20/05/2011

ANAEL – 16 deMAIO de 2011- II Parte

  Eu sou ANAEL, Arcanjo.
AUTRES DIMENSIONS
18 de maio
Continua aqui as perguntas e as respostas da mensagem de Anael postada dia 19/05. Link:ANAEL – 16 deMAIO de 2011
 
Se existem em vocês, em relação a isso, e unicamente em relação a isso, interrogações concernentes a essa passagem específica, então, bem amados, eu escuto seus questionamentos.

Questão: como gerir um esquema que apareceria como a necessidade de reconhecimento?
 
Continua clik aqui 
Bem amada, o próprio fato de reconhecer uma falta ou uma necessidade de reconhecimento traduz a iluminação do Coração.
Nada mais há a fazer, apenas observar e olhar.
Não é necessário, sobretudo, lutar contra, porque o que se opõe reforça o ego.
Há apenas a aceitar olhar lucidamente e, efetivamente, compreender e aceitar, aí também, que isso é apenas o reflexo de feridas, de falta de Amor, traduzindo-se, de um modo como de outro, por essa necessidade de reconhecimento.

Há apenas, naquele momento, que iluminar, que olhar aquilo, que rir, a fim de que a Alegria estabeleça-se.
E não mais dar peso a essa falta de reconhecimento.

Nós demos, e completaremos, os princípios de apego, ligados aos apegos coletivos que se vivem atualmente, que são as últimas etapas que lhes permitem Liberar-se de seus próprios últimos apegos, mesmo se estes sejam coletivos.
Eles estão, de fato, em relação com princípios de falsificação importantes que existiram sobre esta Terra desde mais de 320.000 anos (ndr: na rubrica «protocolos / liberação dos apegos coletivos» de nosso site).
A palavra chave é o medo.
A necessidade de reconhecimento e a falta de reconhecimento vêm sempre de um medo.
Medo de não ser amado, medo de não ser reconhecido.
Ora, o reconhecimento não pode ser feito no exterior de si.
Enquanto há uma dependência no ser humano em relação a um exterior, qualquer que seja, não pode haver Unidade.
A Unidade realiza-se apenas quando vocês estão em total acordo consigo mesmos.

Isso quer dizer o quê?
Isso quer dizer, simplesmente, quando vocês compreendem e aceitam (intelectualmente, mentalmente, afetivamente, emocionalmente) que vocês não têm que depender absolutamente de nada do exterior de vocês.
Naquele momento existe um mecanismo específico da consciência que se implementa, permitindo-lhes penetrar a nova Terra e cruzar a Porta do OD.
É o momento em que vocês deixam suas bagagens.
É o momento em que vocês aceitam não mais ser seus sofrimentos.
É o momento em que vocês compreendem que não são seus sofrimentos passados e que vocês são ainda menos o resultado de seu próprio passado.
Que vocês são, simplesmente, o que vocês são no Instante Presente.

Penetrando essa Verdade final, inteiramente (isso foi facilitado pela liberação das cinco Chaves Metatrônicas e das sete Últimas Chaves), então, o trabalho (e isso não é um) se faz sozinho.
Nada há a fazer.
Há apenas a Ser.
Para as últimas coisas que se iluminam em vocês, hoje, isso é fundamental.
Porque aquele que quiser resistir, opor-se ao que se manifesta, reforçá-lo-á.
Assim é a armadilha do ego.

Há apenas que olhar, com Amor, o que vocês creem ser, e que vocês não são.

Todo mecanismo oposto ao Coração é um grito, um grito do ego (que este seja chamado necessidade de reconhecimento, medo da perda, medo da falta).
Qualquer que seja o medo, ele é apenas o reflexo de uma ferida, vivida anteriormente.
Mas essa ferida não requer um bálsamo exterior, mas, bem mais, a iluminação do Coração.

Questão: pode-se viver esse gênero de experiência estando, ao mesmo tempo, na sociedade?

Bem amado, a resposta é eminentemente diferente para cada alma humana.
Alguns receberam, há alguns anos, ou de maneira mais recente, impulsos da alma, fazendo-os deixar algumas situações para descobrirem a Liberdade.

