11/07/2012

GEMMA GALGANI – 2 de julho de 2012

Então, vocês, o que vocês querem?
Vocês querem ser Luz ou querem resistir?

AUTRES DIMENSIONS. 
4 de julho 2012
Eu sou GEMMA GALGANI.
Irmãs e Irmãos encarnados, eu venho a vocês para, não unicamente, transmitir-lhes o que eu tenho a transmitir, mas, também, para Comungar em cada um de vocês.
Como representante do Manto Azul da Graça, eu venho exprimir as qualidades que decorrem da ação do Manto Azul da Graça e das Partículas Adamantinas em sua vida, aqui, aí, onde vocês estão, sobre a Terra, nestes tempos tão preciosos, tão importantes: o retorno da Luz no que vocês São, primeiramente, e, sobre esta Terra, o fim do confinamento. 



Além dos efeitos que lhes têm sido descritos, há anos (efeitos esperados em suas Lâmpadas, em sua consciência, o sentido do que é a Unidade, do que é a Luz), transformações que vocês têm vivido, o Abandono à própria Luz e, talvez, o Abandono do Si devem permitir-lhes, hoje, manifestar, sobre esta Terra, uma Presença de quem vocês São, mais específica, mais intensa, mas, também, com características precisas.

A ação da Luz, por sua Inteligência, pelo Amor que vocês São, deve permitir-lhes estar em uma confiança extremamente presente, extremamente nova.
Muitos de vocês oscilam, ainda, entre as fases de Alegria e as fases comuns da vida, tanto mais que, como vocês sabem, existem passagens de uma à outra e da outra a uma.
O que vai desaparecer é o próprio sentido dessas oscilações.
O desaparecimento dessas oscilações e dessas passagens de uma consciência do Eu ao Si e à Alegria traduzir-se-á, a partir do instante em que vocês aceitam deixar a Luz trabalhar, inteiramente, em vocês, sem procurar dominá-la, sem procurar controlá-la, Abandonando-se a ela, mas em outro nível, agora.

Mesmo o que foi vivido, nas etapas que lhes foram trazidas até o presente, até hoje, deve tender a apagar-se.
Esse apagar-se não é, tampouco, um ato de vontade, no máximo, ele pode ser, como havia sido descrito, em sua época, por HILDEGARDE, minha Irmã, como uma tensão para o Abandono.

Hoje, os efeitos da Luz, que penetra cada vez mais profundamente na matéria, nesse mundo, devem determinar, em vocês, de maneira natural, o aparecimento de algumas características, de alguns estados, mesmo em sua vida comum.

Um dos elementos essenciais, durante este período, é a confiança.
Não a confiança em si mesmo, não uma vontade em si mesmo, não o estabelecimento de uma mestria, qualquer que seja, mas, efetivamente, o que é prefigurado pelo que vocês, talvez, ouviram, dado por BIDI, concernente ao Absoluto.

Viver a Alegria não deve mais ser, unicamente, reservado aos seus momentos de Alinhamento, aos seus momentos de Paz, aos seus momentos de Interioridade, mas a Alegria deve, também, doravante, modificar todos os setores de sua vida.
E, para isso, vocês nada mais têm a realizar do que dizer «sim» à Luz, apagar-se, inteiramente, em todos os jogos do que vocês jogam, em todos os jogos de sua personalidade, de sua vida comum.

Eu esclareço – como, aliás, foi-lhes repetido muitas vezes – que não é questão de abandonar sua vida, mas, bem mais, de vivê-la de outro modo.
Vivê-la de outro modo é, além de seu papel de Ancoradores de Luz que é realizado, tornar-se essa Luz sobre a Terra, tornar-se esse farol, que não tem qualquer vontade, que não tem qualquer confiança na personalidade, mas que deixa emanar de si, pela Transparência, em uma lucidez nova, a Luz que vocês acolheram e que transmutou o que o foi em vocês.

O Manto Azul da Graça, para aqueles que o vivem, mudou, irremediavelmente, o dado de sua consciência.
A Confiança de que falo não é a consciência em si mesmo, nem mesmo a confiança em quem quer que seja sobre esse Mundo, nem mesmo em quem quer que seja de nossos Planos, mesmo se, efetivamente, nossa Presença em seu Canal Mariano ou em seu Coração seja capaz de alegrá-los.

