26/05/2015

O.M. AÏVANHOV II - 2ª Parte -

Ensinamentos, Abril 2015

"O Desconhecido não pode ser conhecido 
a partir do conhecido;
 o Desconhecido não pode ser vivido 
partir do conhecido".

O.M. AÏVANHOV
 2ª Parte  
                         (continuação)
Postado:
8 maio 2015
Questões/Respostas

Questão: o que eu devo deixar emergir?

Já, o modo pelo qual a questão é formulada:
 «O que eu devo deixar emergir?».

Mas nada há a dever, deixe emergir tudo o que emerge, uma vez que não é você que decide deixar emergir, parece-me.

É a Vida que lhe propõe, pela Inteligência da Luz, o que deve manifestar-se a você na tela de sua consciência, na cena de teatro, que, mesmo que você saiba que não é você, você está jogando.

Para alguns, pôr-se na raiva vai enraízá-los.

Para outros, pôr-se na raiva vai desenraizá-los.

Nem todo mundo tem a mesma ressonância com, por exemplo, aí eu falava de emoções, mas é similar ao nível do mental e ao nível de todos os territórios.

Lembre-se: o mapa não é o território.

Nós demos as cartas, alguns viveram os territórios.

Mas resta um momento no qual os territórios não têm mais lugar de ser.

Aí está a Liberdade, e a Liberação total, ela não está em outro lugar.

O que quer dizer que você está no aprendizado preliminar ao Apelo de Maria, que lhe dá a viver circunstâncias.

Quaisquer que sejam essas circunstâncias, elas têm um sentido, mas você não tem que encontrar o sentido, você tem, simplesmente, que vê-lo e quando isso emerge é que é visto – e atravessá-lo, retornando a coisa para você.

Cristo, aliás, havia dito: 
«O que você faz ao menor de vocês, é a mim que você o faz».

Então, você imagina aquele que é, visceralmente, apegado à sua cadeira, você irá desalojar Cristo.

Então, isso relativiza porque, se você toma por hábito ver as coisas às vezes, com uma acuidade muito perturbadora – junto ao outro, quem permitiu que você veja isso?

Isso não quer dizer que aquele que é Absoluto nada veja, mas, mesmo se ele vê, ele vai atravessar isso com grande facilidade.

Ele não é preso por isso.

Mesmo se isso imerja, isso emerge e evacua-se, isso não permanece.

Em contrapartida, se você nutre a si mesmo pelo ressentimento, pela noção de errado, pela noção de «eu tenho razão», a noção, qualquer que seja, de explicações ou de justificações, bem, você mantém a dualidade.

E todas as experiências da vida são significantes em relação ao seu posicionamento.

E isso vai aparecer-lhe, e aparece, já, cada vez mais claramente.

Você sente, às vezes, em relação a um companheiro, a um filho, a um pai, a um irmão e uma irmã, com quem você não tem problema algum, e há, por vezes, algo que emerge.

O que é que isso faz emergir em você?

Sobretudo, para os parentes, hein?

O que é que emerge, naquele momento?

Não é a causa de «por que isso emerge», você o volta contra si ou para si; não é contra si, é para si.

Você atravessa isso, você o vê, você aquiesce, você o viu, mas você não reage.

Aí também, você se confia a Cristo e à Inteligência da Luz.

E os resultados serão muito mais rápidos do que se você intervém com sua pessoa.

Porque, se isso despertou em você, é que, obviamente, está, já, presente em você, de uma maneira ou de outra.

Então, para nada serve ir procurar no histórico, em sua infância, nas vidas passadas o porquê e o como você manifesta isso.

Simplesmente, isso sai, deixe-o sair.

Não se envolva.

Se você aquiesce a isso, verá que sua vida vai tornar-se um néctar de bênção.

Mas, em contrapartida, quanto mais você for, sobretudo, se você está aberto, porque, aí, as idas e vindas vão fazer cada vez mais mal, não para fazer-lhe mal (a fortiori, se você viveu o Si), é, justamente, para permitir-lhe retificar-se, de uma vez por todas.

Faça a experiência e você verá, por si mesmo.

Lembre-se: o Desconhecido não pode ser conhecido a partir do conhecido; o Desconhecido não pode ser vivido a partir do conhecido.

Ele deve, necessariamente, deixar tudo o que é conhecido.

Qual é o melhor modo de deixar tudo o que é conhecido?

É a Vida que lhe propõe isso.

Seja através da riqueza, seja através da pobreza, seja através de um conflito, seja através de medos, seja através de situações

Mas é cada vez mais intenso.

Mas não há punição nem retribuição.

A Luz é Graça, não é?

E qual é a graça que é feita nessa ocasião?

