29/05/2016

O.M. AÏVANHOV – A RESSUREIÇÃO - Parte 1 A -

"O importante, durante este período, é certa
 forma de neutralidade, certa forma de
 aquiescência para ser, se posso dizer, 
o mais neutro possível, para ver o
 que vai desenrolar-se, tanto no 
exterior como no interior". 

O.M. AÏVANHOV

Maio de 2016
11 de mai de 2016

NB: essa canalização é extraída de um conjunto de canalizações que acompanharão nossa ressurreição nesse mês de maio.(Nota: S. de Estrelas - Recomendo a leitura dessa mensagem que muita orientação nos traz sobre nós mesmos, nosso emocional e nossas relações, assim como nos prepara para o que vem e como enfrentar mudanças que ai estão)

Bem, caros amigos, estou muito contente por reencontrá-los e poder dizer-lhes algumas coisas, antes de trocar com vocês.

Primeiramente, eu lhes apresento todas as minhas bênçãos e todo o meu amor, na companhia do Espírito do Sol e do Coração do Coração, é claro.

… Silêncio…


Há pouco tempo, vocês receberam certo número de elementos e de informações concernentes ao masculino sagrado, e eu havia falado, também, naquela ocasião, do belo mês de maio; e ele se encontra hoje, é o primeiro dia do mês de maio.

Então, o que eu vou dizer é diretamente ligado a tudo o que vocês têm a viver, durante este belo período, no qual muitos elementos são instalados, se querem.

É como se os elementos da peça de teatro, do quebra-cabeça fossem instalados para jogar o ato de encerramento, se posso dizer, e a cerimônia definitiva de reencontro com a Luz.

Tudo o que era possível preparar, para cada um de vocês, pela consciência de si mesmos, pela Inteligência da Luz está, de algum modo, agora, concluído.

Isso quer dizer que tudo o que vai desenrolar-se – com uma intensidade, talvez, mais nítida, durante este período – vai mostrar-lhes muitas coisas em relação a si mesmos, em relação ao seu coração, em relação, é claro, ao seu posicionamento, de onde vocês estão em consciência, e em relação à sua eternidade.

É durante este período específico que vocês verão muitas coisas na tela de sua consciência, como na tela do mundo e, é claro, eu gostaria de lembrá-los de certo número de coisas em relação a tudo o que vai apresentar-se, tanto a vocês, em vocês, como por toda a parte em suas relações e por toda a parte no mundo.

Então, lembrem-se, já, de que a coisa a mais importante, durante este período, é, se possível, recorrer, sempre, ao que vocês são, em verdade, ou seja, ao Coração do Coração, antes de lançarem-se em interpretações, em reações ou em choros ou gritos de alegria.



O importante, durante este período, é certa forma de neutralidade, certa forma de aquiescência para ser, se posso dizer, o mais neutro possível, para ver o que vai desenrolar-se, tanto no exterior como no interior.



Porque, como vocês sabem, não há quase mais diferença ou distância entre o que se desenrola fora e o que se desenrola dentro.


Tudo o que vocês veem no exterior de si corresponde, de algum modo, ao que se desenrola, também, em vocês.

Tudo o que é iluminado, atualmente, tudo o que se revela faz parte, vocês sabem, da revelação final do apocalipse.

Tudo isso se apresenta, ao mesmo tempo, no que lhes é dado a ver ao seu redor ou no outro extremo do planeta, mas, também, no interior de si mesmos.

Então, isso pode apresentar-se sob diferentes formas.

Pode haver mecanismos de eliminação, se posso dizer, ao nível do corpo, com dores pontuais em lugares ou em outros.

Há, sobretudo, variações da própria noção de sua identidade efêmera.

Eu não falo, unicamente, de suas capacidades de desaparecimento ou de contentamento, mas, também, de tudo o que vai concorrer, se querem, de uma maneira ou de outra, para torná-los um pouco senis, se posso dizer, ou seja, a duvidar, mesmo, de quem vocês são nesse mundo e não mais saber fazer as coisas rotineiras que vocês tinham o hábito de fazer.

