24/07/2016

O.M. AÏVANHOV – Preâmbulo – Parte 1A -

"Não pode haver escolha para o Espírito".

"A escolha concerne à pessoa, a escolha 
concerne à alma".

"Sua pessoa nada pode sobre o estado 
de Graça".

"Mas, de momento, não se projetem mais,
aliás, torna-se cada vez mais difícil para 
vocês lembrar-se do passado ou 
projetar-se a um dia seguinte,
ou a um mês, ou a seis meses".

O.M. AÏVANHOV

Junho de 2016


Bem, caros amigos, estou extremamente contente de reencontrá-los e, sobretudo, em seu novíssimo estado de seres ressuscitados, não é?


Eu venho a vocês, hoje, e como sabem, nós não teremos mais grandes discursos e grandes explicações, mas, como havíamos dito, nós lhes propomos acompanhá-los.


Mas o essencial, que será um pouquinho diferente, após mim, é claro, é encontrar-se em presença consigo mesmos, qualquer que seja a voz que se exprimir e qualquer que seja o que nós chamamos, até agora, os intervenientes, quer venham das Estrelas, quer venham de nós, quer venham dos Arcanjos ou de outros lugares.



O que quer dizer que, após minha intervenção, tudo o que vocês poderão ter como elementos não, unicamente, não serão mais ensinamentos propriamente ditos, ou uma orientação ligada às nossas presenças, umas e as outras sobre a Terra, ou nos céus, para os Arcanjos, mas não haverá mais diferenciação, se posso dizer, tanto com o Coro dos Anjos, o Espírito do Sol, a Fonte, o Último, Arcanjos, Estrelas e velhos Anciões como nós.


Isso quer dizer que o que sairá não será mais localizável, porque essa voz que vocês ouvirão no exterior, ou que lerão como algo de exterior a vocês, ainda, talvez, aparecer-lhes-á como nós o esperamos, e nós o desejamos, nós veremos se isso se realiza, mas há muitas chances, não é?

Como seres ressuscitados houve uma espécie, como dizer..., de basculamento para o interior, que se faz de maneira mais fluida, mais evidente e, talvez, mais importante para vocês.

O que quer que seja, eu me exprimirei como sempre e, hoje especialmente, com o Coro dos Anjos e o Espírito do Sol, e acompanhado, também, de quatro vibrâncias, se posso dizer, Arcangélicas, que me apoiarão no que eu tenho a dizer-lhes e o que vocês têm, vocês, a dizer-me, é claro, ou a perguntar-me.

Então, vamos ver tudo isso em uma troca dinâmica na qual, é claro, os elementos os mais importantes que eu desejo abordar e que, eu espero, vocês desejam abordar também, concernentes aos mecanismos, eu diria, os mais íntimos da consciência em sua eternidade, em sua Existência, e não mais, é claro, tudo o que foi, desde a atribuição vibral – isso faz, de qualquer forma, algum tempo, hein?

Que corresponde mais a uma voz interior.

Então, eu os deixarei, após minha intervenção, para as outras manifestações da Luz, pôr os nomes que vocês quiserem, sabendo que, hoje, vocês não estão mais no nome (n-o-m-e), mas estão na Essência.

E, na Essência, não há diferença entre cada irmão e irmã da Terra, cada Estrela, cada Ancião, a Fonte, o Absoluto e tudo o que vocês tiveram como manifestações que puderam ler nesses últimos anos.

Portanto, é a oportunidade sonhada, eu diria, para vocês que estão aqui ou alhures, de colocar as últimas questões que vocês têm no coração, concernentes a essa Eternidade e, é claro, ao processo que vocês veem sob os seus olhos, em qualquer parte do mundo, que se desenrola atualmente.

E, aliás, vocês vão aperceber-se –, mas eu penso que muitos, aqui e alhures, vocês já se aperceberam – de que há uma espécie de diferença fundamental.

É que, doravante, quaisquer que sejam os eventos que se desenrolam, eles se desenrolam, também, em vocês, e, pouco a pouco ou brutalmente, e, para alguns de vocês que já acederam a esse estado final, de compreender e de viver a realidade da interioridade na revelação do mundo, quaisquer que sejam os mundos, e eu não falo, unicamente, dessa terceira dimensão dissociada, mas eu falo de todas as manifestações da consciência, em qualquer dimensão que seja.