A Confiança de que falo é aquela que se estabelece por si mesma, na Luz. 

É um estado que, quando a Luz está presente e age por si mesma, sem qualquer intervenção de sua parte, vai pôr fim aos últimos medos, vai pôr fim aos últimos apegos da personalidade, às últimas dúvidas.

Não são vocês que criam essa Confiança: é Ela que se cria, a partir do instante em que vocês renunciam, totalmente, a si mesmos.
Isso participa de etapas finais, antes de ser Absoluto, que lhes dá a viver um desenrolar de sua vida que não lhes pertence mais, porque vocês pertencem à Luz, porque vocês São a Luz.
Compreender, e aquiescer a isso é viver a Alegria permanente, é não mais ser alterado por qualquer circunstância de sua vida, por qualquer evento desse Mundo, é permanecer quase imóvel, nesse estado de ser específico, no qual a Confiança instala-se.

Essa Confiança é um dos atributos da Luz e do Amor. 

Não são vocês que a criam, é ela que se cria, no Interior de vocês, a partir do instante em que vocês apreendem o princípio da ação dela.
Mas, para isso, vocês devem, efetivamente, renunciar a todas as visões sobre esse Mundo, a todas as visões sobre as leis que lhes são conhecidas e, simplesmente, deixar trabalhar essa Luz que os preencheu, que os transformou.
Múltiplas expressões podem ser empregadas: a Passagem da Porta Estreita, a Crucificação, a Ressurreição.
O que acontece a partir do instante em que vocês decidem, em sua consciência, deixar, verdadeira, real e totalmente, trabalhar a Luz?
Bem, vocês constatarão que o conjunto de medos, o conjunto de apegos de sua personalidade desaparecem por si mesmos.
Vocês cessam toda luta, cessam toda apreensão, não por qualquer desejo ou qualquer vontade, mas, efetivamente, pela ação da própria Luz, que vai, realmente, transformar o que vocês são, que vai, realmente, modificar o que, há ainda algum tempo, constituía sua vida.

Essa Confiança é o Amor, porque o Amor é confiante e suave e, se vocês deixam trabalhar o Amor e a Luz que vocês São, sem ali pôr a mínima personalidade, a mínima vontade, se vocês se abandonam, portanto, totalmente, à Luz, e se vocês Abandonam, mesmo, toda pretensão espiritual de ser o que quer que seja nesse Mundo, se aceitam nada ser, então, vocês se tornarão o Tudo, porque a Luz preencherá todas as Sombras que possam, ainda, existir.

Não haverá mais espaço, não haverá mais lugar para a mínima dúvida.
Sua vida desenrolar-se-á, efetivamente, em uma graça renovada, a cada dia.
Mas, para isso, é preciso, efetivamente, como lhes foi preparado, de algum modo, por alguns Anciões e por BIDI, é preciso que vocês desapareçam, inteiramente, que nada mais exista que não o que vocês São, ou seja, essa Luz.

A Confiança está aí, ela não está em qualquer outro lugar.
Então, é claro, sobre esse Mundo, constituído de elementos que lhes foram dados e precisados por IRMÃO K (ndr: sua intervenção de 01 de julho), é indispensável abandonar-se, ou seja, viver sua própria Crucificação. 

E essa Crucificação é-lhes aportada pelas circunstâncias da vida.
É preciso reconhecê-las como tais.
O que quer que lhes pareça perdido, o que quer que lhes pareça a perder, o que quer que vocês abandonem, vocês encontrarão a graça. 

Não pode ser diferentemente porque, como o que vocês têm vivido, até o presente poderia levá-los a outro lugar e a outra parte que não à Essência de seu Ser, que não à Verdade do Amor?
E isso vai desembocar, é claro, na Confiança Absoluta, total e ilimitada, que vem, por seu bálsamo, apagar o que podia restar de zonas de sombra, de personalidade, de medos, de apegos.

O desafio pode ser, para alguns de vocês, extremamente potente, porque perturbador.
Porque, através de alguns apegos que restavam em vocês, a vida vai pô-los em face disso, de um modo ou de outro. 