É, justamente, ver, talvez, o que você não havia visto ou, ao contrário, vê-lo de modo cada vez mais detestável, tanto para você como para o outro, aliás.

Mas há o que aí dentro?

É a ação de Graça, para ir ver o quê?

Para o perdão.

Porque o que você remete a qualquer irmão, você se remete a si mesmo.

Aí está o verdadeiro perdão e a verdadeira Graça.

E isso vai tornar-se, também, eu diria, cada vez mais percuciente.

Questão: você havia dito que Yaldébaoth (Demiurgo;que aprisiona vocês, Anu ou, se vocês preferirem, do Fantoche chefe.- [Aivanhov])  havia sido banido…

Sim, ele foi banido, mas ele não foi o único, o querido homem, o querido Draco, perdão.

Há, ainda, os que se escondem no que se nomeia de planos intermediários.

Já, eles podem, mais verdadeiramente, agir a partir do astral, mas eles haviam previsto o golpe, também, porque eles haviam antecipado no período cíclico de 25.000 anos.

E elescomo são muito astutos – colocaram estratégias específicas ou de evasão, eu diria.

Mas nós, como nós somos, também, astutos, nós encontramos outras estratégias de evasão.

E é assim, permanentemente, é um jogo de xadrez, exceto que, aí, nós temos certeza de ganhar, o tempo todo.

Então, joga-se, porque é preciso respeitar o jogo, e com você, é similar, jogue, aceite jogar, jogar o que lhe dá a jogar a Vida.

E você se apercebe bem, independentemente dos problemas entre situações ou pessoas que, se você segue as linhas de menor resistência, naquele momento, você será pacificado, o que quer que tenha emergido.

Porque não, unicamente, você o terá visto, você o terá atravessado e, sobretudo, você terá implementado a ação de Graça, ou seja, você se perdoou a si mesmo e, também, ao outro.

De fato, você é testado em seus limites, para ver se você tem, ainda, limites.

Questão: você nos aconselha a dizer sim a tudo o que a vida nos propõe, mesmo ao que poderia incomodar-nos e, sobretudo, ao que poderia incomodar-nos?

Então, eu não disse isso desse modo, porque, às vezes, é preciso dar umas bofetadas, também.

Mas será que sua bofetada é uma reação ou não?

Toda diferença situa-se aqui.

É claro que há situações, circunstâncias que o obriga, por exemplo, a partir, mas, frequentemente, nesse momento, não é assim.

Eu não digo para dizer sim a tudo, eu digo para dizer sim à Luz.

Você age por si mesmo ou você age pela Graça e, sobretudo, no que é interação, relação, ambiente, território, tanto exterior como interior, aí é evidente.

Isso não quer dizer para dizer sim a tudo, mas, antes de tudo, dizer sim à Luz.

Porque, se você adota esse ponto de vista e esse questionamento, de dizer, em definitivo: «Você nos disse que é preciso dizer sim a tudo», eu jamais disse isso, eu disse que é preciso dizer «sim» à Luz.

E que, se a Inteligência da Luz está à frente, ou se Cristo está entre você e a situação, ou entre você e o irmão ou a irmã, você não tem mais que interferir, a Inteligência da Luz vai resolver isso.

E, se isso não resolve, o que é que isso quer dizer?

Isso quer dizer, simplesmente, que você não viu tudo.

É muito simples, a vítima existe apenas porque há um algoz, o algoz existe apenas porque há vítimas.

Ela está aí, a responsabilidade: é parar de crer que tudo vem para irritá-lo ou frustrá-lo.

Se o mundo está em você, se você é, realmente, o mundo, quer você veja aqui como em qualquer dimensão, o que é que você coloca à frente?

A pessoa, o Si, Cristo?

Porque, por exemplo, quando eu tomei o exemplo do tijolo que cai na cabeça, ou o exemplo da cadeira, ou não importa qual exemplo, se isso se produz, é que isso tem uma razão.

Mas a razão não é aquela que crê a pessoa.

Isso não significa dizer sim para tudo.

Aliás, se sem parar você tem a impressão de que há coisas que lhe chegam por cima e que você sente, como o exprimiu: você nos pergunta se é para dizer sim a tudo, mas não há razão alguma para que coisas desagradáveis venham desestabilizá-lo, se você está, realmente, no Si, ou no Absoluto.

Mesmo o diabo não pode dar medo ou provocar qualquer modificação que seja naquele que é, verdadeiramente, Liberado Vivo.

Ele o vê, ou ele não o vê, ao limite, mas, em momento algum, isso provoca o que quer que seja, não como o fato de dizer sim a tudo, mas porque ele vê a ilusão disso.

E aquele que vê a ilusão não tem necessidade de dizer sim a tudo, já que tudo o que acontecer na vida dele estará em acordo com o que ele é, realmente.

