03/06/2016

O.M. AÏVANHOV II - 4ª Parte -

Ensinamentos, Abril 2015

"Se você tem medo de sofrer, se você tem medo 
de perder isso ou aquilo, isso quer dizer, 
efetivamente, que você não é Livre".

O.M. AÏVANHOV
4ª Parte
(continuação 3ª)                                       1ª Parte

8 maio 2015
(Reply)

(Compartilho esta mensagem de Aivanhov que nos mostra a verdade, como todas suas intervenção, verdade que dependendo de nossa consciência e o quanto estamos liberto da ilusão, elas se tornam evidentes e de grande orientação para nossa conduta emocional e nosso desapego do que não é eterno, não que tenhamos que largar tudo, mas estar conscientes e não alienados no emocional e nas crenças que nos aprisionam. S.Estr.)

Questão: nas árvores, por vezes, um esquilo dança. Ele compreendeu algo antes de nós?

Bah! Sim!

Olhe os animais que desaparecem.

Você vê o lado catastrófico: eles estão mortos.

Mas eles estão mortos, isso quer dizer o quê?

Que eles desapareceram de seu campo de consciência.

E então?

A vida nesse mundo é mortal, não?

Apenas nas dimensões unificadas, nas quais não há mortalidade, no sentido que você a entende:
Mesmo se o corpo ou uma forma desapareça, você não é tributário dessa forma.

É o que nós temos explicado, ao longo desses anos, com o corpo de Existência ou com o Absoluto.

Agora, isso prova o quê?

Que, se você manifesta medos ou resistências, ou a impressão de que lhe representaram e que lhe servem a mesma salada nos eventos que lhe sobrevêm, mas é que você não está Liberado.

Você está apegado à sua pessoa, quaisquer que sejam os estados vibrais que você viva.

Para que a Liberação seja efetiva, é preciso ter feito o sacrifício total, e, aí, eu não falo de crucificar-se ou dar-se uma punhalada na carótida, é o luto do efêmero que é preciso fazer, mesmo estando plenamente presente nesse efêmero e, além disso, muito alegre.

Caso contrário, isso quer dizer que há, ainda, uma pessoa que está aí e que se interpõe e que você se esqueceu de colocar Cristo à frente, o que quer que lhe aconteça.

Questão: por vezes, não é a morte que é fonte de angústia, mas o sofrimento que a ela é ligado.

De onde vem o medo do sofrimento?

É claro, você quer que todos desapareçam, mas sem sofrer.

Mas o sofrimento, ele também, faz apenas passar.

Qual peso você anexa ao sofrimento, o medo do sofrimento ou, mesmo, o sofrimento vivido?

Você sabe muito bem que há seres, sem mesmo falar de Liberação, que são capazes – os yogis, por exemplo – de transcender alguns sofrimentos.

Porque, quando você diz que não tem medo de desaparecer, eu o lembro de que o medo da morte é a única coisa que o mantém na vida.

Quando você tiver apreendido isso, a perspectiva mudará, profundamente.

O sofrimento é o inverso do Amor, mas o sofrimento faz crescer o Amor.

Não é por isso que seja preciso buscá-lo, mas, se ele está aí, seja porque você vai morrer ou porque há um sofrimento afetivo, por exemplo, atravesse isso.


O que se exprime, quando você sofre?

Será que o Espírito sofre?

Será que aquele que é Liberado vai sofrer, mesmo, de um câncer que o atinge?

Não, haverá sofrimento, mas ele não será afetado.

Então, a afetação ou a perturbação ligada ao sofrimento é apenas ligada, intrinsecamente, à presença de uma pessoa.

Porque há, e, sobretudo, no Ocidenteem algumas correntes, digamos – santos, místicos que atravessaram grandes sofrimentos e, através desses sofrimentos, eles encontraram a resiliência, a capacidade para exaltar o que era eterno neles.

Mas, se há sofrimento eu não falo do medo do sofrimento – o sofrimento é, sempre, ligado ao sentimento de perda da integridade física, da morte de um próximo.

Isso quer dizer o quê?

Que você está apegado.

Eu não lhe peço para ficar indiferente nem o que quer que seja.

É-lhe pedido para ver, simplesmente, onde você está.

O que é que sofre, se não é a pessoa?

Como pôr fim ao sofrimento?

É quando não há mais pessoa.