E é nisso que se realizará o Abandono do Si, ou não.
É Nisso que se produzirá uma Ressurreição feliz.


Se vocês aceitam e compreendem que a Luz é bem mais inteligente do que nós (em nossa pessoa, nesse Mundo), então, constatarão, muito rapidamente, que a Luz é o que vocês São, e que, nessa Luz, há apenas o Amor, apenas a Confiança.
Esse estado cria, efetivamente, uma aura, um campo Vibratório ao redor de vocês, que não deixa qualquer lugar para qualquer interferência.

Mas é preciso, também, aceitar, de algum modo, nos domínios que lhes pareciam importantes até o presente, deixar-se despojar, inteiramente, do que lhes parecia importante porque, justamente, o que se despoja e que se afasta de vocês é o que os impedia de serem vocês mesmos, inteiramente, e de viver essa confiança.

Enquanto vocês creem controlar sua vida, a Luz não pode estar aí, inteiramente.
Enquanto vocês creem que se dirigem para uma evolução, para um Mundo encarnado diferente, a Confiança não está aí.

O que lhes pede a Luz, hoje, é um sacrifício.

Ela vai pedir-lhe isso de maneira cada vez mais insistente.
Para alguns de vocês, será muito fácil e, para outros, é claro, haverá coisas a transcender e a superar.
Mas, aí também, compreendam que não são vocês que as transcendem e que as superam, mas, efetivamente, essa Inteligência da Luz e esse Amor indizível que está bem além de todas as compreensões nesse mundo, de todos os amores nesse mundo, e de todas as Vibrações nesse mundo.

Vocês devem tudo soltar, Interiormente, a fim de que essa Confiança instale-se.
As circunstâncias exteriores de sua vida, no que lhes acontece ou acontecerá, estão aí apenas para provar sua confiança na Luz, que é a Confiança. 

Para provar, de algum modo, sua fidelidade e sua certeza de Luz.
Não mais como um objetivo distante, não mais como uma busca (que, talvez, vocês tenham efetuado), mas, efetivamente, como o fato de render todas as armas do ego e da personalidade, de render todas as dúvidas, todas as interrogações sobre o amanhã.

É um convite, também, para instalar-se, inteiramente, nesse tempo presente, através de mecanismos diferentes, nos quais a consciência não tem mais necessidade de projetar-se em um desejo, em um objetivo, mesmo o mais nobre.

Mas, de qualquer forma, ou vocês param, ou concebem e percebem que não há outro objetivo do que estar no instante presente, não mais existir, apagar-se, inteiramente, a fim de que a Consciência da Luz e a Confiança da Luz ajam, primeiramente, em vocês e, pelo campo de energia, pela aura que é gerada sobre o mundo.

A Onda de Vida, o Reencontro com MARIA, que muitos de vocês começam a viver, a título individual ou com uma de nós ou um dos Anciões, tudo o que se manifesta como Consciência e Presença de seu lado esquerdo não está aí para manter um discurso, nem para ser vista, simplesmente, mas, efetivamente, para fazer ressoar, em vocês, esse Abandono, essa Confiança, que lhes dá a viver a realidade e a Verdade de nossos contatos, não deixando mais o mínimo lugar para o medo, sobre esse Mundo, concernente a ninguém, qualquer relação que seja, instalando-os nessa Confiança que é uma certeza total.

A Luz, de algum modo, vai testá-los em suas últimas excisões, em seus últimos apegos. 


Pelo que vocês estão interessados?
Por seus apegos ou pelo que vocês São?
O que é que os motiva?
O medo e a falta?
Ou a Plenitude do Amor Luz?


Cada vez mais vocês estarão, talvez, divididos entre os dois.
Em definitivo, caberá a vocês, aí também, como foi dito, passar essa Porta Estreita.
E a Confiança é um elemento essencial, porque a Confiança que instala a Luz, em vocês, não é sua confiança, qualquer que seja seu estado de medo, de falta de certezas, de interrogações.

