23/07/2012

RAM – 21 de julho de 2012


... Silêncio da Ausência...

 AUTRES DIMENSIONS.
  22 de julho
Eu sou RAM.  

Tenho a Alegria e o privilégio de estar com vocês, neste instante.
Eu lhes transmito essa Alegria: essa ressonância específica que, eu o espero, vamos iniciar, juntos, aqui e por toda a parte.
Há alguns anos, eu vinha a vocês, exprimindo-me pelas palavras, pela Vibração e pelo silêncio.
O silêncio que, àquela época, não tinha a mesma textura do que é possível, ou será possível, para vocês, em pouco tempo.

Vou, hoje, prosseguir, do mesmo modo. 


O silêncio de que se trata, hoje, é, bem mais, não, simplesmente, um silêncio de palavras ou de qualquer outra coisa que lhes seja conhecida, mas, bem mais, o silêncio relativo à Ausência. 

Esse estado, para além de todo estado, no qual não existe mais sentido, no qual não existe mais Presença e no qual se instala, de algum modo, uma ressonância, de vocês a mim e de mim a vocês.
Ressonâncias que, quando são sincrônicas, desembocam nessa Ausência.

Vou tentar fazê-los apreender e viver, através de palavras, de Vibrações e, é claro, do silêncio da Ausência, alguns elementos a viver, que exprimem, ao mais exato, o Ser e o não Ser.
... Silêncio da Ausência... 

Há quase quarenta e oito horas de seu tempo, SNOW, como Estrela, falou-lhes dos Quatro Elementos, como esses Quatro Elementos haviam, eles também, sido Liberados. 

Eu falarei, quanto a mim, dos Quatro Vivos, dos Quatro Pilares que cercam a FONTE, porque são, muito exatamente, eles que lhes dão a viver isso (ndr: sua intervenção de 19 de julho).
... Silêncio da Ausência... 

Como Melquisedeque do Sopro, encarregado, especialmente, da observação dos Quatro Elementos, além de toda Vibração e de toda consciência, vamos, através de minhas palavras, da Vibração que nos é comum, e da Ausência do Silêncio, viver o que vocês terão a faculdade de viver, de maneira cada vez mais flagrante, no que está aí.

Vocês são, muito certamente, extremamente numerosos a terem seguido o que lhes foi dito, a terem vivido, sobretudo, modificações importantes. 

Entre vocês, vocês são cada vez mais numerosos a constatar que, no momento em que querem ler ou escutar o que nós lhes transmitimos, sua própria consciência não está mais aí.
Essa espécie de sono não é um, mas levou-os, de algum modo, a apresentarem-se diante da Porta Estreita, no limiar do Absoluto, fazendo-os passar, e preparar, do Ser ao não Ser, do Eu Sou a essa Ausência, na qual, mesmo a Presença, nada mais quer dizer porque, nas últimas experiências, vocês podem ser todas as Presenças, não estando mais limitados, pela Graça do Amor de que nós somos.

Vocês constatam, então, com estupefação, por vezes, que têm a possibilidade de estarem tanto deslocalizados como nada mais ser, como Ser absolutamente tudo (qualquer consciência que seja, qualquer Dimensão que seja). 

Realizar isso, viver isso é viver a Ascensão.

Tudo está reunido, como lhes disse SNOW.
Os Quatro Cavaleiros estão Liberados. 

As Estrelas e outros Anciões repetiram-lhes, durantes estes últimos tempos, que havia apenas duas verdades uma é relativa, é o medo, a outra é Absoluta, é o Amor – e que, de acordo com sua consciência, seu ponto de vista, seu estado ou não estado, o que lhes é dado a viver é, muito exatamente, uma ou a outra.