É como se, pouco a pouco, a ação da Luz apagasse, de algum modo, os marcadores costumeiros e habituais que vocês tinham em seu funcionamento comum.

Eu não falo, é claro, de todas as capacidades vibratórias, das vibrações do coração, das vibrações da Onda de Vida ou dos contatos que vocês estabelecem entre si, com os povos da natureza ou conosco, mas há uma acuidade nova, uma iluminação que será cada vez mais precisa (e isso foi dito, eu creio, já ontem, por algumas Estrelas), mas vocês terão, sobretudo,..., vocês serão colocados, em cada circunstância de sua vida, em um desafio.

Isso não é uma punição, é claro, nem uma retribuição e, ainda menos, um erro.

Será um aperfeiçoamento, não de seu posicionamento, mas da consciência que se ilumina por si mesma, onde ela está, onde vocês estão situados, de onde decorrerá, diretamente, a última fase, após o aparecimento dos sinais celestes.

De momento, vocês estão, todos, imersos, onde quer que estejam nessa Terra, diante de modificações elementares bastante importantes, não é? 

É claro que não são as mesmas, conforme os lugares, conforme os continentes e, também, mesmo, conforme sua cidade ou sua região, aí onde vocês estão.

Tudo isso corresponde a primícias, se posso dizer, a sobressaltos da fusão entre a Eternidade e o efêmero, que se atualiza e manifesta-se, mesmo em sua consciência comum.

É claro, há inumeráveis sinais, inumeráveis possibilidades, e nós falamos disso, longamente, durante todo este período que se escoou.

Mas o posicionamento de sua consciência para adquirir ou manifestar essa lucidez e essa clareza, essa precisão e essa visão da Luz em ação necessita, de sua parte, uma forma de neutralidade, que não é, certamente, o fato de desviar-se, de não querer ver o que se desenrola, mas de ser um observador, se posso dizer, ou uma testemunha extremamente afiada, extremamente aguçada de tudo o que se desenrola.

Não tanto por curiosidade, mas, bem mais, porque é nessa atitude que a graça da Luz e os últimos sobressaltos do que não é a Luz vão harmonizar-se, pacificar-se em vocês.

E, se isso se pacifica em vocês, há todas as chances de que o que vocês têm a viver, segundo seu ambiente, segundo sua alma – se ela está presente –, segundo o que vocês são, em verdade, será mais ou menos perturbador.

E o importante é não ser perturbado.

Isso não quer dizer ser «eu não me importo», «eu nada quero ver», «eu nada sei», mas estar cada vez mais alinhado no Coração do Coração, alinhado com o Espírito de verdade, com o Paráclito e o Espírito do Sol e o Coro dos Anjos.

Porque é nessa situação e nesse estado que você será o mais apto, se posso dizer, a deixar-se atravessar pelo que se desenrola na tela do mundo ou na tela da consciência.

Eu diria, são as últimas emissões nas telas, antes que as telas parem e antes que não haja mais possibilidade de localizar tela, tanto interior como exterior.

Ou seja, a estase e o Apelo de Maria.

Então, é claro, como nós dissemos no ano passado, há certo número de eventos que devem emergir, com uma cronologia na qual os eventos não estão, sistematicamente, sempre na mesma ordem.

Mas todos esses eventos, sem exceção, devem realizar-se.

Não me faça dizer o que eu não disse.

Isso não quer dizer, obrigatoriamente, que haverá o Apelo de Maria este mês, eu jamais disse isso, mas o que eu disse é que as coisas, tanto os fantoches como aqueles de nossos irmãos e irmãs encarnados que fizeram tournicoti-tournicota à exaustão vão encontrar-se a perceber e a ver a realidade que sustenta esse gênero de manifestação.

Não se trata, eu repito, de retribuição nem de recompensa, nem de carma, mas, simplesmente, dos jogos da consciência que vão iluminar-se, de maneira mais precisa e cada vez mais evidente, para cada um de vocês, qualquer que seja o estado de sua consciência.