Então, eu lhes apresento todas as minhas bênçãos.

É a última vez, também, que eu intervirei em nome dos Anciões, como porta-voz também, masculino, da Confederação Intergaláctica, com Maria.

Então, eu lhes deixo a palavra.

E todas as minhas bênçãos, em primeiro lugar.

Instalemo-nos na presença do coração de cada um de nós, na qual não há mais vocês e eu, na qual não há mais eu e vocês, mas há um único coração.

E é aqui que nós instalaremos, após seus questionamentos e o que eu tenho a dizer-lhes em relação às decisões e às observações que foram realizadas durante esse mês de maio, tanto na consciência humana como na consciência de Gaia, ao nível do que se desenrola.

Então, façamos, primeiro, um momento de silêncio, para acolher-nos, se posso dizer, no Coração do Um, uns e os outros, se quiserem.

… Silêncio…

Bem, vamos escutar, agora, as questões.

Então, não se inquietem porque, a cada questão, eu encontrarei o meio de dizer o que eu tenho a dizer-lhes.

Isso quer dizer, também, que isso pode durar certo tempo, e podem haver benefícios em relação às suas questões, porque eu ressaltarei, justamente, o que eu tenho a dizer-lhes sobre o que eu chamei esse basculamento da Ressurreição e a observação, se posso dizer, ou a vivência da consciência que lhes prova, minuto após minuto, dia após dia, que tudo se desenrola em vocês e que nada mais há do que isso.

E eu diria mesmo, aliás, que quanto mais o caos vai amplificando-se e, portanto, agravando-se, mais vocês vão, de algum modo, e de maneira, por vezes, paradoxal para aquele que não compreende, vocês vão, se posso dizer, melhorar.

Melhorar o quê, porque a Luz é perfeita desde sempre?

Melhorar, simplesmente, o que pode restar de pessoa ou de personagem em sua adequação, eu quero dizer, com a Inteligência da Luz e, eu diria, o estabelecimento da Luz Una, que corresponde aos últimos mecanismos de sua Ascensão ou de sua Liberação que vocês têm a viver, cada um com modalidades que lhes são próprias, em um banho coletivo que é ligado a essa Ressurreição.

Então, eu lhes deixo a palavra e escuto-os com atenção.

Questão: nossas asas estão secas?

Se elas cresceram, elas podem estar secas.

Como eu já disse, a borboleta secou suas asas e, agora, vocês vão constatar, se já não foi feito, e esse já foi o caso há certo tempo, quer seja nesse lugar ou em múltiplos lugares, vocês puderam verificar, durante esses anos, a intensidade que lhes é própria, segundo uma curva que lhes é própria, de seus contatos com os mundos invisíveis.

Eu não falo do que acontece quando eu falo, mas, também, de vocês mesmos, quando vocês vão à natureza, quando reencontram um irmão e uma irmã, quando se põem no interior de si mesmos.

Então, sim, se quiserem, eu posso dizer, hoje: tenham-se prontos, porque tudo está pronto, absolutamente tudo.

Vocês constatam uma convergência, se posso dizer, dos sinais e dos eventos que se produzem, tanto em vocês como na sociedade e em todos os países do mundo, com diferentes manifestações, é claro, mas que são todas ligadas a esse ponto de convergência que pode sobrevir não importa em qual momento, mesmo enquanto eu lhes falo, e que correspondia ao que eu havia nomeado, e ao que muitos profetas nomearam, pelos séculos, «o aviso», mas sem a conotação, como dizer..., religiosa, judaico-cristã, de castigo ou de punição.

É exatamente o inverso que se produz, mas, é claro, também, isso depende de seu ponto de vista.

Se seu ponto de vista e sua consciência estão demasiadamente voltados para o efêmero, vocês vão assistir ao fim do efêmero com os sofrimentos que correspondem a ele.

Mas se seu ponto de vista é aquele da Eternidade, aquele de sua Existência, aquele do Último, aquele da Fonte, ou seja, se vocês estão desincrustados do personagem que vocês desempenharam nessa Terra, isso vai preenchê-los além de todo pedido e de toda satisfação, se posso dizer.