Aquele que se Abandona e vive o Abandono, que vive a Ausência de todo sentido, que, para além de todo estado, torna-se o não Ser, vive o amor, não tal como vocês o desejariam, mas tal como ele é.
Aquele que se opõe e resiste vive o medo.
O que haverá a viver e que se vive (já, sobre esse mundo, uma vez que isso está engrenado), de acordo com o olhar, dá-lhes a ver o medo ou o Amor.
Isso concerne tanto ao Interior como ao exterior.
O que vocês São traduzir-se-á no que vocês verão ou não verão.
Não há outra possibilidade, nem alternativa.

Retomando algumas frases mais próximas do Ocidente, vocês colhem, exatamente, o que semearam, em consciência e em Vibração.

Se seu olhar volta-se para o medo, então, vocês viverão o que esse mundo dar-lhes-á a ver.
Se vocês se voltam para a Eternidade, mudando de olhar, Abandonando-se, a Graça tornar-se-á sua Morada de Eternidade.
É um ou o outro.
Ouçam isso, agora, pela Vibração.

... Vibração...

Pela graça dos Quatro Vivos, pela graça de sua Presença e de minha Presença, na Comunhão, vivamos isso no Silêncio e na Ausência.

Progressivamente e à medida que vocês tiverem a possibilidade de viver os mecanismos que lhes foram explicados durante esses alguns meses, a partir do instante em que constatarem, por si mesmos, que podem ser Tudo, absolutamente Tudo, como absolutamente Nada, que nenhum limite pode existir no Amor, então, isso engrenará, em vocês, sem a intervenção de qualquer vontade, de qualquer decisão pessoal, sua Liberação, nomeada Ascensão.

Um número cada vez maior de Irmãos e de Irmãs encarnados vão, portanto, encontrar-se a passar do Ser ao não Ser, rompendo, definitivamente, o confinamento em uma forma, o confinamento em um mundo, o confinamento em que quer que seja. 

As percepções que vocês têm disso, de momento, de dormência ou de aniquilação da consciência foram as primícias.
Alguns, entre vocês, durante este período extremamente preciso que começou há quarenta e oito horas (pela ação completa do Manto Azul da Graça), deu-lhes a viver, nesse corpo, percepções específicas, em ressonância direta com o Manto Azul da Graça, a Onda de Vida, que lhes dá a viver certo número de modificações, que os instala nesse não Ser, nessa Alegria indizível, nomeada Morada de Paz Suprema que, cada vez mais, estritamente, nada terá a ver com o que vocês conhecem, do que vocês chamam sua vida (de sua história, de seus apegos, de suas funções e de seus papéis). 

Isso os porá na Paz, na Alegria, na Morada de Paz Suprema, ou isso os fará resistir e lhes fará aparecer medos.
Isso é normal, é, mesmo, mesmo, proveitoso, porque ver o medo abre ao Amor, porque ver as dúvidas apaga as dúvidas, não porque vocês vão ali chegar pela ação de sua pessoa, mas, bem mais, pela ação conjunta dos Quatro Vivos.
Isso, pela Vibração.
... Vibração...

Isso, pelo silêncio da Ausência.

... Silêncio da Ausência...

A ressonância cria-se entre vocês, nesse plano, e nós, chegando para vocês. 

Dessa ressonância que, quando é admitida, dá a viver a revelação da Lemniscata Sagrada, sua interação de um ao outro, que cria uma forma de aniquilação na qual vocês não são mais vocês, vocês não são mais o outro, que os abre ao Absoluto, que está aí, que sempre esteve, a partir do instante em que o que faz resistência é esquecido, na vivência da indizível graça, na vivência da Morada de Paz Suprema.

Vocês constatarão, então, que os momentos de Vibrações de Ausência traduzir-se-ão, além da percepção do Manto que se põe sobre seus ombros, pelo fato de viver, aqui mesmo, nesse Plano em que vocês estão, uma expansão de campo a nenhuma outra similar, que os faz recobrir a Terra, que faz de vocês o que foram nomeados: os Liberadores. 

Naquele momento, vocês viverão, sem interrogação, o Amor que vocês São.

Eu lembrarei que nada há a procurar, nada a desejar, nada a encontrar: apenas Ser.
O Ser torna-se total, desembocando no não Ser, no gozo da natureza essencial do que nós Somos. 

