18/06/2015

O.M. AÏVANHOV e O ESPÍRITO DO SOL-II/II-3ªp.

"Pentecostes e as Línguas de Fogo na cabeça
 dos Apóstolos".

Ensinamentos, Abril 2015


O.M. AÏVANHOV

Questões / Respostas
3ª Parte/ultima.
(Continuação)                                                        1ª Parte

Bem, eu escuto a questão seguinte.

Questão: o que é o Paráclito de Cristo?

O Paráclito de Cristo é Sua mônada, é o Espírito Santo, é Maria, se prefere.

O Paráclito é a bênção do Espírito Santo, é, sobretudo, a formação, ou a encarnação, se prefere, do Espírito Santo.

Quando o Paráclito manifesta-se, todos os poderes místicos vão manifestar-se, entre eles, a capacidade de falar em línguas, de cantar um canto espontâneo, de fazer algo de maneira espontânea, como a questão que respondeu, antes, o Espírito do Sol, ou seja, a oferenda.

É a ação do Paráclito.

Então, não se atribua a ação, é o Espírito Santo que age em você, é o Paráclito.

O Paráclito não é o Paráclito de Cristo, aliás, é o Paráclito a ele, sozinho.

O Paráclito é algo de específico, que não é nem Cristo nem o Sol nem vocês.

É um movimento.

O Espírito Santo é uma polaridade, é uma energia, é uma vibração, é uma informação, na ocorrência, na Terra, de um determinado sistema, um determinado sistema solar.

Então, se quer, o Paráclito é a descida fulminante do Espírito Santo, é o que foi representado pelo Pentecostes e as Línguas de Fogo na cabeça dos Apóstolos.

É o momento no qual o corpo causal rende-se a Cristo – e é destruído – e isso dá o aparecimento do Fogo do Espírito, e isso faz de você um KI-RIS-TI, Filho ardente do Sol, cuja chama brilha nas trevas.

É a conjunção, também, da descida do Espírito Santo, hoje, em conjunção com a Merkabah e a Fonte de Cristal e o décimo segundo corpo e, também, o ponto ER da cabeça, que dá essa Língua de Fogo sobre a cabeça ou a Pomba, que desce acima da cabeça.

É a mesma coisa.

São os carismas, é o Amor, é algo que o fulmina e que o faz dizer: havia antes do Paráclito e há depois do Paráclito.

O Espírito Santo chega sobre a Terra há trinta anos, com doses cumulativas, tão cumulativas que, hoje, o Paráclito não é, unicamente, a energia que desce pelo sétimo chacra, que desceu abrindo os chacras, é, também, o que eu acabo de dizer em relação à Merkabah interdimensional, à Fonte de Cristal, ao coração etc.

… Silêncio…

O ESPÍRITO DO SOL

Enunciado seguinte.

Questão: o que é de ser, muito frequentemente, incapaz de ter a mínima lembrança do que se ouviu ou leu, mesmo nas canalizações?

O.M. AÏVANHOV

Isso prova que você desaparece, sem problema.

Isso não quer dizer que você não escute, isso quer dizer que você escutou tanto que o Paráclito fulminou você.

Então, se você desaparece com tal facilidade, eu diria que é, mais, bom sinal.

Então, é claro, a pessoa vai prender-se dizendo: 
«Eu nada ouvi».

Mas você ouviu o essencial, não há mais ninguém.

E você bem sabe.

Quando você desaparece assim, quando você volta, fora, talvez, a frustração de não ter ouvido minha muito bela voz, não é?, o que é que resta?

Será que você volta mal?

Então, é claro, algumas pessoas, quando desaparecem, voltam – houve a questão – elas se sentem solitárias ou na solidão, mas a maior parte dos casos, se você aceitou isso, você volta, você está fresco como uma barata, não é?

Isso não lhe coloca problema, é apenas a interrogação sobre o desaparecimento.

Você está, simplesmente, no Contentamento, quer você tenha a cabeça caída, quer esteja babando ou fazendo não importa o que mais.