Quer você seja materialista, quer esteja no Si, quer vocês sejam os servidores dos fantoches, isso não tem qualquer importância, é o momento no qual tudo se ilumina – e tudo vai iluminar-se.

Mas essa iluminação e essa tomada de consciência, se posso dizer, necessitam, de sua parte, de certa forma de neutralidade.

Essa neutralidade é, sobretudo, não fazer o jogo das forças opostas à Luz, ou seja, entrar em reação e querer restabelecer, entre aspas, a sua verdade, ou, mesmo, a verdade da Luz.

Se nós temos insistido tanto sobre a Inteligência da Luz e sobre a atribuição vibral, e tudo o que nós temos dito há algum tempo, era, justamente, para prepará-los às eventualidades desse belo mês de maio.

Então, é claro, é durante esses períodos de acuidade que podem produzir-se os eventos temidos ou esperados, ou nos quais vocês não acreditam mais.

Isso não tem qualquer importância, mas são as condições as mais ideais e as mais precisas durante esse mês, mas há outros períodos também.

Se não é esse mês, há outros belos meses em perspectiva.

Mas, é claro, como vocês veem, sem ser adivinho e sem estar conectado, mesmo, vocês veem bem tudo o que se desenrola, atualmente, tanto em sua vida, em seu próprio corpo como em seu ambiente.

Vocês veem bem a espécie de sede, se posso dizer, que as pessoas vão chamar diferentemente.

Há os que vão ter sede de Luz, sede de Absoluto, outros, sede de mudança, em diferentes níveis, e é tudo isso que se desenrola, eu os lembro, pela Inteligência da Luz.

Então, é claro, alguns serão absorvidos, aspirados pelas necessidades de criar do novo.

Outros vão entrar em reação.

Outros vão entrar em uma espécie de sideração, não uma paralisia, mas uma espécie de estupor, mesmo se não seja um choque, em relação a tudo o que se revela, e, mesmo, ao nível íntimo, em suas relações as mais próximas.

Tudo o que não era colocado de modo claro, se posso dizer, sobre a mesa, vai aparecer sobre a mesa.

E é aí que seu posicionamento é extremamente importante, porque, se antes de reagir, se antes de entrar na raiva ou de exultar alegria, antes de deixar aparecerem essas emoções, se você entra um pouco em introspecção, no Coração do Coração, como você faz cada vez mais frequentemente, então, naquele momento, você será capaz de ver além das aparências e além dos próprios fatos, ou seja, ver, realmente, a ação da Luz em tudo o que pode desenrolar-se, e não ver combates ou tribulações, ou combates entre uns e os outros.

O importante – e nós temos necessidade, também, de vocês, para isso – é manter, primeiro, certa forma de paz, certa forma de equilíbrio e de continuar suas ocupações.

Se você trabalha a terra, trabalhe ainda mais a terra; se você está em uma profissão específica, faça-a, continue; se você tem paixões, faça-as também.

Não se deixem desestabilizar, qualquer que seja a importância dos eventos visíveis em seu corpo, em suas relações ou na superfície do mundo.

Vocês tiveram pequenos vislumbres, progressivamente, desde o início deste ano.

Quer seja ao nível da Terra, quer seja ao nível dos elementos, e quer seja, simplesmente, ao nível da excitação mental de nossos irmãos e irmãs que não estão, ainda, despertos, ou não, absolutamente, a par de tudo o que se desenrola ou, então, na negação do que se desenrola.

Vocês, seu posicionamento, aqui e alhures, se vocês têm a oportunidade de ler-me ou de ouvir-me, é, sobretudo, permanecer cada vez mais no coração.

Isso não quer dizer permanecer sentado em meditação o dia todo e nada fazer, isso quer dizer fazer o que vocês têm a fazer, o que a vida pede a vocês, o que seus próximos pedem-lhes, o que sua profissão demanda, com graça, com elegância e com leveza.

E o único modo de fazê-lo é estar no Coração do Coração.

Aliás, você observou que, agora, havia – nos anos anteriores – capacidades e apelos da Luz que o faziam desaparecer, literalmente.