Algumas outras almas estão efetuando, ainda, atividades no mundo exterior e devem, no entanto, realizar a mesma coisa.
Assim, cada um de vocês encontra-se, muito exatamente, no exato lugar para o trabalho que há a efetuar.

Agora, podem existir, neste período final, aí também, impulsos da alma fulminantes (manifestando-se à noite, ou de modo brutal, por fatores relativos aos eventos em sua própria vida), conduzindo-os a soltar em relação a algumas formas de apegos.
Por vezes, de maneira extremamente violenta.
É preciso, aí, ver a ação de seu próprio Coração, não qualquer punição, não qualquer carma, não qualquer oposição, mas, bem mais, uma oportunidade para Liberar-se, inteiramente.
Lembrem-se de que a Luz é simples e de que ela é, sobretudo, evidência.
Que, a partir do momento em que vocês soltam, do que vocês têm e do que lhes é retirado, então, naquele momento, a Luz estabelece-se com ainda mais facilidade.
Tudo é função de circunstâncias.
Mas, se a Luz os chama para mudar (o que quer que haja a mudar em sua vida), então, faça-o, vocês ficarão apenas mais leves e mais no Coração, demonstrando, com isso, sua capacidade para estar, em Verdade, no Coração e não para se preocupar com o instante seguinte ou com uma dependência que desaparece.

Questão: como fazer em relação ao medo do desconhecido?

Bem amada, é justamente questão de não se prender a nada.
Tudo o que é da ordem da personalidade e do conhecido não lhes permite ir para o desconhecido.
Por definição.

É preciso, portanto, precipitarem-se na Luz.
É o que eu chamei, desde dois anos, o Abandono à Luz que, hoje, toma uma acuidade específica, nos tempos reduzidos e nos tempos finais que vocês vivem.

Não há, efetivamente, nada a que se prender.
Isso se chama a Fé, a mais absoluta, na Luz, a fim de penetrar a Luz.
Vocês nada podem levar do que creem ser (suas diferentes posses, aquelas do ego como aquelas da matéria) à Existência.

A situação na qual vocês se encontram, uns e outros, em graus diversos, corresponde, inteiramente, ao que havia sido explicado e anunciado pelo Bem amado SRI AUROBINDO, concernente ao choque da humanidade.
É necessário aceitar que nada há em que se prender.
Vocês não podem ir para o desconhecido com o que quer que seja de conhecido.
Esse mecanismo da consciência corresponde, justamente, à passagem da Porta Estreita.
O ego não lhes é de utilidade alguma para ir ao Coração.
Ele é mesmo o obstáculo essencial.
É o ego que quer fazê-los crer que é ele quem dirige a situação e que aquele não pode conduzi-los para a Luz, o que, obviamente, é totalmente falso.
O que se pode dizer, ao nível coletivo da humanidade, é que o ego coletivo da humanidade entrega-se aos seus últimos combates.
Aqueles que serão os mais rudes, onde as forças de atrito e de oposição à Luz vão manifestar-se de maneira importante, coletiva e individualmente.

Vocês devem compreender que, através das modificações elementares da Terra, vocês nada mais terão, efetivamente, ao que se prender de conhecido.
E isso está às suas portas.

De sua capacidade para aceitar isso, para transcender isso, decorrerá seu futuro Vibratório e de Consciência.
É o ego que quer sempre prender-se a algo de conhecido e de existente.

O conjunto de Vibrações (que vocês viveram, uns e outros, em seus níveis respectivos) teve apenas um único objetivo: é o de conduzi-los para essa porta.
E vocês ali estão.

Questão: pode-se viver a Alegria, o Samadhi, antes de passar essa porta, ou unicamente após?

Não, isso é possível antes.
Isso é possível a partir da ativação das Cruzes da Redenção, das Cruzes Anterior e Posterior e das Cruzes Mutáveis (coisa realizada já desde certo tempo para muitos de vocês).

Mas é uma coisa viver o Samadhi  por experiência (a Alegria, a Serenidade e a Paz, por experiência), é outra coisa ali estabelecer-se de maneira definitiva.
E isso, efetivamente, pode ser feito apenas pela passagem da Porta Estreita, pelo nascimento do Embrião Crístico, que assinala a Crucificação total do ego.
É isso que os conduz à sua Ressurreição e nada mais.

Questão: que quer dizer transcender?