Se vocês acolhem a Luz, se aceitam a ação final dela, descobrirão, verdadeiramente, o que foi nomeada essa Morada de Paz Suprema, ao mesmo tempo permanecendo nesse corpo.
Vocês devem morrer para si mesmos, morrer para o que vocês têm sido, morrer para a sua história, morrer para todas as histórias, para compreender que não há história e que há a Luz.

Então, é claro, inúmeros de vocês que viveram as primeiras etapas dessa transformação de Luz recusam, de momento, render as armas, porque têm a impressão de controlar, de dominar a Luz.

  Mas vocês não podem controlar ou dominar a Luz, porque é o que vocês São, para além de qualquer pessoa, de qualquer vida e de qualquer personalidade.
Aí também, há um olhar diferente a portar, há uma consciência diferente que se manifesta.

Vocês não podem pretender ser Luz e ser uma pessoa: isso vai aparecer-lhes cada vez mais claramente e corresponde, inteiramente, ao fim final desse Mundo, nessa Dimensão.

Vocês vão aceitar ou não? 


Se vocês dão um passo, constatarão, nessa aceitação, que há, verdadeiramente, uma facilidade, e que a Luz é um bálsamo que é capaz de fazer desaparecer toda ruptura, toda interrogação, todo sofrimento.
Porque a Confiança da Luz substitui, bem vantajosamente, a confiança que vocês têm podido ver nela, a confiança que vocês têm podido ter em quem quer que seja ou no que quer que seja.

Mas é preciso aceitá-la, e é apenas você, eu repito, que pode aceitá-la.
Apenas você é que passa essa Porta, se o deseja.
Nós estamos aí, para iluminá-la.
Inúmeras de minhas Irmãs disseram e repetiram: o que vocês querem Ser, o que vocês querem tornar-se? 


Mas vocês devem compreender que não podem permanecer sob o Coração (ndr: terceiro chacra) e estar no Coração (ndr: quarto chacra).
Ou vocês estão no ego e na pessoa (ndr: terceiro chacra), ou estão no Coração.
E, se estão no Coração: não há mais pessoa, há apenas a Transparência de quem vocês São, não há qualquer vontade pessoal, não há qualquer desejo de controlar ou de dominar a Luz.
Há apenas, como o disse, em outras palavras, BIDI, essa vida que se vive e vocês, que não são essa vida e, no entanto, que estão nessa vida.


Essa tomada de consciência deve fazer-se, e ela vai fazer-se.
 

Ela desembocará, para cada um de vocês, em um estado profundamente diferente, no qual nada mais poderá ser como antes, no qual nada que lhes parecia uma certeza poderá ser mantido, porque a Luz, efetivamente, o Amor que é o que nós somos quer vocês, inteiramente.

Então, vocês, o que vocês querem?
Vocês querem ser Luz ou querem resistir? 


Todas as circunstâncias de suas vidas, da própria Terra, em sua totalidade, vai ver-se em face dessa equação, que condicionará o destino, que condicionará a qualidade de quem vocês São.
São vocês, e vocês sozinhos, que aceitarão ou que recusarão. 


A aceitação à ação confiante da Luz virá, também, majorar o Êxtase Interior, porque não pode persistir um Êxtase e uma dúvida, um Êxtase e um medo.
É um ou o outro, e isso, aí também, vai aparecer-lhes cada vez mais claramente, cada vez mais evidente.

Vocês não poderão continuar, quando o momento tiver chegado, com suas ocupações comuns e Ser Luz. 


Será um ou o outro.


É aí que vocês mostrarão o que lhes resta de apegos, o que lhes resta de sombras em vocês, oriundas de seus medos, oriundas da personalidade.
O que eu digo com isso é que, dentro de muito pouco tempo, vocês não poderão mais ser uma pessoa que tem sua vida e a Luz.

Não é mais tempo de nutrir a vida e sua pessoa, pela Luz, mas, bem mais, que sua vida e sua pessoa apaguem-se diante da Luz.


Eu não lhes escondo que o ego não pode apreciar isso porque, mesmo os modos de funcionamento que vocês têm, e que tiveram desde tempos imemoráveis, para alguns de vocês, ocultaram sua natureza, nossa natureza, que é Amor e Luz.
Dito em outros termos, Ser Luz e Amor não pode acomodar-se com outra coisa que não o Amor e a Luz.