Hoje, você desaparece, talvez, muito mais de modo menos intenso, e você consegue permanecer em uma espécie, eu diria, mesmo estando com os pés na terra, bem presente, mas em um estado diferente, sem que você possa, necessariamente, ali colocar palavras.

Então, é claro, isso pode ocasionar pequenas perturbações do que é nomeada, eu creio, a regulagem central, ou seja, as regulagens do apetite, a regulagem do calor do corpo, a regulagem das dores que podem aparecer ao nível das Portas, ao nível das Estrelas e, também, talvez, alguns de vocês observaram, a impressão de estar, não em uma vertigem, mas estar como que em uma forma um pouco de embriaguez, sem qualquer álcool, é claro, e apenas a impressão de não mais estar na mesma estabilidade, e de oscilar, seja ao seu redor...

Isso não é uma verdadeira vertigem, mas são, se querem, primícias, se posso dizer, da estase.

Vocês sabem que, no momento da estase, com o Apelo de Maria também, mas é todo um período, não são três dias ou uma semana, é toda uma atmosfera específica que se estende durante várias semanas.

Durante essas semanas, como já é o caso desde o mês de abril, há essa noção de não mais saber quem vocês são, de não mais lembrar-se de algumas coisas.

Não é, como eu disse, a senilidade que os toma, porque isso acontece não importa em qual idade, mas é uma mudança de orientação, se posso dizer, de sua consciência comum.

O impulso da Luz, as partículas adamantinas, as diferentes coisas que vocês tem feito, uns e os outros, permitiram preparar essa última reversão da consciência para o Coração do Coração, mesmo se vocês não vivam a Última Presença ou o Absoluto, se vocês não o revelaram ainda, há premissas.

E tudo o que eu acabo de dizer, ou seja..., por vezes, podem ser alterações de humor, assim, que vocês tinham no tempo ou que não são como vocês, absolutamente, mesmo que jamais tenham existido no passado, e se vocês se deixam atravessar por isso sem deixar-se levar ao nível de quem vocês são, vocês verão que isso vai dar-lhes explicações – não mentais, não emocionais, mas pela própria Inteligência da Luz –, vai dar-lhes a posicionar-se de maneira cada vez mais estável no interior de seu coração.

Mesmo se haja sensações, por vezes, desagradáveis, ou variações térmicas importantes, podem ser, também, mecanismos visuais – muitos de vocês veem cada vez melhor os povos elementares ou, ainda, as entidades que os abordam, frequentemente, à tarde ou à noite, vocês veem o início da manifestação deles.

Tudo isso está se instalando, porque vocês se tornam, não cada vez mais atentos, mas sua consciência, como eu já disse, está cada vez mais ampla.

Eu falo, aqui, da própria consciência comum, eu não falo da supraconsciência ou eu não falo do Espírito de Verdade, eu falo, simplesmente, do funcionamento humano habitual.

E isso é válido tanto para os irmãos e irmãs despertos ou acordados como para aqueles que estão, ainda, adormecidos, mas, obviamente, a tradução e o efeito disso não são, verdadeiramente, o mesmo.

É claro, se você está inquieto por sua saúde, você vai procurar uma causa ao nível das doenças; se você está com sede de renovação material, você vai fazer a revolução, não é?

Se você está com sede de reconhecimento ao nível espiritual, você vai ter processos que vão desenrolar-se em vocês, que vão atribuir-lhe papéis, funções magníficas ou, ao contrário, terrores insuportáveis.

Retenham que, o que quer que se desenrole, qualquer que seja seu estado de consciência estabilizado, qualquer que seja sua atribuição vibral, o mais importante é permanecer na escuta e no acolhimento.

É o único modo, e isso lhes aparecerá, mesmo se não esteja claro hoje, de modo cada vez mais nítido, como a única evidência possível.

Antes que, é claro, você não tenha mais qualquer possibilidade de ação no momento da estase e nas primícias da estase, sobre si mesmos e sobre o ambiente e sobre o mundo.

Portanto há, agora, nessa sobreposição e nessa fusão entre os planos dimensionais livres e seu plano dimensional, a capacidade para ver as interpenetrações e para vivê-las.