Mas isso não é uma visão do Espírito, é a estrita realidade.

Olhe algumas Estrelas.

Para algumas delas, elas viveram vários cânceres.

Olhe a vida de Teresa, olhe a vida da Irmã Yvonne Amada de Malestroit, olhe a vida de alguns Melquisedeques.

E, se você toma, por exemplo, Um Amigo, ele tinha problemas de saúde no aparelho locomotor.

Ele sofria terrivelmente com isso, mas o que sofria era a pessoa, não era ele.

Se é você, como Eternidade, que está aí, nessa pessoa, a pessoa pode sofrer tudo o que ela quiser, você não é afetado por isso.

Isso, também, mostra-lhe o posicionamento de sua consciência.

E, aí, você fala de medo por antecipação, portanto, é um falso medo que é, unicamente, ligado a alguns condicionamentos.

E eu esclareci que esse era o caso no Ocidente.

Você vai ver os Japoneses, em momento algum eles exprimirão o medo da morte.

Isso é ligado às resistências que estão presentes na Europa, no Ocidente, na América do Norte.

Mas, também, no Oriente, como no Meio-Oriente, como no Extremo-Oriente, como na Ásia, como na Indonésia, como na América Latina, a maior parte dos países, mas não há, absolutamente, as mesmas coisas.

Então, você vê, efetivamente, que é um condicionamento ligado à sociedade na qual você evolui, nada mais, nada menos.

É a consequência direta do materialismo, uma vez que a religião do materialismo é, simplesmente, o humanismo.

O homem está colocado ao centro em sua humanidade encarnada, portanto, em seu aspecto puramente material.

Portanto, o sofrimento é inerente ao efêmero.

Porque o efêmero não reconhece a Eternidade, você acredita que a borboleta vai morrer diante da lagarta que está dessecada?

Absolutamente não.

Então, por que você quer chorar pelo efêmero?

Questão: eu não creio que se possa falar de chorar pelo efêmero.

Mas o sofrimento é um choro.

O sofrimento são choros que acontecem ao nível da alma.

Questão: se eu sou liberado, efetivamente, não teria medo de partir nem de sofrer, mas, de momento, eu não sou liberado.

Perfeitamente.

Mas não se esqueça de que, antes disso, há os três dias de Maria, os três dias de Trevas, e que esse sofrimento não existirá mais, porque ou você partiu, ou você permanece na Eternidade, mesmo mantendo seu saco de carne, como dizia Bidi.

Mas, aí, não há mais sofrimento, quando o corpo de Eternidade está, inteiramente, revelado, eu nem falo, mesmo, de Liberação, mas esse Face a Face vive-se nesse momento.

Eu não disse que o planeta grelha final provocaria sofrimentos, bem ao contrário, o período de sofrimentos situa-se durante o Apelo de Maria e durante o período concomitante a esses famosos cento e trinta e dois dias, para aqueles que não tenham resolvido seus antagonismos, suas contradições, que, efetivamente, não liberaram os apegos a esse mundo e a esse corpo e a essa vida.

Eles preferiram a vida do efêmero à Vida eterna.

Mas eu garanto que o sofrimento não tem peso algum para aquele que sofre e que é liberado.

Mas eu não falo da Liberação que lhe é adquirida ao final, eu falo, mesmo, de hoje, será que você está liberado dos condicionamentos?

Eu não falo dos Liberados Vivos.

Mas será que você é, ainda, submetido ao seu mental, às suas emoções, ao seu corpo, aos seus desejos, aos seus gostos ou não?

Todas as circunstâncias de sua vida atual, a partir da atribuição vibral até o Apelo de Maria, elas estão aí, diante de você, para todo o mundo.

Lembre-se: «Felizes os simples de espírito».

Isso quer dizer, também, que se você permanece na Simplicidade, se você permanece alinhado, o mais frequentemente, se você deixa vir a você o que se produz, permanecendo no coração e colocando Cristo à frente, nada pode acontecer-lhe de desagradável, mesmo se lhe cortem um braço ou a cabeça.

Isso não tem qualquer espécie de importância.

Isso não é uma negação da vida, é passar do efêmero ao Eterno, nós repetimos isso sem parar.

As circunstâncias da Terra, suas circunstâncias pessoais, ambas, são apenas a ilustração de seu estado.