Aí está a Liberdade.
Aí está a Ascensão.


Então, é claro, os condicionamentos, os medos vão fazê-los ver, talvez (se não há suficientemente Abandono), ao mesmo tempo, seus medos, mas, também, a necessidade de prender-se, pelo mental, por expressões feitas, que os impedem, assim, de viver os Quatro Vivos, seja dizer que vocês estão aqui, encarnados e que é preciso viver, seja pelos medos ou a necessidade de colocar um limite (qualquer que seja), pela necessidade de manter o que quer que seja de sua vida, desse mundo, de seres que os cercam ou, mesmo, que lhes são queridos.
Então, o trabalho dos Quatro vivos não poderá oficiar.
As zonas de resistência desembocarão, invariavelmente, no medo e no sofrimento. 

Aqueles de nossos Irmãos e Irmãs que, aliás, não vivem isso, podem abrir-se no último minuto, mas podem ser, também, engajados em um processo de resistência que consiste em querer estabelecer a Luz, aqui mesmo, nesse corpo, para prendê-la a eles mesmos.
Eles viverão, então, o que foi criado pelas resistências desse mundo, de que se serve, é claro, o conjunto de egrégoras de medo, de confinamento.

O mais potente desses confinamentos, existente, ainda, ao nível coletivo, porque reside, não no corpo Astral, mas no corpo Mental, ou seja, no Sistema de Controle do Mental Humano, é, obviamente, a adesão a esse próprio mundo, a adesão a uma escravidão, qualquer que seja e, em primeiro lugar das quais, vocês encontram as crenças errôneas, e uma necessidade de fixarem-se, por si mesmos, limites, quaisquer que sejam. 
 
Esse será um mal para um bem, que lhes permite transcender o bem e o mal, porque isso lhes dará a ver, justamente, por seu próprio sofrimento e sua resistência, o que peca, o que não está em acordo.

Os processos nomeados Vibratórios, quer vocês estejam em um caso como no outro, multiplicam-se, agora, dando-lhes cada vez mais acesso aos mecanismos do Ser e do não Ser, da Presença e da Ausência, cada vez mais pronunciados, a viver.
É nessas últimas experiências que se encontrarão, talvez, para vocês, as chaves.

Quando vocês fizerem a experiência, de fato, real e concreta, de que sua consciência desse corpo pode estar não importa em qual consciência da Criação, permanecerá extremamente difícil manter a coerência do Eu ou do Si, que os faz ver, com isso, as zonas de suas falhas, daquilo a que vocês mesmos se opõem e, aliás, do que se opõe o mundo que decidiu permanecer nas crenças obsoletas, nas experiências arcaicas que, acima de tudo, são apenas suas escravidões, próprias ou coletivas.

A Liberação é a Liberdade.
A Liberação é a Ascensão.
Isso se desenrola agora.
Escutemos a Vibração.


... Vibração...

Escutemos aí, onde nada há a ouvir, a Ausência, o não Ser.

... Silêncio da Ausência...

O que vocês verão, o que viverão, o que escreverão, o que pensarão, o que trocarão será função apenas do que vocês são. 

Ser ou não Ser.
Medo ou Amor. 

Nestes tempos que se abriram, há quarenta e oito horas, ninguém terá lugar para esconder-se de si mesmo (como dos outros), porque vocês descobrirão que, na graça e na Morada de Paz suprema, vocês nada podem esconder de quem vocês São, além do ser. 

E, se se manifesta medo, então, ele lhes dará a ver que, em algum lugar, em vocês, vocês o encarnam e dão, portanto, seu olhar, sua consciência a ele.

Escutemos a Vibração e, imediatamente após, a Ausência do que eu acabo de dizer.

... Vibração...
... Silêncio da Ausência...

