08/12/2016

ORIONIS - ASCENSÃO -

Dezembro 

"O tempo vai, doravante, engrenar-se, cada vez
 mais rapidamente; a pressão da Luz
 tornar-se-á cada vez mais intensa".

"A Luz, e Cristo, não batem mais, unicamente,
 à sua porta, mas vêm à sua Morada".

ORIONIS
(Reply)

Eu sou Orionis, eu saúdo sua eternidade, sua graça e o Amor que vocês são.

Eu intervenho, neste dia, para lançar-lhes o apelo do coração.

Neste último dia de seu mês de novembro, eu venho lançar um apelo, um apelo ao Amor, um apelo ao perdão, um apelo à interioridade, um apelo de sua eternidade.

O tempo da Eternidade chegou.

O tempo do perdão, o tempo da Verdade chama, em nome de cada um de vocês.

Além dos eventos que se desenrolam e que se desenrolarão, não percam, jamais, de vista, o que vocês são; não percam, jamais, de vista, que o que se desenrola e desenrolar-se-á é apenas a atualização do Amor e da Liberdade.

Eu venho dizer-lhes: «Não tenham medo», bem ao contrário.

Deixem a alegria e o Amor saírem e manifestarem-se na superfície desse mundo.

Vejam o Amor em cada um, vejam o Amor por toda a parte, para estarem, vocês também, saturados de Amor, saturados de alegria.

Não se atrasem no que pode resistir, em vocês ou ao seu redor.

Perseverem na Verdade, perseverem na humildade, perseverem na Verdade.

O conjunto da Confederação Intergaláctica, em qualquer dimensão que seja, está, agora, presente ao mais próximo de vocês.

Nós temos trabalhado, vocês e nós, nesse ato sagrado de Liberação e de Verdade.

É tempo, agora, de recolher os frutos e de deixar aparecer aqui, nesse mundo, quem vocês são, em Verdade, e não nesse mundo.

Esqueçam-se do que não é eterno, esqueçam-se dos rancores, esqueçam-se das incompreensões, porque o Amor aporta todas as respostas.

E esse Amor nada mais é do que o que vocês são, que emerge de si mesmos, que aquece o coração e desperta o que vocês são, verdadeiramente, para além de toda aparência, de todo sofrimento e de toda questão.

Eu lanço um apelo solene não, unicamente, a vocês que me conhecem ou que me leram ou que me escutaram, mas a todos aqueles de vocês que pressentem e vivem, já, os elementos que se desenrolam, de maneira interior.

A hora é para a alegria, porque a Verdade é alegria e o Amor é a única Verdade.

Então, ousem.

Ousem, sempre mais, deixem emanar – tanto de sua Presença como de sua Ausência – a beleza.

Que seus sentidos vejam a beleza, que seus pensamentos voltem-se, exclusivamente, para a beleza, que seus centros de consciência sejam ancorados no Amor eterno.

Esqueçam-se do que é pequeno, esqueçam-se do que resiste, esqueçam-se de tudo o que não é vocês em sua eternidade.

Não há necessidade de coragem ou de força, de vontade; não há necessidade de nada mais do que deixar o Amor ser e manifestar-se.

Nesse mês de dezembro, vocês são e serão os pilares de Luz, que nada poderá desestabilizar no exterior de si.

Se, por momentos, vocês se sentem desestabilizados, digam-se, efetivamente, que as circunstâncias de sua vida ou de sua saúde nada são, mas que só prevalece a co-criação consciente, a emergência do Masculino e do Feminino Sagrados, aqui mesmo, em qualquer circunstância que seja de sua vida, em qualquer prova que vocês vivam ou em qualquer alegria que vocês vivam.

Lembrem-se de que a única satisfação possível é aquela da Verdade, aquela do Amor.

Esqueçam-se de sua idade, esqueçam-se do que tem apenas um tempo, porque esse tempo termina.

Não há luto a viver, se não é o de suas ilusões.