É, aliás, assim que é preciso desaparecer, quando você sente que tem um problema com alguém.

Desapareça.

Eu lhe digo, exatamente, a mesma coisa, já há meses.

É porque a pessoa prende-se a querer resolver alguma coisa.

E, aliás, se você desaparece, para alguns de vocês, tão facilmente, eu acho que vocês são um pouco estúpidos de ter, ainda, problemas de relação ou de vibração com o que quer que seja, ou com qualquer situação que seja.

Escute minha bela voz dois minutos e desapareça, você tem a solução.

É porque você se prende à sua pessoa, mesmo se você não a veja.

Você tem todas as oportunidades, como eu disse, que lhe são dadas para viver isso.

E cada vez mais entre vocês desaparecem escutando minha bela voz.

Onde está o problema?

Ao contrário.

Nós faremos, talvez, em breve, intervenções totalmente silenciosas e vocês vão desaparecer; dessa vez, você não nos pedirá pausa, porque desaparecerá durante oito horas de seguidas.

E você vai ver, quando voltar, alguns sentirão a solidão e, outros, estarão repletos do Paráclito, da Luz, da Graça.

Agora, se você desaparece e, a cada vez que volta, você se sente extremamente mal, é preciso colocar-se a questão do que você escuta ou do que você segue.

Mas, até prova em contrário, fora, talvez, a solidão ligada ao fato de perder a Eternidade, frequentemente, você vive isso como?

Mas muito bem.

Bom, é claro, se isso se produz sem escutar-nos, mas se isso lhe cai por cima e desencadeia um acidente ou outro, é menos agradável.

Mas não é porque você não presta suficiente atenção ao Paráclito, ele o chama ainda mais forte.

Então, é claro, isso pode ser incômodo para deslocar-se, para mover-se.

Mas, ao invés de resistir a isso, encontre técnicas que permitam evitar isso, mas você se colocará, eu diria, não na infração rodoviária, mas na infração vis-a-vis da Luz.

Isso não é grave, é um jogo.

Mas encontre, mais, o que é necessário para integrar o que se produz.

E, é claro, se você desaparece sem escutar-me, mas, simplesmente, fazendo uma atividade, você constata, aliás, que é o caso, quando você está, por exemplo, no carro, mesmo sem desaparecer, verdadeiramente, você vai perguntar-se o que você faz ali, ou, então, você sai a procurar alguma coisa em uma casa e você para, perguntando-se o que você fazia.

Você desapareceu.

Quando nós falamos de desaparecimento, é preciso, de qualquer forma, efetivamente, estar consciente de que, a um dado momento, você vai, integral e totalmente, desaparecer, não?

Se você não tem consciência disso, agora, bem, eu me coloco questões sobre a consciência, justamente, e as relutâncias da pessoa, mesmo ao próprio desaparecimento.

Mas todas as circunstâncias da vida, aí também, são feitas para mostrar-lhe isso.

Então, é claro, você pode responder-me: «Ah, sim, mas eu devo trabalhar», «Ah, sim, mas eu devo conduzir tal pessoa a tal lugar».

Mas, mesmo agora, nas situações, eu diria, as mais comuns e habituais, a Luz vai testá-lo.

Você aceita desaparecer?

Mesmo se há uma obrigação?

Porque, no dia em que você vai, verdadeiramente, desaparecer, eu o vejo com dificuldade de pedir para preencher a folha do imposto ou ir ver tal pessoa antes que isso se produza, porque você não terá o tempo.

É assim que você testa sua atribuição, nesse momento, é assim que você vê onde está e não onde acredita estar.

Porque, depois, antes do desaparecimento final e terminal, você pode muito bem desaparecer e ter, completamente, integrado a Eternidade.

Naquele momento, se você sente as vibrações, você vai sentir a totalidade e ver seu corpo de Existência, a totalidade de seus constituintes, a totalidade de seus potenciais – mesmo se você não seja capaz de servir-se deles, integralmente, antes dos cento e trinta e dois dias –, mas o desaparecimento ou a presença não lhe coloca qualquer problema.

