06/05/2015

MARIA - O TEMPO DO APELO -

Ensinamentos Março 2015

Eu sou Maria
Rainha dos Céus e da Terra. 

"A Vida vai mostrar-lhes, cada vez mais, onde
está sua verdade e onde está 
a Verdade".

Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.

Filhos bem amados, eu os cubro com o meu Amor, vocês que são, sem exceção, a carne de minha carne, bem além das leis da carne, mas nas leis do Céu.

A Lei do Céu que é Amor e, em minha polaridade, é Misericórdia e Maternidade.

O tempo do Apelo flui à sua consciência, dando-lhes a viver as premissas, os ferisons e, por vezes, a apreensão.

Para outros de vocês, isso os anima, já, em um êxtase sem nome, aí, onde nada mais há que não o que vocês são, sem qualquer outra manifestação que não aquela do Amor.

Isso, vocês sabem, vocês o pressentem.

Então, é claro, meu Filho havia dito:
 «Ninguém conhece nem a hora nem o dia».

E, no entanto, em sua estrada, em seu caminho nesse mundo, os sinais são inumeráveis ao seu redor.

É claro, muitos de meus filhos dormem, ainda, tomados nas redes da ilusão.

Mas isso terá, ainda, apenas um tempo, e esse tempo toca ao seu fim.

Minhas Graças serão inumeráveis para o conjunto de meus filhos, nesses tempos tão precisos e tão intensos.

Ninguém poderá não me reconhecer, ninguém poderá negar-me ou desviar-se de meu Apelo.

Em seguida, é claro, cada um de vocês viverá, ao seu modo, o que há a viver.

De momento, eu os lembro de que o melhor dos preparativos não é olhar sua história, seus sofrimentos, suas dores, nem escutar o que lhes dizem seus pensamentos, o que lhes dizem suas emoções.

Não escutar, tampouco, o que dizem seus prazeres ou suas dores, mas, bem mais, permanecer o mais próximo de seu coração, em todo ato, em todo gesto, em toda situação.

Não se esqueçam, jamais, disso.

Sua vida, neste período, santifica-se e eleva-se, quaisquer que sejam as aparências.

O que se desenrola é apenas o abandono dos últimos pesos, dos últimos entraves, dos últimos elementos do jogo desse mundo, para reencontrarem-se virgens e novos em sua Eternidade e em sua Paz.

Muitos de vocês vivem, e viverão, sinais específicos em suas noites, em seus dias, por vezes, em fatos insignificantes de seus dias.

Tudo isso vai apenas mostrar-lhes, se isso é, ainda, necessário, a Inteligência da Luz, a Inteligência do Amor e, também, a Inteligência de toda Mãe em todo mundo.

Fiquem sem temor, fiquem sem esperança e sem expectativa, fiquem, simplesmente, presente na suavidade do instante e em sua plenitude.

Ocupem-se, o melhor que vocês puderem, segundo o que a vida dá-lhes e oferece-lhes a viver, a cada instante de sua vida, em um estado de paz, o que quer que os atravesse, independentemente de onde os leve o que os atravessa, para errâncias do humor, errâncias das emoções, errâncias do passado.

Vocês não são isso, e vocês o serão cada vez menos.

Então, por vezes, isso pode dar-lhes a sensação de que nada mais há a prender-se, o que dá, por vezes, o sentimento de que há coisas que desaparecem, que não estão mais presentes como antes, tanto em vocês como nesse mundo.

Os comportamentos do conjunto de consciências modificam-se.

Interesses repentinos ou desinteresses repentinos manifestam-se, e estão aí apenas para permitir-lhes, a cada um, segundo seu modo de adaptar-se ao mais correto ao que vem para vocês e que já está aí, para muitos de vocês, por seu estado, por sua paz que está aí, o que quer que se torne sua vida, seu corpo, suas emoções, seus amores.

O Amor toma a dianteira da cena e mostra-lhes onde está o Amor e onde ele não está ainda, não para julgá-lo e condená-lo, mas para, efetivamente, ver o que se desenrola, não para ali participar.

Quer seja sua história ou um evento que se desenrola agora, tudo isso nada é, porque a Paz demanda uma única coisa: para crescer, cada vez mais, em vocês.