Há apenas a Ressurreição, prometida e anunciada por Cristo, não dos corpos obsoletos, mas do Espírito de Verdade do coração ardente do Filho do Sol, do filho de Luz.

A nada mais se prenda que não à Verdade, não aquela de sua pessoa ou de sua vida, mas a Verdade eterna, mesmo se vocês não a vivam, ainda, na totalidade.

Permaneçam centrados no essencial, permaneçam centrados no perdão perpétuo dirigido a si mesmos, dirigido àqueles que os oprimiram, individual ou coletivamente.

Depositem aos pés deles a força de seu Amor e a verdade de sua Luz.

Este apelo é solene, porque se inscreve na trama temporal histórica dessa Terra.

Há mais de cinquenta mil anos eu dirigi o sacrifício dos Elohim, que permitiu evitar o confinamento definitivo da consciência, que conduz, hoje, neste final de ciclo, à sua saída de qualquer ciclo e, sobretudo, de qualquer confinamento.

O que quer que seus sentidos deem-lhes a viver, o que quer que sua pessoa sopre-lhes ou grite-lhes, não se deixem enganar.

Vocês são o Amor e, absolutamente, nada mais.

Só o peso da densidade do confinamento subtraiu-os da Verdade.

Não procurem culpados, não procurem compreender, não procurem vingança, mas perdoem, de todo o seu coração, porque é assim que vocês se tornarão, aqui, nesse mundo, os pilares de Luz da Ressurreição, os pilares de Luz do fim do inferno nessa Terra.

Filhos do Um, endireitem-se.

Não sejam afetados por qualquer perda que seja do que pertence ao efêmero.

Sejam, a cada olhar portado, a cada palavra pronunciada, a cada percepção ou reencontro vivido, o Verdadeiro e o Amor.

O Amor é tudo, mais do que nunca; o Amor é o recurso inesgotável de sua vida nesse mundo, doravante.

Os gigantes com pés de barro [que cuja força e solidez é só aparência], aqueles que os enganaram, devem, eles também, ser amados para além de toda aparência e para além de todo sofrimento, com o mesmo Amor, com a mesma potência de Amor e, eu diria, mesmo, ainda mais do que os irmãos e irmãs humanos reconhecidos na encarnação.

Não hesitem em dar esse Amor como a manifestação da doação da Vida, da doação da Graça e da Verdade essencial.

Não sejam mais freados por qualquer moral ou qualquer lei que seja, porque há apenas uma lei: a lei do Amor.

Todas as outras leis não têm qualquer razão de ser, quando vocês são o que vocês são.

Sejam gentis e sejam pacientes com quem quer que seja que a vida faça-os reencontrar, em espírito ou na carne.

Não procurem mais qualquer vantagem para sua pessoa limitada e efêmera.

Mesmo se a Verdade lhes esteja, ainda, escondida, os tempos são propícios para que nada mais permaneça escondido ou ocultado.

Ousem dizer, segundo seus talentos, e ousem ser, segundo seus talentos, a manifestação do Amor encarnado.

Vocês são Cristo ressuscitado, vocês são o Filho do Homem, antes de qualquer coisa e em primeiro lugar; o resto decorre daí, sem esforços e sem questões.

Transcendam todo sofrimento, tanto o seu como aquele do mundo, estando em sua eternidade, sendo o Amor que vocês são e acolhendo o que a vida apresenta-lhes, em qualquer circunstância, em qualquer lugar e em qualquer reencontro que seja.

Banir a dúvida, qualquer que seja, porque a dúvida desmoronará, por si só, no momento vindo, e esse momento é iminente.

Então, tomem a dianteira, instalem-se no eterno presente, no Aqui e Agora.

Mais do que nunca, acolham a Vida.

Acolham, do mesmo modo, aqueles que resistem à Vida, porque eles têm ainda mais necessidade de sua Verdade para reconhecê-la neles, superando, assim, toda ilusão de função, toda ilusão de papel, toda ilusão do que aparece como tangível aos olhos de carne.

Não procurem mais data, não procurem mais sinal, porque vocês mesmos são o sinal que esperam.