Transcender não é uma evolução.
Transcender não é um melhoramento.
Transcender não é uma transformação.
Mas é bem além.
Transcender é aceder a outro estado Vibratório.
É o que foi chamado, em um tempo, o Switch da Consciência, permitindo penetrar a Vibração densa do ego e passar, naquele momento, na Vibração da leveza do Coração.

A transcendência corresponde estritamente a isso.
Não é passagem de um estado a outro, como uma forma de continuidade, mas, efetivamente, desaparecimento de um estado e aparecimento de outro estado, sem solução de continuidade.

Questão: se não se sente apego e está-se pronto para dar o salto no nada, pode-se, apesar de tudo, prosseguir esta vida para compartilhar essa alegria com os outros?

A Alegria é um estado de Irradiação que se faz naturalmente, sem qualquer vontade pessoal.
A noção de partilhar é inerente, mesmo, ao acesso ao Coração, porque a Irradiação é Doação.
O acesso ao Coração é uma Doação permanente, que não tem necessidade alguma de justificação de palavras, nem de atitude alguma específica, se não é Irradiar, a si mesmo, seu próprio Coração.
O partilhar, nesse caso, efetua-se por si, pela Irradiação do Coração.

Questão: não é, então, mais necessário exercer qualquer atividade humana?
 
Toda atividade nesse mundo é reavaliada pelo próprio Coração.
Assim, portanto, você pode estar num jardim, você pode estar na contemplação do Sol, você pode estar, simplesmente, em Comunhão com outro ser humano.
Mas essas relações, ou essas comunicações não são mais definidas por qualquer convenção, qualquer que seja, mesmo do Serviço, porque a Doação do Coração é espontânea, ela não necessita mais de outra construção (e, em particular, de construção do ego), num sentido de Serviço ou num sentido de ajuda, porque a ajuda e o serviço fazem-se espontaneamente pela Irradiação do Coração.

Assim, como vocês foram chamados, pelo Arcanjo MIGUEL, Ancoradores, Semeadores de Luz, corresponde à estrita Verdade, na condição, é claro, de que esse estado de Ancoradores, de Semeadores de Luz não se torne um ato de reivindicação, apropriado pelo ego, mas, simplesmente, uma Irradiação natural, estabelecendo-se para além de qualquer vontade pessoal e de qualquer reivindicação pessoal.
A partir daí, eu poderia dizer a você a frase: «ame, e faça o que lhe agrada».
Há tanto Amor a dar, por um ser que vive numa caverna como por aquele que vai ao encontro de seus Irmãos e de suas Irmãs.
Qual dos dois dá mais?
É aquele que encontra, fisicamente, seus Irmãos e suas Irmãs, ou aquele que está na Irradiação Crística no interior de sua caverna?

Questão: uma flor, por exemplo, irradia por si. Como discernir, como ser humano, o que releva da Irradiação ou de uma forma de vontade específica?

E bem, naquele momento, bem amada, torne-se a flor que exala seu perfume, sem nada perguntar mais.
E sem qualquer outra ação.

Questão: é preciso então isolar-se, como Buda, numa caverna, ou continuar a estar ativo?

Bem amada, é preciso isolar-se no Interior de seu Coração, porque todo o mundo, o mundo Verdadeiro, não está no exterior.
Esse mundo que você pode tocar, esse mundo que você pode provar é uma Ilusão total.
Como você quer penetrar o Coração, enquanto você dá peso à Ilusão, mesmo se isso se chame um impulso do Coração, ou de Serviço?
O que não quer dizer que aquele que penetra a Unidade e a própria Existência não aja mais, bem ao contrário.
Mas é preciso, antes, penetrar o Reino dos Céus, e não o inverso.
Se não, é o ego, sempre e ainda, que se apropria das virtudes do Coração.

Questão: se se sente já na Alegria, e ela é amplificada estando simplesmente no jardim, isso é o início do estado de felicidade para o qual se é chamado a ir?

Inteiramente.
Qualquer que seja a atividade exterior, busquem o Reino dos Céus, e o resto ser-lhes-á dado em acréscimo.
E não o inverso.
Vocês não tocarão jamais o Reino dos Céus servindo-se do ego, para agir ou para fazer.
Mas, se vocês penetrarem o Reino dos Céus, ou o Reino do Coração, então, naquele momento, tudo o que vocês farão será impregnado de Graça e far-se-á na Alegria.
O que não é o caso no inverso, onde predominam, então, naquele momento, estados emocionais, de frustração e de prazer, que não são a Alegria.