E o Amor demanda apenas uma coisa de vocês: ser ainda mais Amor.

Nós sabemos, é claro, e, sobretudo, em sua época, que as vicissitudes desse mundo, as regras, as imposições induzem bem mais sentimentos de fracasso, de tensões do que anteriormente.

Entretanto, eu os lembro: vocês estão em seu exato lugar, nesse momento preciso, qualquer que seja a idade, qualquer que seja a história, porque vocês nada são de tudo isso.

A Vida vai mostrar-lhes, cada vez mais, onde está sua verdade e onde está a Verdade.

Há apenas o Amor, cada vez mais, e tudo o que aparece como contrário ao Amor é, de fato, apenas a resolução, em espaços do Amor incondicionado.

Isso não aparece, necessariamente, no instante, mas manifesta-se, eu diria, cada vez mais lucidamente a vocês.

De algum modo, como se o exame de consciência que acompanhava a morte, até agora, de um ser humano nessa Terra, acontecesse em sua vida, nesse momento, como se muitas coisas revelassem-se a vocês, vividas, por vezes, como espinhos, vivida, por vezes, como alegrias.

Mas isso não faz qualquer diferença, porque isso apenas faz atravessá-los e revelá-los ao Amor.

Portanto, contentem-se em observar sem explicar, sem julgar, sem condenar e sem elogiar, tampouco, quem quer que seja ou o que quer que seja.

Permaneçam sensíveis ao Amor e insensíveis ao que não é o Amor, não para rejeitá-lo, mas para deixar eclodir, justamente, esse Amor.

Abençoem-no, do mesmo modo, abençoem as situações, abençoem as relações, abençoem sua história, porque tudo isso lhes é restaurado e perdoado, nesse momento mesmo.

Cabe a vocês soltar o que pode atravessar neste período, e que vocês começam a ver, cada vez mais claramente, em alguns comportamentos, em algumas deficiências, em alguns excessos ou em algumas distorções.

Tudo isso não é grave.

É como pequenos toques que lhes são aportados, que contribuem para seu avanço para o coração do coração, para a Passagem, para o meu Apelo e a Ressurreição.

Tudo isso, de maneira, por vezes, ainda um pouco confusa, vai aparecer-lhes, cada vez mais claramente.

Quer seja em seus sonhos, quer seja em seus dias, quer seja nas inumeráveis experiências que vocês podem viver em um dia, em qualquer evento que seja, em seu corpo também, que se manifestam, por vezes, de modo violento e não duram, em todo lugar de seu corpo, o que dá, por vezes, percepções não habituais, quer sejam percepções corporais ou, mesmo, eu diria, na análise de uma situação que vocês vivem, no momento em que a vivem.

Porque o novo começa a fazer desaparecer o antigo, e o novo não tem nem limite nem imposição.

O novo é Liberdade.

E isso pode contrastar, por vezes, com o confinamento, aqui mesmo, que vocês vivem.

Então, é claro, isso pode, por vezes, ser desestabilizador, mas toda nova desestabilização conduzirá vocês, inevitavelmente, a um novo equilíbrio, que fará do novo equilíbrio, até o Final, o mais evidente para o meu Apelo.

Eu diria que a única coisa a verificar está em vocês, em sua conformidade ao Amor, não tal como vocês possam imaginá-lo ou supô-lo, mas tal como ele se apresenta a vocês, em qualquer manifestação que seja.

Mesmo que seja a falta de Amor que demanda uma iluminação, não a julgue, nem em vocês, nem em ninguém, nem em qualquer situação.

Contentem-se em tentar atravessá-la sem reagir, contentem-se em abandonar-se ao que se vive.

Sobretudo, no que concerne aos elementos, eu diria, novos e inesperados, que chegam à sua vida sem que vocês os tenham solicitado, sem que vocês os tenham desejado, nem mesmo temido.

Há elementos como esses que aparecem ou que parecem aparecer, que são apenas o desvendamento deles.