O presente não conhece data, o Amor, tampouco.

Sejam lúcidos, concretamente, sobre o que se desenrola e, mesmo se vocês não tenham, ainda, essa lucidez, aquiesçam, de qualquer forma, ao Amor, porque ele é o único ideal que jamais pôde ser preenchido enquanto você era, simplesmente, uma pessoa que crê ser uma pessoa que nasce e que morre.

Esqueçam-se dos ensinamentos falaciosos do carma, esqueçam-se do que foi falsificado pelo conjunto de religiões.

Voltem a tornar-se a inocência, e vocês serão preenchidos de Graça, e vocês se aperceberão, então, de que vocês são apenas essa Graça e nada mais.

Sejam, portanto, firmes em sua Presença nesse mundo, para melhor superá-lo no momento em que Maria falar-lhes.

Eu me dirijo, enfim, também, a todos aqueles de vocês que experimentam medos, de maneira lógica, na pessoa.

Aqueles de vocês que jamais viveram contatos com outras dimensões, com outras realidades, lembrem-se das palavras de Cristo: 
«Mesmo se você tenha o conhecimento de todos os Mistérios, mesmo se tenha a fé para mover montanhas, você nada é se não tem o Amor.».

Deposite as armas da pessoa, deposite as lutas, deposite as carências aparentes, tanto em si como em cada um, para que reste apenas o Amor, em pé, forte e gentil ao mesmo tempo.

Seja o que você é, que você não pode definir por palavra alguma na superfície desse mundo, seja o que você não ousa, mesmo, esperar ou crer.

O único futuro possível encontra-se no Aqui e Agora.

A única porta de saída ou de entrada na vida eterna encontra-se apenas no centro de seu peito e em nenhum outro lugar alhures.

Esqueça-se de tudo o que obstrui sua consciência: suas projeções, suas dúvidas, suas esperanças, porque nada há a esperar, há apenas que reconhecer-se no coração do ser, para deixá-lo tomar todo o lugar e todo o espaço de sua Presença, como de sua Ausência.

Mesmo vocês que o ignoram, por nada terem vivido, vocês são os filhos da Graça e os filhos do Amor e, para o Amor, nada é impossível.

Não existe qualquer falha, qualquer erro, porque o Amor apaga tudo isso e ele está em vocês, e ele é vocês.

O essencial é isso.

Vocês extrairão, desse essencial e dessa essência, tudo o que é suficiente para sua Ressurreição.

Larguem as amarras no espírito de tudo o que possa, ainda, retê-los: sofrimentos passados, sofrimentos presentes, apreensões de um futuro.

Permaneçam simples, porque o Amor desvendar-se-á muito mais rapidamente, se vocês nada tenham vivido disso.

Amem para além de toda forma, amem para além de todo conflito, porque o Amor é, realmente, a única possibilidade de ver a ilusão dos medos ou a ilusão da destruição.

Porque, na realidade, há apenas Ressurreição.

E vocês sabem, talvez, e vivem-no, já, talvez, que tudo depende de seu ponto de vista, que tudo depende de sua consciência, e que o mundo está em vocês.

Sua única missão, se posso falar assim, é a de serem os missionários do Amor, e vocês não têm necessidade de palavras nem de discursos, vocês têm apenas necessidade de sê-lo, sem justificar, sem demonstrar, porque vocês portam a Inteligência da Luz, e vocês a são.

Apoiem-se, cada vez mais – quaisquer que sejam os elementos que lhes tenham sido comunicados nesses últimos tempos no que vocês são, mesmo se vocês não o conheçam.

A Verdade emerge, a Verdade germinou, é tempo de voltar a florescer na Eternidade, como o ilustra, hoje, a natureza, por toda a parte nessa Terra, como o ilustram as partidas que vocês poderiam nomear de morte de algumas classes de consciência que vocês chamam de «animais».

Elas se juntaram, simplesmente, à Morada de Eternidade delas, nada há de triste aí.