E é esse preenchimento, se posso dizer, que vai pôr fim às últimas dúvidas, às últimas interrogações e aos últimos questionamentos, e de tal plenitude que ninguém poderá dizer, mesmo antes do Apelo de Maria, que não sabia.

Os mais recalcitrantes de nossos irmãos e irmãs encarnados perceberão isso aproximadamente antes ou durante o Apelo de Maria e durante a estase.

Mas, para a maior parte de vocês, o que ainda prestava-se a interrogações, a esperança, a projeções no tempo está se apagando, de maneira definitiva, diante da magnificência, se posso dizer, de sua Presença ou de sua Ausência nesse mundo, porque seu olhar está, definitivamente, a fixar-se ao nível do Ser interior, ou seja, da Eternidade.

Não em suas peregrinações dimensionais, mas como dignos filhos da Fonte e Fonte, vocês mesmos, e além de qualquer conotação desse mundo, social, religiosa, afetiva ou qualquer que seja.

Nenhuma condição pode frear o que se desenrola em cada um de vocês, quer vocês o vejam ou não.

Aí está o que eu posso dizer.

Então, para alguns de vocês, as asas já estão secas, é claro, e, para outros, as asas começam, simplesmente, a desenvolver-se.

Mas, quanto mais o momento de convergência aproxima-se de vocês e, como eu o disse, isso pode ser imediatamente, e eu havia dito também, nas entrevistas sobre a Ressurreição, que havia momentos propícios específicos para a Terra, específicos aos ciclos.

Eu lhes dei esses momentos, mas, mesmo isso, hoje, e, simplesmente, um mês depois, deve desaparecer de vocês, porque a potência da plenitude interior, a potência do Amor, a potência da Verdade é tal, que isso não sofre, e sofrerá cada vez menos, interrogações e cada vez menos resistências.

Isso, talvez, vocês já vejam, e a Luz, em Sua Inteligência, pode, por vezes, não fazer truques, mas empregar, como vocês, talvez, vejam, às vezes, a maneira forte, sobre os elementos que não foram vistos, sobre os elementos que não foram atravessados, se posso dizer e, em caso algum, há explicações.

Isso quer dizer que vocês constatam, talvez, que, mesmo quando lhes acontece um problema, qualquer que seja, vocês têm tendência, talvez, mais espontaneamente, a encontrar os recursos em seu coração, ou seja, a deviar-se, cada vez mais, do que é necessário, ainda, nesse mundo, mas que é utilizado nesse caso, ou seja, o intelecto e o mental.

Aliás, há alguns, entre vocês, que têm o intelecto que se reduziu, progressivamente, como vocês o veem.

Então, eu os escuto, se há outras questões.

Para as asas, é claro, se as asas apareceram, elas se desdobram, elas secam e, depois, há o voo, mas eu lembro que o voo da borboleta apenas pode fazer-se no momento em que o ponto de convergência, o que é o caso agora, há vários meses, é atingido, é tocado.

Não o seu, mas aquele do que eu chamarei o banho coletivo de consciência, com todas as diferenças que existem, conforme o posicionamento de cada um de vocês.

Mas a resultante será sempre a mesma: vocês desaparecem, quer vocês queiram ou não.

Então, é claro, se as forças de resistência são fortes, vocês podem ser levados a viver eventos que não são, necessariamente, violentos, sempre, mas que são, como dizer..., abruptos.

Isso pode concernir ao corpo, pode concernir às suas vidas, pode concernir às suas relações ou a tudo o que se produz no efêmero.

Vocês o veem na natureza, vocês o veem junto a alguns irmãos e irmãs, mas vocês o verão, se ainda não é o caso, também, em vocês.

E isso se produz, esse aspecto abrupto, esse aspecto fulgurante de algumas manifestações não está aí para fazê-los colocar questões, interrogar, mas, simplesmente, aquiescer à Inteligência da Luz e, sobretudo, aquiescer ao estado de Graça.

Sua pessoa nada pode sobre o estado de Graça.

Hoje vocês veem bem, em vários setores, talvez, que lhes são próprios, em sua vida, que isso não funciona mais como antes, que, cada vez menos, vocês poderão controlar o que quer que seja.