E, enquanto existe, em vocês, uma veleidade de permanecer apegado ao que quer que seja, de permanecer implicado no que quer que seja, bem, vocês constatarão, por si mesmos, que isso é incompatível com a Luz porque, efetivamente, como o havia anunciado minha Irmã MARIA, há algumas semanas, e como isso lhes será firmemente dado, nesses três dias que vêm, pelas intervenções de METATRON, MIGUEL e MARIA, essa pressão da Luz é uma pressão de Liberação. 

Mas, para a personalidade, é, é claro, o inverso: é a perda de todo marcador, é a perda do que havia feito suas certezas, do que havia feito sua confiança e sua vontade.
Mesmo isso deve ser transmutado.
É o momento em que CRISTO dizia: «deixe os mortos enterrarem os mortos e siga-me».


O que vocês querem, o que decidem, qual é seu polo de interesse?

 
Vocês estão apegados a quem quer que seja ou ao que quer que seja, ou estão Livres?
Não pode haver apego e Liberdade, não pode haver Sombra e Luz, ao mesmo tempo. 


O que era possível até o presente não será mais possível.
É preciso escolher, não com a cabeça, mas é preciso escolher entre a Luz e a Sombra: vocês não poderão mais compor com as duas, terminou. 


Isso vai aparecer-lhes, eu repito, cada vez mais claramente e cada vez mais evidente, porque a verdadeira escolha (não as escolhas que foram postas, há alguns anos, mas o que se desenrola agora) é, de algum modo, uma confirmação: vocês brincaram com a Luz, serviram-se dela, ou vocês são a Luz?
Cabe a vocês compreender isso e, sobretudo, vivê-lo, na vida comum.

Não é nos momentos de meditação, de oração ou chamem isso como quiserem – que a Luz deve estar aí.
Ela deve, também, agora, iluminar toda a sua vida, tudo o que vocês vivem. 


E essa não pode ser uma decisão do ego, não pode ser qualquer ação da personalidade que realiza isso, mas, efetivamente, de algum modo, a aniquilação total da personalidade e de tudo o que compreende essa personalidade: os apegos, antes de tudo, os hábitos, os medos. 

Tudo isso deve ser varrido, não por uma ação de sua vontade, mas pelo «sim» franco, que vocês dirão à Luz.
Porque, eu os lembro, é uma coisa querer a Luz, é uma coisa perceber a Luz ativando tal lâmpada ou tal outra lâmpada, e é outra coisa tornar-se essa Luz, inteiramente, pondo fim a todas as ilusões, a tudo o que os privava da Liberdade.


O Amor é Liberdade.
A Luz é Liberdade.
A Liberação não é uma vã palavra. 


A Luz vem liberá-los, se vocês a aceitam, mas vocês não podem ser liberados e manter qualquer apego que seja.
Vocês não podem ser privados de Liberdade e ser Livres.

Eu não falo da liberdade de movimento, da liberdade de pensamento.
Eu falo da Liberdade a mais fundamental, do Amor e da Luz.


Então, é claro, quando há uma vida a levar, muitas interrogações podem apresentar-se sobre o que vocês têm a fazer, sobre os apegos que vocês têm, mas é, justamente,(e, unicamente, aí), que se encontra o desafio.

Vocês querem seguir o CRISTO?
Vocês querem responder ao apelo d’Ele?
Vocês querem ascensionar ou não?

Lembrem-se de que vocês são livres de suas escolhas, mas que uma dessas escolhas é a Liberdade e que a outra não é a Liberdade. 


Onde vocês colocam a Liberdade?
Na crença de que vocês têm a escolha?
Ou na aceitação do que vocês São, inteiramente?

Um e outro vão tornar-se cada vez mais incompatíveis, cada vez mais afastados e, aliás, isso se afastará, do mesmo modo que se afastam de vocês algumas coisas, tanto no Interior como em sua vida.
Não é mais tempo, de qualquer forma, de tergiversar, porque nosso Apelo vai soar, porque a constituição do Canal Mariano, o fato de ser percorrido pela Onda de Vida e de viver o Êxtase ou a Alegria volta, de algum modo, a colocar-lhes e a fazê-los colocar a questão: 

eu sou a Alegria ou eu sou o medo?
Eu sou o Amor ou sou a falta de Amor?
Eu sou transparente comigo mesmo? 