Só o olhar daquele que é tristea tristeza.

O olhar daquele que está repleto do que ele é vê apenas o Amor em todas as coisas, em cada um, e mesmo nos eventos da Terra.

Rememorem-se de que vocês estão nessa Terra apenas de passagem, e que tudo o que passa morre, e que tudo o que passa não pode conhecer a Eternidade e o Amor incondicionado.

O que morre não está vivo, porque o que está vivo não morre, jamais.

Eu não falo de sua forma nem das formas desse mundo, mas das formas imperecíveis do corpo de Eternidade.

Meu apelo não se dirige – quer vocês estejam abertos ou não – à sua cabeça ou à sua compreensão, mas eu me dirijo, diretamente, à sua eternidade, àquela que me ouve, mesmo se vocês mesmos não o ouçam, àquela que me reconhece como ela se reconhece, a si mesma, no Amor da Vida e na Vida do Amor.

A Luz, e Cristo, não batem mais, unicamente, à sua porta, mas vêm à sua Morada.

Quem quer que vocês sejam, em qualquer lugar do mundo, em qualquer crença que exista, ainda, não coloquem qualquer freio no jorrar espontâneo do Amor, a partir do instante em que vocês se esquecem de si como pessoa.

Em nada fiquem limitados, porque vocês são ilimitados.

Só esse corpo e suas crenças o são, porque ambos desaparecem em sua morte.

Deixem o apelo do Amor consumi-los de Amor e, assim, vocês serão saciados, para sempre.

Vocês não terão mais necessidade nem de alimentar-se de matéria, de esperança, de vida e de morte, de renascimentos.

Aceitem e acolham o inevitável, o inexorável e o inesperado, porque são portadores do embrião de vida eterna, do que vocês são.

Em nada mais pensem que não no Amor que vocês são, mesmo se não tenham se reconhecido e despertado, porque isso é apenas questão de tempo.

Vigiem e orem, da oração ardente do coração, para consumir os medos e as dúvidas, para consumir o efêmero.

A hora chegou da Ascensão da matéria.

Qualquer que seja sua evolução, há numerosas Moradas na Casa do Pai.

Nenhuma é superior à outra, assim é o jogo da consciência.

Não hesitem em soltar o que se afasta de vocês, porque o que se afasta, em definitivo, tem apenas um tempo e não conhece a eternidade do tempo presente.

Procurem a natureza, procurem o silêncio propício para o ser e para a Verdade.

Procurem, no outro, sua Luz, e perdoem o que vocês pensam ter a perdoar.

Deixem o bálsamo do Amor apagar as sequelas e os sofrimentos.

Sejam vigilantes aos sinais que o Amor dá a vocês.

Nada rejeitem e deixem-se atravessar, porque vocês nada são do que aparece ou manifesta-se nesse mundo.

Os tempos da Terra, nesse mês de dezembro, são os tempos do perdão, o tempo da Ressurreição.

Não há mais atraso, não há mais data, compreendam isso.

Vão além de toda projeção, de toda função ou de toda organização, porque mesmo o que nós organizamos juntos, em qualquer estrutura vibral que seja, deve deixar o lugar para o Amor nu, no qual nada vem resistir, no qual nada vem absorver, no qual tudo é relação de Amor e manifestação do Amor, até a essência do Amor.

Lembrem-se – e, sobretudo, implementem-no – de que o Amor é tudo, tudo o que vocês têm necessidade.

Todo o resto são apenas satisfações da pessoa, mesmo o que vocês haviam nomeado de sua busca espiritual.

Nada mais há a procurar, há apenas que deixar eclodir o que germinou ou vai, em breve, germinar.

Isso não depende de vocês, vocês ali nada podem.

O Amor toma todo o espaço, a Luz não deixa qualquer possibilidade para a sombra subsistir.

Sejam, assim, transparentes.

Sejam, assim, esse Cristo que irradia a Terra inteira com Seu Amor, não por qualquer manifestação de um poder do Espírito, mas, simplesmente, pela Verdade do Espírito.