Todas as primícias que parecem cair-lhes por cima desde o aparecimento da Onda de Vida e, de maneira ainda mais presente, desde o Manto Azul da Graça, sobretudo nestas três últimas Presenças (ndr: nas quintas-feiras 5, 12, e 19 de julho últimas), confrontam-nos do Ser ao não Ser, dão-lhes a ver e a perceber que, o que quer que se manifeste, em definitivo, as duas possibilidades permanecem cada vez mais marcadas e evidentes.

A falta, o sofrimento, o medo.
A Paz Suprema, a Alegria. 

O que pode aparecer, em um primeiro tempo, ao olho do que vocês são, no momento em que o vivem, fará aparecer isso como um adormecimento, mas, bem mais, como um desengajamento, e o Ser e o Eu apenas podem viver isso assim.

Mas, se vocês ousam, constatarão, por si mesmos, o engano do que professaram e proferiram, concernente à necessidade de manter o que quer que seja.
Essas experiências há a viver, vocês não podem delas subtrair-se: é o Choque da Humanidade.

As circunstâncias celestes, cósmicas e Terrestres, as circunstâncias de cada Irmão e de cada Irmã são, muito exatamente, o que há a ver, a colher, a viver, não como uma retribuição ou um castigo, mas, efetivamente, como a última possibilidade de realizar o que se vive: o Abandono ou o não Abandono. 
 
Aceitar não mais olhar-se ou continuar a olhar-se agir (nas regras morais, sociais e afetivas ou outras), ou abandonar-se à Graça, à Morada de Paz Suprema, que oficiará, que interagirá por si mesma, independentemente de vocês.

Vocês são capazes disso ou não? 
 
Se, em vocês, produz-se essa espécie de obscurecimento da consciência de Basculamento, mais especificamente escutando-nos ou lendo-nos, vocês serão impregnados de Luz Vibral, de Consciência Vibral e Unitária.

Os Quatro Cavaleiros estarão aí, para vocês, acelerando seu próprio Basculamento, do Efêmero à Eternidade.

Resposta da Vibração e do Silêncio.
... Vibração...
Impulso.
... Silêncio da Ausência...


Aí está Shantinilaya, o espaço sem espaço, no qual não existe qualquer questão e qualquer medo, não como algo que foi conquistado ou adquirido, mas, efetivamente, no Abandono do Si

O que se desenrola e desenrolar-se-á faz-se, independentemente de vocês.
Quanto mais vocês entrarem nessa vivência, independentemente de vocês, mais vocês se tornarão Absoluto, porque os Quatro Vivos não encontrarão qualquer oposição.
... Silêncio da Ausência...

No desenrolar destes Tempos reduzidos, viver isso uma vez bastará para mudar, radicalmente, todos os seus pontos de vista, sem exceção, filtrados pelo ego ou o Si.

... Silêncio da Ausência...

É nessa Ausência que transparece e aparece a Essência, na qual a consciência não tem mais nem necessidade nem desejo de ser localizada em algum lugar, uma vez que o nenhum lugar, de fato, corresponde a todos os lugares, sem limite de estado ou de Dimensão, de Vibração.
... Silêncio da Ausência...

Nessa vacuidade, nessa Última Presença, os Quatro Vivos trabalham.
... Silêncio da Ausência...

O conjunto de eventos, qualificados de Interiores e de exteriores, vai tornar-se cada vez mais sincrônico, sobreponível, sem poder fazer deles a mínima distinção.
O que é dado a viver é, muito precisamente, o que vocês têm a viver.
Como foi dito por outros Anciões e outras Estrelas, não há castigo algum.
Nada mais há a apreender, a compreender e a interpretar além de viver o que lhes diz a consciência Vibral.
... Silêncio da Ausência...

Então, descobrindo Shantinilaya, colocar-se-á, de maneira cada vez mais iluminada, o medo ou o Amor.
Quanto mais vocês deixarem o Amor ser, mais as Presenças ao seu lado, o Manto Azul depositado sobre seus ombros e o conjunto de outras manifestações que lhes são conhecidas ou que aparecerão ajudá-los-ãopela ação dos Quatro Vivos no Éter do Planeta e em vocês a não mais viver como confinado em que quer que seja, tanto nesse corpo como em qualquer outra coisa que vocês tenham construído, por defesa ou por necessidade de segurança, por hábito ou por crença. 
 
