fazer quando se tem, ainda, apegos em relação aos filhos?

Então, aí, cara amiga, eu a convido, simplesmente, a diferenciar o Amor do apego.

Enquanto há apego, NÃO HÁ AMOR.

Há amor condicionado, amor maternal, amor paternal, como você disse, amor filial.

MAS ESSE AMOR, NÃO É AMOR.

E amar incondicionalmente, AMAR VIBRALMENTE, mesmo um filho, pode-se fazer à perfeição.

E você servirá muito melhor um filho, uma vez que se fala de filhos, sendo o que você é, ao invés de estar apegada a ele.

Isso não quer dizer, é claro, porque o ego vai apropriar-se disso (eu não falo do seu) para dizer: é preciso que eu rejeite meus filhos, minha família, minha profissão.

Mas isso é um erro monumental.

Houve, efetivamente, reajustes, há vários anos: alguns de vocês mudaram de companheiro, de vida, perderam coisas, encontraram coisas.

Mas, hoje, não é isso, é mais um ponto de vista da consciência, ou seja, um posicionamento de si mesma no efêmero ou no Eterno.

E, se você tem... se você ama seus filhos além do apego maternal ou paternal, mas no Amor incondicional, não pode mais existir o mínimo apego.

Mas vocês estão conectados na liberdade do Amor.

O outro continua seu filho, mas você não tem qualquer inquietação, qualquer interrogação em relação ao que ele é.

Isso não retira sua responsabilidade, mas põe você na leveza e, sobretudo, faz você sair de qualquer apego.

Eu sempre disse, quando me colocavam a questão dos filhos, em todo caso, para os jovens filhos, para não se ocupar dos filhos, porque eles não têm mental.

Agora, é claro, você pode experimentar inquietações por um parente, por um automóvel que não funciona, por férias, por impostos a pagar, o que eu digo mais?, tudo o que faz a vida quotidiana.

Mas ter uma inquietação ou uma interrogação ou uma necessidade de atenção para o objeto dessa intenção ou dessa atenção nada tem a ver com o apego.

O apego é inscrito ao nível da hereditariedade, ao nível filial, ao nível dos reflexos que eu chamaria de maternais ou paternais, que existem junto a todos os mamíferos.

É, aliás, através das perdas que você pode observar ao seu redor, quer seja a morte de um animal, a morte de um próximo, a morte de um parente, a morte de velhice de um amigo ou a morte acidental de um amigo que você pode ver e mensurar o que pode restar de apego.

Então, você está pronto para substituir o apego pelo Amor?

Você está pronto para deixar o Amor ficar à frente e por toda a parte?

É o que a Vida propõe a você.

E lembre-se de que, se você não vê o que há a ver, cada vez mais, você será confrontado, como um bordão, se posso dizer, às mesmas circunstâncias, aos mesmos males, às mesmas dificuldades, às mesmas pessoas, aos mesmos problemas.

Enquanto, se você está no Amor, realmente, nada de tudo isso pode aparecer, e você o vê.

Portanto, mesmo se você se coloca, ainda, a questão de como não mais ser ou como fazer para não mais estar apegado a tal pessoa, mesmo que seja sua chama gêmea, mesmo uma alma irmã, mesmo carne de sua carne, seu filho, ponha o Amor à frente, porque o Amor põe fim a tudo o que é efêmero.

E lembre-se de que os filhos que o escolheram, escolheram-no para permitir-lhe reparar seus erros com eles no passado, em todo caso, para, no mínimo, um dos pais, então, libere-se disso.

Isso não quer dizer mandar passear os filhos ou o cônjuge, isso quer dizer, aí também, colocar, primeiro, a Eternidade.

Se você sofre de apego, isso quer dizer que você está apegado.

Se você está apegado, isso quer dizer que você não é livre, não completamente.

E, no momento da estase, é claro, se você não eliminou esses apegos, eles vão apresentar-se a você, mesmo se você está liberado em definitivo.

E o que se desenrolará para você, durante esses três dias, eu o lembro, vai condicionar toda a sequência para cada um de vocês.

Mas essa sequência não tem que ser temida ou procurada, ela decorre, diretamente, do que você é agora, com essa mistura do que resta de efêmero, com essa proporção maior ou menor de sua Eternidade que está aí.