Eu aceito que a Luz tome todo o lugar, na totalidade, inteiramente?
Ou será que eu resisto, para manter minha pessoa, meus apegos, quaisquer que sejam esses apegos?

Foi dito, há pouco tempo, que aquilo a que vocês estão apegados perde-os.
E aquilo a que vocês permanecerem apegados perdê-los-á cada vez mais.
Vocês não têm qualquer meio de evitar isso.
Vocês não têm qualquer técnica que lhes permitiria, fora de seu próprio posicionamento, suavizar ou evitar esse momento, essa Passagem.

Compreendam, efetivamente, que, de nosso lado, nós temos trabalhado, desde numerosos de seus anos, nessa preparação.
Nós sabemos, também, pertinentemente, que inúmeros de vocês, Irmãos e Irmãs que chegam diante dessa porta, naquele momento, são tomados de uma angústia, de um medo terrível. 


Esse medo do vazio, esse medo do neant, que é inscrito no medo da morte, no medo do outro, também, deve ser olhado,
Não é algo sobre o qual vocês devam agir, por si mesmos, mas, efetivamente, compreender que é a Luz que agirá nisso, por ela mesma.
E, se ela não age, não é porque não há Luz, é porque vocês mesmos estão colocados em oposição a ela.

Vocês devem estar lúcidos, cada vez mais, sobre os prós e os contras de todas as ações que vocês realizam nesse mundo, quer elas lhes pareçam as mais corretas, quer elas concirnam às obrigações as mais importantes de sua vida. 


Porque vocês devem redefinir e aceitar redefinir, portanto, o que é o mais importante para vocês.
É a Luz?
É o Amor?

Ou é a projeção de seu amor em alguém ou para alguém, ou seja, seus apegos?

Isso acontece agora, e a vida, devido ao fim do isolamento da Terra, leva-os a isso, cada um ao seu modo, para coisas que podem parecer-lhes insignificantes, mas para as quais vocês constatarão que elas não eram tão insignificantes assim, ou para algo que lhes parece tão grande que vocês terão, talvez, a impressão de ali não chegar.
Mas lembrem-se de que o Amor e a Luz são sua natureza.
Que o Amor e a Luz estão aí, em vocês, ao seu redor, e por toda a parte.
É, portanto, a você que cabe ver se quer ser Liberado.
É a você que cabe ver se quer ser a Liberdade ou o sofrimento.
Ninguém além de você pode decidir.
Ninguém além de você pode passar.


Nós estamos aí, ao seu lado, e em vocês, e nós estaremos, cada vez mais.
Nós os chamaremos à noite e pela manhã.
Nós manifestaremos nossa Presença, de maneira direta, nas situações em que, justamente, vocês não estão na meditação ou alinhados, mas nos momentos os mais inoportunos, à primeira vista, mas que são, do que nós percebemos de vocês, os momentos os mais oportunos.

Nós não viemos pô-los à prova ou testá-los.
É a Luz, que está em vocês, que testa, de alguma forma. 


Vocês são a Liberdade e a Alegria?
Vocês são o Absoluto? 


Ou vocês estão nas resistências da pessoa que quer continuar a nutrir-se de Luz e desviá-la em proveito da personalidade?

Isso não é o Amor.


O Amor é tudo dar e, sobretudo, dar-se, a si mesmo, inteiramente.
Isso eu lhes expliquei, há numerosos meses.

Enquanto vocês não são dados, bem, a Confiança não pode estar aí.
Enquanto vocês não tenham tudo entregado nas mãos dela, da Luz e do Amor, resta uma parte de Sombra, uma parte de vontade, uma parte de necessidade de controlar os eventos e a vida, mas isso não é a Vida. 


Isso vai aparecer-lhes, de uma maneira ou de outra, e vocês se verão, verdadeiramente, tal como vocês são, sem terem necessidade de projetar em quem quer que seja – ou sobre o que quer que sejasuas próprias faltas, seus próprios sofrimentos.