Isso necessita de vocês, qualquer evento que se produza, considerem – e vejam-no assim, até que vocês o vivam – que é a Inteligência da Luz e que vocês não estão aí por acaso, que o mundo não está aí por acaso e que o outro irmão e irmã, estritamente, aí não estão por acaso.

Isso não é exonerar-se de toda responsabilidade, é, ao contrário, dar um grande passo para a Unidade.

E um grande passo, como dizia, eu creio, Maria ou Teresa, que lhes permite nada fazer ao outro.

Porque, como dizia Cristo: «O que você faz ao outro, é a mim que você o faz.».

Quaisquer que sejam as circunstâncias, mesmo se seja um mau rapaz, mesmo se seja o inspetor de impostos, mesmo se seja a madrasta irritante, é, sempre, algo que está aí para fazê-los viver a experiência.

Não há erro, não há culpa, há apenas o jogo da própria consciência.

E é através desse jogo que podem, mesmo, por vezes, contrariá-los ou desestabilizá-los, que vocês têm mais chance de encontrar a estabilidade.

E eu creio, aliás, que, nos dados psicológicos, isso se chama a resiliência, mas, também, a congruência, de algum modo.

É a capacidade de transcendência dos elementos dolorososmas, nesse caso, também, felizes – que podem produzir-se, que lhes permitem superar.

Mas, aí, vocês superam não pela vontade ou pela potência de seu ego ou de sua alma, ou do Espírito, mas, justamente, por essa capacidade de acolhimento, essa capacidade de aceitação do que a Luz leva a efeito na tela de sua consciência, e na tela de sua vida.

Se você pensa nisso em primeiro lugar, você evitará muitas coisas desagradáveis.

Por exemplo, se você tem..., eu vou tomar exemplos muito bestas.

Imagine que você viva essas famosas vertigens ou pseudo-vertigens, ou faltas de estabilidade, ao invés de querer procurar, de meio dia a quatorze horas, ao invés de querer curar-se, simplesmente, ponha-se no Coração do Coração.

Mesmo se você não sinta as vibrações, pense em seu coração, em primeiro lugar, e no Amor.

Mas atenção se você pensa no Amor, se você não está desperto, você não sabe se o fato de pensar no Amor será seguido de uma vibração de Luz-Amor; portanto, o mais simples, é portar a consciência no coração, antes de entrar na reação, no julgamento, na raiva ou na alegria.

Porque, é claro, em todos esses eventos, em especial para todos os irmãos e as irmãs encarnados que viveram o Despertar e o acordar, esse será, também, um modo de exultar.

Mas lembre-se de que as forças opostas à Luz nutrem-se de todas as emoções, elas não se nutrem, unicamente, do sofrimento, mas, também, da alegria, da alegria, simplesmente, humana, do prazer humano.

Portanto, é nesses momentos, mesmo se você veja coisas extraordinárias, que você DEVE FICAR CALMO, ou seja, interiorizado, ao mesmo tempo estando consciente, sem desaparecer, se possível, até o momento do Apelo de Maria, e permanecer nessa acuidade da consciência.

Não para agir ou encontrar uma solução, mas, bem ao contrário, para acolher tudo o que se apresenta a você, seja Cristo, seja um pequeno diabo, seja o chefe dos Arcontes, porque tudo isso representa apenas jogos e peões em um jogo.

É isso que você verá.

E se você não o viveu ou se você, simplesmente, acreditou nisso sem vivê-lo, é o que lhe será dado a viver.

Se você vive isso, se você está no acolhimento incondicional, no abandono e o que corresponde, também, não ao Abandono à Luz, mas ao que foi evocado, recentemente, na noção de sacrifício e de crucificação, é o único modo de encontrar a paz.

Você não encontrará paz alguma, como quiseram fazer os fantoches, em suas bases subterrâneas, vocês não encontrarão paz alguma acusando quem quer que seja de qualquer infelicidade que seja.

Nós os temos prevenido, durante muito numerosos anos, de tudo o que ia produzir-se.

Há coisas que eu disse, eu o disse no último mês, e eu o redigo.