E lembre-se de que isso será cada vez mais evidente e de maneira imediata.

Se você entra no mental para resolver uma problemática, qualquer que seja, isso será cada vez mais difícil.

Se você aceita a confiança na Eternidade, deixe vir o que vem a você e, mesmo o evento o mais traumático, será apenas um trampolim, se posso dizer, para superar sua condição efêmera.

Então, nada julgue das circunstâncias de sua vida, nada julgue daqueles que o traem, nada julgue daqueles que parecem afastar-se de você ou aproximar-se de você, nada julgue daquele que o abraça ou daquele que lhe dá uma bofetada.

Porque, se isso acontece, é que isso devia acontecer.

Você não está ali por acaso, você é, simplesmente, confrontado à Eternidade e ao efêmero para ajustar-se ao mais próximo.

Então, é claro, você tem coisas agradáveis a viver, creio que você vai ver Elfos, não é?

Eu creio que você viverá algumas coisas como você tem vivido, em diferentes momentos, lendo ou estando presente.

E você verá que, aí também, eu já expliquei isso no mês passado, isso quer dizer, simplesmente, que o tempo não existe mais.

Ele existe, ainda, para seu corpo, ele existe, ainda, para a sociedade, quando lhe pedem dinheiro ou quando você deve pagar alguma coisa, mas isso concerne ao efêmero, é preciso fazê-lo.

Mas, assim que isso toca as relações humanas, as emoções, assim que isso sai do aspecto social e que se entra mais, eu diria, no aspecto familiar ou íntimo, se prefere, que não concerne, de modo algum, às regras sociais ou societárias, você verá que, aí, isso será cada vez mais rápido, cada vez mais forte, cada vez mais intenso, até o momento em que você estiver livre, até o momento em que a confiança, não em si, mas na Luz e no Amor que você é estiver estabelecida de maneira cada vez mais estável e cada vez mais perene.

E aí, há tudo o que é necessário em você, e não no conhecimento de um chacra, ou mesmo um reencontro com os Elfos, mesmo se, a cada vez, isso vá reforçar essa confiança.

Mas a confiança não nasceu de suas dúvidas, ela nasceu das confrontações.

É a evidência da Luz que o convence, a evidência, é claro, que tudo o que nós havíamos anunciado e, sobretudo, nos anos 2005-2006, realiza-se sob os seus olhos e em você, é claro.

Eu não digo o que acontece, mas eu atraio sua atenção que, nos momentos de silêncio, você vai, talvez, sentir algumas Portas, algumas Estrelas, alguns Triângulos, e sobretudo, aquilo de que eu falei, os famosos golpes de agulhas, assim.

É a Luz adamantina, não unicamente, que se deposita em um lugar, mas que se acumula em lugares, de maneira brutal, e que dá como esses golpes de agulhas, por vezes, isso pode ser uma câimbra, por vezes pode ser um espasmo no ventre, por vezes, pode ser uma dor de cabeça.

Mas isso é muito fugaz, isso vem, isso vai.

Isso é absolutamente lógico, também.

E aí, nesse momento, é o que acontece com o Coro dos Anjos, que toca sua alma, se ela está aí (ou se ela não está aí) ou, em todo caso, que toca, diretamente, a Porta AL.
Questão: a contagem regressiva começou, em relação aos diferentes eventos previstos?




Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

http://semeadorestrelas.blogspot.com

Tradução e DivulgaçãoCélia G.
Leituras Para os Filhos da Luz


Fonte:
Blog: Les Transformations
https://lestransformations.wordpress.com/2015/06/28/dans-le-feu-de-lamour-juin-2015-o-m-aivanhov-echanges-en-presence-de-nos-presences/

Imprimir ou Salvar em PDF

3 Mais Lidas do Blog

DOAÇÃO/MANUTENÇÃO


– DOAR – Abro este canal para doações espontâneas para este blog, sem qualquer compromisso, qualquer valor auxilia a manutenção deste espaço.
Opção de deposito: Caixa E.Federal - Ag:0505 -
Conta:013-00007103-7 L.A.P.M.B.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...