08/04/2017

O.M. Aïvanhov - A SAÚDE E A DOENÇA -

O.M. Aïvanhov 

"Sobre a Saúde e a Doença". 

"Eu repito, e eu o disse há pouco tempo, será que
é a Luz 
que desencadeia uma doença"?


(Nota: S. de Estrelas - Transcrevo este questionamento feito a Aivanhov e que, com certeza interessa a todos nós, embora não seja tão fácil sua pratica e entendimento, mas assim é.)

Questão: quando se tem um problema de saúde, como ocupar-se dele?

Então, já, caro amigo, você não tem um problema de saúde, porque você não é seu problema de saúde.

Portanto, não é algo que se tenha.

Tudo depende de sua consciência.

Se sua consciência está no medo, se sua consciência está na necessidade de resolver, é claro que é necessário tratar-seno sentido humano, terceira dimensão.

Mas se sua consciência
 está no Si, não há razão alguma para que você seja alterado, no Si, por uma doença.

E, mesmo se essa doença chame à morte desse corpo, você não é nem esse corpo, nem essa morte, nem essa doença.

Agora, é um problema de consciência.

Se você tem medo de morrer, é claro que você vai lutar contra a doença.

Mas eu o lembro que morrer é uma doença fatal nesse mundo, não é?

A partir daí
, cabe a você saber o que você tem necessidade de fazer ou de ser.

É claro que todos, quando temos um problema de saúde,
 temos tendência a querer resolvê-lo, isso foi explicado ontem, pelos Arcanjos, em especial RAFAEL.

Mas, além disso, você é capaz de ir além disso?

Não é a personalidade que decide, é a Existência.

Se você vive uma perturbação, ou essa perturbação desaparece, porque você está na Unidade, ou essa perturbação vai, ao limite, agravar-se.

Mas você é essa perturbação?

Você é essa doença?

Todo o problema é 
a identificação à doença.

Agora, 
não basta fazer que nem o avestruz, ou seja, dizer: «eu não estou doente» e ao mesmo tempo olhando como isso evolui, porque, naquele momento, não é a Verdade.

Isso se chama trapaça: não há Transparência.

Portanto, tudo depende, agora, aí também,
 do nível de consciência que vocês têm.

Quando eu digo do nível, não é uma evolução.

Ou vocês vivem a Unidade, ou vocês não a vivem.

Mas, se vocês vivem a Unidade, tentem, por exemplo, quando têm 
uma dor, dizer: «eu não sou essa dor»

Você verão, efetivamente, o que acontece.

Não é uma negação, é aceitar quenão sendo esse corpo, vocês não podem ser afetados pelo que acontece nesse corpo, não é?

Agora, 
se sua consciência diz-lhes que é necessário tratar tal ou tal perturbação, é necessário fazê-lo.

Eu repito: não há resposta exterior em relação a isso.

Há seres, hoje, que apanham (entre aspas) doenças fulminantes, porque, para eles, é o modo de Abandonar-se à Luz e de viver a Ascensão, uma vez que, de todo modo, a morte é uma doença fatal, nesse mundo.

Ora, a personalidade recusará, sempre, crer em seu próprio fim.

É normal, ela é baseada no efêmero e crê-se eterna.

Vocês conhecem muitos seres humanos 
que falam da própria morte, sobretudo no Ocidente?

É aí que vocês são confrontados, também, à diferença entre dizer: 
«eu vivo a Unidade» e, depois, de repente, dizem-lhes: «você vai morrer».

Ah, de repente, não há mais Unidade.

O que isso quer dizer?

É a vocês que cabe colocar-se as boas questões.

Agora, 
se sua consciência é perturbada por um sofrimento, qualquer que sejae vocês vivem a Vibração da Luz, aí também, dois modos de proceder: ou vocês dizem: «a Luz age e eu deixo fazer a Luz, mesmo se parto, o que parte não sou eu».

Ou vocês não são capazes disso.

Naquele momento, o que vocês fazem?

Vocês tomam medicamentos, vão ver médicos, terapeutas.