Você está no mesmo estado, desaparecido ou não.

E, aí, não há mais ninguém.

Portanto, se a Luz, agora, o faz desaparecer, assim que você escuta minha charmosa voz, mas você não consegue desaparecer assim que haja algo que se manifeste, que o atravessa e que você não deixa atravessar, é, também, um convite, talvez, para ver isso.

E que há algo que resiste.

Mas, dessa resistência, nasce a resolução.

E, depois, há os trabalhos nos elementos.

Você vai ver que alguns elementos, segundo suas linhagens, e segundo, também, o que você é portador no momento em que você o faz, alguns elementos são capazes de fazê-lo desaparecer.

E você pode, também, desaparecer, mesmo estando presente, porque, aí, você é Liberado Vivo, e você desaparece à vontade, e você volta à vontade, sem resistência e sem problema algum.

… Silêncio…

Eu escuto a questão seguinte.

Questão: o que é de emergir do sono em plena noite, a boca fechada, com a garganta que canta, isso para alguns minutos após o despertar?

Você puxou a Eternidade ao efêmero.

Turiya manifesta-se em seu despertar, isso é magnífico.

… Silêncio…

Eu continuo.

Eis a última questão.

Eu fiz bem em continuar, eu adoro as últimas questões.

Questão: o que significa uma fulgurância ao nível do sacrum durante alguns dias, que sai, do mesmo modo?

É a ativação do Triângulo, perdão, do losango, se podemos dizer, ou dos dois Triângulos, conforme você os desenha, entre as quatro Portas que cercam osacrum.


Sobre o sacrum há quatro Portas; duas delas de cada lado, uma no alto, uma embaixo.

É isso que se ativa nesse momento.

Isso nada tem a ver com a Onda de Vida, nada tem a ver com o Kundalini, é, diretamente, ligado às funções espirituais desses dois Triângulos atrás, acoplados com outros Triângulos que estão à frente, ao nível da virilha.

Então, isso vai e volta, isso pode durar vários dias.

Alguns sentem as Asas, do mesmo modo que você sentiu as Portas Atração/Visão ou as Portas AL e Unidade.

É, aliás, na cinética global, a Liberação da Terra, o aparecimento da Onda de Vida acompanhou-se – alguns meses após – da movimentação das Portas Atração/Visão.

E, em seguida, para alguns, Portas Unidade e AL, AL e Unidade.

E, hoje, talvez, você sinta as pregas da virilha ou o sacrum.

O ciclo está completo, também, nesse nível.

Tudo está ativo.

Nada mais há.

É por isso que nós dizemos, sempre, que não há verdadeiro ensinamento como antes, há apenas a prática e o aprendizado do que vocês vivem.

… Silêncio…

Bem, vou deixar, já que era a última questão, que era a oportunidade de transmitir-lhes todo o meu amor e deixar o Espírito do Sol trabalhar no Espírito do Sol em vocês, pelo Coroamento do Sol, se quiserem.

Isso corresponde ao que foi nomeado, há dois anos, se vocês se lembram, o Cristo Rei.

É o Coroamento do Sol, é o momento no qual seu Reino, como Eternidade, é validado.

Então, eu deixo o lugar.

… Silêncio…

O ESPÍRITO DO SOL

O Espírito do Sol rende Graças à sua Eternidade, na Paz e no Amor.

… Silêncio…

Bênção do Príncipe do Fogo.

… Silêncio…

Bênção do Príncipe do Ar.

… Silêncio…

Bênção do Príncipe da Água.

… Silêncio…

E bênção do Príncipe da Terra.

… Silêncio…

O Espírito do Sol diz-lhes até breve.




Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

http://semeadorestrelas.blogspot.com

Tradução e Divulgação
Célia G.
Leituras Para os Filhos da Luz



Fonte: https://lestransformations.wordpress.com/2015/05/09/oma-et-lesprit-du-soleil-avril-2015-q-r-2eme-partie/

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