Questão: se o mundo é Ilusão, o humano e as relações entre humanos são também Ilusão?
 
Bem amada, inteiramente.
O outro é um apoio.
O mundo é um apoio.
CRISTO disse: «vocês estão sobre esse mundo, mas vocês não são desse mundo».
Seu Espírito não se importa com esse mundo.
Ora, é questão, hoje, de reencontrar o Espírito.
Lembrem-se: ser-lhes-á feito, muito exatamente, segundo sua Vibração.
Vocês não podem pretender o Reino dos Céus e o reino da Terra (desta, não da nova), enquanto vocês não tenham realizado o Si.
Enquanto vocês não tenham penetrado o desconhecido, vocês não podem viver a Luz, inteiramente.
Vocês vivem, naquele momento, apenas um sucedâneo da Luz, satisfazendo o ego (num papel de serviço, de ajuda, aportados para aliviar).

Hoje vocês não estão mais nos tempos lineares desse mundo em que, efetivamente, a alma humana ia para uma vontade de Bem, ia para uma necessidade de melhorar sua condição.
Lembrem-se de que vocês mudam de condição.
As circunstâncias não são mais, de modo algum, as mesmas.
As leis da matéria não são as Leis do Espírito.
As Leis do Coração não são as leis do ego.
As leis da ilusão não são as Leis da Graça.
Elas são, sem medida comum.

Por que é que a maior parte dos sábios, dos seres despertos (seja no Oriente ou no Ocidente, ou em outros lugares) imergiram-se nos aspectos de contemplação, de meditação ou de oração, nesse espaço de tensão para o absoluto e a Luz?
Após, obviamente, a vida deles foi feita de Serviço.
Mas foi necessário, primeiramente, encontrar o Reino dos Céus.
Hoje vocês são, todos, chamados a tornar-se Realizados.
Para isso, vocês devem mudar sua própria condição e suas crenças e suas satisfações.
Enquanto vocês consideram que o Reino dos Céus pode ser encontrado nesse mundo, vocês não podem ir para sua Unidade.
Cabe a vocês escolher.
O conjunto de processos Vibratórios que conduziram ao despertar de uma de suas Lareiras, à ativação da Coroa Radiante da cabeça e das Estrelas (que inúmeros de vocês percebem) são preliminares para sua entrada no Coração.
Nós sempre dissemos que a Consciência é Vibração.
Ter boa consciência, através de uma boa ação, não será jamais o acesso para a Consciência, mas para as satisfações do ego.
Mesmo se isso é difícil a entender, é a estrita Verdade.
Ninguém pode servir a dois mestres ao mesmo tempo.
É ou o Si, ou o «Eu».
Hoje, nesses tempos específicos, o acesso ao Si é grandemente facilitado porque a Luz veio até vocês.

CRISTO disse: «a Luz brilha nas Trevas, e as Trevas não a reconheceram».
O que são as Trevas, se não a consciência limitada do ego?

Não temos mais perguntas, agradecemos.

Bem amados Filhos da Luz e bem amadas Sementes de Estrelas, a cada dia, doravante, nós falaremos em palavras e em Vibrações, a fim de encorajá-los, por vezes de maneira forte, a ir para o Coração.
Não há outra alternativa, não há outra solução que o Coração.

O Coração de que falo é sua Unidade, é o Si.
Esse Si não se importa, ao limite, com o que pode dizer um Arcanjo, com o que pode dizer uma Ilusão presente nesse mundo.
Ser Livre e autônomo é viver isso.
Primeiramente, e em prioridade.
Em seguida, o resto da vida que lhes resta a percorrer nesse mundo será impregnado da Graça e da Alegria Eterna, da Unidade reencontrada.
Mas não antes.

Eu voltarei, quanto a mim, a acompanhá-los em seu alinhamento diário de 19 horas [hora francesa].

Esperando que a Paz, a Alegria, o Amor e a Luz sejam seu Reino.

Até muito em breve.




Versão do francês: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com

__________________
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