Não são mais, eu diria, o que vocês poderiam nomear responsabilidades, no sentido das vidas passadas ou o que vocês poderiam nomear, ainda, desequilíbrios, mas, bem mais, mecanismos de equilíbrio bem mais leves, mesmo se eles lhes pareçam difíceis, em alguns momentos, e, em todo caso, muito mais radicais para levá-los à Passagem e ao meu Apelo.

Qualquer que seja a Passagem que vocês vão viver, eu estarei do outro lado, para acolhê-los no que vocês jamais deixaram.

Mas isso será, de qualquer forma, algo de muito grande e de muito forte, que haverá, ao mesmo tempo, essa Reconexão, esse reconhecimento e essa Evidência, que não deixará qualquer sombra à nossa filiação e à nossa Eternidade.

Então, o que temer?

Se não é, é claro, o sofrimento efêmero e o excesso do que pode subir, de sua história e de sua pessoa.

Lembrem-se, naqueles momentos, de que nós estamos em vocês, como ao seu redor, e de que nós somos vocês, e de que vocês vão, em breve, se já não é o caso, compreender e viver, sobretudo, o que nós já lhes dizemos há muito tempo: há apenas Um, há apenas o Amor.

Todo o resto é apenas passageiro e dissipa-se na Luz do Amor.

Em toda circunstância e em toda ocasião, tudo o que acontece, em vocês, sobre a Terra, concorre para a mesma Verdade que se instala, agora, doravante, sem ter necessidade de procurar o que quer que seja mais, em um futuro ou alhures.

Voltar a tornar-se como a criança é indispensável neste período precedente ao meu Apelo.

Como disse Irmão K, vocês descobrem, através disso, qualquer que seja a coloração do que se desenrola em suas vidas, essa maturidade, essa estabilidade e essa Responsabilidade.

Vocês constatam que o que os fazia reagir antes pode ser ou amplificado ou, então, ter desaparecido, completamente, mas que isso não faz, em definitivo, qualquer diferença, exceto no instante.

A partir do instante em que vocês permanecem no instante que se segue, esse instante passado que os desequilibrou está aí apenas para mostrar-lhes, ainda mais precisamente, o momento em que há equilíbrio, em que há Paz.

Assim se adquire a maturidade, assim se adquire a Responsabilidade, assim como a Autonomia de si mesmo em sua relação ao outro, em sua relação ao seu coração e em sua relação ao Um.

Será que o Um está longe de vocês, como algo que seja preciso alcançar?

Será que o Um manifesta-se em sua vida pela sincronia, pelas iluminações, qualquer que seja a violência delas?

Será que o Um está estabelecido, o que lhes dá a desaparecer, que os põe na escuta a mais clara e a mais límpida de meu Apelo?

Tudo isso vocês veem, mesmo se não o aceitem ainda, e mesmo se o que veem não pareça agradá-los ou fazê-los aderir, não se inquietem, isso é apenas passageiro.

E isso é apenas o que resta a atravessar.

Então, deixem-se, deixem-se atravessar e amar, porque isso nada mais é do que o Amor, vocês sabem, que vem até vocês.

Só o olhar da pessoa pode fazer crer o inverso.

Aqueles que colocaram os valores não em sua Essência, mas em suas peregrinações nesse mundo, através das leis desse mundo, mas eles, também, são meus filhos, o que quer que eles digam e o que quer que façam, e eles não poderão evitar o meu Amor.

Eles o reconhecerão, naquele momento, mas com dificuldades para desembaraçar-se do que não foi aliviado anteriormente.

Mas é a escolha deles e a liberdade deles.

E, através dessa compressão, se posso dizer, através dessa escuridão, a semente germinará, porque ela é vivificada por minha Água, ela é vivificada por sua própria Eternidade.

Vivamos, juntos, um momento de silêncio, antes que eu continue a dizer-lhes algumas outras coisas.

... Silêncio…

Meus filhos bem amados, permitam-me prosseguir.

Os tempos que precedem o meu Apelo são aqueles, diretamente, que vocês vivem nesse momento, a partir da abertura pelo anjo Uriel.

Há agora algum tempo que vocês vivem essa travessia, de algum modo, que deve levá-los à Ressurreição da Páscoa, não, é claro, esse final, mas aquela que verá um novo patamar cruzado em sua Liberdade e sua Autonomia, em sua compreensão não de sua pessoa, nem mesmo de sua vida, mas de sua Essência, diretamente.