Sejam como uma mãe para consigo mesmos, que perdoa qualquer erro que seja; os erros têm apenas um tempo.

Sejam como uma mãe: amem-se, incondicionalmente.

Nada mais vejam, no outro, do que vocês mesmos, e deixem a Inteligência da Luz agir.

Vocês estão nos tempos da Graça.

Os tempos da Graça significam que tudo o que não é da ordem da Graça não poderá mais ser manifestado e será dissolvido no Amor.

A Liberdade chama-os.

Nenhum pretexto pode manter-se diante dela, nenhuma condição pode refreá-la.

O apelo da Liberdade, o apelo do Amor, vocês já o vivem, mas ele será oficializado, de maneira coletiva, pelo Apelo de Maria.

A nada mais sucumba que não ao Amor verdadeiro, que não à sua eternidade, porque a hora é para a Passagem, e a Ressurreição não pode ser outra coisa que não a alegria da Eternidade e do Amor reencontrado e revelado.

Sejam ternos para com aqueles que resistem e aqueles que são difíceis porque, na Luz, há restabelecimento da Verdade, e o difícil não pode constranger o terno, ao inverso desse mundo.

Não sejam tributários que não do Amor que vocês são e de nenhuma outra preocupação, porque elas passarão, estejam certos disso.

Continuem a viver, continuem a amar, a despeito das circunstâncias e, eu diria, mesmo, graças às circunstâncias da Terra e no final desse Apocalipse.

Seu olhar, suas palavras, sua Presença tornam-se Verbo, Verbo operador de criação.

Verbo operador de descondicionamento, Verbo operador do Amor.

Vocês são, todos, sem exceção, os filhos da lei de Um porque, mesmo se vocês pareçam ou pensem servir o adversário, Belial ou Yahvé, em definitivo, vocês servem apenas à Luz.

Então, não resistam, depositem as armas do medo, as armas do poder, as armas do controle, porque o Amor nada conhece disso e vocês nada são disso.

Sejam os «Gentios», no sentido em que a Bíblia transmitiu, apesar dos erros dela.

Sejam a criança que emerge, atônita, de um pesadelo ou de um sonho, mas o pesadelo não mais do que o sonho não permanece após o despertar da criança.

Sua chama de Eternidade vai, em breve, brilhar intensamente, visível aos olhos de todos e invisível ao que não é o Amor.

… Silêncio…

Meu discurso não terminou porque, no Verbo que eu enuncio, junta-se, agora, a consciência unificada do conjunto de Melquisedeques.

Quer eles sejam do Ar, quer eles sejam da Terra, quer eles sejam do Fogo e quer eles sejam da Água, nós falamos de uma única voz, aquela da Verdade, na qual o Masculino deve reparação ao Feminino, tanto em vocês como por toda a parte.

Reconheçam a Vida, aceitem a Vida na eternidade dela e em sua eternidade.

Vão na paz, em qualquer circunstância que seja, porque vocês vão descobrir que, no Amor, vocês são a Paz, e que a única coisa que vocês podem dar é a Paz e o Amor.

Isso lhes foi explicitado por Arcanjos e Anciões, por Estrelas; ponham isso em prática.

Não há mais necessidade de explicações, há apenas a necessidade de ser, de reencontrar o que vocês são, e isso é possível, agora, inteiramente, aqui mesmo.

Eu me dirijo àqueles de vocês que se sentem solitários ou que se sentem não concernidos.

Eu lhes digo, também, que, vocês também, mesmo se tenham exercido predações amplas na superfície desse mundo, vocês são, igualmente, o Amor, e perdoem-se a si mesmos, e amem.

Amem tudo e todas as consciências que reencontraram seu caminho porque, eu lhes digo, vocês vão perder tudo ao que vocês se seguram, tudo o que vocês acumularam por medo e por necessidade de impor e de controlar.

Soltem tudo e sejam verdadeiros.

Não há falha, não há erro que não seja transmutável pela verdade do Amor que vocês são.