Então, agora, as coisas, para você, deveriam ser mais fáceis, porque você tem vivido vibrações, a ativação disso, daquilo, os circuitos novos do Canal Mariano, talvez, da Onda de Vida, talvez, unicamente, a Coroa, talvez, unicamente, um Triângulo ou, talvez, o grande todo do que havia a viver.

Bem, agora, é preciso passar ao ato, não você, é preciso deixar desenrolar-se o plano de Vida, e o plano de Vida e de Amor nada tem a ver com todas as leis da encarnação e da reencarnação.

Lembre-se: o que é sabedoria aos olhos do homem é apenas loucura aos olhos da Fonte, e reciprocamente.

Se você tem medo de sofrer, se você tem medo de perder isso ou aquilo, isso quer dizer, efetivamente, que você não é Livre.

Você não é livre para viver a Eternidade.

Você não quer admitir, e eu não falo, mesmo, de vibrações, aí, eu não falo da Liberação do Liberado Vivo, eu falo de mecanismos psicológicos que se situam na interface entre o corpo, a personalidade, a alma e o Espírito.

Eu responderei, portanto, que, para não sofrer ou para não ter medo de sofrer, que são apenas projeções mentais em relação a uma circunstância específica de final de ciclo, do final do Kali Yuga, assim foi dito, e então?

Onde está sua esperança, onde está sua fé, onde está sua verdade?

Questão: que vão tornar-se as crianças que estão no seio de sua mãe, atualmente.

Oh, como eu disse, há numerosos anos, não se ocupem das crianças, porque, entre zero e quatorze anos, em geral, todos aqueles que tiverem, durante este período que nós vivemos e que vocês vivem de Ascensão, todas essas crianças serão liberadas, instantaneamente.

Questão: mas inferior a zero?

Inferior a zero, isso quer dizer o quê?

Questão: que ainda não nasceram.

Ah, que estão no ventre de sua mamãe?

Sim, eles têm zero ano, eu compreendo melhor.

É uma expressão corrente essa, zero ano?

No ventre da mamãe.

No ventre da mamãe, o que é que há?

Há um bebê em formação, há uma alma em encarnação, bem, sim, mas a alma está em curso de dissolução.

Isso quer dizer que essa alma que se encarna já está liberada.

Questão: se é um ser Absoluto que deve encarnar-se, qual é a utilidade da encarnação?

Mas não é preciso definir a utilidade da encarnação pela necessidade de viver uma vida entre o nascimento e a morte.

A utilidade, para esses seres, que são, portanto, Liberados, antes mesmo de nascer, enquanto eles têm uma alma em encarnação, o interesse é o quê?

É de ancorar, também, a Luz.

E, talvez, também, a necessidade de viver isso, para essa alma, precisamente.

Não veja com o olhar daquele que se diz: «Ah bah!

 A criança não terá o tempo de aproveitar a vida, de viver sua vida etc.», porque, aí, você recai nos desvios correntes da pessoa.

Você vê o peso das crenças, o peso das egrégoras que restam, ainda, mesmo se elas estão em dissolução, eu diria, nas crenças comuns, fundamentais, do humano inscrito entre o processo do nascimento e da morte.

São condicionamentos terríveis.

Vocês estão tão habituados a essa forma, a essa matéria, que não conseguem desengajar-se dessa visão, mesmo se vivam a Liberação.

Porque está tão ancorado na vida, simplesmente, sem falar da espiritualidade, que é algo que é difícil a superar, mas veja-o, realmente.

Se você o vê, você o superará.

Mas não continue a ter qualquer preocupação pelas crianças.

Como eu dizia, à época: 
«Ocupe-se, sobretudo, com seu traseiro».

E é similar, quando você vê algo que o choca em uma situação ou em outra.

Eu disse: 
«É aquele que diz que é».

Se isso lhe parece demasiado infantil, substitua por «Eu me ocupo de meu traseiro».

A cada um seu traseiro.

Questão: a sexualidade, hoje, faz parte da vida desse corpo, como alimentar-se, ou é um sinal de atribuição da alma?

Eu entendi, eu reflito.

Tudo é possível.

Há o sexo transcendente, um pouco como o tantrismo, que se realiza como entre algumas mônadas e que é uma explosão de Luz, não para elas, mas para o que se desenrola ao redor.

Portanto, fazer o amor amplia a Luz.

E, para outros, a torneira está fechada.