Mas, eu repito: não há qualquer julgamento e eu não posso dar-lhes conselhos do exterior.

São vocês, consigo mesmos.

Mas coloquem-se a questão:
 se vocês têm um sofrimento, em tal ou tal lugar, quer dizer que vocês estão identificados a esse sofrimento: «tenho dor», «tenho uma doença».

Mas o Espírito não pode ter doença, portanto, quem é que se exprime, o Eu ou o Si?

O Si diria o quê?: 
«Eu não sou esse corpo» (porque ele vive isso, realmente), «eu não sou mais essa doença», uma vez que eu não sou esse corpo.

Como é que, não sendo isso, isso possa afetar meu corpo, que não é o meu?

Vejam a diferença que pode existir com
 aderir a uma Unidade, por exemplo, como diziam os Arcanjos, conceitual.

Eu concebo que a Unidade é uma Verdade.

Mas concebê-lo não é vivê-lo.

Apenas a Vibração os faz vivê-lo

E, talvez, vocês tenham, hoje,
 uma perturbação, ou uma doença, justamente, para permitir-lhes superar essa noção de identificação a esse corpo, talvez, não para morrer, agora.

Talvez, 
não para partir nesse corpo de Luz, agora, mas, justamente, talvez, para tomar consciência.

O que vocês observam?

Hoje, há seres que vivem a Existência, as Vibrações, a Consciência Unitária e as doenças desaparecem.

E, depois, há outros, ao contrário, que vão ter doenças, que aparecem.

Eu repito, e eu o disse há pouco tempo, será que é a Luz que desencadeia uma doença?

E, se vocês 
vivem a Unidade e o Si, vocês sabem muito bem que a Luz não se importa com a Ilusão.

Ora, o corpo de desejo é uma ilusão e uma projeção.

Mas é uma coisa dizê-lo, é outra coisa vivê-lo.

Então, 
primeiro há a tomada de consciência, e, em seguida, além do conceito e da ideia, além da percepção, é necessário viver.

Porque, 
enquanto isso não é vivido, não é a experiência do Si, nem da Unidade, nem do Ilimitado. 

É a crença na Unidade.

Mais do que nunca, hoje, as circunstâncias de suas vidas desencadeiam  mesmo que sejam opostas ao que vivam – o que vai acontecer nesse corpo, o que vai acontecer em sua consciência.

É o aprendizado da Unidade.

Não há qualquer punição
, não há qualquer recompensa: isso faz parte da Ascensão que se está vivendo atualmente.


Questão: pode-se viver o Si de maneira impermanente?

Isso se chama a cenoura e a vara.


 As experiências que vocês fazem, de passagem da consciência limitada do Eu ao Si é, justamente, permitir-lhes fazer a experiência do que é um estado de Unidade, o que é o Si e o que não é.

A partir daquele momento, vocês vão estabilizar-se, a termo.

Esse termo não é individual, ele é coletivo: é o tempo coletivo.

Nesse termo, vocês poderão instalar-se ou no Si ou no Eu.

Um outro Eu.

Mas não há qualquer hierarquização.

Vocês se instalam onde podem Vibrar.

Então, é claro, pode ser fatiganteeu o concebo, perfeitamente, passar de um estado a outro, fazer o io-iô, assim, porque isso pode encorajar o que eu chamei de delírio, não é?

Ou seja, a bicicleta(mente) que gira sem parar (ndr: o mental): de repente, estou aí, de repente, não estou.

Mas é justamente o fato de viver isso que cria o que eu chamaria uma aclimatação à Unidade.

Mas virá um momento em que será definitivo, ou em seu tempo individual, ou no processo coletivo.

É o que eu chamei o planeta grelha, porque, aí, não haverá escolha.


Vocês não poderão mais fazer as idas-e-vindas: estarão aí ou lá.



 Mensagem na integra clik aqui. 

Questão: é exato praticar a Comunhão reconstituindo uma estrutura geodésica de 24 pessoas?



Post. e Formatação:

Tradução para o Português
 e divulgação: Célia G.

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