Eu vou tomar um único exemplo porque, depois, cada um é um exemplo diferente, mas, por exemplo, nos momentos de apelo da Luz, para aqueles que têm vivido tudo isso há anos, vocês veem, agora, que a Luz pode chamá-los, não importa em qual momento, e ela não vai, eu diria, com calma, ela age instantaneamente.

E se, naquele momento, vocês não estão no ponto de convergência, ou seja, em seu alinhamento no Coração do Coração, a advertência será imediata.

Isso será, talvez, uma queda, será, talvez, então, uma dor, será, talvez, uma confrontação com a sociedade, com um membro da família.

Mas tudo isso não é feito, agora, para ser atravessado sem se colocar questões, mas é, ao invés disso, uma incitação muito forte para colocarem-se no Coração do Coração, no qual se encontra o conjunto de soluções para tudo o que pode parecer ser um problema.

Mas, em definitivo, para a Luz – e vocês compreenderão isso quando estiverem totalmente imersos no coração – em qualquer circunstância que seja, ou seja, não mais, unicamente, quando decidem alinhar-se, não mais, unicamente, quando a Luz chama vocês, mas a cada respiração do que resta a respirar na superfície desse mundo.

E assim vocês se aproximam, eu diria, cada vez mais perto do Absoluto e do Último, do qual nada pode ser dito e pode apenas ser experimentado e vivido.

E quando vocês o vivem, real e concretamente, vocês têm o sorriso interior, porque, o que quer que aconteça à sua vida, o que quer que aconteça a esse corpo, mesmo se vocês tenham, como dizer..., uma afeição, um amor muito profundo para os irmãos e as irmãs, para sua família, para sua profissão, para seus hobbies, para a natureza, é nessas circunstâncias que vocês se fortalecem.

Vocês todos sabem, observaram, por exemplo, que estão bem, por vezes – e, mesmo, cada vez mais frequentemente – unicamente se saíram das cidades e estão em contato com a terra.

Para outros, será o fato de fazer muitas pequenas sestas, para outros, será menos falar, mais interiorizar-se, porque o impulso do ponto de convergência, ou seja, esse último basculamento que é orquestrado por Uriel, como ele lhes disse, não é mais, simplesmente, uma reversão do alto para baixo, da esquerda à direita, ou interior para o exterior, é uma reversão para a Eternidade, para o que vocês são, que não os priva da liberdade de consciência, é claro.

Uma vez realizada a Liberação da Terra no plano físico, e a Ascensão, a Liberação coletiva e a Ascensão, para muitos de vocês ou alguns de vocês, conforme os lugares, será profundamente evidente, e vocês observarão, aliás, que seu grau de aceitação da Eternidade traduzir-se-á em, sua vida, não por uma necessidade de excluir-se, mas, de algum modo, magnificar suas relações, suas afeições, suas profissões, se vocês as têm, suas atividades ou o que vocês fazem, como eu disse, na natureza.

Vocês vão estabelecer uma espécie de comunhão, mas, bem mais, eu diria, uma espécie de simbiose na qual não há mais diferença, por exemplo, entre vocês, como pessoa e, por exemplo, um vegetal que vocês cultivem, ou entre vocês e uma pequena criança.

Não é mais, simplesmente, uma relação de amor, mas é a vivência do fim de todo limite e de toda separação.

E quando você vive isso, nas circunstâncias que lhe são próprias, para cada um de vocês, aí, o que é que você constata?

Não há mais questões.

Vocês estão totalmente presentes e totalmente disponíveis, em estado de Graça.

E, aliás, vocês percebem benefícios desse gênero de ocupação, desse gênero dehobby, desse gênero de meditação, porque saem daí, se posso dizer, e retornam às contrariedades da vida comum, mantendo o sorriso, qualquer que seja o estado de seu corpo, de sua carteira ou de sua plenitude, ou de sua solidão.

É isso que vocês vivem, e é nisso que houve Ressurreição.

Lembrem-se de que eu disse, também, que havia momentos propícios não importa em qual momento, e eu o redigo hoje, mas que havia pontos de convergência mais possíveis em termos de probabilidade, se posso dizer.