É diferente para cada um, mas cada situação corresponde a algo de preciso, e que lhe acontece, também, ao nível sexual, quer você não tenha mais parceiro, quer você tenha uma dezena, quer você tenha problemas para levar a efeito a sexualidade, ou que você tenha uma sexualidade desenfreada, não há julgamento em relação à alma.

Cada um é diferente em relação a isso.

Então, é claro, quanto mais a alma está em vias de dissolução, menos há necessidade, no sentido vital, da sexualidade, mas mais essa sexualidade torna-se transcendente, ou seja, ela faz nascer a Luz, não, unicamente, em seu coração ou no coração do outro, mas ao seu redor, em todo o planeta.

Porque o ato sexual é um ato sagrado, mesmo se ele foi completamente invertido nessa Terra e, sobretudo, agora.

É uma inversão total.

Então, tudo depende de quem exerce essa sexualidade.

Há múltiplas sexualidades, e é diferente para cada ser e para cada casal.

Mas não vejam uma superioridade ou uma inferioridade entre o fato de fazer ou não fazer, é uma questão de circunstâncias.

Mas, é claro, houve uma época em que a alma estava em reversão, na qual, efetivamente, houve modificações da expressão sexual para alguns, porque havia, também, problemas de compatibilidade diversos e variados, aliás.

Mas, hoje, você pode muito bem ter um desaparecimento total da sexualidade, como reencontrar, eu diria, certa forma nova de novo vigor.

Tudo é possível, isso depende das circunstâncias.

E eu diria, mesmo, que tudo depende do que cria essa relação sexual.

Será que essa relação sexual cria alegria, liberdade (e não, unicamente, prazer), ou será que ela cria o confinamento da dependência?

É, sempre, similar.

Simplesmente, aqueles que vivem uma sexualidade que não é uma relação de dependência criam a Luz.

Isso pode ser, também, períodos diferentes, de parada, em seguida, retomada, mas tudo isso pode concernir à Eternidade, a partir do instante em que, eu diria, de algum modo, fazer o amor é feito em toda consciência, sem pensar na noção sexual, eu diria.

Naquele momento, você considera os órgãos genitais não como uma fonte de prazer nem uma fonte de amor, mas, bem mais, como uma fonte espiritual de elevação.

Mas isso é muito raro.

Para isso, é preciso que haja uma concordância, eu diria, bem mais do que uma harmonia na fantasia sexual, mas uma concordância que se situa ao nível do corpo, ao nível da alma, se ela existe, e ao nível do Espírito.

E eu os interrompo, imediatamente, não há coisas como essas entre as Estrelas e nós.

Eu senti pensamentos bizarros germinarem.

Eu os lembro de que, quando não há corpo de carne, você faz o amor assim que encontra alguém, vocês se atravessam um no outro.

Isso vai muito rápido, hein, não há necessidade de mover-se, isso se faz sozinho.

É o que você tem vivido nas comunhões.

Simplesmente, você se aperceberá, se não o viveu, que essas comunhões que acontecem fora do corpo (por exemplo, durante os cento e trinta e dois dias) nada têm a ver com a sexualidade, e o resultado é, exatamente, o mesmo.

É um gozo inacreditável, que supera, amplamente, o quadro da satisfação ou do prazer de dar ou de tomar, ou de trocar.

Lembre-se: a sexualidade não foi chamada por acaso de «a pequena morte».

Questão: você poderia falar dos seres que receberam as sete últimas chaves Metatrônicas e qual é o sentido, para eles, dessa recepção?

Isso permite revelar a Merkabah interdimensional aqui mesmo, aí, onde você está.

Isso dá acesso a todos os potenciais espirituais novos ligados aos Triângulos Elementares e ao que foi nomeada a quintessência dos elementos que estão acima.

Isso dá os plenos poderes em sua própria Liberdade, apesar dos limites desse corpo e desse mundo, ainda presentes.

Isso dá uma Paz que não pode vir desestabilizar.

Mesmo se haja, por vezes, coisas às quais é preciso ajustar-se, isso não dura, jamais, muito tempo, isso faz apenas passar.

Portanto, isso dá a Humildade, isso põe ainda mais na Evidência, na Simplicidade e na Responsabilidade.

É ligado, também, à passagem postero-anterior, a última passagem que foi feita.

Questão: qual é o melhor posicionamento a adotar para deixar a Luz agir e para liberar-se das escravidões inconscientes?