A Graça, o Amor ou o medo e o carma.

Eu repito, é uma revolução do ponto de vista.

Se você tem a impressão, ao exprimir isso, que é preciso dizer sim a tudo, isso quer dizer, também, aceitar o insuportável.

Mas quem fala de suportável ou de insuportável?

A pessoa.

Para o Absoluto, nada há de suportável, como nada há de insuportável, há o que é, a Verdade.

Todo o resto são tagarelices, são infantilidades, são problemas do ego, problemas da pessoa.

Então, é claro, para aquele que está sentado ao nível do lugar da pessoa, bem, isso se torna asfixiante.

Mas é, exatamente, o objetivo.

Até o tempo que você compreenda que tudo está em você, pela vivência direta.

O outro que você vê, que você toca, com quem dorme, talvez, ou o pior inimigo, mas ele desempenha um papel, também – ele não sabe – e, se você entra nisso, você desempenha, também, um papel, mas você não sabe.

Então, é claro, há o observador, mas depois do observador há, ainda, outras coisas, parece-me.

E todas essas manifestações, para alguns de vocês, você observa, efetivamente, que há, mesmo entre seus próximos, irmãos e irmãs que entram nesse estado de Paz mais facilmente do que outros, e outros que estão muito na raiva, nesse momento.

Isso não é nem bem nem mal, são apenas oportunidades, não as veja de outro modo.

Uma oportunidade de estar na fluidez da Luz e da Unidade, ao invés de manifestar a dualidade.

Porque a dualidade é onipresente na Terra.

É claro que a Luz está cada vez mais presente, e o resultado é o quê?

É, cada vez mais, sismos, cada vez mais, vulcões, cada vez mais, mortes, cada vez mais, conflitos.

Você quer participar disso?

Quem é você?

Onde está você?

É claro, eu já disse, há santas raivas.

Mas, uma vez que a santa raiva tenha saído, como Cristo, quando Ele expulsou os mercadores do templo, depois, Ele continuou a fazer o que Ele tinha a fazer.

O importante, quando você vive o instante, é, efetivamente, aceitar que pode haver emoções, atravessá-las, mas, também, não procurar a explicação ou o sentido, mas, simplesmente, acolher o que cria a Luz.

E o outro que vem dar-lhe uma bofetada ou uma punhalada ou picar sua cadeira é, também, a Luz, mas tudo depende de qual ângulo você o vê.

Ou, então, você o vê, mas sem ser implicado, nem como observador nem como testemunha nem como alguém que joga.

Porque, de todas as formas possíveis, tudo o que lhe é levado a viver, em qualquer circunstância, em qualquer ocasião e em qualquer relação que seja, estão aí apenas para isso: ver você.

E, se você faz essa reversão, isso será salutar.

Se eu vivo isso e se, além disso, eu tenho a impressão de que é algo que eu já vivi, há um mês, há um ano, há dez anos, nessa vida, em uma vida passada, é que, é claro, isso não está perdoado.

Como você quer viver a Graça sem perdoar?

Como você quer viver a Graça mantendo os funcionamentos arcaicos que não têm mais curso hoje?

Questão: as catástrofes como Chernobyl ou como a bomba atômica, é possível que isso se realize de novo ou haveria uma intervenção?

O que é que você tem necessidade de preservar, dizendo isso?

O efêmero?

Há quem continua a não compreender o que isso quer dizer, um fenômeno de extinção global.

E preciso colocar-lhes as palavras precisas: fenômeno de extinção global.

Isso quer dizer o que isso quer dizer, não?

Questão: o que você vai tornar-se depois?

Bem, primeiro, vamos acolhê-los, não é?

Alguns, para transmitir o bastão, e a cenoura, é claro e, outros, simplesmente, para apertar-se nos braços, acompanhar-se algum tempo e, depois, vocês fazem o que quiserem, e nós, também, aliás.

E é tempo que isso aconteça porque, aí, isso começa a ficar muito longo, não é?

Enfim, eu digo isso, isso não é muito tempo, mas olhem Li Shen.

Mas, bem, ele não tem a mesma noção de tempo – mesmo onde nós estamos – do que nós.

Já, em sua vida, ele não estava no mesmo espaço-tempo, então, vocês podem imaginar agora.

Quando ele diz que vai fazer silêncio, faz oitocentos anos de seu tempo, que ele não tem sido ouvido.

Entre nós também, hein? 

Para aqueles que estavam aí há mais tempo.

Questão: quando se fala de perdão, não se emite, ao mesmo tempo, uma noção de culpa?

Bah! 
Não!

A partir do momento em que você se perdoa, a si mesmo, em primeiro lugar.

É a você que é preciso perdoar, não é ao outro.

É aquele que diz quem é.