Isso será a Liberdade, a Liberação e a Ascensão.
 
E, é claro, o motor disso é o Amor, mas não aquele que vocês creem ter vivido que, como foi dito, é apenas a expressão de suas próprias faltas, mas, efetivamente, um Amor de completude.

E, aliás, quando o Amor está aí, vocês em vocês, vocês em relação a não importa qual Irmão ou Irmã presente sobre a Terra ou no Céu, isso se traduzirá pela amplificação de sua própria irradiação, de sua própria consciência na qual, ao mesmo tempo estando, ainda, nesse corpo, vocês transbordarão, amplamente, esse corpo.
O Manto Azul far-se-á insistente, o Antakarana tornar-se-á cada vez mais premente e o Som modular-se-á.
Algumas dessas regras foram-lhes dadas.
Vejamos o que dão a Vibração e, depois, o Absoluto.

... Vibração...
... Silêncio da Ausência...

Rememorem-se, nos momentos, por vezes, mais difíceis, que toda resistência ou sofrimento é apenas um encadeamento, que não pode existir perda de que quer que seja, em Shantinilaya.
 
O jogo da perda, o jogo da guerra, o jogo do sofrimento ser-lhes-ão dados a ver pelo que eles são, estados ilusórios secretados pelas circunstâncias de seu próprio mental que, pelos reflexos de sobrevivência, afastam-nos da Ausência, do Absoluto.
Tudo o que há a desenrolar-setanto em vocês como no exterior de vocês, no mundo é a Inteligência da Luz e dos Quatro Cavaleiros, mesmo se o primeiro olhar, que pode ser aquele da estupefação, do medo, presente na pessoa, disser-lhes o inverso, mesmo através de suas emoções e do que pode parecer-lhes difícil.

Mas, se vocês Abandonam, mesmo isso, constatarão que não é nada.
Vocês poderão, então, rir disso, o que não é o caso se resistem ou opõem-se.

... Silêncio da Ausência...

Nós podemos dizer que, pelos Quatro Vivos, o momento de viver a Promessa e o Juramento, a memória além desse mundo está aí, amplificando a Liberdade, desembocando na Liberação e na Ascensão. 
 
O que lhes é dado a viver, pela ação dos Quatro Vivos é, como foi dito, atravessar, sem qualquer compreensão, sem qualquer justificação, sem qualquer cadeia lógica racional, sem marcadores, porque não haverá mais deles.

... Silêncio da Ausência...

Nesse espaço sem espaço, no qual todas as Presenças resolvem-se no Absoluto, vocês são, todos, convidados a Ser e a não Ser.
... Silêncio da Ausência...

Entremos, juntos, nessa ressonância específica, sem interação, na instalação dos Quatro Vivos.

... Silêncio da Ausência...

O sentido do Acolhimento, o sentido da Paz, o sentido da Vibração, da respiração devem ser o mais pleno e o mais vazio, ao mesmo tempo.

... Silêncio da Ausência...

Aí está a chave.
Aí está a Porta, que lhes dá a viver, realmente, que jamais ouve chave, nem Porta.
... Silêncio da Ausência...

Aí, onde não há qualquer distância, qualquer sofrimento.
O que está aí, sempre esteve aí.

... Silêncio da Ausência...

Eu sou RAM, eu sou vocês.

Minha saudação, para vocês, é esta: 
eu dou graça ao que estabelecemos ou 
aproximamos, segundo vocês.

... Silêncio da Ausência...

No Amor do Amor.
Irmãos da Liberdade,
 no Amor, eu os saúdo.

... Silêncio da Ausência... 






Traduzido e Divulgado Por: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com

Post. e Formatação
Semeador de Estrelas
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