05/06/2015

- Anael IIª Parte -

Ensinamentos de Abril de 2015 

"O aparecimento total da Luz assinala 
o desaparecimento total das 
estruturas efêmeras".

Eu sou Anael, Arcanjo.
2ª Parte 
Continuação

Questão: quando Cristo-Miguel revela o fogo no conjunto das estruturas, quais são o impacto e a finalidade disso?

O desaparecimento total do efêmero.

Isso não é destinado a propiciar, doravante, uma melhoria do que quer que seja, mas, sim, encontrar a consciência nua e eterna.

Assim como isso foi evocado, há numerosos anos, pelo Comandante dos Anciões, ele havia nomeado – se minhas lembranças são boas – o «planeta grelha».

É o momento no qual a irradiação cósmica que vocês nomeiam irradiação Gama, mas, também, as irradiações protônicas e as irradiações que lhes são, ainda, desconhecidas ou exóticas nesse mundo, substituirão a irradiação solar, de maneira definitiva.

Naquele momento, nenhuma estrutura dita carbonada pode, no sentido no qual vocês entendem comumente, sobreviver.

O aparecimento total da Luz assinala o desaparecimento total das estruturas efêmeras.

Exceto, é claro, para aqueles que serão, durante certo lapso de tempo, colocados em alguns lugares e locais desse planeta, para receber o que foi nomeado de últimas Chaves Metatrônicas e, também, sobretudo, a colocação no serviço, a movimentação e a revelação não mais de seu corpo Ascensional, mas do corpo de Existência.

Do mesmo modo que uma criança aprende a falar, do mesmo modo você deve aprender a servir-se de seu corpo de Eternidade ou a manifestar o Absoluto, inteiramente, no momento em que a forma desaparece.

Questão: quais são os sinais que significam que nossa pessoa começa a desaparecer?

Bem amado, a resposta está na própria formulação de sua questão.

Você desaparece se você desaparece; se você não desaparece, você não desaparece.

Desaparecer pode ser assimilável ao fenômeno da consciência nomeada Turiyaou a consciência de sono, que é preliminar a Turiya, como foi explicado, em seu tempo, pelos especialistas de sua consciência na Terra.

O que pode existir, como foi dito, parece-me, pelo Arcanjo Uriel, antes de mim, é que pode existir um mecanismo de sobreposição no qual há, ao mesmo tempo, e no mesmo tempo, e no mesmo espaço, desaparecimento e, ao mesmo tempo, persistência de uma atividade efêmera.

Isso não é destinado a durar, mas, sim, destinado a mostrar-lhe, a você mesmo, onde está a Eternidade, onde está o efêmero.

Questão: o que convém fazer quando a parte efêmera está aí, assim como o observador que olha essa parte efêmera e há, ao mesmo tempo, a impressão de nada mais saber?

Isso corresponde ao começo da sabedoria.

Questão: o que convém fazer quando se vive esse Face a Face?

Bem amado, nada há, justamente, a fazer.

A partir do instante em que você quer «fazer», você sairá desse estado e voltará a mergulhar no efêmero.

Desaparecer é, também, uma intenção, mesmo na consciência, antes, mesmo, de experimentar, eu diria, as duas vertentes dela: a vertente efêmera, a vertente eterna.

Antes, mesmo, disso, desaparecer não quer dizer «fazer».

Desaparecer quer dizer «nada fazer» e, sobretudo, nada esperar, porque o desaparecimento não pode ser sobrecarregado pela expectativa, pela esperança ou pelo «fazer».

O desaparecimento é a consequência lógica e a sucessão lógica do princípio de Abandono à Luz, como eu havia explicado há numerosos anos.

É a preliminar, de algum modo.

É muito difícil, ainda hoje, para o ser humano compreender que seu corpo, seu mental e o conjunto de suas estruturas efêmeras são, não unicamente necessárias, mas indispensáveis ao cumprimento das tarefas efêmeras, mas em nada concernem à Eternidade.

Querer transpor as leis do efêmero na Eternidade conduz a uma insensatez, a uma resistência e a uma confrontação cada vez mais violenta consigo mesmo.

Portanto, estritamente, nada há a fazer.

Há, melhor: há a esquecer-se da mínima intenção de fazer o que quer que seja.