Isso funciona, também, nesse sentido, mas isso nós já dissemos, há numerosos anos.

Qual culpa, já que tudo é experiência?

O perdão, a Graça, a ação da Graça é o perdão incondicional.

Isso não quer dizer sim a tudo porque, se você manifesta esse perdão incondicional, isso quer dizer que você entra na Graça.

E, se você entra na Graça, todas as dificuldades vão aplainar-se, pela operação do Santo Espírito, e isso não é uma piada.

Você vê a qual ponto, quando você tem um problema, você diz: «Ah, quem vai resolver isso, a operação do Santo Espírito?» Em um tom irônico.

Não, eu não o digo de modo irônico, é a estrita verdade, é o Espírito do Sol, é Cristo que está aí, de qualquer forma.

Você quereria ser, ainda, incomodado por uma cadeira ou por um tijolo que lhe cai na cabeça, ou por uma central nuclear que explode?

E, aí, para atravessar isso, você vê se está, ainda, na projeção da consciência – eu não falo de projeção no sentido psicológico – de emanação da consciência ou será que você está em uma interiorização da consciência?

Isso lhe dá o sentido de sua energia, desta vez, como eu digo, com uma experimentação ao vivo, e não mais em seu ser ou no aspecto vibral, mas, diretamente, no quotidiano.

É isso, também, a Unidade.

Não Unidade assim, imaginada, sonhada, mas vivida.

Eu vejo que há os que refletem, dizendo-se: 
«Eu tenho, ainda, preocupação em mim».

Não, isso não é preocupação, é, simplesmente, vê-lo, é tudo, e perdoar-se.

Questão:o fato de soltar todo julgamento: bem, mal... isso corresponde à Liberação?

Isso não é algo que você possa decidir assim.

Porque, assim que você faz uma escolha, há um julgamento.

O importante é não condenar.

O julgamento é inevitável e inexorável nesse mundo.

Então, todo mundo diz a você: «não se deve julgar».

Não!

 Não se deve condenar.

Mas julgar é avaliar, pesar o pró e o contra, é isso o julgamento.

A condenação é em seguida.

E vocês têm, todos, vocês veem essas palavras por toda a parte: não julgar.

Mas é, sobretudo, não condenar.

Obviamente, quando você vê algo, no outro ou em você, é, já, um julgamento.

Portanto, tudo o que você vê é um julgamento.

O julgamento não é, unicamente, o julgamento teatral, no sentido em que é empregado em relação ao ego.

Portanto, o julgamento foi colado a algo de muito melodramático, mas você passa sua vida a julgar, a fazer escolhas, mesmo para você, cada um faz isso.

Mas o julgamento deve terminar pelo isentar, não pela condenação.

Então, você vê, é a finalidade do julgamento que é diferente.

É claro, vem um momento no qual você não pode mais nada julgar.

Não é que você preste atenção para nada julgar – porque, aí, você entra em um ego que se reforça e que diz:
«Não, não, eu não julgo, eu aceito tudo, então, estou liberado...»).

Mas isso prova, ainda, aí, nesse nível, uma incompreensão, mais do que isso, uma não vivência do que é, realmente, a Graça e o Perdão.

O Amor ou o medo, sempre, e ainda mais do que antes.

Questão: os meses de maio são, frequentemente, especiais, o que é desse?

Sim, é o que eu nomeei «o belo mês de maio».

Mas tudo será gratinado; quando isso cozinha, gratina, não é?

Mas você vê bem isso, de qualquer forma.

Você tem a chance de não ser a rã que se esquenta na vasilha sem se aperceber disso.

Você vê, ao seu redor, em você, no planeta, no céu, os vulcões, a terra, os animais que morrem, tudo isso é visível.

Não são, mesmo, dados espirituais ou em relação com a Liberdade.

Você vê, efetivamente, que há, na Terra, duas informações, aquelas que o adormecem e aquelas que o despertam.

Aquelas que despertam são as verdadeiras, são aquelas que lhe falam do que acontece, realmente, e que não vão falar-lhe da crise econômica e dos Fantoches que se agitam nos diferentes países e nos diferentes governos.

Tudo isso você vê, não?

A menos que esteja na negação.

Então, é verdade que, no caminho espiritual, há muita negação, muitos seres que recusam ver a evidência.

É o Choque da humanidade.

Quantas vezes isso foi preparado por Sri Aurobindo, quantas vezes isso foi explicado, mas você está dentro.

Eu espero que você se dê conta disso, de qualquer forma.




Questão: houve a Estrela que anuncia a Estrela, mas se você não nos tivesse dito, não teríamos sabido que era ela.






Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

http://semeadorestrelas.blogspot.com

Tradução e Divulgação
Célia G.
Leituras Para os Filhos da Luz

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