Como dizia IRMÃO K, ainda ontem: o que se produz no exterior está, também, em vocês.
Não há nem culpado, nem responsável, nem vítima, nem algoz, nem ninguém mais que não você mesmo.
Tudo o que lhes acontece é correto. 


Tudo o que lhes acontece – e tudo o que os toca – está aí, justamente, para tocá-los e para mostrar-lhes, claramente, onde vocês estão.

Isso não é uma escolha realizada pelo mental, mas é, efetivamente, a Vida, ela mesma, que vem mostrar-lhes isso.
Ser Amor e Luz é aceitar não mais ser ninguém, é aceitar desaparecer – quer esse desaparecimento seja da consciência, quer ele seja simbólico ou real porque não há mais qualquer importância. 

 
Quer vocês estejam nesse corpo ou estejam sem corpo, constatarão que continuam idênticos ao que vocês São, a partir do instante em que vocês aceitam, real e concretamente, não mais estarem apegados.

Tudo isso se desenrola para vocês, se já não está presente, vai desenrolar-se e desenrola-se, nesse momento. 


Não há, tampouco, que refletir e colocar-se a questão, uma vez que a própria Vida vai propor-lhes, muito precisamente, isso, em circunstâncias que lhes são próprias e que são, eu repito, as mais adequadas para vocês: para Ser Luz que vocês São.

Qualquer que seja o evento que lhes aconteça (ou qualquer que seja o evento que aconteça a esse mundo), a finalidade é e continuae permanecerá até o extremo da Luz



Mas não uma Luz e um Amor exteriores, mas, efetivamente, a conscientização de que vocês São isso, porque nós somos, todos, isso.
Se vocês tomam o tempo de observar o que se desenrola em sua vida, então, vocês compreenderão.
Se nada acontece, de momento, deixem vir o que virá. 


Vocês não poderão mais manter a mínima dúvida, e vocês colocarão a escolha, que não é aquela desse corpo, nem aquela dessas emoções e desse mental, mas que é uma real transfiguração e ressurreição.

Façamos uma pausa, alguns instantes, na Comunhão de minhas palavras e de sua escuta, antes de retomar.

... Comunhão...

É nessa Comunhão que se encontra a Verdade, a única. 


Nossos Irmãos e nossas Irmãs, Anciões e Estrelas (que vieram, sobretudo, do Oriente, em sua vida), falaram-lhes da Ilusão, de Maya.
Resta, agora, verificá-lo.

A Ilusão é sofrimento.
Maya é sofrimento.
A Luz é o Amor e Liberdade, totalmente.
Vocês vão fazer a experiência disso. 


São vocês que decidem viver – ou não viver – essa experiência.
Mas vocês não podem, e poderão cada vez menos, impor a Luz em suas visões, em suas percepções, em seus anseios, em seus desejos.
A Confiança está aí, ela não está em outros lugares.

Irmãs e Irmãos, a Paz, a Morada de Paz Suprema é acessível, agora, aqui, onde vocês estão.
Ela não é uma fuga, ela não está alhures, quando sua consciência não estiver mais aqui. 

 
Ela está agora.
Eu os convido a depor as armas. 


O melhor testemunho desse depor das armas é a Onda de Vida.
A primeira onda trabalhou, para aqueles de vocês que estavam mais próximos dessa Verdade, dessa Liberdade.


Vocês são, todos, convidados, agora, a vivê-la.
Para isso, é preciso abandonar tudo o que não é vocês.
A Liberdade está aí, ela é a esse preço, aquele do sacrifício.
Ela não está na fuga da vida, porque a Vida ée será sempre, nesse mundo, como em todo mundo, na Fonte, como no Absoluto. 


Mas é, efetivamente, uma atitude nova, uma compreensão, real e nova, do que deve jogar-se, do que deve viver-se.

E lembrem-se de que vocês têm a Liberdade de escolher.
E se, a partir dos dias que vêm, a Onda de Vida não nasce, é que vocês resistem. 


Vocês deverão render-se a essa evidência. 