É o único modo de desaparecer.

O «querer desaparecer», ou a própria intenção de desaparecer basta para bloquear o desaparecimento, porque há, naquele momento, movimento da consciência, e quem diz movimento da consciência diz manifestação da consciência e, portanto, impossibilidade total de desaparecer completamente.

Questão: isso basta para fazer calar o mental?

Não, unicamente, isso basta, mas eu diria, sobretudo, que é a única solução.

Como disseram alguns Anciões, ao longo desses anos passados, querer desaparecer prejudica o desaparecimento.

Você não pode querer desaparecer, você pode apenas aquiescer ao seu próprio desaparecimento, ou não.

Mas você não pode servir-se, em caso algum, do intelecto ou, mesmo, da vibração para fazer desaparecer a si mesmo, caso contrário, vocês teriam, todos, chegado, na totalidade, já.

Questão: como se pode desaparecer e estar, ao mesmo tempo, no efêmero?

Bem amada, isso se chama o Face a Face.

Isso não é para compreender, mas para constatar, por si mesma, em sua própria consciência.

Questão: qual é a etapa seguinte? Desaparece-se, e é tudo?

Bem amada, até prova em contrário, se você continua a exprimir-se nesse mundo é que você não desapareceu, no momento em que você fala.

Você é, portanto, ao mesmo tempo, eterna e efêmera, em confrontação de ambas como em cada um dos setores de sua vida, para permitir uma sobreposição e um desaparecimento total do efêmero em proveito da Eternidade, se posso dizer.

E isso apenas pode ser feito através dos vai e vens sucessivos, cada vez mais rápidos, cada vez mais intensos, o que põe fim, definitivamentequer essa forma subsista ou nãoao efêmero.

Entretanto, esse corpo, até o seu fim, faz parte do efêmero.

Você não o levará a lugar algum, nem à Eternidade nem a outro sistema solar, exceto para alguns seres, mas cuja função é muito específica, mas isso foi desenvolvido há muito tempo.

O que eu quero dizer com isso é que é, justamente, na tomada de consciência de seu próprio desaparecimento, mas, também, do retorno ao efêmero, no momento em que você reaparece – que lhe mostra, justamente, os dois posicionamentos da consciência – e é, justamente, essa simultaneidade das manifestações, ou essa alternância, que pode dar-lhe a certeza do que você vive, até o momento em que você desaparece, totalmente, mesmo ao nível da consciência, não, simplesmente, na Infinita Presença ou na Alegria, mas, realmente, no Absoluto.

Eu a lembro, contudo, como foi amplamente explicitado por Bidi, que a consciência desaparece a cada noite, assim que você dorme, mesmo se ela explore o universo do sonho ou viagens dimensionais, e, pela manhã, você volta.

E isso dura desde que você nasceu.

Há, portanto, a cada noite, um desaparecimento.

O desaparecimento de que eu falo agora é aquele que sobrevém quando a Luz chama você, quando os sons modificam-se, quando você se alinha, quando você medita, quando você ora.

Isso não é, portanto, ligado ao sono fisiológico, mas, sim, a um processo fisiológico da consciência que não é, unicamente, mesmo se seja, analogicamente, a mesma coisa, o sono.

Questão: como se pode distinguir a vontade de fazer com a vontade espontânea do Espírito?

Bem amado, isso se resume, simplesmente, nessa frase: «De onde vem a intenção

 Se você é capaz, em si, de ver de onde vem a intenção.

Se é a intenção do mental, ela se traduzirá por resistências ou pela noção, justamente, de não saber exatamente, de maneira firme e definitiva, o que você viveu.

A partir do instante em que o desaparecimento no Absoluto é vivido, apesar da existência de uma forma, nunca mais pode existir a mínima dúvida ou a mínima interrogação sobre o sentido do que você é, do que você vive e do que você experimenta, porque tudo concorre para o estabelecimento da Luz.

O evento, a ocorrência de um evento, de um reencontro ou de uma ruptura é, estritamente, a mesma coisa.

O que é impulsionado pelo mental deixará, sempre, a escolha e a impressão de hesitar.

O que é desejado pela Luz e não por uma intenção pessoal imprime-se e exprime-se de maneira totalmente inesperada e espontânea.