O que quer que lhes gele, ainda, o sanguede terror – diante do que vocês sabem vir, vocês que estão nos comandos, o que vocês têm a defender?

O que vocês têm a preservar, se não é o que é efêmero?

Acolham o Amor como cada um dos irmãos e das irmãs despertos acolhem-no, para alguns, há muito tempo, na espera e na esperança desse momento.

Então, eu lhes digo, a vocês também: regozijem-se.

Não se deixem enganar pelo medo.

Não se deixem enganar pelo que vocês mesmos criaram; isso tem apenas um tempo.

E eu o lembro, ainda uma vez que, mesmo se você tenha pensado servir ao Príncipe desse mundo, em definitivo, você apenas serviu à Luz e nada mais, porque esse mundo é um fantasma, um pesadelo ou um sonho, mas, tal como ele é, ele é apenas sofrimento e, no entanto, a Vida ali está presente.

Então estejam, vocês também, na vida, e não nutram mais as forças da morte.

Despertem, vocês também, porque vocês são amados por aqueles que os apoiaram, que se curvaram e que, hoje, endireitam-se na verdade do Amor.

Vocês nada mais são, vocês também, do que isso.

Olhem, atrás de qual perenidade vocês correm?

Atrás de qual lucro vocês correm, ainda?

Vocês não veem aonde os conduziram as forças de controle e de predação?

Vocês não veem seus irmãos e suas irmãs, onde quer que estejam nessa Terra, cantar o canto do Amor e da esperança do Amor?

Eu me dirijo, também, a você, no que você é e não no que você crê representar por seu status de riqueza social na superfície desse mundo.

Você não vê que a vida eterna não pode existir sem Amor verdadeiro?

As provas são esmagadoras, não de seus erros, mas da Verdade que está aí.

Então, esqueça-se, você mesmo, do que o enganou e daqueles que você enganou.

Você também descobre o bálsamo do Amor.

Não há necessidade de qualquer ritual, não há necessidade de qualquer predação, porque esse mundo do Amor eterno está, exatamente, ao oposto do que é visto nesse mundo e, no entanto, a Vida ali está.

Os tempos chegaram da reconciliação, o tempo do Grande Perdão.

Não espere os últimos momentos, faça-o imediatamente.

Volte-se para aqueles que o amam, não para daí tirar proveito, mas porque eles compreenderam que o Amor é Tudo, porque eles o vivem.

Eu os convido, a todos, despertos como adormecidos, a sair dos dogmas, a sair de tudo o que está cristalizado, fossilizado e já morto.

Perceba, você que dorme, que você é Eternidade, que você é Amor.

O que quer que você tenha feito, o que quer que você pense e qualquer que seja seu mestre, você é livre.

Não há mestre algum, há apenas um modelo de perfeição que você rejeitou.

Você que dorme, eu lhe suplico para reencontrar-se, eu lhe suplico para abandonar-se à beleza da Verdade e do Amor incondicional, porque é isso que você é, sobretudo, se você dorme.

Desperte, antes que o esquecimento do efêmero tome tudo o que você acredita possuir, tudo o que você acredita dominar, tudo o que você acredita controlar.

Acolha, também, os Anjos do Senhor (Vegaliannos - S. Estr.).

Nada mais veja, ali, que não uma fraternidade.

Nada mais veja, ali, que não irmãos e irmãs que devotaram sua eternidade a servir e a preparar o retorno do Amor.

Não se esqueça, também, de que o que você criou, você, que dorme e que obedece aos mestres desse mundo, que você é responsável pelo que você criou, sobretudo agora.

Então, deixe criar o Amor.

Não se deixe enganar mais pelos jogos de poder, estratégias nas quais levam em conta apenas a necessidade de controlar e de ser superior.

Você, que se sente, talvez, ainda, tão grande em seu papel e sua função de governante ou de elite, veja a vaidade e a inutilidade do que você construiu.