Se vocês não resistem mais, a intensidade da Onda de Vida (como, no ano passado, a intensidade da Luz Adamantina permitiu a abertura da Porta KI-RIS-TI), hoje, libera-os, na condição de que vocês a aceitem.

Vocês aceitam desaparecer?
Vocês aceitam Ser Amor?


Não o amor humano, que vocês têm projetado em suas afeições diversas e variadas, mas o Amor da Vida e o Amor do Amor.

As relações, todas as suas relações, são levadas a mudar.
As relações que se estabelecem entre nós e vocês, pelo Canal Mariano, são relações de Amor Vibral, Verdadeiro, Autêntico.

Será que o conjunto de suas outras relações são marcadas por isso, ou será que é diferente?
Vocês terão a oportunidade de fazer a diferença entre o Amor vivido pelo Canal Mariano (com o duplo, qualquer que seja) e o amor humano. 


Eles nada têm a ver, um com o outro.
Eu diria, mesmo, que tudo os opõe.


Cabe a vocês ver, e cabe a vocês viver, e cabe a vocês determinar.
O testemunho de suas resistências será, agora, a existência ou a não existência da Onda de Vida, sua percepção (ou não percepção).

E a Onda de Vida é, também, essa Confiança na Vida (e não nessa vida que vocês têm vivido nessa pessoa).
Isso será perceptível e conscientizável, cada vez mais, porque as próprias circunstâncias de sua vida vão levá-los a compreender isso. 


Mesmo se isso possa parecer-lhes difícil, o importante não que seja difícil ou fácil, é estar consciente disso, porque vocês não são, tampouco, o que é fácil ou o que é difícil: vocês São bem mais do que tudo isso.

Vocês aceitam ser o Amor e a Liberdade?
Ou preferem permanecer no sofrimento e no confinamento, mesmo se são Liberados?
O Manto Azul da Graça, o Supramental, a Onda de Vida são uma alquimia, é uma Tri-Unidade.

 
Essa nova Tri-Unidade, que lhes dá a viver o que vocês São, a partir do instante em que vocês se afastam do que não são (como diria BIDI), de tudo o que é efêmero, de tudo o que faz apenas passar, mesmo se isso, para vocês, pareça-lhes fundamental, mas vocês nada são de tudo isso.

Como BIDI disse-lhes: o que resta, quando vocês partem, de tudo o que construíram nessa vida, nesse efêmero?
Estritamente nada. 


Então, vocês querem nada ser ou querem Ser Tudo?
Não há outra possibilidade. 


A Liberdade, o Amor e a Luz, do outro lado, a não confiança, o medo, a dúvida, o sofrimento. 

Isso vai aparecer-lhes, verdadeiramente, cada vez mais facilmente. 

E não haverá ninguém mais a responsabilizar do que vocês mesmos, o que quer que os faça viver um Irmão ou uma Irmã, o que quer que a Vida faça-os viver (quer seja nesse corpo, em suas relações, no que quer que seja), há apenas vocês, e vocês mesmos, uma vez que esse mundo é uma projeção total. 

Vocês vão vivê-lo, se não resistem.

Aí está o que eu tinha a dizer-lhes nesse espaço.
Vivamos outro momento e instante de Comunhão, antes de ver se vocês têm questões (e exclusivamente em relação a isso), de uma maneira geral.


Vivamos, então, essa Comunhão.

... Comunhão...

Eu sou GEMMA GALGANI.


Eu me dou a vocês, no Amor, na Unidade, na Alegria e em toda Confiança.
E vocês, vocês têm essa Confiança?
Vocês são essa Confiança?
Não aquela que vem de sua pessoa, mas, efetivamente, do que vocês São.

Eu os amo e eu lhes digo até breve.

Se vocês têm questões, eu os escuto, entretanto.

Questão: se toda a humanidade é Liberada, isso significa que essa Liberdade será obtida na suavidade?

Ela será obtida na suavidade para aqueles que não resistem.
Aqueles que resistem, sofrerão.
Mas esse próprio sofrimento é uma ilusão, mas não para eles.

Não temos mais perguntas. Agradecemos.

Eu rendo graças por sua presença,

 por nossa Comunhão. 

 
Até breve. 




Traduzido e Divulgado Por: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com

Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

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