Justamente, não mais posicionar-se em lugar algum.

Deixar a Luz fazer o que ela quer, porque você é a Luz e, a partir do instante em que você se conscientiza de que você deve colocar-se como isso ou aquilo...

Então, é claro, há muletas, vocês se servem delas aqui: Li Shen deu-lhes movimentos, há os cristais, vocês têm a nós, também, quando estamos com vocês.

Quando vocês estão imersos, por nossas Presenças, por suas leituras, de tudo o que se produz, bem, você vê bem que isso cria um estado diferente.

Portanto, não é um posicionamento.

É o quê?

É um Acolhimento, vocês estão no instante presente, Hic e Nunc, Aqui e Agora.

Vocês estão despojados de toda referência a um conhecimento passado ou a uma projeção no futuro.

Vocês estão instalados no tempo zero.

Vocês estão instalados na Eternidade, porque estão no Acolhimento.

Portanto, não é uma vontade pessoal, é um trabalho, ao contrário, de relaxamento completo de toda vontade e de toda pretensão, quer seja material ou espiritual.

Isso não impede de ter pretensões depois, na vida, é claro, mas vocês não as verão mais do mesmo modo.

Eu diria que o mais evidente dos posicionamentos, e isso Teresa disse já há alguns meses, é o Caminho da Infância.

Aí está, portanto, o melhor posicionamento é aquele que consiste em nada fazer e estar, simplesmente, no acolhimento de Cristo, do Espírito Solar, de nossas Presenças que já estão em vocês.

Lembrem-se: há uma frase muito antiga que diz – na Índia – que os Deuses reuniram-se e disseram:
 «Onde será que se poderia esconder a divindade?».

Bem, eles disseram que era preciso escondê-la no interior do homem, porque é o único lugar no qual eles jamais pensariam em procurar.

É exatamente o que acontece.

Nós temos, no entanto, insistido muito profundamente, assim como as próprias circunstâncias de sua vida o fazem, sobre o lugar do coração, sobre o lugar do Amor, porque a Vida é Amor.

Portanto, o melhor posicionamento, nesses tempos reduzidos, se posso dizer, é desaparecer, não como uma vontade de negar a vida ou fechar-se, bem ao contrário, é acolher a totalidade da Luz que está aí.

E nisso, vocês nada podem fazer, vocês podem apenas estar nessa neutralidade, mesmo se essa não seja perfeitamente a palavra exata.

Vocês estão disponíveis para a Luz.

Vocês são transparentes.

Vocês deixam as coisas produzirem-se, acompanhando o que se produz.

Nada há de melhor ou nada mais a fazer do que isso.

Depois, todo o resto, é claro: vocês podem, ainda, escutar-nos, vocês podem ler-nos, vocês podem brincar com os cristais, podem praticar, seriamente (eu não vou dizer brincar, ele vai zangar-se), vocês podem, também, fazer, seriamente, os exercícios de Li Shen.

Cabe a vocês ver.

Questão: haveria uma leve tensão entre os Melquisedeques?

Nesse canto dos Melquisedeques, não, eu não creio.

É apenas a ironia francesa em relação à ironia chinesa.

É tudo, nada mais.

Eu acho que ele não apreciou quando eu disse que ele era chinês, seus movimentos.

É verdade que eu era mais simples, a paneuritmia, hein?

Vocês me imaginam, em minha vida, falar de uma galinha que cisca?

Deu duas horas.

Duas horas?

Eu imaginava que se chegaria às extremidades, aí.

Eu lhes digo, aliás, até não muito tempo, porque, amanhã, eu permaneço quatro horas.

Eu os levarei ao desgaste.

Eu lhes transmito todas as minhas bênçãos, todo o meu Amor e eu lhes digo até já, para a Maratona.

Em breve, eu vou fazer sem parar, de manhã à noite.

Noite?

Noite também, mas eu não durmo na mesma cama.

Eu lhes digo até muito em breve.

Todo o meu Amor acompanhe-os.

E estejam certos de que eu vigio tudo.

Até breve.




Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

http://semeadorestrelas.blogspot.com
3/6/2015


Tradução e Divulgação
Célia G.
Leituras Para os Filhos da Luz

Fonte: https://lestransformations.wordpress.com/2015/05/07/o-m-aivanhov-avril-2015-3eme-partie-questions-reponses/

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