E eu lhes disse, na última vez, havia o mês de maio, há, é claro, o solstício de verão, há, é claro, o mês de agosto, em especial, com a festa da Assunção, e há, após os períodos, é claro, de setembro, outubro e dezembro, que são as probabilidades as mais fortes, se querem, de eventos tais como eles lhes foram descritos durante todos esses anos.

Mas, em seu ser interior, já é vivido, e o que eu acabo de exprimir é exatamente isso, ou seja, que há uma forma de Evidência, quer vocês a reconheçam ou não ainda.

Mesmo se existam, ainda, tentativas de pequenas bicicletas(mente, mentalizar -S.E.), vocês veem bem, por si mesmos, que é estéril, e vocês conseguem, mesmo, rir de si mesmos.

O que quer, mesmo, que lhes aconteça, o que quer que lhes aconteça de viver na tela de sua consciência projetada, vocês descobrem, se já não foi feito, que vocês nada são de tudo isso e que vocês vivem, é claro, o que têm a viver, mas ficando indiferentes.

É isso que há, verdadeiramente, a ver, e é isso que é dado a viver pelo estado de Graça, pela Inteligência da Luz e por nossas diferentes intervenções que vocês têm tido há alguns meses, em especial o que se nomeou o Último, mas que não é o nome de uma pessoa, mas que não é, mesmo, uma entidade, é claro.

Mas tudo isso vocês sabem, mas eu recoloco, de algum modo, os pontos nos i, para que vocês vejam, realmente, além da aparência, além do sofrimento, além do prazer e além, mesmo, do êxtase, a evidência do que vocês são.

Nisso, vocês não são mais – e há muito tempo – unicamente, ancoradores de Luz, semeadores de Luz, vocês não são mais, unicamente, Luzes, mas vocês são o mundo.

Tudo isso, eu creio que nosso Bidi internacional, mundial, informou-lhes, cuidadosamente, mesmo se isso lhes parecia incompreensível, detestável ou inacessível.

Tudo isso se realiza hoje e durante os meses que acabam de escoar-se, durante o mês de maio.

Mesmo se não tenha havido coisas significantes, aparentemente, para cada um de vocês, os frutos do que se desenrolou durante esse mês de maio, vocês vão ver, de algum modo, mas vocês não as verão mais a partir do posicionamento de sua história, de seu personagem, de sua pessoa, mas na liberdade a mais total.

Aí está a verdadeira Liberdade, como havia dito Irmão K, a Liberdade interior e, aí também, está a Liberação coletiva da Terra e do Sistema Solar, com, é claro, a última advertência que precederá os famosos cento e trinta e dois dias.

Mas, de momento, não se projetem mais, aliás, torna-se cada vez mais difícil para vocês lembrar-se do passado ou projetar-se a um dia seguinte, ou a um mês, ou a seis meses.

Se isso ainda se produz, é que..., eu não falo para tomar reuniões essenciais que se prendem à matriz, como tomar um trem ou prever uma viagem, mas em sua interrogação de seres profundos ligados ao se coração.

Tudo isso se revela nesse momento.

E vocês vão constatar que, antes mesmo do Apelo de Maria, uma vez que resta esse mês de junho que não é o belo mês de maio, mas o muito belo mês de junho, que vocês vão viver tudo isso.

Aí está, eu já desviei da primeira questão que requeria apenas um sim ou um não, mas isso faz parte do que eu tenho a dar-lhes hoje.

Então, eu escuto a próxima questão ou a questão seguinte.

Questão: você disse que era sua última intervenção?

Perfeitamente.

Questão: no âmbito dessa reunião ou em geral?

Em geral.

Questão: então, muito obrigado, em nome de todo mundo, aqui e alhures, por todo seu trabalho, por sua paciência de gentil mestre de escola...

Oh, não há mais escola, acabou a escola ou, então, é a evasão escolar.

E eu voltarei a dizer o que foi dito em algumas reprises: «Ame e faça o que lhe agrada».

Mas não se esqueça de que é aquele que diz que é.

Tudo o que você vê no exterior apenas pode existir em você, mesmo para os maus rapazes.

Portanto, como eu disse no ano passado, o Amor à frente, o Amor atrás, o Amor por toda a parte.

Mas há apenas o Amor, nada mais há.

Todo o resto, mesmo aqui, nesse mundo no qual vocês ainda estão, são apenas jogos da consciência.