Quando eu disse algumas coisas, há mais de dez anos, os irmãos e as irmãs tiveram de tomar-me um pouco por louco, e você vê bem que tudo, sem qualquer exceção, do que havia sido dito está se realizando sob os seus olhos.

Então, é claro, como você sabe, ninguém conhece a data nem a hora, mas há, de qualquer forma, primícias, e essas primícias você as vive em si, e em seu exterior.

Vocês não estão mais nos tempos dos tournicoti-tournicota, aliás, a Luz não permitirá mais isso.

Há, simplesmente, a ver o que se desenrola na tela de sua vida e de sua consciência e, através dessa lucidez, acolher, abençoar, perdoar a si mesmo como ao outro, como ao mundo, como aos Arcontes, como a todo mundo, para permanecer em sua eternidade, ou seja, no Coração do Coração.

E isso não os impedirá de fazer o que vocês têm a fazer, é claro, mas sua consciência deve manter isso presente no espírito.

É o único modo de manter a paz, de manter os inícios de contentamento, mesmo permanecendo com os pés na terra, permanecendo plenamente presente, mesmo se vocês estejam na fronteira de seu próprio desaparecimento.

Isso é extremamente importante.

Então, é claro, eu não vou voltar às cronologias que foram dadas no ano passado e no início do ano, tanto por Anael como por mim mesmo.

Simplesmente, hoje, como, aliás, foi dito, será preciso apreender que o que você vive é o sozinho, o Face a Face, para compreender que, mesmo o outro é apenas você.

Para isso, é preciso sair da dialética, mesmo do que foi amplificado esses últimos anos pelo Arcanjo Anael, ou seja, a capacidade de estabelecer relações de coração a coração, todos os processos da consciência, comunicações com os povos da natureza, que lhes foram abertos pela ação da Luz.

Hoje, é mais do que isso, uma vez que isso tenha sido dito, em breve, nós desapareceremos aos seus olhos e à sua consciência, do mesmo modo que você mesmo desaparecerá para si mesmo.

Então, é claro, nesse momento não é o caso, porque você vê cada vez mais Presenças, cada vez mais entidades, de Luz, você vê cada vez mais coisas não habituais – com os seus olhos abertos, eu não falo de estados interiores, aí.

Portanto, há uma aclimatação, uma experiência que se produz e que os leva – e que os levará, sempre, cada vez mais – a encontrar a solução em si mesmos.

Não por uma demanda exterior, mesmo se, efetivamente, alguns de vocês estejam muito próximos das Estrelas, estejam muito próximos dos Anciões, dos Arcanjos, mas, como nós dissemos e repetimos no ano passado, nós já estamos, todos, no interior de vocês.

O mundo é vocês, não é?

Portanto, enquanto há uma distância, a mínima distância entre você e o mundo, entre você e o outro, você não pode viver a paz.

Mesmo se, é claro, seja muito mais agradável desembaraçar-se daqueles que poderiam quebrar-lhe a cabeça e irritá-lo, sendo polido.

Aí, há uma transcendência importante.

É não, necessariamente, restabelecer relações, mas perdoar e aquiescer a tudo o que se desenrola, porque tudo o que se desenrola vai, doravante, ao sentido da Liberação e da Luz; não pode ser de outro modo.

Mesmo as coisas que lhes aparecem como opostas à Luz não podem sê-lo, uma vez que a Luz está tão presente agora – as partículas adamantinas estão por toda a parte – que mesmo aqueles que acreditariam, ainda, servir aos fantoches, não podem mais fazê-lo, porque isso se reverte, instantaneamente, contra eles.

E você, você não tem que se intrometer ali.

Demonstre-se, a si mesmo, a Inteligência da Luz, é assim que você viverá o sozinho e o Face a Face, no qual nada mais existe que não o contentamento absoluto, ao mesmo tempo não fugindo de qualquer realidade, estando perfeitamente presente nessa carne, qualquer que seja a carne que você tenha.

Quer você tenha vinte anos ou que você seja usado por toda a parte.