Muitas coisas ser-lhes-ão transmitidas, dadas, mostradas, de diferentes modos, como eu disse.

E é nesses eventos que começaram a desenrolar-se, há algum tempo, e que vão amplificar-se, durante o mês de abril, sob o impulso da Luz vibral, sob o impulso do Sol, sob o impulso das estrelas no céu.

Elementos novos vão manifestar-se sobre a Terra, desconhecidos até então, que assinalam, para vocês que sabem, certo número de despertares, certo número de tomadas de consciência, não para vocês, mas para o conjunto de irmãos e irmãs que estão, ainda, adormecidos, e que devem, ainda, viver a última Graça de nosso reencontro, antes de meu Apelo.

Estejam atentos porque, nesses dias e nessas semanas, a vida é sinal, e cada olhar, cada palavra escutada ou portada tem o mesmo sentido e a mesma evidência para aquele que quer vê-la.

Quer seja por tristeza, quer seja por rancor, quer seja por desesperança, quer seja por alegria, pouco importa.

Observem os frutos de tudo isso, que vêm de hora em hora, de dia a dia, afirmar vocês, quaisquer que sejam as aparências.

A força, a força do Espírito está aí.

Ela dá, por vezes, a viver, um sentimento de fragilidade, quer seja pelas oscilações, pelo corpo, quer seja por seus humores, que provocam, mesmo, por vezes, um sentimento de rejeição de si mesmos ou da vida, ou do outro.

Mas isso não é importante, porque vocês têm a força insuflada pelo Espírito, que lhes permite superar e transcender, aí também, seus hábitos, os pequenos erros de comportamento, nos quais se coloca antes do outro, nos quais se atrai para si ao invés de remeter ao outro.

E vocês verão, é que se vocês aceitam a vida, tal como ela se desenrola, em vocês e ao seu redor, e vocês verão, se ignoram os ressentimentos ou outros sentimentos que possam ir até a traição ou o erro, que, se vocês perdoam, real e concretamente, simplesmente, pelo Amor e não pelo pensamento, então, naquele momento, isso desaparecerá de sua vista, de sua vida, de suas emoções ou de seus pensamentos.

E você vai descobrir, de maneira muito direta, que o perdão não é, simplesmente, uma intenção, mas é um ato real do Amor e da Luz, que depende apenas de uma única coisa: de sua confiança no Amor e não em si mesmo, a confiança no outro e não em sua traição, no que ele é, na Eternidade, e que está no mesmo caminho que vocês, que lhes dá, simplesmente, a ver outra faceta de si mesmos porque, caso contrário, nada mais haveria a ver e nada mais a viver.

E que, lembrem-se de que cada evento que é colocado em face de vocês está aí apenas para permitir-lhes ser mais livres, mais fortes e desaparecerem mais facilmente em minha Presença.

A Brancura que vem é aquela da Virgindade, é aquela, como vocês a imaginam, talvez, da primeira Centelha de Vida, aquela da primeira manifestação da consciência, na qual se encontra o embrião de toda consciência.

Tudo isso se desenrola nesse momento mesmo.

Nada mais procurem do que viver sua vida.

Se a vida leva-os às minhas embarcações ou a experiências místicas, é que elas são necessárias para vocês.

Se nada se produz, então, encontre isso, esse Amor e essa Luz, no que a Vida dá-lhes a viver, qualquer que seja, por vezes, o peso disso, porque isso, em nada, lhes concerne, a partir do instante em que o Amor está aí.

Filhos bem amados, comunguemos, juntos, no coração da Fonte e no Espírito do Sol, aqui mesmo, aí.

… Comunhão…

Filhos bem amados, eu me retiro agora em seu coração, com todo o Amor de uma Mãe, com todo o Amor de uma Mãe Criadora, aquele do Mar Primordial do fundo dos oceanos, da Água lustral e do brilho de Vida em seu primeiro Sopro.

… Silêncio…

Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.

Com Amor e no Amor, até sempre.




Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

http://semeadorestrelas.blogspot.com

Tradução e Divulgação
Célia G.
Leituras Para os Filhos da Luz

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