27/07/2013

A PLENITUDE DO AMOR-PRÓPRIO

Amor-Próprio é sem forma é apenas Ser.

Por 
Ute Possegga-Rudel
 05 julho  2013
Meus amigos mais queridos,

Enquanto não houver genuíno e verdadeiro Amor-Próprio e auto aceitação não há realização em nossa vida. 

Dele toda vida começa plenamente, somente então podemos doar aos outros e ao mundo, refletindo nosso potencial. 

Assim as águas do viver não secam e estão disponíveis para sempre em fluente plenitude.

Amor-Próprio é quando estamos descansando em nossa própria Verdade imutável.

Amor-Próprio é quando nossa Alma rege nossa vida.

Amor-Próprio é quando sabemos quem Somos.

Amor-Próprio é quando o Bem do Ser está desbloqueado.

Amor-Próprio é sem forma e apenas Ser. 

É radiância. 

É o próprio Amor. 

É alegria.

 É paz.

 É sem tempo.

 Nosso Poder verdadeiro. 

É diretamente unido com Tudo Que É. 

É sem espaço e sem localização, mas pode ser colocado no coração. 

É a Centelha Divina em nosso coração ou Ser. 

É o próprio Coração do Ser.

Se não conhecemos este Eu, não podemos amar a nós mesmo verdadeiramente, e assim procuramos pelo amor em outros lugares e o amor de outros.

O Amor não pode ser dividido. 

Apenas é.

 Podemos participar dele, podemos ser o Amor.

 Mas não podemos estar separados em partes, uma aqui, outra ali.

Amor é um fenômeno que apenas é. 

Precisamos nos render a ele.

Quando esquecemos de nós mesmo, o pequeno eu que está com medo e raiva e culpa, que é triste impera, do contrário este Um Amor-Próprio pode emergir como o Amor que apenas é.

É o campo de Unidade que sempre fomos, priorizado a todos estes erros e descrença, confusões, dúvidas, imaginações de um pequeno eu, fraqueza, sem poder, vitimizado. 

Todas estas identificações separatistas que esforçam-se para sobreviver.

No Amor-Próprio só há plenitude.

Não pode ser diminuído. 

Mas quando somos tragados para o lado da pista de nossos eus, fora de nosso centro do próprio Ser, conforme nossa mente cria pontos de vista separados e convicções, partes do todo, importância, diferenças que separam e que são vistas como uma expressão do Eu, não podemos ter Amor-Próprio e procuramos amor e aceitação dos outros. 

Porque nosso coração nunca pode aceitar e amar o que não é real, e assim não aceitamos a nós mesmo. 

Neste momento nos traímos. 

Sabendo ou não, o trono do Amor-Próprio, ficamos perdidos na terra da ilusão, embora a sociedade nos diga que ela seja a única realidade. 

Familiares nos dizem isto, professores ensinam isto, universidades estão instruindo isto e igrejas pregam isto. 

Hipnotizados e esmagados por esta doutrinação de massa, ficamos em uma maneira de pensar separatista, confusos e alienados de nós mesmo. 

Familiares, professores, amigos, amores e igrejas apenas nos amam se nós não amarmos a nós mesmo verdadeiramente. 

Se o fizéssemos eles teriam medo de nossa liberdade. 

Então para sermos amados, escolhemos a dependência dos outros. 

Este é o contrato. 

E assim não somos livres. 

Pagamos um preço muito alto para este pálido aparente substituto da felicidade, que é tão frágil e sempre desaparece em águas da ansiedade, da insegurança.

Precisamos ser honestos! 

Apenas a honestidade profunda nos diz se realmente amamos a nós mesmo. 

Pensamos que sim, com frequência. 

Mas é apenas um pensamento, um desejo

E continua sendo enquanto não exploramos verdadeira e minuciosamente nossos sentimentos e emoções e medos e inseguranças que estão bloqueando a liberdade de nosso infinito Eu e assim não podemos vê-lo. 

Amor-Proprio não pode nunca ser apenas um pensamento, ideia ou imaginação. 

Deve ser experienciado e vivido completa e diretamente. 

Para isto precisamos sentir dor, permitir que machuque, daquela maneira velha de não sermos amados ou de fracassarmos.

Mas como podemos esperar que outros nos amem se não amamos a nós mesmo primeiro? 

Como podemos nos amar se não entendemos que falhar é parte do processo de aprendizado?

 O processo de aprender ou investigar a alma nesta imperfeita dimensão?

Amor-Próprio é saber que todas experiências, sucessos e fracassos estão subordinados ao nosso Eterno Ser do Ser.

 No imperecível e Eterno Campo do Ser não existe sucesso ou fracasso. 

Ambos são experimentados e interpretados pelo eu separatista, que é construído pela mente.

O processo de investigação da alma, nesta densa realidade, termina quando a Presença de nosso Eu Divino emerge vitoriosamente ao completarmos a jornada de aparente separação Dele.

Isto não significa que daqui em diante teremos que ser perfeitos em nossa aparência! 

Perfeito só pode ser o Eu. 

Ainda poderemos cometer erros e experimentarmos emoções. 

Não nos tornamos estátuas, sem vida ou movimento, porque as ondas da vida continuam neste ainda imperfeito mundo.

É na verdade sobre esta Emergência, este re-achado novamente, auto-descobrimento de algo que nunca perdemos. 

Para a união como que Somos novamente, precisamos de discriminação para entender o que não é o Eu, abandonando-o, aceitar a dor e os erros e então não desistir do processo de auto-descoberta, focados como uma seta em nossa verdade intuída. 

Aquilo que focamos, revela-se!

 Como não desistimos, dedicados com Amor e perseverança alocamos o que sempre temos sido. 

Não há um outro lado para sempre que possa destruir o que Somos.

Uma vez que permitimos nosso natural e sempre existente Amor-Próprio aflorar da profundeza de nosso Ser, tudo torna-se uma dança, uma alegria, uma simplicidade.

E os dilemas desaparecem na unidade de todas as coisas e seres e na beleza da Existência Divina.

E assim é!

Com muito amor,

Ute. 




Post. e Formatação
Semeador de Estrelas

http://semeadorestrelas.blogspot.com/

Tradução:
 Regina Funicelli 
regina_funicelli@hotmail.com

Luz de Gaia

Direitos Autorais:
Copyright©. Todos os direitos reservados: Ute Posegga-Rudel, 2012.
http://radiantlyhappy.blogspot.com - http://radiantlyhappy.blogspot.com.au/2013/07/the-fullness-of-self-love.html
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