Mesmo se a dor esteja aí, mesmo se o sofrimento esteja aí, você vai constatar que a Luz é um bálsamo.

Nós falamos, nos meses anteriores, das capacidades de autocura, nas quais havia, ainda, uma intenção; agora, não é mesmo mais isso.

Se você está na Luz, o que quer que se manifeste, isso fará apenas passar.

E mesmo a dor, o sofrimento, quer seja físico, psicológico, não terá mais tomada sobre você.

Não porque você se tornou alguém arrogante, que está planejando ou acreditando em quimeras, mas porque isso quer dizer, simplesmente, que você terá aceitado sua humanidade e a humildade.

Tenha a humildade de não compreender, tenha a humildade de nada controlar e de nada poder controlar.

Porque eu o lembro de que, nos mundos unificados, tudo se faz naturalmente, não há necessidade de esforço.

Eu diria que o único esforço que você tem a fornecer, hoje, é vigiar para permanecer no coração, girar sua língua na boca antes de falar e sempre ter uma capacidade de escuta e de acolhimento, o que quer que se desenrole na tela de sua vida.

Isso não quer dizer que, se alguém vem dar-lhe um tapa, não seja preciso dar um tapa nele, eu não disse isso, tampouco.

Não há razão alguma para que isso se produza, aliás, se você permanece no Coração do Coração.

É, também, uma forma de humildade, é uma forma, também, de sacrifício.

É o sacrifício dos desejos, é o sacrifício tal como o viveram numerosos místicos e numerosos santos antes de vocês, e isso em todas as tradições, em todas as religiões e em todos os cantos do mundo.

Então, é claro, vocês veem os Cavaleiros em ação por toda a parte, em vocês e em seu exterior.

Hoje, não é mais questão, necessariamente, de pedir isso ou aquilo, é questão de deixar, ainda mais, crescer a Evidência da Luz para estar cada vez mais na clareza e na precisão, mesmo se vocês tenham vertigens, mesmo se tenham dores ou se algo lhe quebre a cara em sua vida.

É para ensiná-los a ser resilientes, ensiná-los a ser coerentes – coerente na Luz, não coerente em sua inteligência humana.

A coerência, a Graça, não a ação de Graça, mas, como nós explicamos, o estado de Graça é uma bênção permanente.

E, aliás, vocês já constatam, há alguns meses, que se soltam em relação a algo que lhes toma a cabeça, por exemplo, ou lhes toma o corpo com uma dor, se aceitam pôr a Luz à frente – o Amor à frente, como eu disse no ano passado – vocês verão que não há esforço a fornecer e que, mesmo se haja uma dor que os leve, de algum modo, vocês não estarão mais em luta e em resistência.

É assim que vocês vão tornar-se sólidos como rochas.

É assim que vocês vão descobrir-se incorruptíveis e invencíveis.

Não ao nível do ego ou da pessoa, mas, é claro, em sua Existência, em sua eternidade.

Então, vocês têm, todos, coisas diferentes a viver, neste período, mas lembrem-se de que a finalidade é a mesma, para todo mundo.

No momento do Apelo de Maria é o fim da peça de teatro, vocês não poderão manter qualquer teatro.

Portanto, aquiesçam ao teatro, se ele existe, ainda, em sua vida, mas deixem a espontaneidade, tudo o que foi desenvolvido, como as virtudes do masculino sagrado, são marcadores importantes; são informações que os ajudam a posicionar-se.

A partir do instante em que a Infinita Presença, a Coroa radiante do coração ou, mesmo, da cabeça, ou a Onda de Vida ou o Canal Mariano manifestam-se, então, naquele momento, o apelo da Luz é de permanecer na Luz e em sua humanidade.

Não é mais questão, agora, de ir viajar no Sol ou nas dimensões, ou ir procurar conhecimentos esotéricos, quaisquer que sejam.

É, eu diria, o tempo pleno da Luz.


Vocês não podem mais estar pela metade.









Post. e Formatação.
Semeador de Estrelas

http://semeadorestrelas.blogspot.com

Tradução e Divulgação.
Céia G.
Leituras Para os Filhos da Luz





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