Reconheça-o e, simplesmente, perdoe-se, porque seus irmãos e suas irmãs humanos, assim como seus irmãos galácticos, livres, nada mais querem que não sua Liberdade, nada mais querem do que perdoá-lo, nada mais querem do que amá-lo.

Mas lembre-se, também, de que nós não poderemos, jamais, ir contra seu livre arbítrio, que lhe é tão caro.

Perceba: É O TEMPO DA LIBERAÇÃO. 

As Trombetas ecoam por toda a parte na Terra.

Perceba o que acontece na humanidade.

Perceba que, mesmo o terror, implica, como resposta, o Amor, porque, mesmo o terror, não pode nutrir-se, indefinidamente, do terror, que o medo não pode existir, assim que o Amor tenha nascido.

Eu me dirijo, também, a vocês todos, despertos como não despertos.

Aí está, em termos terrestres, muito tempo que eu vigio pelo respeito de algumas regras, apesar do confinamento da liberdade da consciência e da liberdade do Amor, a despeito das condições contrárias ao Amor.

Eu não venho seduzi-lo, eu nada venho impor-lhe, eu lhe suplico, simplesmente, para ser o que você é e não o que você crê ou o que lhe encheram a cabeça.

O tempo vai, doravante, engrenar-se, cada vez mais rapidamente; a pressão da Luz tornar-se-á cada vez mais intensa.

Essa pressão é uma pressão de Amor.

A Luz não violará, jamais, sua liberdade, eu não diria, mesmo, contrariamente a vocês, porque isso não existe mais.

Abra-se ao Amor, incondicionalmente, sem restrições, mesmo se você ali nada compreenda, porque só permanecerá em pé o que é Amor.

Então, eu lhe digo, você, que dorme e, também, você que está desperto, que essa ocasião é única.

Lembre-se de que qualquer pessoa que você seja, que você não é essa pessoa, mas que você é muito mais, mesmo, do que você poderia crer ou projetar, ou imaginar, mesmo em seus sonhos os mais loucos.

Você, que está desperto, perdoe, sem parar, porque não há outra escapatória.

Perdoar é liberar o outro, quer você esteja liberado ou não, porque se você libera o outro, você se libera a si mesmo.

Você verá, naquele momento, que não há nem outro nem você, que isso é uma ilusão, que há apenas o Amor e a Vida.

Eu venho convidá-lo, também, e suplicar-lhe, a tudo dar de si mesmo que faz apenas passar e que tem apenas um tempo.

Dê-se ao Amor, porque o Amor dá-se a você.

Não há outra Verdade nem outras possibilidades.

… Silêncio…

Lembre-se, também, de que no silêncio cria-se o Verbo, para que nunca mais você seja cortado ou amputado da Verdade essencial.

… Silêncio…

Quando você me ler, escutar-me ou ouvir-me, você estará, certamente, vivendo tudo isso.

Você se lembrará, então, dessas palavras que eu pronunciei nesse último dia de novembro do tempo da Terra.

Porque quem se exprime não é, unicamente, Orionis, mas o Verbo que se faz carne, para que a carne seja transmutada pelo esplendor do Verbo.

Lembre-se de sua Realeza e de seu Reino, que nada têm a ver com seu reino na Terra, qualquer que seja a importância dele.

Assim, meu próprio Verbo apaga-se, para deixar lugar ao silêncio, aquele que testemunha a majestade do Amor.

Eu saúdo, em você, o amigo, o irmão, o companheiro de eternidade, e eu lhe digo:
 «Amemo-nos uns aos outros» como Ele nos amou e como nós nos amamos, cada um, na eternidade, em qualquer dimensão de experiência, qualquer que seja.

Eu deposito, em você, a Graça que você é.

… Silêncio…

Eu o deixo agora, porque eu estou com você para a Eternidade, e eu sou você, como você é eu, sem jogo de palavras, sem hipocrisias.

… Silêncio…

Até logo.





Post. e Formatação
http://semeadorestrelas.blogspot.com
8/12/2015

Tradução e Divulgação
Célia G.
Leituras Para Os Filhos da Luz
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