Eu já havia exprimido isso em minha vida, mas eu não pude falar disso porque os tempos não haviam chegado e porque, como eu disse há dois meses, eu mesmo não o vivi em minha vida – e, apesar de tudo, vocês veem onde eu estou atualmente – e que a mesma Luz, o mesmo coração está presente em toda consciência, quaisquer que sejam as diferenças, quaisquer que sejam os sofrimentos, quaisquer que sejam as oposições.

Ao instalar-se nesse contentamento, independente de sua vontade, para o qual, como dizia Hildegarde, vocês podem «tender», quanto mais vocês tendem para isso, abandonando toda noção pessoal, toda noção de história, toda noção de proteção, mesmo, do que quer que seja, mais vocês estão disponíveis e mais são vocês mesmos.

Isso quer dizer que, se devemos rever-nos, vocês não saberão se sou eu que fala ou qualquer outro, porque nós falaremos, todos, tanto nós como vocês, como os Arcanjos, como as Estrelas, de uma única e só voz.

Questão: sim, mas seu sotaque é único.

Eu o camuflarei.

E depois, vocês constatarão, também – eu já dei algumas chaves – que, como quando vocês tiveram as primeiras intervenções do Espírito do Sol e do Coro dos Anjos, nas quais não mais havia personificação, se posso dizer, que o ritmo é profundamente diferente.

E se alguns de vocês tiveram a possibilidade de escutar, por exemplo, Uriel, do mês anterior, ou de lê-lo, ou, ainda, do Último, vocês veem que há um tempo, se posso dizer, um ritmo que é profundamente diferente, no qual as palavras não têm mais qualquer importância e no qual as explicações não têm mais qualquer importância.

E, aí, vocês entram em uma espécie de Verbo.

Não é mais o vibral, é o próprio Verbo que está em ação, porque o masculino sagrado e o feminino sagrado alquimizam-se juntos.

Portanto, dizer que tudo é Um, por exemplo, não será uma profissão de fé, mas será, simplesmente, sua vivência.

E já é o caso, mesmo se vocês não o vejam ainda.

Os testemunhos são, eu lhes disse: vocês perderam a cabeça e perdem-na, cada vez mais; vocês são incapazes de prever, antecipadamente, mesmo aqueles que previam muito.

Tudo isso se desagrega.

Vocês não podem segurar-se a nada, vocês não podem tranquilizar-se em nada, exceto em si mesmos.

Quando eu digo em si mesmos não é na pessoa, é no Coração do Coração.

Então, não haverá problema.

O importante não serão as palavras, serão, simplesmente, os aspectos que os aproximarão de si mesmos, com cada vez mais certeza e evidência.

Portanto, eu tinha que voltar hoje, de qualquer forma, para anunciar-lhes tudo isso de maneira mais explicada, ainda uma vez, uma última vez.

Mas vocês já puderam testar isso e vivê-lo com o Coro dos Anjos, com o Espírito do Sol, com alguns de nós, algumas Estrelas e, também, com alguns Arcanjos.

Se vocês retomam a anterioridade – eu digo isso, mas não é obrigatório, mas se vocês têm necessidade de provas – vocês vão aperceber-se de que, por exemplo, se escutam algo ao acaso, vocês terão muita dificuldade, contrariamente ao que acontecia, ainda, no ano passado, para identificar a vibração de tal Arcanjo ou de tal outro Arcanjo, a vibração de Maria com a vibração de Teresa.

Não porque as palavras sejam as mesmas ou diferentes, não porque a consciência seja diferente ou a mesma, porque tudo é Um, simplesmente, e qualquer que seja a palavra que vocês ouçam ou que leiam no exterior, ela já está em vocês.

Então, é claro, isso pode ser um pouco bizarro, porque eu lhes disse que isso concerne tanto ao que nós dizemos como, também, a tudo o que se desenrola na tela da sociedade, que penetra, diretamente, no caos.

Vocês veem os irmãos e as irmãs que perdem a cabeça, como eu disse, que mudam de comportamento instantaneamente.

