26/03/2015

EU SOU MARIA

Ensinamentos de Fevereiro de 2015

Eu sou Maria, 
Rainha dos Céus e da Terra.

Publicações de
fevereiro de 2015
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QUESTÃO 9: durante as canalizações ou os alinhamentos, eu adormeço, regularmente. Como saber se é uma doença ou se devo deixar?

Queridos filhos, que o Amor de Mãe preencha-os de suas bênçãos.

Desaparecer, adormecer, momento no qual a consciência, quer ela seja limitada ou ilimitada, desaparece no que é nomeado o adormecimento, isso não é um adormecimento, isso mostra, simplesmente, a capacidade para desaparecer, sua capacidade para apagar, para deixar o que é manifestar-se.

Assim, portanto, mesmo se sua consciência ali não participe, é, efetivamente, ela, que aceita, nesses momentos, apagar-se, desaparecer e deixar você se regar na fonte da Luz que você é.

Não há solução de continuidade, embora aparente.

Então, nesses momentos em que nada mais há, nesse terreno fértil, vai aparecer, não nesses momentos, mas fora desses momentos, justamente, a plena capacidade para manifestar a Graça, por instantes ou permanentemente.

O desaparecimento e a celeridade com a qual você desaparece nos momentos em que a Luz aparece é, mais, a garantia do desaparecimento das estruturas efêmeras que não têm que se preocupar com o que é a Eternidade.

Eu diria, mesmo, hoje, que sua capacidade para desaparecer, mesmo se isso possa, por vezes, parecer-lhe invasivo, é uma das provas as mais convincentes de que você é capaz de desaparecer se a Luz, no momento de Sua efusão final, faz você desaparecer.

Isso não é nem o nada (neant) nem o desconhecido, é a sua natureza, e é aí que se encontra, ao mesmo tempo, a Morada de Paz Suprema, o Absoluto, Cristo e eu, e cada um de nós.

Assim, portanto, esses momentos que se apresentam quando você está atenta, conseguem fazer desaparecer sua atenção e sua própria consciência.

Isso não é um defeito, mas, bem mais, o marcador, formal e inabalável, de sua capacidade para apagar-se diante da majestade do Amor e da Luz, e a majestade da Graça.

Tudo o que há, e eu tomo, para isso, os exemplos inumeráveis de algumas de minhas irmãs Estrelas que lhe explicou isso durante esses anos, falando da experiência delas no curso de seu caminho de encarnação; vocês vivem, exatamente, os mesmos elementos.

Cada um, é claro, com uma colocação diferente, segundo a existência ou não de uma alma, segundo a impressão de que há algo, ainda, a atualizar, a percorrer ou a levar ao seu termo.

O Amor não se importa com tudo isso, o Amor, como nós sempre dissemos, basta-se a ele mesmo.

A manifestação da Graça e os diferentes sinais que acompanham essa Graça em sua instalação permanente faz com que você descubra seções inteiras de funcionamentos da consciência.

Dessas seções, a mais importante é sua própria capacidade de desaparecimento.

É aí que você pode dar-se conta de sua Humildade real, de sua capacidade para deixar o Amor à frente e deixar a Graça inundar o que você é nesse mundo.

Assim, portanto, o fato de adormecer nada mais é do que a expressão do que foi nomeado, há algum tempo, Turiya, ou seja, o estado de não sono, de não vigília e de não atividade.

É o estado o mais próximo, mesmo se dele não reste qualquer lembrança, do que é nomeada a Morada de Paz Suprema, na qual se encontra Cristo, mas, também, todos os possíveis.

Assim, portanto, não veja nisso uma doença, mas, bem mais, uma capacidade, cada vez mais evidente, para desaparecer, no momento vindo, quando Ele estará presente, sem dificuldade, em resposta ao meu Apelo.

Cabe, também, à própria consciência comum e limitada, colocar-se a questão de sua utilidade e de sua persistência mesmo se, obviamente, essa consciência limitada seja muito útil no mundo no qual você está hoje, para levar a efeito as inumeráveis servidões que foram instaladas por uma sociedade confinante.

Cabe a você ver, aí também, quais são os frutos, quais são os efeitos disso, a posteriori, no desenrolar de sua vida, e constatará, sem dificuldade alguma, que você tem a possibilidade de desaparecer ao ouvir-nos, mas, também, ouvindo a si mesmo, a partir do instante em que você escuta o que é eterno e não mais o que faz apenas passar.

Isso nada tem a ver com os pensamentos, isso nada tem a ver com o mental, mas com sua disponibilidade de coração.

Se o coração está disponível, se a Eternidade está à frente de seu Presente e de sua manifestação, então, sim, os momentos de descontinuidade aparente da consciência tornar-se-ão cada vez mais intensos, ou, mesmo, por vezes, incômodos, mas lembre-se de que isso é apenas a tradução do que lhe é anunciado há tantos anos e por múltiplas vozes.

Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.

Comunguemos, juntos, na Paz de Cristo.

…Comunhão…

Nós podemos, se quiserem, e se o tempo para isso nos é atribuído nesse mundo, continuar as suas interrogações.


Terceira Parte
Questão 10: Hildegarde de Bingen



Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

http://semeadorestrelas.blogspot.com

Tradução e Divulgação
Célia G.
Leituras Para os Filhos da Luz

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