Ela não pode ser dirigida nem controlada.

O que pode ser o caso com o mental.

Se eu tomo, por analogia, as experiências bem conhecidas em sua humanidade, hoje, que se chama de experiências de morte iminente, há saída do corpo, visão desse corpo, passagem por um túnel, reencontro de algumas entidades e outras etapas que podem ser ulteriores na experiência.

Pouco importa.

O que é importante é que, naquele momento, no retorno, há, de qualquer forma, algo de profundamente diferente que a noção de ter, simplesmente, vivido um sono.

Desaparecer no Absoluto é exatamente o mesmo princípio, exceto que não há imagem nem cena nem luz.

Mas, no que eu nomearia o retorno desse estado para agir no efêmero, há um sentimento que eu poderia qualificar de intenso, ou, mesmo, de extraordinário, de Paz, de equanimidade e de Amor, que não se exprime mais, unicamente, pelo Fogo do coração, mas, diretamente, pela própria consciência, em sua emanação que eu qualificaria de primária.

Assim, portanto, o mental não tem qualquer papel aí.

Além disso, quando do desaparecimento, e o ciclo de desaparecimento conclui-se, você não pode ser alterado, de maneira alguma, pelo que quer que seja que sobrevenha, mesmo em seu mental.

Isso é tomado pelo que é, e não como uma hesitação entre o que é da ordem do mental ou da intenção espontânea do Espírito.

Isso corresponde à cessação total de toda noção de busca, não de busca de trabalho ou de alimentação, mas de busca espiritual.

Aquele que está estabelecido no Absoluto não pode mais ser concernido, no desenrolar de sua vida, por qualquer elemento do efêmero, mesmo se, é claro, ele assuma, e completamente, esse efêmero.

Mas sua consciência, sua lucidez, seu humor, seu estado não podem ser, em caso algum, alterados por uma variação do ambiente, qualquer que seja.

Questão: desde sua resposta à minha questão, eu sinto tremores em todas as partes do corpo, no interior. O que isso significa?

Bem amado, o corpo de Existência manifesta-se a você por percepções vibrais ou energéticas situadas no exterior do corpo.

Quando a estrutura do corpo de Existência que, eu o lembro, em sua essência e não em sua manifestação nesse mundo, não é ligado às Portas, às Estrelas ou Triângulos elementares – encontra-se, diretamente, ao nível de uma estrutura interna de ressonância, que corresponde, grosso modo, ao que se nomeia o corpo etéreoe não a aura etérea – que está inscrito no interior de sua estrutura física, esse tremor, essa vibração, conforme a intensidade que ela apresente, é, efetivamente, um tremor interior que o conduz, aí também, ao desaparecimento.

O desaparecimento pode ser impulsionado pela Luz, diretamente, quer seja pela porta KI-RIS-TI, quer seja pela subida da Onda de Vida, quer seja pelas Presenças no Canal Mariano, mas, também, de modo espontâneo, a partir do instante em que seu mental aceita capitular.

Aí está, também, o efeito do Espírito do Sol e da passagem realizada pelo Anjo Uriel, que lhe dá, também, a...

Lembre-se, trata-se de uma passagem de trás para frente.

O atrás é o passado, a frente é o futuro, no meio é o instante presente.

Enquanto essa passagem não está permeável, na totalidade, há antecipação e projeção no futuro, necessidade de fazer planos, de conhecer datas.

Se, em contrapartida, a passagem está fechada atrás,o peso do passado, o peso dos hábitos, o peso do carma.

Assim, portanto, abrir essa passagem permite, muito exatamente, viver o desaparecimento.

Quer isso passe e seja acompanhado por um som, por um tremor, pela ativação mais intensa da Coroa radiante do coração ou do Fogo do coração ou, ainda, por qualquer outro mecanismo que acompanha, se você está atento, os momentos de desaparecimento da consciência.

Continua Parte III
(em formatação)


Questão: como se desloca Hercolubus? De órbita em órbita ou ele vai surgir de repente, de outra dimensão? Como ele pode deslocar-se e aproximar-se de nós?







Post. e Formatação
Semeador de Estrelas
http://semeadorestrelas.blogspot.com

Tradução e Divulgação
Célia G.
Leituras Para os Filhos da Luz





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