Há muitos não mais tournicoti-tournicota, como nos anos anteriores, ou as bicicletas que giravam(mentes), mas há, vocês observam, se posso dizer, mesmo sem querer observá-lo, cruamente, que há apenas o coração e que todo o resto são apenas construções que duram apenas o tempo da projeção da consciência em um mundo confinado como aqui, mas é exatamente a mesma coisa, no que concerne a isso, nas dimensões livres, quer seja a 3D unificada até o limite das formas de consciência antropomorfizadas.

E nós lhes agradecemos, todos juntos também, tanto os Anciões, as Estrelas, os Arcanjos, por sua assiduidade, se posso dizer, e sua firmeza, quaisquer que sejam os desvios, para encontrar o que vocês são.

Outra questão.

Questão: como diferenciar o desejo da alma da escolha do Espírito?

O Espírito jamais tem a escolha.

Enquanto existe uma escolha em você, essa escolha exprime ou a noção da pessoa, ou a noção de alma, porque a escolha implica o livre arbítrio e a dualidade.

Aquele que vive o Espírito não tem escolha alguma, nenhuma.

Ele é a Vida, e o que quer que aconteça ao seu corpo, o que quer que aconteça à sua vida, ele é o mesmo.

Portanto, não há escolha alguma.

A escolha não é a Liberdade porque, quando vocês são livres, não há qualquer escolha possível.

É a pessoa ou a alma que crê que há uma escolha ou que crê que há necessidade de saber o que é bem ou mal para ela.

Quando vocês estão despertos no Espírito de Verdade, no Paráclito, todas as palavras que vocês vão empregar são portadoras da Graça.

Mesmo se vocês estão na raiva contra si mesmos ou contra alguém, se vocês são o Espírito de Verdade, não procuram as explicações nem as escolhas, nem as justificações.

A ilusão da escolha é ligada àquele que, justamente, não viveu o Espírito.

Enquanto vocês acreditarem ter a escolha, vocês não são livres.

É, também, o que explicou, em um grau ou uma oitava menos alta, se posso dizer, através da Fluidez da Unidade, através da Inteligência da Luz, através da ação de Graça e o estado de Graça, mas eu diria, agora, magnificado, ou seja, muito mais evidente.

E se lhes parece hesitar, se lhes parece tergiversar, se lhes parece ter a escolha, vocês não são livres, não ainda.

Aquele que vive o Espírito sabe que não tem a escolha, o que quer que aconteça.

Isso não o impede de agir, é claro, e, mesmo, por vezes, de reagir, mas, em definitivo, ele sabe que tudo isso é estéril.

Ele joga o jogo, da pessoa, da relação, ele joga o jogo desse mundo, mas ele não é mais enganado.

Ele viu através de todos os véus, não há mais véus para ele.

Portanto, não pode haver escolha para o Espírito.

A escolha concerne à pessoa, a escolha concerne à alma.

E lembrem-se de que o momento coletivo da Liberação, através do Apelo de Maria, pode tomá-los não importa em qual momento.

É claro, como vocês sabem e, talvez, tenham olhado isso em seus meios de informação, vocês veem, efetivamente, a ação dos Elementos, dos Cavaleiros.

É onipresente, onde quer que vocês vivam, mas, simplesmente, o lugar no qual vocês estão ilustra, à perfeição, sua ausência de escolha.

Portanto, enquanto há, em vocês, eu não falo da troca que temos agora, mas enquanto há, em vocês, a questão de uma escolha, de marido, de mulher, de profissão, de espiritualidade, do que quer que seja, vocês não são livres.

O que quer dizer que, inconsciente ou conscientemente, vocês se submetem, ainda, à lei de dualidade.

Cristo disse: «Felizes os simples de espírito», não é?

Cabe a vocês verificá-lo.

Vocês veem bem como, devido, mesmo, à Inteligência da Luz e ao estabelecimento da Luz, assim como sua ressurreição, é preciso ser honesto, vocês veem bem se estão em acordo ou não.

O Liberado Vivo, como disse Bidi, aquele que vive esse Último, não tem qualquer preocupação com um evento, qualquer que seja, porque qualquer que seja o evento que passe, ele faz apenas passar, justamente, ele não pode permanecer, e aquele cujo Espírito é revelado, o Liberado Vivo, como disse nosso querido Bidi, é aquele que avança sem qualquer vontade.

Ele é como uma rocha, ele é inabalável, com ou sem o corpo, seu corpo, mesmo pisoteado, qualquer que seja a idade, qualquer que seja a riqueza ou qualquer que seja a pobreza.

Se vocês ainda estão preocupados com isso, isso lhes mostra, de imediato, e isso lhes mostrará, cada vez mais claramente, onde vocês estão.

Enquanto, de algum modo, existe, em vocês, uma noção de escolha, eu não falo da noção de escolha do que vocês podem ver nesse mundo, porque vocês o veem claramente, as forças que estão no trabalho e de maneira, desta vez, não mais individualmente, mas que toca as egrégoras, se posso dizer, cada vez mais vastas, que não são mais ligadas às linhas de predação, mas, simplesmente, a algo que gira, ainda, em roda livre, que é ligado ao hábito, que é ligado às coisas demasiado cristalizadas, não em vocês, talvez, mas na própria estrutura desse mundo, em um plano físico agora, não mais os planos sutis.

Tudo isso vocês veem, por toda a parte, tanto dentro como fora.

Mas a grande diferença é que, agora, a certeza apenas pode vir de seu coração.

Se não há certeza, isso quer dizer que o coração não está, ainda, suficientemente permeável.

Isso não é uma crítica nem um julgamento, é, simplesmente, uma constatação do que o conjunto de irmãos e irmãs encarnados vive atualmente.

Em resumo, isso quer dizer que sua vida vai estabelecer-se na Graça ou na confusão.

Não há possibilidade, cada vez menos possibilidade de manter-se entre as duas.

Eu já falei, à época, das cadeiras: havia as nádegas entre duas cadeiras, depois, não havia mais nádegas e não havia mais cadeiras.

E, aí, é similar: confusão ou Graça, quaisquer que sejam as circunstâncias, qualquer que seja sua idade, quaisquer que sejam suas ocupações.

É isso que é fundamental.

Portanto, vocês o veem em seu próprio personagem, na vida que vocês levam.

Será que vocês estão se colocando questões?

Será que vocês estão colocando ou pesando o pró e o contra de tal escolha?

Ou será que a vida leva-os sem que vocês tenham que intervir, mesmo, por vezes, de modo abrupto, como eu disse, imediato, repentino, mas, também, às vezes, muito devastador, mas, mesmo isso, não os toca.

Outra questão.

É preciso aproveitar, porque, aí, é o momento, o último momento das questões.

Questão: se não há qualquer escolha a fazer em face dos eventos, em qual momento intervém a lucidez?

Ela intervém, justamente, nesses momentos.

Vocês estão nos paroxismos.

Vocês veem bem os paroxismos da Terra, os paroxismos dos Elementos, os paroxismos da sociedade, onde quer que vocês estejam no mundo, mesmo isolados no fundo de uma caverna, não é?

Portanto, a lucidez, ela se faz por si mesma, porque a Luz ilumina, a Luz desvenda, ela revela, cada vez mais.

A lucidez não é o inverso da confusão.

A confusão de que eu falo é o momento no qual vocês estão nas escolhas ou na dualidade, a título pessoal, a título de um grupo, de um país ou do conjunto da Terra.

A lucidez não permite mais qualquer confusão, qualquer que seja a confusão do mundo que apenas pode, como vocês veem, aumentar.

Lembrem-se do que eu disse, há numerosos anos: «O que a lagarta chama a morte, a borboleta chama o nascimento».

Tudo é dito nessa frase.

Onde vocês estão?

Na lagarta ou na borboleta?

Ou na crisálida?

Tudo se resume a isso agora.

Eu diria que uns e os outros, nós estivemos no máximo do que pudemos transmitir, ajustando, a cada vez, em relação à situação coletiva da Terra.

Esse acompanhamento, se posso dizer, não tem, mesmo, mais utilidade.

Ele o terá, sempre, para alguns irmãos e irmãs.

É a instalação no eterno presente, aqui mesmo, nesse mundo, e na Liberdade, é claro, que apenas poderá, cada vez menos, ser uma liberdade da pessoa, vocês veem bem isso.


Continua - Pate II -




Questão: quando se pede a Maria ou a você mesmo para iluminar-nos sobre uma situação, estamos, então, na dualidade?







Post. e Formatação

Tradução e Divulgação
Célia G.

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